Introdução à Nova Ordem Mundial

Alexandre Costa · Capítulo 34 de 81

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Introdução à Nova Ordem Mundial

Universidades

UMA DAS MAIS LOUVÁVEIS CRIAÇÕES da Igrej a Católica, as universidades j á foram o centro das pesquisas e estudos relevantes para elevar o conhecim ento dos indivíduos que ali entravam e, por conseqüência, de toda sociedade. Com o advento da m odernidade passaram a requerer certa autoridade diante desta m esm a sociedade e a Universidade então passou a abrigar interesses com pletam ente diferentes e m uitas vezes incom patíveis com o desej o de sabedoria. O fato de ser exigido curso universitário para a execução de várias profissões, em quase todos os países do m undo, é um a prova cabal da conquista desse poder por parte das universidades ao longo dos séculos.

Em m enor ou m aior grau, todas as universidades atuam com no m ínim o um viés ideológico, fruto do seu grupo de controle. Nas universidades públicas, a pressão norm alm ente ocorre por parte dos governos, nas universidades privadas prevalece o interesse de seus associados ou patrocinadores. Mais um a vez utilizando as inform ações oficiais é possível especular sobre o poder exercido pela fam ília Rockefeller. Apenas em sua biografia, David Rockefeller cita dezenas de financiam entos a universidades espalhadas por todo o m undo e enum era algum as com as quais a fam ília m anteve ou m antém relações m uito próxim as: Harvard, Chicago, Califórnia, Yale e Stanford, nos EUA, além da inglesa Oxford e das brasileiras USP e Unicam p.

Serviços de Inteligência

A ORIGEM DOS SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA é m ilitar e desde tem pos rem otos funcionavam com o estratégia alternativa e auxiliar durante a guerra. Apenas com a chegada da m odernidade a espionagem profissional passou a existir regularm ente m esm o em tem pos de paz.

No século XX as agências ganharam poder e passaram a abrigar as m ais notáveis inteligências, não apenas m ilitares, m as principalm ente científicas. A especificação que adquiriram alcançou determ inado patam ar que sua evidente influência nos fatos históricos relevantes passou a inspirar best sellers e sucessos cinem atográficos, m istificando sua atuação e colaborando para a desinform ação a seu respeito.

Para im aginar o poder concentrado nestas agências, basta pensar na quantidade de inform ações desagradáveis colecionadas em segredo. Apenas com o exem plo, Edgar Hoover, chefão do FBI por quase 50 anos, foi acusado de possuir um dossiê com prom etedor para cada autoridade de sua época.

A estrutura das agências foi fortalecida e foi am pliado seu alcance sobre outros poderes do estado. Com ciência de ponta e tecnologias exclusivas, operam com precisão e sofisticação e são capazes de recrutar colaboradores sem seu conhecim ento. Um a rede de em presas e entidades cam ufla causas e dissim ula conseqüências. Alternando entre ações visíveis e clandestinas, sua atuação e influências políticas são inim agináveis. Chantagens, am eaças, torturas, seqüestros e assassinatos não estão apenas nos film es do Jam es Bond. Algum as destas práticas são recorrentes em agências poderosas com o o MIT da Turquia, ISI do Paquistão, MI6 da Inglaterra, o MSE chinês, NIA indiano, o Mossad israelense, a fam osa CIA e, principalm ente, a gigantesca KGB (atual FSB), m aior e m elhor estruturado serviço de inteligência que j á existiu em qualquer lugar e em qualquer época.