Introdução à Nova Ordem Mundial
Dialética hegeliana
A diversidade de idéias dificulta a doutrinação e o planej am ento de ações futuras. Para im plantar as dem ais etapas faltantes da estrutura global, eles contam com determ inadas reações por parte do povo. Estas reações foram planej adas e estão sendo condicionadas das m ais variadas form as. Cinem a, televisão, literatura, im prensa, escolas, universidades e o falatório dos “form adores de opinião” doutrinaram , por décadas, todo e qualquer indivíduo socializado do Ocidente. A saída para esta arapuca é sair do condicionam ento e reagir diferente do que eles esperam .
Para ser livre e prosperar, a sociedade só pode se estruturar no indivíduo, na sua individualidade, na sua liberdade, no seu m érito e na sua responsabilidade. Tudo que estiver fora deste livre-arbítrio é ditatorial. Não existe igualdade em nada na natureza, portanto não pode existir igualdade entre os hom ens, ou em um a sociedade hum ana, apenas diante da lei e aos olhos de Deus.
Dialética hegeliana
HEGEL FOI O GÊNIO ALEMÃO que m ais contribuiu para o estudo do confronto de discursos desde Aristóteles. Sua análise da retórica e da lógica da argum entação percebeu detalhes im portantes sobre a confiança e o convencim ento, dando im portantes subsídios para o desenvolvim ento de um a verdadeira ciência da persuasão.
A persuasão, segundo Hegel, é um ato cognitivo que ocorre durante a travessia de um cam inho tortuoso, local do em bate entre tese e antítese. Ao final desta travessia, m oldada pelas pressões opostas, resulta a síntese.
O sim ples desdobram ento desta idéia deve servir de base para a com preensão de toda um a form a de agir. Tendo em vista que o controle da im prensa está todo nas m esm as m ãos, criar um a tese e um a antítese e conduzir seu confronto de m odo a obter um resultado esperado (a síntese) não m e parece nem m esm o difícil. Essa estratégia tem sido constantem ente usada com o form a de m anipular a opinião pública, e a própria polarização política tão com um a m uitas dem ocracias m odernas é um de seus frutos.
A importância da linguagem
NÃO EXISTE REVOLUÇÃO CULTURAL sem a destruição da linguagem . Depois do relativism o, nenhum outro fator tem tanta influência na inversão dos valores de um a sociedade.
A língua faz o papel do cim ento de um povo. Junto com a religião, são as fundadoras da civilização. Todas as partes que form am um a civilização são agrupadas em torno da possibilidade de enviar e receber inform ações com preensíveis. Quando esta possibilidade é im pedida ou lim itada pela incapacidade de com preensão de um m em bro, ele se isola dos dem ais, e para reintegrá-lo, som ente por m eio da educação.