Rogações de Eremita
Capítulo II
Ser escravo, Senhor, é o meu anseio! Libertai-me o meu peito da miséria dos mundos vãos de vãs aspirações da vaidosa existência corruptível, e convertei-me em cinza o coração, na tirania de um amor ardente, por ele purificado e consumido—assim como o fogo abrasa o cedro e o roble, em chamas gloriosas redimindo na luz, que é vida eterna, do transitório orgulho da opulência que se nutriu das seivas da floresta!
FIM
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Jaime de Magalhães Lima
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