Vetores da doença de Chagas no Brasil
O futuro: novos desafios
Estado Município Anos
68 83 84 88 91 92 96 97 98 99 04 05 06 07
Amapá Macapá ■ ■ ■
Santana ■ ■ ■
Amazonas Tefé ■ ■
Pará Abaetetuba ■ ■ ■ ■
Ananindeua ■ ■ ■
Barcarena ■ ■ ■
Belém ■ ■ ■ ■ ■ ■
Cametá ■ ■
Santarém ■ ■
Figura 2.12: Municípios com ocorrência reiterada de Doença de
Chagas Aguda (DCA) na Amazônia. 1968-2007.
O futuro: novos desafios
Há dois grandes desafios a enfrentar. O primeiro deles é sustentar
os níveis de controle alcançados na transmissão vetorial domiciliar
desde que passou a ser inexistente ou apenas focal, mesmo que em
alguns casos possa ser previsível ou provável, quando presentes
vetores autóctones de comportamento ubíquo, que persistem em
focos silvestres, mas com reconhecida capacidade invasiva e de
colonização do ambiente domiciliar. O segundo desafio se refere à
necessidade de se conceber e desenvolver modelos de vigilância e
controle que possam reduzir o risco de transmissão associado ou
diretamente dependente do ciclo silvestre de transmissão.