Civilização: Ocidente X Oriente

Niall Ferguson · Capítulo 30 de 33

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Civilização: Ocidente X Oriente

O fim dos dias?

Tanweer não era pobre; seu pai, um imigrante do Paquistão, dirigia um

Mercedes e havia construído um negócio próspero de comida para viagem,

vendendo fish & chips. Ele não carecia de educação, uma vez que um

diploma em ciências esportivas da Universidade Metropolitana de Leeds

conta como ensino superior. Seu caso indica que oportunidades econômicas,

educativas e de lazer não são capazes de evitar que o filho de um imigrante

muçulmano seja convertido em um fanático terrorista se as pessoas erradas

se aproximarem dele. Nesse aspecto, um papel crucial está sendo

desempenhado nas universidades e em outras partes por “centros”

islâmicos, alguns dos quais são pouco mais que agências de recrutamento

para a jihad. Muitas vezes, tais centros atuam como portas de entrada para

campos de treinamento em países como o Paquistão, onde os novos recrutas

provenientes das bilad al-kufr (terras de infiéis) são enviados para formas

mais práticas de doutrinação. Entre 1999 e 2009, um total de 119 indivíduos

foram culpados de crimes terroristas associados com o islamismo no Reino

Unido, mais de dois terços deles de nacionalidade britânica. Pouco menos

de um terço havia frequentado um instituto de ensino superior, e

aproximadamente a mesma proporção havia estado em um campo de

treinamento terrorista106. Foi tanto por sorte quanto por ações eficazes de

contraterrorismo que outros ataques de jihadistas baseados na Grã-Bretanha

foram frustrados, em particular a conspiração de um grupo de jovens

muçulmanos britânicos para detonar bombas caseiras a bordo de vários

aviões transatlânticos, em agosto de 2006, e a tentativa de um nigeriano,

graduado pela University College London, de detonar um explosivo

plástico escondido em sua roupa de baixo quando seu voo que partira de

Amsterdã se aproximava do aeroporto de Detroit, no Natal de 2009.

 

O fim dos dias?

 

Em seu Declínio e queda, Gibbon cobriu mais de 1.400 anos de história, de

180 até 1590. Essa foi, durante muito tempo, a história, na qual as causas do

declínio iam dos transtornos de personalidade de alguns imperadores ao poder da Guarda Pretoriana e à ascensão do monoteísmo. Após a morte de

Marco Aurélio em 180, a guerra civil se tornou um problema recorrente,

quando aspirantes a imperadores competiam pelas recompensas do poder

supremo. Antes do século IV, as migrações ou invasões bárbaras estavam a

caminho, e só se intensificaram quando os hunos foram para oeste.

Enquanto isso, o desafio imposto pela Pérsia sassânida ao Império Romano

do Oriente crescia pouco a pouco. Da primeira vez em que a civilização

ocidental ruiu, segundo a história contada por Gibbon, a queda foi muito

lenta.

Mas e se a disputa política, a migração bárbara e a rivalidade imperial

fossem todas características inerentes ao fim da antiguidade – sinais de

normalidade, e não prenúncios de ruína num futuro distante? Por essa ótica,

a queda de Roma foi de fato um tanto drástica e repentina. O colapso final

no Império Romano começou em 406, quando invasores germânicos,

navegando pelo Reno, chegaram à Gália e em seguida à Itália. A própria

Roma foi saqueada pelos godos em 410. Cooptados por um imperador

enfraquecido, os godos então lutaram contra os vândalos pelo controle da

Espanha, mas isso só desviou o problema para o sul. Entre 429 e 439,

Genserico liderou os vândalos vitória após vitória na África do Norte,

culminando na queda de Cartago. Roma perdeu sua fonte de alimento no sul

do Mediterrâneo e, com ela, uma grande fonte de receitas tributárias. Os

soldados romanos mal foram capazes de derrotar os hunos de Átila quando

partiram dos Bálcãs rumo a oeste. Em 452, o Império Romano do Ocidente

havia perdido toda a Grã-Bretanha, a maior parte da Espanha, as províncias

mais ricas da África do Norte e o sudoeste e o noroeste da Gália. Além da

Itália, pouca coisa restou. Basilisco, cunhado do imperador Leão I, tentou

reconquistar Cartago em 468, sem sucesso. Bizâncio sobreviveu, mas o

Império Romano do Ocidente estava morto. Em 476, Roma era o feudo de

Odoacro, rei dos esciros107.

O mais impressionante nessa leitura mais moderna da história é a

velocidade da queda do Império Romano. Em apenas cinco décadas, a

própria população de Roma foi reduzida em três quartos. Indícios

arqueológicos do fim do século V – moradias simples, cerâmicas mais primitivas, menos moedas, menos cabeças de gado – mostram que a

influência benigna de Roma diminuiu rapidamente no restante da Europa

Ocidental. O que um historiador chamou “fim da civilização” veio no

espaço de tempo de apenas uma geração108.

Nossa própria versão de civilização ocidental poderia entrar em colapso

de maneira igualmente repentina? Esse, deve-se admitir, é um velho medo

que começou a assombrar intelectuais britânicos de Chesterton a Shaw há

mais de um século109. Hoje, no entanto, o medo pode ser mais sólido. Uma

grande parcela de cientistas concorda com a visão de que, sobretudo

considerando que a China e outros grandes países asiáticos e sul-

americanos diminuem a distância econômica entre o Ocidente e o Resto, a

humanidade está correndo o risco de uma mudança climática catastrófica.

Sem dúvida, houve um aumento sem precedentes na quantidade de dióxido

de carbono na atmosfera da Terra. E há alguns indícios de que isso causou

um aumento nas temperaturas médias. O que está menos claro é de que

modo a continuidade dessas tendências impactará o clima da Terra. No

entanto, não parece de todo fantasioso imaginar um novo derretimento das

calotas polares levando a mudanças na direção das correntes oceânicas ou a

inundações nas regiões costeiras mais baixas; ou ainda à desertificação de

áreas até então capazes de agricultura sustentada. Paralelamente à mudança

climática, alguns ambientalistas também temem que, à medida que as

nações mais populosas da Ásia sigam o caminho ocidental de superação da

pobreza, a pressão sobre as ofertas globais de energia, alimento e água

potável se tornará insustentável. Os céticos sobre os riscos de mudança

climática deveriam passar algum tempo na China, onde a maior e mais

rápida revolução industrial da história está causando danos ambientais

mensuráveis – de fato, impossíveis de não perceber.

A maioria das pessoas que discutem essas questões – eu sou uma delas –

não é cientificamente qualificada para avaliar os indícios. O que nos atrai

para a ideia de um desastre ambiental não são tanto os dados, e sim a

familiaridade da previsão. Desde os primeiros mitos e lendas de que temos

registro, a humanidade tem sido fascinada pela ideia de um fim do mundo

espetacular, do “crepúsculo dos deuses” na saga dos nibelungos ao texto essencial da escatologia cristã, o Livro do Apocalipse, escrito pelo

evangelista João de Patmos. Nessa versão do apocalipse, o Messias ou

Cordeiro de Deus voltará à terra e derrotará o anticristo na Batalha do

Armagedon, após a qual Satã será confinado a um poço sem fundo por mil

anos. O ápice virá quando Satã ressurgir do abismo e convocar o povo de

Gogue e Magogue. Essa será a pista para “vozes, e trovões, e relâmpagos; e

[...] um grande terremoto, como nunca houve desde que os homens habitam

a terra” (Apocalipse 16:18). As testemunhas de Jeová e os adventistas do

Sétimo Dia aceitam uma interpretação literal dessa profecia, mas não são os

únicos. Um número muito grande de cristãos evangélicos nos Estados

Unidos afirma que compartilha da crença de que estamos nos aproximando

do fim dos dias. Para muitos, a única dúvida é quem será deixado para trás

quando o “arrebatamento” chegar. Alguns dizem que a fase de tribulação já

começou. Em 14 de dezembro de 2008, segundo se diz, soou a Primeira

Trombeta, quando a crise financeira atingiu seu ápice. Quando houverem

soado a Segunda, a Terceira e a Quarta Trombetas, os Estados Unidos irão

ruir como potência mundial. Quando soar a Quinta Trombeta, irromperá a

Terceira Guerra Mundial, que matará bilhões de pessoas. Então, no último

dia dessa grande tribulação, Jesus Cristo voltará para redimir os verdadeiros

crentes, tal como previsto no Livro do Apocalipse. Em uma viagem à colina

árida de Megiddo, em Israel, normalmente tida como o local da futura

Batalha do Armagedon, eu não fiquei tão surpreso de encontrar um grupo

de norte-americanos atraídos até lá justamente por esse tipo de crença

milenária. Assim como os marxistas ultrapassados que continuam a ansiar

pelo colapso do capitalismo, interpretando cada nova crise financeira como

o começo do fim, eles sentem um certo frisson diante do pensamento de que

o Fim poderia vir durante sua presença.

A ideia de que estamos condenados – de que o declínio e a queda são

inevitáveis, de que as coisas só podem ficar piores – está profundamente

ligada à nossa própria consciência de mortalidade. Uma vez que, como

indivíduos, estamos fadados a degenerar, sentimos por instinto que também

as civilizações em que vivemos devem passar por isso. Tudo que é vivo

morre. Da mesma maneira, todos os monumentos vangloriosos terminam em ruínas. O vento sopra através das tristes relíquias de nossas conquistas

passadas.

Mas o que nos esforçamos por decidir é como exatamente esse processo

de declínio e queda se dá no âmbito das complexas estruturas sociais e

políticas. As civilizações desmoronam com um golpe, no campo de batalha

do Armagedon, ou com uma lamento longo e demorado? A única forma de

responder a essa pergunta conclusiva é voltar aos princípios iniciais da

própria explicação histórica.

 

Gibbon, History of the Decline and Fall of the Roman Empire, cap. 31, Partes III e IV.

Scaff, “Remnants of Romanticism”.

Weber, Max Weber, p. 292.

Weber, The Protestant Ethic and the Spirit of Capitalism, p. 112, 154.

Ibid., p. 119.

Ibid., p. 24. Para uma reformulação atual, ver Koch e Smith, Suicide of the West, p. 184 ss.

Weber, The Protestant Ethic and the Spirit of Capitalism, p. 180.

Ibid., p. 70 ss.

Os judeus, de fato, tiveram melhor desempenho que os protestantes nos Estados Unidos durante o

século passado, com remunerações e taxas de emprego autônomo significativamente superiores. Dos diretores executivos das 100 maiores empresas da revista Fortune em 2003, pelo menos 10% eram judeus, e não menos de 23% dos diretores executivos das 400 maiores empresas da Forbes. Não só os judeus foram desproporcionalmente bem-sucedidos ao fundar instituições financeiras, como também foram fundadores ou cofundadores de algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo, entre as quais Dell, Google, Intel e Oracle.

0 Ibid., p. 166. Ver Chiswick, “The Economic Progress of American Jewry”.

1 Tawney, Religion and the Rise of Capitalism.

2 Cantoni, “The Economic Effects of the Protestant Reformation”.

3 Delacroix e Nielsen, “Beloved Myth”. Ver também Iannaccone, “Introduction to the Economics of

Religion”.

4 Young, “Religion and Economic Growth in Western Europe”.

5 Grier, “The Effect of Religion on Economic Development”.

6 Becker e Wössmann, “Was Weber Wrong?”

7 Trevor-Roper, “Religion, the Reformation and Social Change”.

8 Woodberry, “The Shadow of Empire”.

9 Guiso et al., “People’s Opium?”

0 Barro e McCleary, “Religion and Economic Growth across Countries”.

1 Banco Mundial, Indicadores do Desenvolvimento Mundial (on-line).

2 Essas diferenças transatlânticas, no entanto, são menores do que costumavam ser. O desemprego se

tornou muito mais alto nos Estados Unidos do que na maior parte da Europa, em consequência da crise financeira; na OCDE, no momento em que escrevo este livro, só Hungria, Irlanda, Portugal, Eslováquia e Espanha têm uma taxa de desemprego superior à dos Estados Unidos. Medidos como uma média de dias não trabalhados devido à greve para cada 1000 empregados durante um período de cinco anos (1996-2000), Dinamarca, Espanha, Irlanda, Itália e França são todos mais propensos à greve do que os Estados Unidos, mas os outros membros da União Europeia são menos propensos.

3 Ferguson, “Economics, Religion, and the Decline of Europe”.

4 Dados da Conference Board Total Economy Database, setembro de 2010, http://www.conference-

board.org/data/economydatabase/. Ver também OECD.Stat e várias publicações OECD.

5 World Values Survey Association, World Values Survey.

6 Chesterton, A Short History of England, p. 104.

7 Bruce, God is Dead, p. 67.

8 Dados de http://www.cofe.anglican.org/news/pr2009.html.

9 Ver Brown, The Death of Christian Britain, esp. p. 191. Ver também os ensaios em McLeod e Ustorf

(Orgs.), Decline of Christendom.

0 Bruce, God is Dead, p. 65.

1 Davie, Religion in Britain, p. 119, 121.

2 Davie, Europe: The Exceptional Case, p. 6 ss.

3 A entrevista citada na primeira epígrafe era de Maureen Cleave, “How Does a Beatle Live? John

Lennon Lives Like This”, Evening Standard, 4 de março de 1966.

4 Ver Barro e McCleary, “Religion and Political Economy in an International Panel”.

5 Tolstoy, The Kingdom of God is within You, p. 301.

6 Freud, The Future of an Illusion, p. 25.

7 Ibid., p. 30.

8 Ibid., p. 34.

9 Ibid., p. 84.

0 Freud, Civilization and its Discontents, p. 55, 59, 69.

1 Szasz, Anti-Freud.

2 “Um sermão, caros amigos, vocês estão prestes a receber/ sobre John Barleycorn, nicotina, e as

tentações de Eva”. (N.T.)

3 A canção posteriormente foi regravada pelo cantor e produtor musical britânico Jonathan King

(Charterhouse e Trinity, Cambridge). King, que foi condenado por pedofilia, também ficou conhecido por ter produzido “Leap Up and Down (Wave your Knickers in the Air)” e o álbum com a gravação original de The Rocky Horror Show.

4 Mistura das palavras war (guerra, em inglês) e pornography (pornografia, em inglês). (N.T.)

5 A assistência caiu de 25%-55%, nos anos 1970, para 18%-22% hoje, mas a religião é claramente

consumida de várias maneiras (evangelistas na televisão e na internet) inimagináveis há 40 anos: Putnam e Campbell, American Grace, p. 74, 105.

6 Sheehan, “Liberation and Redemption in 1970s Rock Music”, p. 301.

7 Mesmo no Woodstock real, a banda The Who havia estreado partes de “Tommy”, a ópera rock de

Pete Townsend sobre um messias surdo, cego e mudo.

8 Putnam e Campbell, American Grace, p. 326.

9 Barro e McCleary, “Which Countries Have State Religions?”

0 Iannaconne, “Introduction to the Economics of Religion”; Davie, Europe: The Exceptional Case, p.

43 ss. Para um relato popular, ver Micklethwait e Wooldridge, God is Back, esp. p. 175.

1 Smith, Wealth of Nations, Livro V, cap. I.

2 Micklethwait e Wooldridge, God is Back, p. 175.

3 Zakaria, The Future of Freedom, p. 199 ss.

4 Putnam e Campbell, American Grace, p. 137.

5 Weber, The Protestant Ethic and the Spirit of Capitalism, p. 115, 117.

6 Para um relato da crise em uma perspectiva histórica, ver Ferguson, The Ascent of Money.

7 Diferentes estimativas em Aikman, The Beijing Factor, p. 7 ss.

8 Bays, “Chinese Protestant Christianity Today”, p. 182.

9 Aikman, The Beijing Factor, p. 141 ss.

0 Ibid., p. 285.

1 Ibid., p. 20-34.

2 Morrison, Memoirs of the Life and Labours of Robert Morrison, p. 77 ss., 288 ss.

3 Ibid., p. 335 ss.

4 Cohen, China and Christianity.

5 Taylor, Hudson Taylor, p. 144 ss.

6 Stott, Twenty-six Years of Missionary Work in China, p. 26-54.

7 Austin, China’s Millions, p. 4-10, 86-90, 167-9.

8 Ng, “Timothy Richard”, p. 78.

9 Austin, China’s Millions, p. 192. Ver também Steer, J. Hudson Taylor.

0 Chiang havia se convertido ao cristianismo em 1930. Sua esposa foi uma das filhas do milionário

metodista Charlie Soong. Usei a forma mais familiar de seu nome e também do de Sun Yat-sen, conforme o sistema de romanização Wade-Giles (em pinyin: Jiang Jeshi e Sūn YiXiān).

1 Ver, em geral, Kuang-sheng, Antiforeignism and modernization in China.

2 Thompson, China: The Reluctant Exodus, esp. p. 45-50.

3 Aikman, The Beijing Factor, p. 53 ss.

4 Dikötter, Mao’s Great Famine.

5 Zuo, “Political Religion”, p. 101.

6 Aikman, The Beijing Factor, p. 159, 162, 215.

7 Ver Chen e Huang, “The Emergence of a New Type of Christians in China Today”, p. 189, 196;

Bays, “Chinese Protestant Christianity Today”, p. 194-6.

8 Entrevista com o autor, 2010. Ver também Fenggang, “Lost in the Market”, p. 425.

9 Jianbo e Fenggang, “The Cross Faces the Loudspeakers”.

0 Jiwei, Dialectic of the Chinese Revolution, p. 150 ss.

1 Simon Elegant, “The War for China’s Soul”, Time, 20 de agosto de 2006. Ver também Bays,

“Chinese Protestant Christianity Today”.

2 Aikman, The Beijing Factor, p. 73-89.

3 Fenggang, “Cultural Dynamics in China”, p. 49. Ver também Sheila Melvin, “Modern Gloss on

China’s Golden Age”, New York Times, 3 de setembro de 2007; Timothy Garton Ash, “Confucius Can Speak to Us Still – And Not Just about China”, Guardian, 9 de abril de 2009.

4 Christian Solidarity Worldwide, China: Persecution of Protestant Christians in the Approach to the

Beijing 2008 Olympic Games (junho de 2008); Bureau of Democracy, Human Rights and Labor, International Religious Freedom Report, 2007 (2007).

5 Hunter e Chan, Protestantism in Contemporary China, p. 23. Ver também Yihua, “Patriotic

Protestants”.

6 Simon Elegant, “The War for China’s Soul”, Time, 20 de agosto de 2006. Ver também Potter, “Belief

in Control”.

7 Evan Osnos, “Jesus in China: Christianity’s Rapid Rise”, Chicago Tribune, 22 de junho de 2008.

8 Hunter e Chan, Protestantism in Contemporary China, p. 6.

9 Peng, “Unreconciled Differences”, p. 162 ss.; Zhao, “Recent Progress of Christian Studies”.

0 Aikman, The Beijing Factor, p. 5.

1 Zhuo, “The Significance of Christianity for the Modernization of Chinese Society”, p. 258.

2 Aikman, The Beijing Factor, p. 245 ss.

3 Evan Osnos, “Jesus in China: Christianity’s Rapid Rise”, Chicago Tribune, 22 de junho de 2008.

4 Bao, “The Intellectual Influence of Christianity in a Modern China Society”, p. 274.

5 Aikman, The Beijing Factor, p. 17.

6 Chesterton, “The Miracle of Moon Crescent”, p. 116.

7 Craig Whitlock, “2 British Suspects Came from Africa”, Washington Post, 27 de julho de 2005.

8 Barber, Jihad vs. McWorld.

9 Cox e Marks, The West, Islam and Islamism.

00 Pew Forum, Muslim Networks and Movements in Western Europe, p. 6.

01 Tony Barber, “Tensions Unveiled”, Financial Times, 16 de novembro de 2010, p. 9.

02 Calculado com base nos números da Labour Force Survey (Reino Unido) e da projeção média das

World Population Prospects [Perspectivas da População Mundial] da ONU. Ver também “Muslim Population ‘Rising 10 Times Faster than Rest of Society’”, The Times, 30 de janeiro de 2009.

03 Caldwell, Reflections on the Revolution in Europe.

04 Pew Forum, Muslim Networks and Movements in Western Europe, p. 20-56.

05 Organizações comparáveis nos Estados Unidos incluem a Sociedade Islâmica da América do Norte

(ISNA, na sigla em inglês), o Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas (CAIR) e a Sociedade Americana Muçulmana (MAS). Há também ramos norte-americanos da Liga Mundial Muçulmana e da Assembleia Mundial de Juventude Muçulmana.

06 Simcox et al., Islamist Terrorism.

07 Ver Goldsworthy, How Rome Fell; Heather, The Fall of the Roman Empire.

08 Ward-Perkins, The Fall of Rome and the End of Civilization.

09 Chesterton, “The Patriotic Idea”, p. 618; Shaw, Back to Methuselah, p. xv-xvi.

 

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