Letramento Estético na EJA e na Educação do Campo
Pareceristas
Este livro foi submetido ao Edital 01/2020 do Programa de Pósgraduação em Educação da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP, câmpus de Marília e financiado pelo auxílio nº 0798/2018, Processo Nº 23038.000985/2018-89, Programa PROEX/CAPES. Contamos com o apoio dos seguintes pareceristas que avaliaram as propostas recomendando a publicação. Agradecemos a cada um pelo trabalho realizado:
Adriana Pastorello Buim Arena
Alessandra Arce Hai
Alexandre Filordi de Carvalho
Amanda Valiengo
Ana Crelia Dias
Ana Maria Esteves Bortolanza
Ana Maria Klein
Angélica Pall Oriani
Eliana Marques Zanata
Eliane Maria Vani Ortega
Fabiana de Cássia Rodrigues
Fernando Rodrigues de Oliveira
Francisco José Brabo Bezerra
Genivaldo de Souza Santos
Igor de Moraes Paim
Irineu Aliprando Tuim Viotto Filho
José Deribaldo Gomes dos Santos
Jussara Cristina Barboza Tortella
Lenir Maristela Silva
Livia Maria Turra Bassetto
Luciana Aparecida Nogueira da Cruz
Márcia Lopes Reis
Maria Rosa Rodrigues Martins de
Camargo
Marilene Proença Rebello de Souza Mauro Castilho Gonçalves
Monica Abrantes Galindo
Nadja Hermann
Pedro Laudinor Goergen
Tânia Barbosa Martins
Tony Honorato
Comissão de Publicação de Livros do Edital 001/2020 do
Programa de Pós-Graduação em Educação
da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP, campus de Marília
Graziela Zambão Abdian, Patricia Unger Raphael Bataglia,
Eduardo José Manzini e Rodrigo Pelloso Gelamo
Notes
1. Conferência Internacional de Educação de Adultos.
↩
2. Plano Nacional de Educação.
↩
3. Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária.
↩
4. Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em
Educação do Campo.
↩
5. Nesta investigação, utilizo a concepção assumida pela
CONFINTEA sobre educação e aprendizagem ao longo da vida, que envolve tanto jovens e adultos quanto idosos, ou seja, é uma concepção ampliada da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Portanto, não confundir com a modalidade de EJA para a Educação Básica, pois os sujeitos jovens e adultos desta pesquisa são da universidade, e não da Educação Básica. Para
melhor esclarecimento, ver o capítulo 3 deste livro.
↩
6. Fui aluno do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação
Científica (PIBIC) durante 3 (três) anos na graduação, com financiamento da própria UFU (1 ano) e da Fundação de Amparo e Pesquisa de Minas Gerais – FAPEMIG (2 anos), desenvolvendo pesquisas sobre arte, educação e alfabetização, no curso de Pedagogia da UFU.
↩
7. Devido à mudança curricular ocorrida nessa área em 2005,
atualmente se refere ao curso de Artes Visuais.
↩
8. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
↩
9. Ingressei como professor do Magistério Superior na
Universidade Federal do Tocantins no mesmo mês de meu
ingresso no Doutorado em Educação na UNESP de Marília/SP, em janeiro de 2016.
↩
10. Dentre essas mudanças, optei por manter o termo “letramento
estético” no título desta pesquisa, pois entendo que as histórias em quadrinhos constituem uma forma mais ampla do letramento, e que a categoria estética permeia toda essa discussão de elaboração e produção de textos para a consolidação da escrita, defendida nesta investigação.
↩
11. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa
(CAAE: 59558116.6.0000.5406).
↩
12. É importante esclarecer que não é um curso de Educação de
Jovens e Adultos, mas sim um curso de licenciatura plena em Educação do Campo com habilitação em Artes e Música, que forma educadores jovens e adultos para atuar na disciplina de Arte nos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio em escolas de Educação Básica localizadas no campo (meio rural), inclusive na modalidade de EJA, quando esta oferecer disciplina de Arte nessas escolas. São estudantes em sua maioria trabalhadores e que possuem uma diversidade etária significativa: há alunos de 20 anos de idade a 50 anos, por exemplo, na turma pesquisada para esta pesquisa.
↩
13. Ao mencionar a inserção do indivíduo na realidade, Kosic
(1976, p. 44) ressalta que essa presença precisa ser objetiva e prática a partir de uma relação de historicidade com a natureza e na interação com os outros, e não meramente especulativa. Embora essa realidade possa se apresentar em determinados momentos contraditória, é necessário compreendê-la em sua totalidade, entendida como “realidade como um todo estruturado, dialético, no qual ou do qual um fato qualquer pode vir a ser racionalmente compreendido”.
↩
14. Abreviação de História em Quadrinhos que será utilizada em
alguns trechos desta pesquisa.
↩
15. Secretaria de Educação Superior.
↩
16. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica.
↩
17. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade
e Inclusão.
↩
18. Ministério da Educação.
↩
19. Produto Interno Bruto.
↩
20. Os primeiros Trabalhos de Conclusão de Curso de alunos do
curso de Educação do Campo com habilitação em Artes e Música, campus Tocantinópolis, defendidos no final de 2017 e orientados por mim, chegaram a esses resultados em pesquisas realizadas nas escolas de educação básica dessa cidade e região.
↩
21. Terra aqui é entendida como um “bem insubstituível porque
compreende não só o solo, mas também a vegetação, as águas, os animais, servindo aos seres humanos como meio de produção de alimento, moradia, abrigo […]” (RIBEIRO, 2013, p. 134).
↩
22. Envolve o setor de máquinas e tecnologia para a produção
agrícola. É dirigido por grandes proprietários de terras, vinculados à indústria e ao comércio financeiro, culminando na produção e exportação de produtos primários, como, por exemplo, na celulose para a produção de papel (RIBEIRO, 2013).
↩
23. De acordo com Morissawa (2001), embora a terra no Brasil
tenha uma função social, segundo a Constituição de 1988, ainda é mantida por poucos latifundiários e grileiros que concentram um grande número de terras no país, para simples especulação.
↩
24. Termo usado para designar pessoas que se apossam de terras
alheias por meio de escritura falsas.
↩
25. No entanto, essa diversidade e diferenças não apagam a
identidade do jovem e do adulto que vive no campo, pois são só um povo que tenta superar as mazelas que a sociedade lhe impõe, como a discriminação social, cultural, política e econômica (CALDART, 2011b).
↩
26. Os nomes dos jovens e adultos camponeses foram designados
pela primeira letra de cada nome deles, para respeitar os seus anonimatos e a Ética para pesquisa em Ciências Humanas.
↩
27. É preciso esclarecer que os cursos de Educação do Campo no
Brasil funcionam em regime de alternância, isto é, no período de aulas na universidade (Tempo Universidade ou Tempo Escola), os alunos assistem às aulas, fazem pesquisas, recebem orientações de professores entre outras atividades acadêmicas. No período denominado de Tempo Comunidade, os educandos voltam para as suas comunidades onde residem (a maioria reside fora da cidade), para, além de voltarem a sua realidade, como trabalhar nas lavouras, colheitas em determinados períodos do ano, entre outros, desenvolvem as atividades programadas no Tempo Universidade, como pesquisas, projetos de extensão, estágios em escolas (Estágio Curricular Supervisionado), experimentos, orientações de professores entre outras atividades.
↩
28. O valor da bolsa permanência é de R$ 400,00.
↩
29. Alguns alunos do curso que moram em Jalapão-TO, levam
praticamente 2 dias para chegar a Tocantinópolis para cursar as aulas do curso. Isso, devido ao trajeto precário dessa cidade até a universidade.
↩
30. Como dito anteriormente, o Curso de Licenciatura em Educação
do Campo com habilitação em Artes e Música da UFT/Tocantinópolis possui indígenas da etnia Apinayé.
↩
31. A rede municipal brasileira detém a maior quantidade de
escolas de educação básica e, consequentemente, maior número de matrículas nesse nível.
↩
32. De acordo com Fernandes et al. (2008), a Pedagogia da
Alternância surgiu na França em 1935 como Casa Familiar Rural, e se expandiu posteriormente para outros países, como Espanha, Itália e Brasil, sendo que neste último chegou apenas em 1968 como Escola Família Agrícola - EFA. Essa pedagogia tinha com principal objetivo formar o jovem agricultor.
↩
33. Para Molina e Brito (2017), tanto pesquisa quanto a alternância
são elementos indissociáveis no processo de formação de professores para o campo.
↩
34. O seu conceito envolve as categorias como território, espaço,
trabalho, educação e política (FERNANDES, 2006), mas também, é marcado por contradições no próprio momento histórico que vem sendo discutido e constituído desde seu surgimento (CALDART, 2008).
↩
35. Movimento conhecido como “Por uma Educação do Campo”,
que surgiu para dar um basta ao não reconhecimento dos governos anteriores ao povo do campo como sujeito da política e da pedagogia, um basta à visão daqueles que concebem o campo como espaço de mercadoria e de escravidão (CALDART, 2011b).
↩
36. Dentre os movimentos sociais populares destacam-se o MST
(Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) surgido em 1984, que vem lutando há décadas pela ampliação e melhoria das escolas de assentamentos e acampamentos, além da participação em projetos de formação de professores para o
campo. Outros movimentos como o MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), Movimento Eclesial de Base (MEB) e MMC (Movimento das Mulheres Camponesas) também têm sua importância no âmbito da Educação do Campo.
↩
37. Campo aqui mencionado nesta pesquisa não é qualquer lugar,
mas sim um campo que se refere à boa parte da população brasileira (rural) que produz alimentos, que sustenta a vida humana de qualquer país (CALDART, 2008). É o campo enquanto território de vida, trabalho, cultura e saber de povo marcado pelas intempéries da vida. É esse espaço que reflete a diversidade de seus sujeitos.
↩
38. O Decreto n.° 7352/2010 que cria a Política Nacional para a
Educação do Campo, é marco histórico para a educação brasileira, pois deixa claro que os conteúdos a serem trabalhados na Educação do Campo devem estar relacionados aos saberes do jovem e adulto camponês, em consonância com os conhecimentos científicos, o que difere da Educação Rural.
↩
39. Escola do campo se refere à escola situada em área rural
segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ou aquela situada na cidade, mas que atenda predominantemente as populações do campo (BRASIL, 2010).
↩
40. Surgiram no Brasil em 2005 por meio do VIII Encontro
Internacional da Pedagogia da Alternância (SILVA, 2015). Segundo essa autora, tanto as CEFAs quanto as EFAs surgiram no país a partir da experiência francesa das Maisons Familiales Rurales. Como ambas utilizam a alternância na formação do jovem agricultor, alternando o tempo da formação agrícola do jovem no campo com a formação teórica na escola, o prepara para uma vida mais participativa e comunitária.
↩
41. Não posso deixar de mencionar nesta pesquisa a produção
científica a respeito da Educação do Campo que vem sendo desenvolvida pelos docentes do curso de Educação do Campo da UFT/Tocantinópolis, em parceria com outras instituições (UnB, UFG, UFPA entre outras), bem como orientações de alunos em PIBIC, TCC e criações de Grupos de Pesquisa, como o GEPEC/UFT/CNPq – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação do Campo e o Grupo de Pesquisa em Artes Visuais e Educação – GPAVE/UFT/CNPq, este último coordenado por mim.
↩
42. Diversas ações de extensão são desenvolvidas no âmbito da
Universidade Federal do Tocantins, no curso de Educação do Campo, campus Tocantinópolis. A maioria desses projetos é vinculada a ações articuladas em comunidades rurais, de diferentes localidades do Estado do Tocantins.
↩
43. Licenciaturas em Educação do Campo.
↩
44. Tem o objetivo de proporcionar ao jovem e adulto agricultor
familiar, de idade entre 18 a 29 anos, a conclusão do ensino fundamental (para aqueles que não conseguiram concluir no tempo certo) e a sua inserção social e profissional (CASTRO; SILVA, 2014).
↩
45. Para Fernandes (2006). a educação como política pública não é
interesse do agronegócio, apenas a pesquisa, que possibilita a esse criar novas tecnologias que possam aprimorar seus produtos agropecuários.
↩
46. Cf. BAKHTIN, M. Questões de literatura e de estética: a
teoria do romance. Tradução de Aurora Bernardini, José Júnior, Augusto Júnior, Helena Nazário, Homero Andrade. 5. ed. São Paulo: Editora Hucitec/Annablume, 2002.
↩
47. Universidade Federal de Minas Gerais.
↩
48. Universidade de Brasília.
↩
49. Universidade Federal da Bahia.
↩
50. Universidade Federal de Sergipe.
↩
51. Machado e Vendramini (2013) frisam que é complexa a
formação por área de conhecimento das LEDOC, pois acaba sendo um embate com a lógica da disciplinaridade, isto é, a fragmentação do conhecimento do currículo atual das escolas de educação básica.
↩
52. Jornada da Reforma Agrária, que ocorre anualmente no
primeiro semestre no curso de Licenciatura em Educação do Campo com habilitação em Artes e Música, campus de Tocantinópolis/UFT.
↩
53. O I Congresso Internacional de Educação do Campo da
Universidade Federal do Tocantins ocorreu em agosto de 2016, no campus de Palmas. O II Congresso ocorrerá em novembro de 2018, também na UFT/Palmas.
↩
54. Entendidas nesta pesquisa como “práticas discursivas que
determinam a produção e a interpretação de textos dentro de determinados contextos” (STEFANELLO, 2017, p. 2723), ou seja, na visão do autor, essas práticas se relacionam com o contexto em que são produzidas, sendo constituídas ideologicamente e, portanto, não são neutras.
↩
55. Eisner (2005) esclarece que as tiras de jornais são diferentes
das histórias em quadrinhos, principalmente por dois fatores: enquanto as primeiras se caracterizam por histórias curtas, sem uma conclusão definida, retratando em sua maioria o cotidiano das pessoas, as revistas de histórias em quadrinhos são mais independentes e abordam uma diversidade de temas, além de se caracterizarem por apresentarem histórias completas e com conclusões.
↩
56. Na Universidade Federal do Tocantins há apenas uma disciplina
na graduação intitulada “História em Quadrinhos”, lecionada no curso de Educação do Campo com habilitação em Artes e Música, campus Tocantinópolis.
↩
57. Exame Nacional do Ensino Médio.
↩
58. Parâmetros Curriculares Nacionais.
↩
59. Programa Nacional Biblioteca na Escola.
↩
60. A linguagem verbal das histórias em quadrinhos se refere ao
texto escrito, a saber: fala dos personagens e do narrador, além das onomatopeias e outras formas de representação da palavra na história (RAMOS, 2012).
↩
61. Universidade Federal de Uberlândia – UFU.
↩
62. Nos Estados Unidos são designadas como comics; em países
de língua espanhola, historietas ou historia de lós cómics; na França são designados como bande dessinée. Na Itália, como fumetti e, no Brasil, são conhecidas por dois nomes: histórias em quadrinhos e gibis.
↩
63. Foram selecionados apenas alguns estudos que entendo serem
mais significativos para esta pesquisa de doutorado.
↩
64. Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
↩
65. São as letras colocadas no interior dos balões ou fora deles que
representam as falas dos personagens, que podem assumir diferentes tipos, a depender da criatividade do autor e da necessidade da história. Podem ser feitas manualmente ou por recurso digital (ARAÚJO; OLIVEIRA, 2013).
↩
66. Uma delas é a aprovação da Lei n°. 13.278 de maio de 2016
que, pela primeira vez na história da educação brasileira, coloca a obrigatoriedade de Artes Visuais, Dança, Teatro e Música (essa, na verdade, obrigatória desde 2008) no currículo das escolas de Educação Básica no país.
↩
67. Estudos realizados por James Catterrall (PhD pela Stanford
University e Diretor do Centro de Pesquisas em Criatividade do California Institute of the Arts) (BARBOSA, 2017a; 2017b).
↩
68. No que se refere às definições de arte, Pareyson (1997)
destaca três (3) que, segundo ele, são as mais tradicionais: arte como fazer (arte produzida na antiguidade; arte manual, executora, fazer); arte como conhecer (como conhecimento, expressão da realidade); arte como expressão (beleza da expressão, do sentimento).
↩
69. Nas entrevistas que realizei com os jovens e adultos da
Educação do Campo participantes desta pesquisa de doutoramento, eles deixam claro em seus relatos a diversidade artística presente nas comunidades rurais, como o artesanato, a música entre outros. Inclusive, há estudantes músicos, desenhistas e artesãos no curso.
↩
70. Cf. Jimenez (1999), Vieira; Ferronato e Feldens (2017), Kant
(2012), Greuel (1994), Hegel (2001), Huisman, (1984), Platão nas obras “O Banquete” e “Fedro” e Aristóteles em suas obras “Arte Poética” e “Poética”.
↩
71. Enquanto disciplina e área do saber, Estética surgiu pela
primeira vez no século XVIII com o filósofo alemão Baumgarten, que foi o pioneiro em construir a primeira teoria estética, vinculada ao sensível e a percepção (VÁZQUEZ, 2005; JIMENEZ, 1999).
↩
72. É uma das categorias centrais na estética de Bakhtin, pela qual
o autor e a personagem são inseparáveis. Nesse raciocínio,
alguns conceitos são destacados por Bakhtin: distância, excedente de visão, horizonte e ambiente.
↩
73. Trecho original da tradução: “He was concerned with how
humans give form to their experience: how they perceive an object, text, or another person, and how they shape that perception into a synthesized whole” (HAYNES, 2002, p. 293).
↩
74. Trecho original da tradução: “Bakhtin’s approach to aesthetics is
thus unique. It is based not only on categories such as the aesthetic (the aesthetic attitude or aesthetic object) or aesthetic values (truth, goodness, or beauty), but also on the phenomenology of self-other relations, relations that are embodied in actual bodies, in space and time” (HAYNES, 2002, p. 294).
↩
75. Segundo Marx, ideologia se refere a um sistema de ideias que
se referem à consciência que os homens têm de determinada época da história.
↩
76. Língua Brasileira de Sinais.
↩
77. Referente ao I Congresso Internacional de Educação do Campo
ocorrido em Palmas, em agosto de 2016.
↩
78. O nome da aluna foi modificado com o objetivo de preservar o
seu anonimato.
↩
79. Essa Meta se refere ao aumento da taxa de alfabetização da
população brasileira com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional (BRASIL, 2014).
↩
80. Programa Nacional do Livro Didático.
↩
81. Programa Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio.
↩
82. Programa Nacional Biblioteca na Escola.
↩
Você terminou Letramento Estético na EJA e na Educação do Campo
Gustavo Cunha de Araújo
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