Tempo para Amar
Capítulo 10 · Kate levantou-se e espreguiçou-se. Só estava com…
Kate levantou-se e espreguiçou-se. Só estava com ele havia duas horas e já se sentia cansada. Tom mostrava-se muito maçador. Até Mr. Erhard parecia cansado.
- Vá lá, querido, porque não vamos até ao lago? Tom já tinha alguns cabelos grisalhos, mas o seu rosto continuava liso, com a expressão feliz de uma criança. Feliz pelo menos na maior parte das vezes. Porém, de vez em quando ficava nervoso como uma criança inquieta.
- Não quero ir até ao lago. Quero o Willie.
- Então vamos buscar o Willie.
- Não quero o Willie.
Kate rangeu os dentes e fechou os olhos por um momento. Depois tomou a abri-los com um sorriso.
- Queres deitar-te na cama de rede? - Ele abanou a cabeça e pareceu prestes a chorar. Aliás, assemelhava-se bastante a Tygue naquela manhã. No entanto, Tygue estava com ciúmes do agente. Qual seria o problema de Tom? Bolas, e ele que costumava ser tão fácil, tão meigo. Porque teria de se portar assim naquele dia? Ela já tinha aborrecimentos que chegassem.
- Desculpa, Katie - disse Tom, estendendo os braços na direção dela. Parecia ter percebido que a incomodara, e ela sentiu remorsos quando se inclinou para o abraçar.
- Não há problema, querido. Acho que precisas de uns jogos novos. -Já há meses que não lhe levava nenhum. Começara a dar-lhe os jogos de que Tygue já se fartara. jogos e quebra-cabeças abandonados pelo filho de Tom. No entanto, Kate não encarava as coisas por esse prisma. Era mais barato comprar um jogo do que comprar dois. Abraçou-o com força e sentiu-o apertá-la com mais vigor. De súbito, invadiu-a uma estranha vontade de o beijar. Como homem, não como menino.
- Só preciso de ti, Katie. Não tens de trazer jogos. Kate sentiu-se muito estranha ao ouvir aquilo. Afastou-se e fitou-o nos olhos. Mas ali não havia nada. Apenas Tom, a criança. Não o homem.
- Eu também te amo. - Sentou-se na relva ao lado dele pegando-lhe na mão, e a irritação que a dominara durante a primeira metade do dia começou a desvanecer-se. Sentiu vontade de lhe contar o que estava a acontecer. O livro, o filme, o que tudo isso significava...
- Queres jogar bingo? - perguntou ele com uma expressão radiante; Kate esboçou um sorriso cansado, inclinando a cabeça para o lado. Tinha vestida uma velha saia de lã cor de alfazema e uma blusa de caxemira a condizer. Fora ele que lhas comprara pouco depois de se terem casado. Gostara bastante daquela roupa. Outrora. Agora, não reparava, ou não se lembrava. Queria jogar bingo. - Queres?
- Sabes uma coisa, querido? Estou cansada. Aliás... Respirou fundo e levantou-se. Já chegava de jogos naquele dia. Com Tygue, com Tom, consigo própria. - Aliás, acho que está na hora de ir andando.
- Não está nada! - exclamou ele, tristíssimo. Bolas! Só faltava mais esta. Não queria que ele também a pressionasse.
- Não está nada na hora de ir andando!
- Está sim, querido. Mas volto daqui a uns dias. -Não voltas, não.
- Volto sim. - Alisou a saia lilás e olhou para ele quando Mr. Erhard se aproximou. Trazia num braço Willie e alguns livros. - Oli, olha o que Mister Erhard te trouxe! Porém, Tom parecia um menino triste e irritado. - Porta-te bem, querido. Eu volto em breve.
Abraçou-a com força e, pela primeira vez desde há muito tempo, ela sentiu o coração destroçado. Precisava de Tom naquele momento. E ele não existia.
- Amo-te - disse ela baixinho, afastando-se com um aceno e os olhos demasiado brilhantes. No entanto, Tom já agarrara em Willie e estendia a mão para um dos livros.
Kate aproximou-se do carro de cabeça baixa e braços cruzados, como se desse a si própria o abraço de que tanto precisava. Quando entrou no carro, suspirou e olhou para as árvores. Era uma loucura. Tinha tanto. Tinha Tygue, de certa forma ainda tinha Tom, e acabara de vender um livro e os direitos de adaptação ao cinema. Acabara de ganhar trezentos e cinqüenta mil dólares e sentia-se uma criança com um balão rebentado.
- É de loucos! - exclamou, soltando uma gargalhada e acendendo um cigarro enquanto ligava o carro. Teve uma idéia. Ficou imóvel durante um minuto com um sorriso matreiro nos lábios, esquecendo-se de onde estava e por que motivo ali se encontrava. Ou melhor, recordando-se do local como não se recordava havia anos. Carmel. Durante seis anos e meio... fora ali visitar Tom e nunca percorrera os dezenove quilômetros que faltavam até à cidade. Nunca fora às lojas. Nunca almoçara ali. Nunca passeara pela avenida principal. Nunca se sentara na praia durante uma hora para descontrair. Seis anos e meio e percorrera sempre o mesmo caminho Para trás e para a frente. De súbito, sentiu uma vontade irresistível de ir à cidade. Só para dar uma olhadela. Para passear um pouco... ver as lojas... as pessoas... Olhou para o relógio. Era cedo. Abreviara a visita quase duas horas. Duas horas. Com um sorriso, destravou o carro e virou à esquerda quando chegou à estrada. A esquerda. O caminho para a cidade.
Era uma estrada bonita ladeada de palmeiras e algumas vivendazinhas em tons pastel. Estava a aproximar-se de Carmel. Ainda nada lhe era familiar, mas o seu coração batia com toda a força. Deus do Céu, o que estava ela a fazer? Porquê naquele momento? Nos últimos dois dias aventurara-se no mundo mais do que se aventurara nos últimos sete anos. Permitira que Stu. Weinberg saísse de Los Angeles para a visitar, e agora ia a Carmel. Eram coisas insignificantes; no entanto, eram fendas no muro que ela havia erguido. E depois? O que viria a seguir? Uma torrente? Uma inundação? Ou um ligeiro pingar vindo do mundo exterior durante um longo período? E se as coisas se descontrolassem? E se... Kate não foi capaz de continuar. Encostou o carro à berma. Estava quase sem fôlego e a estrada parecia ameaçadora em vez de convidativa.
- Não posso. - A sua voz tremeu ao dizer estas palavras. - Não posso... - Mas queria. Bolas, se queria. Pela primeira vez em muitos anos, desejava ver como estava a cidade, aquilo que as pessoas usavam, como se penteavam. Era uma parvoíce preocupar-se com disparates desses. Na cidade que tornara sua, ainda se usavam penteados dos anos 60 e mini-saias desatualizadas em corpos demasiado velhos. Desejava ver pessoas parecidas com as que conhecera. E então as decisões que tomara, as suas opções? Estavam a ser ameaçadas. Escrevera um livro que dizia mais do que aquilo que devia acerca de Tom, de si própria, da sua vida. E o maldito iria ser vendido em todo o país. Centenas de milhar de exemplares e um filme... e...
- Tretas! - Abriu os olhos e observou em volta enquanto regressara à estrada. Vendera um livro e os direitos de adaptação ao cinema. E tinha direito a passar uma hora em Carmel. Quando carregou no acelerador, o seu rosto era uma máscara de determinação. De súbito, as coisas tomaram-se familiares. Nada mudara muito durante os anos em que ali não fora. As vivendas estavam na mesma, as curvas da estrada, os hoteizinhos típicos e, subitamente, a avenida principal ladeada de árvores e que conduzia à praia, a uma distância de dois quarteirões. E ao longo desses dois quarteirões, dezenas de lojas. Algumas tinham recordações para turistas, mas a maior parte era bastante elegante. Um mundo que ela já não via havia seis anos. Gucci, Hermès, Jourdan, Dior, Norrell, Galanos, Givenchy... Nomes, etiquetas. lenços, perfumes, sapatos, Kate viu tudo isso enquanto avançava lentamente com o carro pela rua e estacionava. Sentia-se bem. Estava satisfeita por ter vindo. Até sorria quando saiu do carro.
A primeira coisa que despertou a sua atenção foi um belíssimo fato de seda creme numa montra. Tinham-no combinado com uma blusa cor de pêssego e sapatos cremes com uma pequena corrente dourada num dos calcanhares nus. Kate sentiu-se de novo uma adolescente. Queria a boneca vestida de noiva e o ursinho e a boneca com as meias e o soutien e... estava quase a rir quando entrou na loja. Sentiu-se satisfeita por ter levado a saia e a blusa de caxemira. Ainda estavam bem conservadas. E prendera o cabelo na nuca. Nem sequer o soltara por Tom.
- Minha senhora? - A dona da loja era francesa e olhou para Kate com uma expressão avaliadora. Era pequena, elegante, com cabelo louro a ficar já branco, e envergava um vestido cinzento de seda e um colar de pérolas com três voltas. Kate ainda se recordava desse lado de Carmel. As pessoas bem vestidas. Os lojistas, os donos dos restaurantes, os visitantes, os nativos. Só o punhado de «artistas» da cidade ostentava um ar mais descontraído. Os outros parecia irem almoçar ao Maxim's. - Posso ajudá-la?
- Estou só vendo.
- Com certeza - respondeu a mulher com graciosidade, voltando a olhar para o último número da L'Officiel. Kate lembrava-se de ter passado modelos para eles uma vez. Havia uma eternidade. Depois, o fato da montra prendeu a sua atenção. A mulher do vestido de seda cinzento levantou a cabeça com um sorriso. Não quisera sugeri-lo, mas pensara logo nele. O olhar de ambas cruzou-se e Kate soltou uma gargalhada. Os olhos da outra mulher também sorriam.
- Posso?
- Gostaria muito de o ver em si. Acabamos de recebê-lo.
- De Paris?
- De Nova Iorque. Do Halston. - Há quanto tempo Kate não tocava em tecidos daqueles? Via aquelas roupas? E o que importava isso?... Bom, de certa forma importava, em especial naquele momento. Kate tinha de celebrar o seu êxito.
Agarrou em três vestidos e numa sala enquanto a dona da loja tirava o fato da montra com a ajuda de uma funcionária. Kate estava a adorar aquilo e, quando experimentou o fato, gostou ainda mais dele. Fora feito para si. A blusa cor de pêssego fazia com que a sua pele pálida adquirisse um tom rosado, e os seus olhos verdes dançaram quando olhou para o fato. Resplandecia no seu corpo. A saia dava-lhe por baixo do joelho e caía com suavidade, o casaco era comprido, feminino e gracioso. Experimentou também os sapatos e sentiu-se uma princesa, ou talvez até uma rainha. O fato custava duzentos e oitenta e cinco dólares. Os sapatos oitenta e seis. Vergonhoso. Pecaminoso. E onde haveria ela de usá-los? Há anos que dizia isso a Felicia. Onde iria usar roupa daquela? No supermercado? Quando fosse levar Tygue e os colegas à escola? Quando desse banho a Bert?
- Vou levar tudo.
Num gesto rápido juntou uma saia de lã vermelha e o vestido preto de decote subido e mangas compridas que experimentara em primeiro lugar. Era demasiado adulto e quase excessivamente sério, mas de extrema elegância. E discretamente sexy. Sexy? Isso era outra loucura. Para quem precisava ela de se pôr sexy? Para o urso Willie? O que diabo estava ela fazendo? Ia gastar mais de quinhentos dólares em roupa que provavelmente nunca iria vestir. Talvez pudesse usar o fato de seda creme quando Tygue se formasse. Mas só se ele fosse para Princeton ou para Yale. A idéia fê-la sorrir quando passou o cheque. Estava a enlouquecer. E tudo por causa daquele dinheiro que os lunáticos de Hollywood e de Nova Iorque iam dar-lhe. No entanto, era uma loucura bastante agradável, e Kate saboreou-a. Até comprou um pequeno frasco de perfume, do gênero daqueles que usara havia muitos anos. Só quando regressou ao carro carregada de sacos é que reparou onde tinha estacionado junto ao hotel onde ela e Tom haviam ficado na sua última visita a Carmel... o hotel de ambos...
- Já não é - murmurou, desviando o olhar quando meteu as coisas no porta-bagagens. Talvez as deixasse ali. Talvez as vendesse juntamente com o carro. Afinal de contas, não precisava delas. No entanto, quando voltou a pensar na roupa, não pôde impedir-se de se sentir ansiosa por experimentar de novo o fato assim que chegasse a casa. E o vestido preto. Tygue acharia que a mãe estava louca. Era melhor esperar que ele se fosse deitar.
Regressou a casa mais depressa do que nunca. Daquela vez, nem sequer se sentiu culpada. E o mais engraçado era que ninguém sabia que ela tinha feito uma coisa diferente; ninguém precisava de saber. Talvez pudesse voltar a repetir. Soltou uma gargalhada quando virou para o caminho de acesso à casa. Mesmo a tempo. Aproveitara bem as duas horas extras. Acenou a Tillie quando estacionou atrás da casa. Estavam de novo muito atarefados no jardim e Tygue parecia mais satisfeito do que de manhã. Acenou-lhe, frenético, sem interromper a sua jardinagem.
- Olá, querido!
Kate deixou as compras no carro e aproximou-se para o beijar, mas ele parecia demasiado ocupado. Até Bert tinha um osso novo e estava algures sozinho. Kate dirigiu-se satisfeita para casa. Tudo corria bem. E havia um recado de Felicia dizendo que iria passar o fim-de-semana com eles.
E foi. Chegou com três garrafas de champanhe e uma mão cheia de presentes. Presentes idiotas, presentes divertidos, coisas para a secretária de Kate, para a casa, para o quarto; e do fundo do saco, Felicia retirou uma pequena caixa embrulhada em papel prateado que entregou à amiga.
- Outra vez não! - exclamou Kate com uma gargalhada, mas o rosto de Felicia estava muito sério e no seu olhar havia uma grande ternura. - Meu Deus, alguma coisa me diz que desta vez é sério.
- Talvez.
Preso ao laço da caixa estava um cartão. Kate tirou-o do sobrescrito e leu-o com os olhos cheios de lágrimas.
- «Para a senhora com o coração de ouro: só precisas de ter coragem. O Leão Covarde descobriu que afinal sempre tivera coragem. Só precisava de uma medalha a recordar-lho. Assim, estás a ser recordada de que não só és corajosa, como também talentosa, boa, sensata e muito amada.»
E estava assinado pela «Bruxa Boa do Norte». Kate sorriu por entre as lágrimas.
- Tiraste isto d'O Mágico de Oz? -Mais ou menos.
Kate abriu o embrulho, e lá dentro, sobre um forro de veludo azul numa caixa de cetim vermelho, encontrava-se um relógio de ouro com uma corrente. Era parecido com um relógio de homem, só que tinha a forma de um coração; quando Kate o virou, viu que havia uma inscrição gravada no verso: «Pela coragem, pela bravura, com amor.» Kate segurou o relógio com força numa mão e abraçou Licia com toda a força. Licia retribuiu o abraço. Era o abraço por que Kate há muito ansiava, vindo de alguém que lhe dizia que tudo iria correr bem.
- O que posso dizer? - perguntou ela com as lágrimas a deslizarem-lhe pela cara.
- Diz apenas que vais portar-te bem e que vais conceder a ti própria esta oportunidade. É a única coisa que quero ouvir de ti.
Kate esteve quase a falar-lhe das compras que fizera em Carmel, mas não foi capaz. Ainda não.
- Vou tentar. Caramba, com um relógio destes quase que sinto que sou obrigada a isso. Licia, sem ti estaria perdida.
- Não, senhora. Havias de estar mais descontraída, sem ninguém para te chatear. Era uma maravilha.
- Tretas!
Sorriram uma à outra e falaram sobre o livro, os contratos e a loja. O romance do êxito estava apenas no inicio para Kate. Acabaram a garrafa de champanhe pouco depois das quatro da manhã, deram-se as boas-noites muito ensonadas e foram para a cama.
Foi um fim-de-semana muito agradável. No dia seguinte, Kate prendeu o relógio novo à sua T-shirt preferida. Fizeram um piquenique e depois levaram Tygue ao rancho dos Adams. Cada um pegou no seu cavalo, indo passear para as colinas. No domingo, Licia dormiu até tarde e Kate levou Tygue à missa; depois almoçaram, sentados na relva. Só às cinco da tarde é que Licia começou a pensar em ir-se embora. Estava deitada na relva macia a olhar para o céu, de mão dada com Tygue e a tentar afastar Bert.
- Sabes, Kate, de vez em quando percebo porque é que adoras viver aqui.
- Hum. - O pensamento de Kate estava a quilômetros dali, mas ela sorriu para a amiga.
- É tão calmo!
Kate sorriu ao ver a expressão de Licia.
- Isso é uma queixa ou um elogio?
- Neste momento é um elogio. Não me apetece nada ir embora. E provavelmente só cá poderei voltar daqui a muitos meses.
Felicia reparou que Kate exibia uma expressão estranha.
- Algum problema? - perguntou, preocupada. Nunca vira aquela expressão na amiga.
- Estou só a pensar.
- No quê?
- Numas coisas que tenho no carro.
- E então? - Não estava a perceber nada.
- O que vais fazer amanhã, Licia?
- Caramba, nem perguntes! Tenho três reuniões antes de almoço, estamos a coordenar os desfiles para o Outono e a coleção de Inverno.
- E depois?
- O que queres dizer com «e depois»? - Kate começava a pô-la nervosa. Onde raio quereria chegar?
- Tens alguma coisa para fazer ao almoço?
- Não. Porquê? Precisas que te trate de alguma coisa?
- Sim - respondeu Kate com um sorriso. Que se lixasse. - Por acaso, Miss Norman, há uma coisa que podes fazer por mim.
- O quê?
- Levar-me a almoçar.
- Mas eu tenho de regressar hoje, tontinha - retorquiu Felicia sentando-se. Sorria, mas sentia-se confusa. Aquele domingo estava a ser muito estranho.
- Eu sei que tens de regressar. E eu regresso contigo.
- A São Francisco? - perguntou Felicia também a sorrir, perplexa.
Kate assentiu.
- Sim. Que se lixe.
Felicia estendeu os braços para a amiga e as duas mulheres abraçaram-se, enquanto Tygue as observava de olhos muito abertos e uma expressão de pasmo.
- E quem é que fica comigo?
Kate fitou-o, admirada, e abraçou-o também.
- A Tillie, querido. E talvez um destes dias eu te leve também a São Francisco.
- Oh - fez ele, pouco impressionado.
Kate deixou-o com Licia e afastou-se. Tinha coisas a tratar. Precisava de ligar a Tillie... de tirar as coisas do carro e de fazer a mala... Coisas a tratar. São Francisco. Já tinham passado seis anos e meio.
- Aleluia! - exclamou Felicia quando ela entrou em casa com um sorriso e as roupas que comprara em Carmel. Kate ia à cidade.