Jack Definitivo: Segredos do Executivo do Século

Agradecimentos

 

EM TODOS OS MOMENTOS DE MINHA VIDA, TIVE A SORTE DE contar com muita gente a meu lado, pessoas cujo apoio, estímulo e amor fizeram toda a diferença do mundo. Elas pontilharam minha jornada com muita alegria e aprendizado. Muitas vezes, até fizeram com que eu parecesse melhor do que sou. Algumas delas, como minha mãe, são presenças tão óbvias, que as menciono em todo o texto do livro, não havendo necessidade de incluí-las aqui. Muitas outras, contudo, nem sempre se encaixaram na trama e mal apareceram na história. O Dr. Jim Westwater, orientador de minha tese, em Illinois, foi um deles. No entanto, se não fossem todas essas pessoas, ninguém jamais teria ouvido falar nesse cara chamado Jack Welch.

Já disse algumas vezes que, embora eu talvez não seja a lâmpada mais brilhante do candelabro, sempre achei, ao longo dos anos, que era muito bom em avivar o brilho das demais lâmpadas. Receio que não seja possível reconhecer o mérito de todas elas. Portanto, caso tenha esquecido de alguém que desempenhou algum papel em minha vida, peço-lhe, por favor, que aceite minhas desculpas. Ainda que minhas palavras de agradecimento pareçam breves, minha gratidão é duradoura e profunda.

Em primeiro lugar, quero agradecer à minha mulher, Jane, por sua paciência e amor. Ela é minha melhor amiga e confidente. Jane mais do que compreendeu minha obsessão por este livro. Também expresso gratidão a meus quatro filhos extraordinários, Kathy, John, Anne e Mark. Sei que, às vezes, não é fácil ter Jack Welch como papai, mas eles sempre facilitaram as coisas para mim. E ainda por cima me deram oito netos fantásticos, que muito enriqueceram minha vida e que serão ainda mais importantes daqui em diante.

Aprendi desde cedo em minha carreira que o segredo para realizar um bom trabalho é ter assistentes administrativos supereficientes. Tive quatro: Eunice Hurley, em plásticos; Louise Koval, em meu trabalho como executivo de grupo; Helga Keller, quando fui para Fairfield e durante meus primeiros sete anos como CEO; e finalmente Rosanne Ba- dowski. Não teria conseguido sobreviver a muitos de meus dias na GE sem Rosanne. Ela tem sido uma ajudante incrível ao longo desses últimos 13 anos. A dedicada auxiliar de Rosanne, Sue Baye, ajudou a manter as coisas em ordem nesses últimos 20 anos.

Tive inúmeros bons professores na vida e tentei incluir rodos eles neste livro. A GE já tinha cerca de 100 anos antes de receber qualquer impacto de Jack Welch. É claro que devo muita coisa às pessoas que construíram a empresa antes de minha chegada. Sou grato a Fred Borch, antecessor de Reg Jones, que teve a coragem de promover-me a vice-presidente, e a seu estrategista de negócios, Jack McKitterick. Fred e Jack eram aventureiros. Embora nem todos os seus empreendimentos tenham dado certo, muitos foram bem-sucedidos. Eles sempre se esgueiravam pela cerca e adoravam novas experiências.

Quando penso na GE e em seu passado, torna-se impossível expressar minha gratidão a todos. Uns poucos nomes logo se destacam em meus primeiros anos na GE. Os esforços dessas pessoas exerceríam grande impacto sobre o que viria depois. Whit Ridgway promoveu a globalização de nosso negócio de turbinas a gás. Gerhard Neumann foi o primeiro impulsor de nosso negócio de motores de aviação. “Ticker” Klock vislumbrou a promessa da GE Capital. Eles e seus colegas ajudaram a preparar o palco para todos nós.

Quero agradecer a todos em Selkirk que contribuíram para o sucesso de meu primeiro cargo gerencial, de Billy Mack a Kevin Murray, pessoas que me acompanharam ao longo desses trinta anos.

Jamais serei capaz de expressar toda a minha gratidão a Ted LeVino. Como ex-chefe de recursos humanos da GE, Ted viu a necessidade de grandes mudanças na GE, e a maneira como me apoiou na corrida sucessória foi de suma importância. Tive a sorte de contar com parceiros inteligentes e prestimosos em recursos humanos, como Frank Doyle e Jack Peilfer, que precederam Bill Conaty. Frank foi especialmente útil durante os anos difíceis, quando muitos questionavam nossas primeiras iniciativas de reestruturação.

Nenhum deles recebeu tinta suficiente neste livro. Esse também é o caso de Glen Hiner, que dirigiu com sucesso nosso negócio de plásticos durante anos, ou Gary Rogers, CEO de três de nossos principais negócios: distribuição elétrica, eletrodomésticos e plásticos. Vibrei quando Jeff Immelt nomeou Gary para o conselho de administração, como vice-chairman, em 2001.

Muitos outros grandes executivos deixaram marcas profundas nos negócios da GE, como Dick Stonesifer e Larry Johnston, em eletrodomésticos; Jack Urquhart, em sistemas de energia; Jim Rogers, em motores; Uwe Wascher, em plásticos; e Carl Schlemmer, em transportes. Carl nos convenceu a investir em locomotivas, quando poucos eram favoráveis ao empreendimento. O setor de transportes se converteu em campo de treinamento de importantes CEOs dos negócios da GE.

Já dei crédito no livro a Lloyd Trotter, CEO de nosso negócio de sistemas industriais por seu extraordinário desempenho operacional, mas quero agradecer de um modo todo especial a Lloyd por ter transformado a GE num lugar melhor, de tantas outras maneiras. Seu espírito generoso faz dele um modelo para todos os empregados da GE. Ele fundou e impulsionou com sucesso o Fórum Afro-Americano da GE, que reúne a alta administração da GE com os empregados pertencentes a grupos minoritários.

Ao longo dos anos, contamos com muitas pessoas incríveis, que desenvolveram relações profundas e duradouras com os clientes da GE. A importância delas sempre foi crítica, mas nunca tanto quanto em tempos de transições gerenciais. Aí se incluem, entre outros, Ed Bavaria e Chuck Chadwefl, em motores de aviação; Del Williamson, em sistemas de energia; Jim DelMauro, Paul Mirabella e Tom Dunham, em sistemas médicos; Dave Tucker, em transportes; e Charlie Crew, Omer Murphy e Herb Rammrath, em plásticos.

No livro, também citei vários membros do conselho de administração da GE. Mas muitos outros, que não foram mencionados no livro, também são personagens importantes. Gostaria de agradecer especialmente a Sandy Warner, que sempre trouxe valiosa perspectiva econômica global a todas as reuniões, e também a Henry Henley, Charlie Dickey, Barbara Preiskel, Wayne Calloway, George Low, Bob Mercer, Jim Cash e a alguns de minhas parcerias mais recentes, como Andréa Jung, Ann Fudge e Shelly Lazarus.

Da RCA, trouxemos não só Gene Murphy, que depois se tornou vice-chairman. Também ganhamos Rick Miller, que foi bem-sucedido no difícil empreendimento de integrar os negócios de fabricação de televisores da GE e da RCA; e John Rittenhouse, que fez o mesmo com os negócios aeroespaciais e de defesa. Também conseguimos três grandes conselheiros: Thornton “Brad” Bradshaw; General David Jones, ex-chefe da jointchiefs of staffe grande americano; e o ex-procurador-geral dos Estados Unidos, William French Smith.

Também gostaria de mencionar três pessoas que dirigiram nosso fundo de pensão e aumentaram a segurança da aposentadoria de todos os empregados da GE: Ed Malone; Dale Frey, que ampliou tremendamente o escopo de suas atividades; e o atual chefe, John Myers. Um exemplo da criatividade de Dale e John em suas abordagens foi o investimento deles no edifício da Gulf & Western em Nova York, em I Central Park West. Eles assumiram a propriedade em meados da década de 1990, durante um período de incerteza no mercado imobiliário, associaram-se a Donald Trump e utilizaram a mágica de seu nome e sua genialidade em marketing para transformar o edifício em hotel/residência, realizando um dos empreendimentos imobiliários mais rentáveis de Nova York.

Além de Peter Drucker, outra pessoa de fora da GE que ajudou a estimular meu pensamento, foi Ram Charan. Adorava esgrimir idéias com Ram. Certa feita, quando ele e eu discutíamos os valores da GE e sua importância, ele cunhou o termo “arquitetura social”.

Também sou muito grato a Bill Lane, um cara que trabalhou comigo nas cartas dos relatórios anuais de todos os anos. Bill as levava tão a sério quanto eu.

Fui muito feliz em ter cultivado tantos amigos especiais fora do círculo de negócios. Dois foram muito íntimos: Anthony LoFrisco e sua mulher, Eleanor; e Carl Warren e sua mulher, Donna. Junto com meus amigos nos negócios e na vida social, os Frescos, Bossidys, Wrights e Puccinis, eles foram fontes de muitas gargalhadas e, acima de tudo, companheiros inestimáveis.

Onde quer que fosse, sempre contei com parceiros de golfe no foursome que me proporcionaram fins de semana muito agradáveis. Em meus primeiros dias no Berkshire Hills Country Club, destacavam-se Dave Dansereau, Pete Jones e John Kreiger. No Country Club de Pittsfield, os mais notáveis foram Sei Atherton, Ernie Sagalyn e Jim O’Brien. No Silver Spring Country Club, convivi principalmente com Carl Warren, Ron Webcr e Chuck Lokey. Finalmente, no Country Club de Fairfield, a equipe era de cinco, em constante rodízio: Ocie Adams, Tom Graham, Bill Cray e Tom Kreitler.

Quero estender meus agradecimentos a Bill Flutton e à sua mulher, Joan. Aos 94 anos, Bill ainda comparece todos os dias ao escritório, na Prudential Securities. Ele é o tipo acabado do cavalheiro. Bill e Joan haviam sido campeões do clube em Sankaty Head anos antes, e aconchegaram Jane sob suas asas, quando ela ainda não conseguia acertar a bola com o taco. Bill ainda telefona para meu escritório sempre que as ações da GE atingem um novo pique de alta, deixando claro que ele continua torcendo por nós.

Faço questão de agradecer a Strat Sherman e a Noel Tichy por escreverem o primeiro livro a meu respeito. Nosso trabalho conjunto muito contribuiu para tornar mais claro meu pensamento. Noel também desempenhou papel fundamental no rejuvenescimento de Crotonville.

. Escrever um livro é diferente de tudo o que fiz antes. O desafio é muito maior do que jamais imaginei. Agradeço pela ajuda que recebi do pessoal da GE em todos os negócios. Jeff Immelt e Dennis Dammerman foram muito úteis e ofereceram valiosas críticas e insights sobre o livro. Também gostaria de agradecer a Bob Nelson, Brackett Denniston, Bill Conaty, Beth Comstock e Joyce Hergenhan por editarem algumas partes do manuscrito. Pam Wickham e Katie Varner foram úteis na pesquisa de importantes fatos e números.

Ainda sou grato a Andy Lack, da NBC, por sugerir o título do livro. Bob Woodward, do The Washington Post, depois deu um empurrão na idéia de Andy, ao sugerir outro título mais ou menos semelhante. Depois que dois jornalistas de grande sucesso chegaram isoladamente à mesma conclusão, não havia dúvida de que a idéia era boa.

Já agradeci a Reg Jones, ao longo deste livro, de todas as maneiras possíveis, pelo apoio resoluto que sempre me ofereceu. Mas também quero agradecer a ele por compartilhar sua vida e suas opiniões sobre sua sucessão com meu colaborador John Byrne, durante duas longas entrevistas.

No entanto, ninguém na GE dedicou mais tempo ou trouxe contribuições mais importantes do que Rosanne, minha assistente. Ela abriu mão de muitos fins de semana e trabalhou até tarde várias noites para melhorar muito o livro. Ela ajudou a desembaralhar alguns de meus trechos mais confusos, apresentou inúmeras sugestões e corrigiu uma grande quantidade de erros em todo o texto.

Vários de meus amigos de infância, sobretudo Bill Cullen e George Ryan, também ajudaram na lembrança de detalhes de nossos dias em Salem. John Kreiger, outro velho amigo, foi especialmente útil na recordação de alguns dos tempos de Pittsfield. Também gostaria de agradecer à minha ex-mulher, Carolyn, que foi incrível ao conversar com John Byrne, em várias ocasiões, sobre os anos que passamos juntos.

Bemardine Healy, chefe da Cruz Vermelha, sugeriu-me a frase “amabilidade superficial”, que para mim descrevia perfeitamente o comportamento dos burocratas.

Foi Mark McCormack, com suas visitas semestrais durante vários anos, quem me convenceu a escrever o livro. Mark Reiter, agente na IMG de McCormack ajudou-me a escolher grandes editores, nos Estados Unidos e em todo o mundo.

Finalmente, e mais importante, gostaria de agradecer a meu colaborador John Byrne. Passamos juntos, sem exagero, mais de 1.000 horas, revendo todas as orações, palavras e vírgulas do livro. John também entrevistou mais de 50 pessoas, que ajudaram a refrescar minha memória. Sua baixa pressão arterial e seu temperamento calmo asseguraram grande estabilidade à equipe. Depois de 15 ou 16 horas de trabalho seguidas, quando todos estavam quase caindo de exaustão, ele mais uma vez demonstrava sua curiosidade e persistência, ao abrir novamente o computador e ajustar uma frase ou pensamento problemático.

A equipe da Time Warner Trade Publishing fez uma grande diferença. Escolhemos a Warner como editores pela paixão que o chairman Larrv Kirshbaum e o editor executivo Rick Wolff demonstraram imediatamente pelo projeto. Estávamos certos.

Larry correspondeu às expectativas — inclusive durante muitas noites e fins de semana. Não conseguíamos mantê-lo afastado e ele basicamente se juntou a John e eu. Durante uma dessas sessões de altas horas da noite, virei-me para Larry e disse: “Sabe, sempre que olho para você, até parece que acabei de sair do útero e estou vendo minha própria imagem.” Adoro o Larry e sua paixão.

Rick sempre esteve dentro do livro. Nós o apelidamos de “chefe do trem”, pois ele sempre ficava no pé de nós três para cumprirmos os prazos. Como o trem às vezes atrasava, Harvey-Jane Kowal, editor e gerente executivo, e Bob Castillo, editor e gerente, tiveram de fazer milagres para produzir o livro no prazo.

Mais uma vez, é provável que tenha deixado de mencionar algumas pessoas que possibilitaram essa jornada. Espero que todos saibam como sou grato a vocês.