A Manilha e o Libambo

Alberto da Costa e Silva · Capítulo 30 de 30 · parte 2/7

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A Manilha e o Libambo

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Este capítulo é longo, por isso está dividido em 7 partes.

167 Ou Kerebe.

168

Gerald W. Hartwig, “Changing Form s of Servitude am ong the Kerebe of Tanzania”, em Slavery in Africa, ob. cit., p. 26-7.

169 The Anthropology of Slavery , ob. cit., p. 79-80.

170 Bron ou Bono.

171

Cristiano Ottoni, Parecer de 1871, transcrito em Antologia do negro brasileiro, org. por Édison Carneiro, Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967, p. 216. Nele leio: “Em todas as palestras entre fazendeiros se ouvia este cálculo: ‘Com pra-se um negro por 300$000; colhe no ano 100 arroubas de café, que produzem líquido pelo m enos o seu custo; daí em diante tudo é lucro. Não vale a pena aturar as crias, que só depois de dezesseis anos darão igual serviço.’”

172

Meillassoux, The Anthropology of Slavery , ob. cit., p. 83.

173 Polly Hill, “Com parative West-African Farm -Slavery Sy stem s (South of the

Sahel) with Special Reference to Muslim Kano Em irate (N. Nigeria)”, em

Slaves & Slavery in Muslim Africa, v. 2, ob. cit., p. 42-3.

174 K. Nwachukwu-Ogedengbe,“Slavery in Nineteenth-Century Aboh

(Nigeria)”, em Slavery in Africa, ob. cit., 143-4.

175 Nova York, 1968, v. XIV.

176

Slavery and Social Death, ob. cit., p. 132-4.

177

“The Rise of Dependent Cultivation and Seigniorial Institutions”, em Cam bridge Econom ic History of Europe, v. I, org. M.M. Postan, 2. ed., Londres: Cam bridge University Press, p. 247.

178

Kenneth Little, The Mende of Sierra Leone, Londres: Routledge & Kegan Paul, 1951, p. 37.

179

Vej a-se a atm osfera de j úbilo e fervor religioso com que se prepara a gázua na novela de Abubakar Tafawa Balewa (que foi o prim eiro chefe de governo da Nigéria, Shaihu Um ar, conform e os trechos transcritos em M. Hiskett: “Enslavem ent, Slavery and AttitudesTowards the Legally Enslavable in Hausa Islam ic Literature”, em Slaves & Slavery in Muslim Africa, ob. cit., v. I, p. 111.

180 Renseignem ents sur l’Afrique Centrale et sur une nation d’hom m es a queue

qui s’y trouverait, d’après le rapport des nègres du Soudan, esclaves à Bahia,

Paris: P. Bertrand, 1951.

181 Nwachukwu-Ogedengbe, ob. cit., p. 139 e 142.

182 Tratado breve dos Rios de Guiné do Cabo-Verde desde o rio do Sanagá até

aos baixos de Sant’Anna etc. etc., ed. e org. por Diogo Köpke, Porto:

Tipografia Com ercial Portuense, 1841 (a obra é de 1594), p. 66.

183 The History of the Yorubas, ob. cit., p. 18-9.

1

Sobre os alm orávidas, Alberto da Costa e Silva, A enxada e a lança: a África

antes dos portugueses, 2. ed. rev., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996, p.

268-72.

2

Refiro-m e aos m anuscritos da Real Biblioteca, no Escorial, Espanha.

3 Robin Blackburn, The Making of New World Slavery : From the Baroque to the

Modern, 1492-1800, Londres: Verso, 1997, p. 52.

4 Orlando Patterson, Slavery and Social Death: A Com parative Study ,

Cam bridge, Massachusetts: Harvard University Press, 1982, p. 154.

5 Ibidem , p. 156.

6

David Brion Davis, The Problem of Slavery in Western Culture,

Harm ondsworth: Pelican Books, 1970, p. 57.

7 Milton Meltzer, Slavery : A World History , ed. rev., Nova York: Da CapoPress,

1993, p. 230.

8 Marc Bloch, “Com m ent et pourquoi finit l’esclavage antique”, Annales,

Econom ie, Sociétés, Civilisations, n. 2 (1947), p. 30-44, 161-70; Moses I.

Finley, Escravidão antiga e ideologia m oderna, trad. de Norberto Luís

Guarinello, Rio de Janeiro: Graal, 1991, p. 129-56 (a prim eira edição inglesa

é de 1980); C.R. Whittaker, “Circe’s Pigs: From Slavery to Serfdom in the

Later Rom an World”, em Classical Slavery , org. por M.I. Finley, Londres:

Frank Cass, 1987, p. 88-114.

9 William D. Phillips, Jr., Slavery from Rom an Tim es to the Early Transatlantic

Trade, Manchester: Manchester University Press, 1985, p. 79-81.

10 Sociologia do açúcar: pesquisa e dedução, Rio de Janeiro: Instituto do Açúcar

e do Álcool, 1971, p. 23-4.

11 Charles Verlinden, The Beginnings of Modern Colonization: Eleven Essay s

with an Introduction, trad. do francês de Yvonne Freccero, Ithaca, 1970, p. 5,

18-9, 196-240.

12 David Brion Davis, The Problem of Slavery , ob. cit., p. 57.

13

Vitorino Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. 4,

2. ed., Lisboa: Editorial Presença, 1983, p. 72-3.

14

Philip D. Curtin, The Rise and Fall of the Plantation Com plex: Essay s in

Atlantic History , Cam bridge: Cam bridge University Press, 1990, p. 7.

15 “Le Problèm e de la continuité en histoire coloniale: de la colonisation

m édiévale à la colonisation m oderne”, Revista de Indias, Madrid, v. 11

(1951), p. 219-36; e “Les Origines coloniales de la civilisation atlantique:

antécédents et ty pes de structure”, Cahiers d’histoire m ondiale, v. I (1953), p.

378-98; e The Beginnings of Modern Colonization, ob. cit., p. 19, 96-7.

16 Um resum o em Hugh Thom as, The Slave Trade: The History of the Atlantic

Slave Trade, 1440-1870, Londres: Picador, 1997, p. 84-6.

17

Com o William D. Phillips, Jr., Slavery from Rom an Tim es to the Early

Transatlantic Trade, ob. cit., p. 95-7, e “The Old World background of Slavery

in the Am ericas”, em Slavery and the Rise of the Atlantic Sy stem , org.

Barbara L. Solow, Cam bridge: Cam bridge University Press/W.E.B. DuBois

Institute for Afro-Am erican Research, Harvard University, 1991, p. 43-61;

Marie Louise von Wartburg: “Production de sucre de canne à Chy pre”, em

Coloniser au Moy en Age, org. Michel Balard e Alain Ducellier, Paris, 1995,

p. 126-31; e Robin Blackburn, ob. cit., p. 76-9.

18 Joseph C. Miller, “A dim ensão histórica da África no Atlântico: açúcar,

escravos e plantações”, em A dim ensão atlântica da África, Anais da II

Reunião Internacional de História da África (Rio de Janeiro, 30 outubro-1

novem bro 1996). São Paulo: Centro de Estudos Africanos da Universidade de

São Paulo/Serviço de Docum entação da Marinha/Coordenação de Form ação

de Pessoal de Nível Superior, 1997, p. 25.

19

Phillips, Jr., “The Old World Background of Slavery ”, ob. cit., p. 43;

Blackburn, ob. cit., p. 78.

20

“The Old World Background of Slavery ”, ob. cit., p. 49.

21 Manuel Lobo Cabrera, La esclavitud en las Canarias orientales en el siglo

XVI: negros, m oros y m oriscos, Gran Canaria, 1982, p. 232-7.

22 Caribbean Transform ations, Chicago, 1974, p. 43-130.

23

Miller, “A dim ensão histórica”, ob. cit., p. 30.

24 O escravism o colonial, 3. ed., São Paulo: Ática, 1980.

25

The Rise of Am erican Slavery in the Am ericas, Cam bridge: Cam bridge

University Press, 2000, p. 1-28 e 57-84.

26

Peter Brown, “A new Augustine”, The New York Review of Books, Nova

York, 24 j unho 1999, p. 50.

27

Sobre esse processo, Joseph C. Miller, “A dim ensão histórica”, ob. cit., p. 21-

40; e “O Atlântico escravista: açúcar, escravos e engenhos”, Afro-Ásia, n.

19-20 (1997), p. 9-36.

28

C.R. Whittaker, ob. cit., p. 88.

29 Ross Sam son, “Slave Trade: Medieval Europe”, em A Historical Guide to

World Slavery , org. por Sey m our Drescher e Stanley L. Engerm an, Nova

York: Oxford University Press, 1998, p. 366.

30 Iris Origo, “The Dom estic Enem y : The Eastern Slaves in Tuscany in the

Fourtheenth Centuries”, Speculum , n. 30 (1955), p. 336.

31 Davis, The Problem of Slavery , ob. cit., p. 58, e Slavery and Hum an

Progress, Nova York: Oxford University Press, 1986, p. 54; Meltzer, ob. cit., p.

228.

32 Curtin, The Rise and Fall of the Plantation Com plex, ob. cit., p. 20.

33

Phillips, Jr., Slavery from Rom an Tim es, ob. cit., p. 100.

34 Origo, ob. cit., p. 321-9.

35 Magalhães Godinho, Os descobrim entos, v. 4, ob. cit., p. 153.

36

L’Esclavage dans l’Europe m édiévale, v. 2, Italie, colonie italienne du Levant,

Levant latin, em pire by zantin, Bruges: De Tem pel, 1977, p. 282, 348-51, 357-

8.

37

H.J. Fisher, “The Eastern Maghrib and the central Sudan”, em The

Cam bridge History of Africa, org. J.D. Fage e Roland Oliver, v. 3, org. Roland

Oliver, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1977, p. 254; Nehem ia

Levtzion, “The Western Maghrib and Sudan”, em The Cam bridge History of

Africa, v. 3, ob. cit., p. 347; e M. Talbi, “The Spread of Civilization in the

Maghrib and its Im pact on Western Civilization”, em General History of

Africa, org. Unesco, v. 4, org. D.T. Niane, Londres: Heinem ann/University of

California Press/Unesco, 1984, p. 68.

38 José Ram os Tinhorão, Os negros em Portugal: um a presença silenciosa,

Lisboa: Cam inho, 1988, p. 43-4.

39 Com o quer Tinhorão, ob. cit., p. 45-67.

40

Hubert Descham ps, Histoire de la Traite des noirs de l’antiquité à nos j ours,

Paris: Fay ard, 1971, p. 31.

41

Verlinden, L’Esclavage dans l’Europe m édiévale, v. 2, ob. cit., p. 208-20, 233-

8, 329-30, 353-4.

1

E assim está em Viagem de Lisboa à ilha de São Tom é, escrita por um piloto

português em m eados do século XVI (trad. do italiano por Sebastião Fran-

cisco de Mendo Trigoso, Lisboa: Portugália, s.d., p. 23). As edições anteriores

em português tiveram por título Navegação de Lisboa à ilha de São Tom é,

trad. direta do título da narrativa que figura em Giovanni Battista Ram usio,

Navigazioni e Viaggi, ed. aos cuidados de Marica Milanesi, v. I, Torino: Giulio

Einaudi, 1978, p. 563-88 (a prim eira edição é de 1550).

2

Cap. XXXI; na p. 185 do v. I da ed. sob o título Crônica do descobrim ento e

conquista da Guiné, org. por José de Bragança, Porto: Livraria Civilização,

1937. Para m uitos, com o Costa Pim pão e Duarte Leite, o verdadeiro nom e da

obra seria Crônica dos feitos de Guiné (v. Álvaro Júlio da Costa Pim pão, no

prefácio à sua seleção de textos da obra de Zurara, Lisboa: Livraria Clássica,

1942, p. 11). Em ed. posteriores, com o a de A.J. Dias Dinis (Lisboa: Agência

Geral das Colônias, 1949), Crônica dos feitos da Guiné.

3

“Dúvidas e problem as acerca de algum as teses da história da expansão”, em

Ensaios, v. 2, Sobre História de Portugal, Lisboa: Sá da Costa, 1968, p. 75.

4

Zurara, ob. cit., cap. IX, p. 72 do v. I da ed. de 1937.

5 A história vem em Zurara, ob. cit., cap. LX, p. 73-6 do v. 2 da ed. de 1937; e,

com pequenas diferenças de porm enor, em João de Barros, Ásia, Prim eira

Década, Livro I, cap. XIII, p. 51-2 da ed. revista e prefaciada por Antônio

Baião, Coim bra: Im prensa da Universidade, 1932.

6

João de Barros, loc. cit.

7 Zurara, ob. cit., cap. XXXI, p. 186 do v. I da ed. de 1937; e Barros, ob. cit.,

Prim eira Década, Livro I, cap. IX, p. 35-6 da ed. de Baião.

8 João da Gam a Pim entel Barata, “A caravela: breve estudo geral”, em Estudos

de arqueologia naval, Lisboa: Im prensa Nacional/Casa da Moeda, 1989, v. I,

p. 23-4.

9

Avelino Teixeira da Mota, “A descoberta da Guiné”, em Mar, além -m ar:

estudos e ensaios de História e Geografia, Lisboa: Junta de Investigações do

Ultram ar, 1972, p. 99-140.

10

Duarte Leite, Acerca da “Crônica dos feitos da Guiné”, Lisboa: Bertrand,

1941, p. 164-8; Dam ião Peres, História dos descobrim entos portugueses,

Porto: Portucalense, 1943, p. 92-101; Vitorino Magalhães Godinho (prefácio e

notas), Docum entos sobre a expansão portuguesa, Lisboa: Editorial Gleba,

1956, v. 2, p. 240-5, 249-50, 254 e 262-3. Essa era tam bém a hipótese

preferida por Luís de Albuquerque.

11

João de Barros, ob. cit., Livro I, cap. XIV, p. 55 da ed. de Baião; Arm ando

Zuzarte Cortesão, “Subsídios para a história do descobrim ento da Guiné e do

Cabo Verde”, Boletim da Agência Geral das Colônias, Lisboa, v. 4, n. 7

(outubro 1931), p. 3-39; José de Bragança, nota 2 à p. 208 do v. 2 da sua ed. da

obra de Zurara; A. Fontoura da Costa, “Descobrim entos portugueses no

Atlántico e na costa ocidental africana do Boj ador ao Cabo de Catarina”,

Publicações do Congresso do Mundo Português, Lisboa, 1940, v. 3, p. 234-86.

12

Tam bém João de Barros, loc. cit.; Manuel Faria de Sousa, Ásia Portuguesa,

trad. de Isabel Ferreira do Am aral Pereira de Matos e Maria Vitória Garcia

Santos Ferreira, introd. de M. Lopes d’Alm eida, Porto: Livraria Civilização,

1945; e o Visconde de Santarém , na sua ed. de Zurara, Chronica do

Descobrim ento e Conquista da Guiné, Paris: J.P. Aillaud, 1841.

13 De Prim a Inventione Guinee, incluído no Códice Valentim Fernandes, leitura

paleográfica, notas e índice de José Pereira da Costa, Lisboa: Academ ia

Portuguesa da História, 1997, p. 277-309.

14 André Álvares d’Alm ada, Tratado breve dos Rios de Guiné e Cabo-Verde

desde o rio da Çanagá até os Baixos de Sant’Anna etc. etc., ed. org. por Diogo

Köpke, Porto: Tipografia Com ercial Portuense, 1841, p. 27-8.

15 Ou Ny om inka.

16 Serer, Seerer ou Sérère.

17

Com o quer George E. Brooks, Landlords and Strangers: Ecology, Society, and

Trade in Western Africa, 1000-1630, Boulder: Westview Press, 1993, p. 126.

18

Bissagós, Bidy ago, Bidy ougo, Bij gu, Bij ogo, Bij uca ou Bisago.

19 Alm ada, ob. cit., p. 54.

20

Viagens de Luís de Cadam osto e de Pedro de Sintra, com notas de Dam ião

Peres, Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1948, p. 172; e “Le

Navigazione di Alvise da Ca’ da Mosto e Pietro de Sintra”, em Ram usio,

Navigazioni e Viaggi. Edição de Marica Milanesi, Torino: Giulio Einaudi,

1978, v. I, p. 534.

21 Falupes, Felup, Floup, Flup, Fulup, Huluf, Karon ou Uluf.

22 Códice, ob. cit., p. 71, 91e 110 (o texto é de 1507).

23

Esm eraldo De Situ Orbis, com introd. e notas de Dam ião Peres, 3. ed.,

Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1988, p. 156 (a obra foi

possivelm ente redigida de 1505 a 1508, conform e Jaim e Cortesão,

“Influência dos descobrim entos portugueses na história da civilização”,

História de Portugal, org. por Dam ião Peres, Porto: Portucalense Editora, v. 4,

p. 228).

24 Robert S. Sm ith, “The Canoe in West African History ”, The Journal of

African History , v. XI (1970), n. 4, p. 518.

25 Robert S. Sm ith, Warfare and Diplom acy in Pre-Colonial West Africa, 2. ed.,

Lon-dres: Jam es Currey, 1989, p. 51.

26 Viagens, ob. cit., p. 55 do texto italiano da ed. de Dam ião Peres; e p. 518 de

Ram usio, Navigazioni e Viaggi.

27 Sm ith, Warfare and Diplom acy , ob. cit., p. 74.

28

Crônica, ob. cit., cap. LXXXVI, p. 206-8 da ed. de 1937.

29 Barros, ob. cit., Livro I, cap. XIV, p. 57 da ed. de Baião.

30

Crônica, ob. cit., cap. XCIV, p. 252-60 da ed. de 1937.

31 Ásia, ob. cit., Livro I, cap. XV, p. 58-60 da ed. de Baião.

32

Ásia, ob. cit., Livro II, cap. I, p. 64 da ed. de Baião: “E posto q tudo o a m ay or

parte do que té qui escrevém os sej a tirada da escriptura de Gom eseaanez

(...).”

33

Viagens, ob. cit., p. 172-3.

34 Ibidem , p. 168.

35 Devo a José Ram os Tinhorão (Os negros em Portugal: um a presença

silenciosa, Lisboa: Cam inho, 1988, p. 100) o haver sublinhado no texto de

Zurara (ob. e cap. cit., p. 209 da ed. de 1937) a existência, na tripulação de

um a caravela portuguesa, desse guinéu, “que fora filhado com os prim eiros

que filharam em aquela terra”.

36 Vej am -se os biom bos do Nam ban Bunkakan (Museu de Cultura Nam ban), de

Osaca, dos quais um par, atribuído a Kano Mitsunobu (1565-1608), se

reproduz nas p. 186 e 187 de Japan: The Shaping of Daim y o Culture, 1185-

1868, catálogo org. por Yoshiaki Shim uzu, Washington: National Gallery of

Art, 1988; e os atribuídos a Kano Dom i e os da autoria de Kano Naizen, no

Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, reproduzidos em Biom bos

Nam ban, de Maria Helena Mendes Pinto, Lisboa: Museu Nacional de Arte

Antiga, 1986.

37

Isto é o que nos diz Cadam osto (Viagens, ob. cit., p. 148-9), m as sua

afirm ação j á foi posta em dúvida por A.C. de C.M. Saunders, História social

dos escravos e libertos negros em Portugal (1441-1555), Lisboa: Im prensa

Nacional/Casa da Moeda, 1994, p. 33, que indica não ter encontrado nas

poucas cartas de alforria da época ainda existentes qualquer m enção a esse

m otivo para a aquisição da liberdade.

38

Viagens, ob. cit., p. 148-9.

39 Ibidem , p. 140.

40

Zurara, ob. cit., cap. XXXV, p. 206 da ed. de 1937.

41 Viagens, ob. cit., p. 125.

42 Ibidem , p. 154.

43

De Instauranda Aethiopum Salute: El m undo de la esclavitud negra en

Am erica (fac-sím ile da prim eira edição, Sevilha, 1627), ed. de Ángel

Valtierra, Bogotá: Biblioteca de la Presidencia de la República/Em presa

Nacional de Publicaciones, 1956, p. 107.

44 John Thornton, Africa and Africans in the Making of the Atlantic World, 1400-

1680, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1992, p. 161.

45

Allan G.B. Fisher e Hum phrey J. Fisher, Slavery and Muslim Society in

Africa, Londres: C. Hurst & Co., 1970, p. 15.

46

Mungo Park’s in Africa, org. e prefácio de Ronald Miller, Londres: Dent

(Every m an’s Library ), 1969, p. 244.

47 Journal of the Discovery of the Source of the Nile, Mineola: Dover

Publications, 1996, p. 440, 460 e 463.

48 B. Anderson, Journey s to Mussadu, Londres, 1971, segunda narrativa, p. 30.

49 Viagens, ob. cit., p. 117-8.

50

Ou brak.

51 Tègne ou teen.

52

P. Diagné, Pouvoir politique traditionnel en Afrique occidentale: essai sur les

institutions politiques précoloniales, Paris: Présence Africaine, 1967, p. 61-73;

Philip Curtin, Econom ic Change in Precolonial Africa: Senegam bia in the Era

of the Slave Trade, Madison: The Wisconsin University Press, 1975, p. 29-37;

J. Suret-Canale e Boubacar Barry, “The Western Atlantic Coast to 1800”,

History of West Africa, org. J.F. Ade Aj ay i e Michael Crowder, v. I, 2. ed.,

Londres: Longm an, 1976, p. 464-6; Martin A. Klein, “Servitude am ong the

Wolof and Sereer of Senegam bia”, em Slavery in Africa: Historical and

Anthropological Perspectives, org. Suzanne Miers e Igor Kopy toff, Madison:

The University of Wisconsin Press, 1977, p. 337-9; Jean Boulègue, com a

colaboração de Jean Suret-Canale, “The Western Atlantic Coast”, em History

of West Africa, org. J.F. Ade Aj ay i e Michael Crowder, v. I, 3. ed., Londres:

Longm an, 1985, p. 506; Jean Boulègue, Les Luso-Africains de Sénégam bie,

Lisboa: Instituto de Investigação Científica Tropical/Centre de Recherches

Africaines, Université de Paris I, 1989, p. 23-4; Boubakar Barry, Senegam bia

and the Atlantic Slave Trade, trad. de Ay i Kwei Arm ah, Cam bridge:

Cam bridge University Press, 1998, p. 26-30.

53 Tukuloor, Tokoror, Toucouler ou Toucouleur.

54

Ou Sénoufo.

55 Ou Dogo.

56 Bam ana ou Bam ananke.

57

Bua ou Bwa.

58 Curtin, Econom ic Change, ob. cit., p. 31-4; Tal Tam ari, “The Developm ent of

Caste Sy stem s in West Africa”, The Journal of African History , Cam bridge,

v. 32 (1991), n. 2, p. 221-50; Elizabeth Isichei, A History of African Societies

to 1870, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1997, p. 95-6 e 236-8. O

trabalho m ais estim ulante é o de Tal Tam ari, Les Castes de l’Afrique

Occidentale: artisans et m usiciens endogam es, Nanterre: Société

d’Ethonologie, 1997.

59 Tratado breve, ob. cit., p. 22-3.

60

Duas descrições seiscentistas da Guiné, introd. e anotações históricas de

Dam ião Peres, Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1990, p. 101-2.

61

Códice, ob. cit., p. 59-60.

62 Ray m ond Mauny, “Baobas-cim itières à griots”, Notes Africaines, Dacar:

Institut Français de l’Afrique Noire, LXVII (j ulho 1955), p. 72-6; O. Silla,

“Persistance des castes dans la société Wolof contem poraine”, Bulletin de

l’Institut Fondam ental de l’Afrique Noire, Dacar, v. 28 (1966), p. 731-70.

63

Viagens, ob. cit., p. 117 e 118.

64 Códice, ob. cit., p. 60.

65

Martin A. Klein, “Servitude am ong the Wolof”, ob. cit., p. 341.

66 Suret-Canale e Barry, ob. cit., p. 461-2.

67

Nehem ia Levtzion, “The Western Maghrib and the Sudan”, em The

Cam bridge History of Africa, org. J.D. Fage e Roland Oliver, v. 3, org. Roland

Oliver, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1977, p. 484.

68

J.D. Fage, “Upper and Lower Guinea”, em The Cam bridge History of

Africa, v. 3, ob. cit., p. 484.

69

Códice, ob. cit., p. 59.

70 Suret-Canale e Barry, ob. cit., p. 467.

71

Jacancas, j agancazes, Jakhanké ou Jaxankes.

72 Lam in Sanneh, The Jakanke, Londres: International Africa Institute, 1979, p.

13-31.

73 Lam in Sanneh, “The Origins of Clericalism in West Africa Islam ”, The

Journal of African History , v. XVII (1976), n. 1, p. 60, nota 57, e p. 63-4.

74 Julas ou Juulas.

75

Dagbam ba ou Ngwana.

76 Nehem ia Levtzion, Ancient Ghana and Mali, 2. ed., Nova York: Africana

Publishing Com pany, 1980, p. 164-70; Paul E. Lovej oy, “The Internal Trade

of West Africa before 1800”, em History of West Africa, v. I, 3. ed., ob. cit.,

p. 665 e 671.

77

Códice, ob. cit., p. 35-6.

78 Roderick J. McIntosh e Susan Keech McIntosh, “The Inland Niger Delta

before the Em pire of Mali: Evidence from Jenne-Jeno”, The Journal of

African History , v. 22 (1981), n. 1, p. 1-22; “The Early City in West Africa:

Towards an Understanding”, em The African Archaeological Review, v. 2

(1984), p. 73-98; “Cities without Citadels: Understanding Urban Origins along

the Middle Niger”, em The Archaeology of Africa: Food, Metals and Towns,

org. Thurstan Shaw, Paul Sinclair, Bassey Andah e Alex Okpoko, Londres:

Routledge, 1993, p. 622-41.

79

João de Barros, ob. cit., Livro II, cap. II, p. 67 da ed. de Baião; Conde de

Ficalho, Mem ória sobre a m alagueta, 2. ed., rev. e prefaciada por Ruy Telles

Palinha, Lisboa: Agência Geral das Colônias, 1945, p. 19-21; Yves Person,

“The Coastal Peoples: from Casam ance to the Coast Lagoons”, em General

History of Africa, org. Unesco, v. 4, org. D.T. Niane, Londres:

Heinem ann/University of California Press/Unesco, 1984, p. 304.

80

Kanuri ou Kanouri.

81 Levtzion, “The Western Maghrib and the Sudan”, ob. cit., p. 450; e Vitorino

Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. I, 2. ed.

revista, Lisboa: Editorial Presença, 1981, p. 75-6 e 140-1.

82

Zurara, ob. cit., cap. XVI, p. 111 do v. I da ed. cit.

83 Ob. cit., v. II, p. 227-30.

84

Ibidem , cap. XXIX e LXXVII, p. 178 do v. I, e p. 164-9 do v. II da ed. cit.

85 Viagens, ob. cit., p. 102.

86 Códice, p. 102 e 102-4.

87

Esm eraldo, ob. cit., p. 103-4.

88 Códice, ob. cit., p. 23-4.

89

Esm eraldo, ob. cit., p. 89.

90 Ibidem , p. 92.

91 João de Barros, ob. cit., Livro III, cap. 12 , p. 117-8 da ed. de Baião.

92

Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. I, ob. cit.,

p. 150.

93 Viagens, ob. cit., p. 104.

94 Ibidem , p. 124-33.

95

Levtzion, “The Western Maghrib and Sudan”, ob. cit., p. 453; Jean Boulègue,

“L’Afrique”, em Michel Balard, Jean Boulègue, Jean-Pierre Duteil e Robert

Muchem bled, Les Civilisations du m onde vers 1492, Paris: Hachette, 1997, p.

134 e 142.

96 Viagens, ob. cit., p. 121.

97 Curtin, Econom ic Change in Precolonial Africa, ob. cit., p. 11.

98

Viagens, ob. cit., p. 121-2 e 141-2; Códice, ob. cit., p. 58; Leão Africano, La

descrizione dell’Africa, em Ram usio, Navigazioni e Viaggi, ob. cit., v. I, p.

379.

99

Sobre as doenças que atacavam os cavalos no Sudão Ocidental, Robin Law,

The Horse in West African History , Oxford: International African

Institute/Oxford University Press, 1980, p. 76-82; e Jam es L.A. Webb, Jr,

“The Horse and Slave Trade between the Western Sahara and Senegam bia”,

The Journal of African History , v. 34 (1993), n. 2, p. 221-2 e 228-9.

100 Códice, ob. cit., p. 58.

101

Esm eraldo, ob. cit., p. 47.

102 Duas descrições seiscentistas, ob. cit., p. 10.

103 Códice, ob. cit., p. 66.

104

Tratado breve, ob. cit., p. 8-9.

105 Barros, ob. cit., Livro III, cap. VII, p. 97 da ed. de Baião.

106

Barbot on Guinea: The Writings of Jean Barbot on West Africa, 1678-1712, org. por P.E.H. Hair, Adam Jones e Robin Law, Londres: The Hakluy t Society, 1992, v. I, p. 90.

107 Viagens, ob. cit., p. 124, 125, 141-2.

108

Ibidem , p. 141.

109 Com o propõe George E. Brooks, ob. cit., p. 128-9.

110

Sobre as m inas de Bam buk e Buré, Alberto da Costa e Silva, A enxada e a lança: a África antes dos portugueses, 2. ed. rev., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996, p. 266-7, 301-2, 312-3.

111

Códice, p. 57; Pacheco Pereira, ob. cit., p. 98.

112 A respeito, Nehem ia Levtzion, Ancient Ghana and Mali, ob. cit., p. 84-102.

113 Álvares d’Alm ada, ob. cit., p. 33.

114

Bainuk, Banhiin, Bañun, Banuun, Bany ong, Bany un ou Bany ung.

115 Com o propôs J.M. Gray, A History of Gam bia, 1940, p. 6 e 8, e confirm aria

Jean Boulègue, La Sénégam bie du m ilieu du XVe siècle au début du XVIIe

siècle, Paris: Ronéo, 1968. Para George E. Brooks (ob. cit., p. 130), seria o

chefe do reino banhum de Jagra.

116

Sobre o im pério do Mali, ver Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 303-18, 515-6 e 610-11.

117

Levtzion, Ancient Ghana and Mali, ob. cit., p. 95; Walter Rodney, “The Guinea Coast”, em The Cam bridge History of Africa, v. 4, org. por Richard Gray, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1975, p. 281.

118

Carlos Lopes, Kaabunké: espaço, território e poder na Guiné-Bissau, Gâm bia e Casam ance pré-coloniais, trad. de Maria Augusta Júdice e Lurdes Júdice, Lisboa: Com issão Nacional para as Com em orações dos Descobrim entos Portugueses, 1999, p. 80.

119 Viagens, ob. cit., p. 162-4.

120

Ver George Brooks, ob. cit., p. 49-96.

121 Códice, ob. cit., p. 75.

122

Viagens, ob. cit., p. 161 e 165.

123 Conform e narrou Diogo Gom es a Martin Behaim , De prim a inventione

guinee, ob. cit., p. 291.

124 Ibidem , p. 289.

125

Com o sugeriu António Carreira a Teixeira da Mota, Mar, além -m ar, nota 131.

126

De Prim a Inventione Guinee, ob. cit., p. 291; e Valentim Fernandes (Códice, ob. cit., p. 75), m eio século depois, o confirm aria.

127 De Prim a Inventione Guinee, ob. cit., p. 292.

128 Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. I, ob. cit., p. 152.

129

Teixeira da Mota, Mar, além -m ar, ob. cit., p. 175.

130 Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, ob. cit., p.

161.

131 Curtin, Econom ic Change, ob. cit., p. 81.

132

Tratado breve, ob. cit, p. 16 e 29-30.

133 Viagens, ob. cit., p. 142.

134 Pacheco Pereira, ob. cit., p. 103.

135 Ibidem , p. 103, 104, 111; e Códice, ob. cit., p. 79.

136 Tratado breve, ob. cit., p. 30.

137

Ibidem , p. 31.

138 Ver Eugenia W. Herbert, “Aspects of the Use of Copper in Precolonial West

Africa”, The Journal of African History , v. XIV (1973), n. 2, p. 179-94; e Red

Gold of Africa: Copper in Precolonial History and Culture, Madison: The

University of Wisconsin Press, 1984.

139

Viagens, ob. cit., p. 163.

140 Com o propõem A. Teixeira da Mota e P.E.H. Hair, East of Mina: Afro-

European Relations on the Gold Coast in the 1550s and 1560s, Madison:

African Studies Program /University of Wisconsin, 1988, p. 27.

141

A. Teixeira da Mota (Guiné Portuguesa, Lisboa: Agência Geral do Ultram ar, 1954, v. I, p. 130-4) supôs que estivessem abandonadas desde a m etade do século XV, porque delas não deram notícia os portugueses, quando lá chegaram .

142 The Horse in West African History , ob. cit., p. 49, 52-3.

143 Viagens, ob. cit., p. 104.

144 Códice, ob. cit., p. 66.

145

The Atlantic Slave Trade: A Census, Madison: The University of Wisconsin Press, 1969, p. 18.

146

History of Sugar, Londres, 1950, v. 2, p. 283.

147 Esm eraldo, ob. cit., p. 107.

148

The Horse in West African History , ob. cit., p. 51.

149 Curtin, Econom ic Change, ob. cit., p. 224.

150 Acom panho Paulo Fernando de Moraes Farias, “Silent Trade: My th and

Historical Evidence”, em History in Africa, Waltham : African Studies

Association, Bradeis University, v. 1 (1974), p. 14-5.

151 Com o se aventou no Códice, ob. cit., p. 36; Moraes Farias, ob. cit.; Levtzion,

Ancient Ghana and Mali, ob. cit., p. 153-5.

1 Sobre os inícios de Tom buctu e Jené, Alberto da Costa e Silva, A enxada e a

lança: a África antes dos portugueses, 2. ed. rev., Rio de Janeiro: Nova

Fronteira, 1996, p. 310-1, 621-2.

2

Códice Valentim Fernandes, leitura paleográfica, notas e índice por José

Pereira da Costa, Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1997, p. 35.

3 Nehem ia Levtzion, Ancient Ghana and Mali, 2. ed., Nova York: Africana

Publishing Com pany, 1980, p. 102.

4 Tratado breve dos Rios da Guiné do Cabo Verde, desde o rio do Sanagá até os

baixos de Sant’Anna etc. etc., publicado por Diogo Köpke, Porto: Tipografia

Com ercial Portuense, 1841, p. 30.

5 Sobre a identificação de Bitu com Bighu, Ivor Wilks, “The Mossi and Akan

States”, History of West Africa, org. J.F. Ade Aj ay i e Michael Crowder, v. I,

3. ed., Londres: Longm an, 1985, p. 477-80; e Forests of Gold: Essay s on the

Akan and the Kingdom of Asante, Athens: Ohio University Press, 1993, p. 14-

8. J.D. Fage apresentou argum entos contrários a essa identificação em post

scriptum a J.O. Hunwick, “The Mid-Fourteenth Century Capital of Mali”, The

Journal of African History , v. 14 (1973), n. 2, p. 204-5; e em seu trabalho

“Upper and Lower Guinea”, The Cam bridge History of Africa, org. J.D.

Fage e Roland Oliver, v. 3, org. Roland Oliver, Cam bridge: Cam bridge

University Press, 1977, p. 489-90.

6 Esm eraldo De Situ Orbis, com introd. e notas de Dam ião Peres, Lisboa:

Academ ia Portuguesa da História, 1988, p. 107.

7 Tarikh es-Soudan, trad. de O. Houdas, Paris, 1911, p. 22-3.

8

Tarikh al-Fattash, trad. de O. Houdas e Maurice Delafosse, Paris, 1913, p. 68.

9 Esm eraldo, ob. cit., p. 107.

10

Abrons, Brongs ou Bono.

11 Graham Connah, African Civilizations: Precolonial Cities and States in

Tropical Africa: an Archaeological Perspective, Cam bridge: Cam bridge

University Press, 1987, p. 130.

12

Jam es Anquandah, “Urbanization and State Form ation in Ghana During the

Iron Age”, The Archaeology of Africa: Food, Metals and Towns, org.

Thurstan Shaw, Paul Sinclair, Bassey Andah e Alex Okpoko, Londres:

Routledge, 1993, p. 645.

13

D. Calcoressi e Nicholas David, “A New Survey of Radiocarbon and

Therm olum inescence Dates for West Africa”, The Journal of African

History , Cam bridge, v. 20 (1979), n. 1, p. 16-7.

14

Jam es Anquandah, Rediscovering Ghana’s Past, Harlow: Longm an, 1982, p.

96.

15

Esm eraldo, ob. cit., p. 107.

16 Conform e o testem unho de R.S. Rattray, Ashanti Law and Constitution,

Londres, 1956, p. 348 (a prim eira edição é de 1929).

17 “The Mossi and Akan States”, ob. cit., p. 488-91; e Forests of Gold, ob. cit., p.

97-100.

18

J.D. Fage, Ghana: A Historical Interpretation, Madison: The University of

Wisconsin Press, 1966, p. 42.

19

Elizabeth Isichei, History of African Societies to 1870, Cam bridge:

Cam bridge University Press, 1997, p. 257.

20

Barba, borgu, Bargu, Bergo, Bergou, Bogung ou Borgawa.

21 Aproveito as palavras que João de Barros aplica aos acom panhantes do

caram ansa, quando este se encontrou pela prim eira vez com Diogo de

Azam buj a (Ásia, Prim eira Década, Livro III, cap. I, p. 73 da ed. de Antônio

Baião, Coim bra: Im prensa da Universidade, 1932).

22

Tratado breve, ob. cit., p. 30.

23 Retiro a relação, que não parece ter-se alterado m uito ao longo do tem po, de

Duarte Pacheco Pereira, que enum era o que se com erciava em Axim

(Esm eraldo, ob. cit., p. 138), e do Regim ento da Casa da Mina, de 1509

(Vitorino Ma-galhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, 2.

ed. Lisboa: Presença, p. 169).

24

Eugenia W. Herbert, “Aspects of the Use of Copper in Precolonial West

Africa”, The Journal of African History , v. XIV (1973), n. 2, p. 187-8.

25

Pacheco Pereira, ob. cit., p. 143.

26

A New and Accurate Description of the Coast of Guinea, com introd. de John

Ralph Willis e notas de J.D. Fage e R.E. Bradbury, Londres: Frank Cass, 1967

(a prim eira edição em holandês é de 1704 e a em inglês, de 1705), p. 185.

Tam bém Jean Barbot refere-se a bainhas de espada decoradas por um a

grande concha verm elha, tida pelos acãs em grande estim a: Barbot on

Guinea: the Writings of Jean Barbot on West Africa, 1678-1712, ed. org. por

P.E.H. Hair, Adam Jones e Robin Law, Londres: The Hakluy t Society, 1992, v.

II, p. 606.

27 Description and Historical Account of the Gold Kingdom of Guinea (1602),

trad. de Albert van Danzig e Adam Jones, Londres: Oxford University Press,

1987, p. 92.

28 Quem cham ou a atenção para a concha neste quadro foi Jill R. Dias, nas p.

151-2 do estudo que escreveu para o catálogo da exposição Nas vésperas do

m undo m oderno: África, realizada no Museu Nacional de Etnologia, em

Lisboa, em 1992. O quadro de Eckhout, que se encontra em Copenhagen, está

reproduzido na p. 152 daquele catálogo; na p. 83 do livro de Clarival do Prado

Valadares, Albert Eckhout, pintor de Maurício de Nassau no Brasil, 1637/1644,

Rio de Janeiro: Livroarte Editora, 1981; na p. 87 do catálogo Brasilien:

Entdeckung und Selbstentdeckung, Berna: Benteli Verlag, 1992.

29 Talvez — quem sabe? — a partir de desenhos de Franz Post, com o sugere

Clarival do Prado Valadares, ob. cit, p. 125. Franz Post teria estado em Angola

e em El Mina, no seu regresso, em 1644, aos Países Baixos, m as disto não há

certeza. Joaquim de Sousa-Leão, no seu excelente Frans Post, 1612-1680 (Rio

de Janeiro: Livraria Kosm os Editora, 1973, p. 17 e 19), considera essa

hipótese, sugerida por Paulo Duarte, Ribeiro Couto e E. Larsen, com o

provável, tendo em vista os trabalhos que Post deixou com vistas de Luanda,

São Tom é, El Mina e outros lugares.

30

Vitorino Magalhães Godinho: Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. II,

ob. cit., p. 18.

31 Transcrito em História geral de Cabo Verde (Corpo docum ental), dir. de Luís

de Albuquerque e Maria Em ília Madeira Santos, v. I, Lisboa: Instituto de

Investigação Científica Tropical/Direcção-Geral do Patrim ônio Cultural de

Cabo Verde, 1988, p. 235.

32

Jan Hogendorn e Marion Johnson, The Shell Money of the Slave Trade,

Cam bridge: Cam bridge University Press, 1986, p. 15-19.

33

Joseph M. Cuoq, Recueil des sources arabes concernant l’Afrique occidentale

du VIIIe au XVIe siècle, Paris: Éditions du Centre National de la Recherche

Scientifique, 1975, p. 104; N. Levtzion e J.F.P. Hopkins, Corpus of Early

Arabic Sources for West African History , Cam bridge: Cam bridge University

Press, 1981, p. 83.

34

Cuoq, ob. cit., p. 122; Levtzion e Hopkins, ob. cit., p. 100.

35 Cuoq, ob. cit., p. 259 e 276; Levtzion e Hopkins, ob. cit., p. 260 e 269.

36 Cuoq, ob. cit., p. 316; Levtzion e Hopkins, ob. cit., p. 300.

37

Ed. cit., p. 107-8.

38 La descrizione dell’Africa, em Giovanni Battista Ram usio, Navigazioni e

Viaggi, ed. aos cuidados de Marica Milanesi, v. I, Torino: Giulio Einaudi, 1978,

p. 379.

39 Viagens de Luís de Cadam osto e Pedro de Sintra, com notas de Dam ião

Peres, Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1948, p. 113; no texto

italiano está claro que se trata de cauris: “porzelete bianche de queste pizole

che credo che de nui a Venexia capitam o de levante” (p. 24).

40

Hogendorn and Johnson, ob. cit., p. 15-9.

41 Thurstan Shaw, Igbo-Ukwu: An Account of Archaeological Discoveries in

Eastern Nigeria, Evanston: Northwestern University Press, 1970, p. 237-9 e

280. Sobre Igbo-Ukwu, ver Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 467-76.

42 Ekpo Ey o, Nigeria and the Evolution of Money , Lagos: Central Bank of

Nigeria/The Federal Departm ent of Antiquities, 1979, p. 48.

43 Esm eraldo, ob. cit., p. 143 e 152.

44

J.D. Fage, “Som e Rem arks on Beads and Trade in Lower Guinea in the

Sixteenth and Seventeenth Centuries”, The Journal of African History , v. III

(1962), n. 2, p. 345.

45

Milan Kalous, “Akorite?”, The Journal of African History , v. 20 (1979), n. 2,

p. 203-17.

46 Elizabeth Isichei, A History of Nigeria, Londres: Longm an, 1983, p. 70-1.

47 J.E.G. Sutton, “Archaeology in West Africa: a Review of Recent Work and a

Further List of Radiocarbon Dates”, The Journal of African History , v. 23

(1982), n. 3, p. 309.

48 Frank Willet, Ife in the History of West African Sculpture, Londres: Tham es

and Hudson, 1967, p. 106-8.

49 A.G. Hopkins, An Econom ic History of Africa, Londres: Longm an, 1973, p.

48.

50

Tratado breve, ob. cit., p. 30.

51 Ver Henrique Augusto Dias de Carvalho, Guiné: apontam entos inéditos,

Lisboa: Agência Geral das Colônias, 1944, p. 99-103; e Paul Lovej oy,

Caravans of Kola: The Hausa Kola Trade, 1700-1900, Zaria: Ahm adu Bello

University Press, 1980, p. 1-5.

52

Alm ada, Tratado breve, ob. cit., p. 35: André Donelha, Descrição da Serra

Leoa e dos Rios de Guiné do Cabo Verde (1625), edição, introd., notas e

apêndice de Avelino Teixeira da Mota, Lisboa: Junta de Investigações

Científicas do Ultram ar, 1977, p. 84; Francisco de Lem os Coelho, Duas

descrições seiscentistas da Guiné, com introd. e notas de Dam ião Peres,

Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1990, p. 62 e 212; Paul Lovej oy,

Caravans of Kola, p. 1-5.

53

Itsekiri, Jekri, Dj ekri, Dsekiri.

54 Gunu, Popós ou Dj ej e.

55 Hweda, Hwida, Ouida ou Peda.

56

Gá ou Gan.

57 Kru, Krao, Krawi ou Krou.

58

Ssapés ou sapis.

59 Bissagós, Bisago, Bidy ougo ou Bij ogo.

60

Philip D. Curtin, Econom ic Change in Precolonial Africa: Sengam bia in the

Era of the Slave Trade, Madison: The University of Wisconsin Press, 1975, p.

228. Sobre o com ércio de cola, George E. Brooks, Landlords and Strangers:

Ecology, Society, and Trade in Western Africa, 1000-1630, Boulder:

Westview Press, 1993, p. 52-3, 71, 82-3, 95.

61 Brooks, Landlords and Strangers, ob. cit., p. 95.

62 Adangm e, Dangm e, Danm e ou Danm eli.

63

Crónica de um a viagem à Costa da Mina, trad. de Pedro Alvim , com prólogo

de Joaquim Montezum a de Carvalho, Lisboa: Vega, 1992 (a prim eira edição

francesa é de 1897), p. 62 e 65.

64

Ver Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 610-1.

65 Ou Bay ot.

66 Kasanga, Kasange ou Ihage.

67

Balante, Belante, Bulanda, Balanga, Brassa ou Bolenta.

68 Buram os, Bran, Bola ou Buram a.

69

Papéis ou Papei.

70 Manj ak, Mandy ak, Manj aku ou Many agu.

71 Nalou, Nanu ou Nanun.

72

Landum ãs ou landim as.

73 Koniagi, Kony agui ou Koñy agy .

74

Linban ou Yiem be.

75

Kissi, Kisi, Gihi, Gisi, Gizi, Assim ou Den.

76 Kim , Kim i ou Akim a.

77

Koranko, Kuranke ou Kuranko.

78 Conform e Lem os Coelho, ob. cit., p. 55.

79 A. Teixeira da Mota, Guiné Portuguesa, Lisboa: Agência Geral do Ultram ar,

1954, p. 150.

80 Walter Rodney, A History of the Upper Guinea Coast, 1545 to 1800, Nova

York: Monthly Review Press, 1980, p. 17.

81

Tratado breve, ob. cit., p. 54-5.

82 “African Slavery and Other Form s of Social Oppression on the Upper Guinea

Coast in the Context of the Atlantic Slave Trade”, The Journal of African

History, v. VII (1966), n. 3, p. 431-43; e A History of the Upper Guinea Coast,

ob. cit., p. 95-21 e 259-270.

83

Com o parece claro a Philip D. Curtin, na resenha que escreveu sobre A

History of Upper Guinea, The Journal of African History , v. XI (1970), n. 3,

p. 455; e óbvio a Martin A. Klein: “The Study of Slavery in Africa”, The

Journal of African History , v. XIX (1978), n. 4, p. 608-9.

84 “Slaves and Society in Western Africa, c. 1445-c. 1700, The Journal of

African History , v. 21 (1980), n. 3, p. 289-310.

85

Vitorino Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, ob.

cit., p. 158.

86

Crónica de um a viagem , ob. cit., p. 62; e J.D. Fage: “A Com m entary on

Duarte Pacheco Pereira’s Account of the Lower Guinea Coastlands in his

Esm eraldo De Situ Orbis, and on Som e Other Early Accounts”, History in

Africa, v. 7 (1980), p. 51-2.

87 Tratado breve, ob. cit., p. 38-9.

88

Rodney, A History of the Upper Guinea, ob. cit., p. 32.

89

John Iliffe, Africans: The History of a Continent, Cam bridge: Cam bridge

University Press, 1995, p. 129.

90 Guiné: apontam entos inéditos, ob. cit., p. 72.

91 Ou Fanti.

92

Croniqua delrey Dom Johan II, ed. org. por Alberto Martins de Carvalho,

Coim bra, 1950, cap. 2.

93

Ásia, Prim eira Década, Livro III, cap. I, p. 73-9 da ed. cit.

94 P.E.H. Hair, The Founding of the Castelo de São Jorge da Mina: An Analy sis

of the Sources, Madison: African Studies Program , University of Wisconsin,

1994, p. 4-5, 10-2 e 49-51.

95 De La Fosse cham a àquele, o carem anse, vice-rei, e a este, m anse ou rei

(Crónica de um a viagem , ob. cit., p. 62 e 95).

96 Fage, “Upper and Lower Guinea”, ob. cit., p. 512, e “A Com m entary on

Duarte Pacheco Pereira”, ob. cit., p. 55. Sobre a questão, P.E.H. Hair, The

Founding of the Castelo de São Jorge da Mina, ob. cit., p. 8-9, 18, 55-6 e 81.

97 Seriam nove para Duarte Pacheco Pereira, ob. cit., p. 142.

98

Esm eraldo, ob. cit., p. 142.

99 Barros, ob. cit., p. 78; Hair, The Founding of the Castelo de São Jorge da Mina,

ob. cit., p. 37-8.

100 Croniqua delrey Dom Johan II, cap. 2, ob. cit.

101

Esm eraldo, ob. cit., p. 142.

102 P.E.H. Hair, “Colum bus from Guinea to Am erica”, History in Africa, v. 17

(1990), p. 117.

103 Tom o o adj etivo a J.D. Fage, Ghana, ob. cit., p. 43. Ver A.W. Lawrence,

Trade Castles and Forts of West Africa, Londres, 1963, p. 25.

104

Pina, Crônica, cap. 2; Barros, Ásia, Prim eira Década, livro III, cap. I, p. 78 da ed. cit.

105 Sigo neste passo Fage, “Upper and Lower Guinea”, ob. cit., p. 513.

106 Conform e afirm a Pieter de Marees, Description and Historical Account, ob.

cit., p. 85; ver tam bém John Vogt, Portuguese Rule on the Gold Coast, 1469-

1682, Athens: Georgia, 1979, p. 126; e A. Teixeira da Mota e P.E.H. Hair, East

of Mina: Afro-European Relations on the Gold Coast in the 1550s and 1560s:

An Essay with Supporting Docum ents, Madison: African Studies Program ,

University of Wisconsin, 1988, p. 26 e 55 (nota 111).

107 Mencionados, com outros, por Pacheco Pereira, ob. cit., p. 143. Ver a

identificação da lista do Esm eraldo em Wilks, Forests of Gold, ob. cit., p. 5.

108

Acanis ou Akane.

109 Akrokere ou Akroky ere.

110 Ou Adansi.

111

Alm ada, ob. cit., p. 71.

112 J.L. Vogt, “The Early São Tom é-Príncipe Slave Trade with Mina, 1500-

1540”, International Journal of African Historical Studies, v. 6 (1973), n. 3, p.

454, 464-5.

113 Levtzion, Ancient Ghana and Mali, ob. cit., p. 134; e “The Western Maghrib

and Sudan”, The Cam bridge History of Africa, v. 3, ob. cit., p. 453.

114 Philip D. Curtin, “The External Trade of West Africa to 1800”, History of

West Africa, org. J.F. Ade Aj ay i e Michael Crowder, v. I, 3. ed., Londres:

Longm an, 1985, p. 629.

115 Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. I, ob. cit.,

p. 174.

116 Philip D. Curtin, loc. cit.

117

“Monnaies et civilisations. De l’or du Soudan à l’argent d’Am érique”,

Annales: econonom ies, sociétés, civilisations, Paris, v. 1 (1946), n. 1, p. 12-3.

118

Mar, além -m ar: estudos e ensaios de história e geografia, Lisboa: Junta de Investigações do Ultram ar, 1972, p. 93.

119

John O. Hunwick, “Songhay, Borno and the Hausa States, 1450-1600”, History of West Africa, v. I, ob. cit., p. 342-3.

120

Curtin, “The External Trade of West Africa”, ob. cit., p. 629.

121 J. Devisse, com a colaboração de S. Labib, “Africa in Inter-continental

Relations”, General History of Africa, org. Unesco, v. 4, org. D.T. Niane,

Lon-dres: Heinewm ann/University of California Press/Unesco, 1984, p. 667.

122 Jean Devisse, “L’Or”, Vallés du Niger, catálogo da exposição realizada no

Musée National des Arts d’Afrique et d’Océanie, out. 1993-j an. 1994, Paris:

Éditions de la Réunion des m usées nationaux, 1993, p. 346-7.

123 Eugenia W. Herbert, “Aspects of the Use of Copper in Precolonial West

Africa”, The Journal of African History , v. 14 (1973), n. 2, p. 193.

124 Wilks, “The Mossi and the Akan States”, ob. cit., p. 482-3; e Fage: “Upper

and Lower Guinea”, ob. cit., p. 492.

125 The Golden Trade, Londres, 1932, p. 125 (a prim eira edição é de 1623).

126

Fage, “Slaves and Society in Western Africa”, ob. cit., p. 303.

127 Esm eraldo, ob. cit., p. 143 e 144.

128

Códice Valentim Fernandes, ob. cit., p. 81.

129 Descrição da Serra Leoa, ob. cit., p. 160.

130 Paul E. Lovej oy, “The Internal Trade of West Africa before 1800”, History

of West Africa, v. I, ob. cit., p. 653.

131 Ray A. Kea, Settlem ents, Trade, and Politics in the Seventeenth-Century

Gold Coast, Baltim ore: The Johns Hopkins University Press, 1982, p. 198;

Wilks, Forests of Gold, ob. cit., p. 76.

132

As cartas foram divulgadas por A. Teixeira da Mota, “The Mande Trade in Costa da Mina according to Portuguese Docum ents until the m id-Sixteenth Century ” (trabalho apresentado à Conference on Manding Studies, School of Oriental and African Studies, Londres, 1972), p. 11-3.

1 Gom es Eanes da Zurara, Crônica do descobrim ento e conquista da Guiné, cap.

XXIX, XXXII, XXXIV e LXXVII; p. 178, 190, 199-201 do v. I e 167-9 do v.

II da ed. de 1937, com notas, glossário e introd. de José de Bragança, Porto:

Livraria Civilização Editora.

2 João de Barros, Ásia, Prim eira Década, Livro I, cap. X, p. 39 da ed. de

Antônio Baião, Coim bra: Im prensa da Universidade, 1932.

3 Prim eira Década, Livro III, cap. 12, p. 116 da ed. cit.

4

Tratado breve dos Rios de Guiné do Cabo Verde desde o rio do Sanagá até aos

baixos de Sant’Anna etc. etc., publicado por Diogo Köpke, Porto: Tipografia

Com ercial Portuense, 1841, p. 36.

5

De Prim a Inventione Guinee em Códice Valentim Fernandes, leitura

paleográfica, notas e índice de José Pereira da Costa, Lisboa: Academ ia

Portuguesa da História, 1997, p. 298.

6 É grande a controvérsia sobre a estada ou não de Cadam osto nas ilhas de Cabo

Verde e sobre quem as descobriu, se este, em 1456, se Diogo Gom es e

Antonio de Noli, em algum ano entre 1458 e 1460, ou se, bastante antes, em

1445, Vicente Dias. Ver a respeito: Arm ando Zuzarte Cortesão, Subsídios para

a história do descobrim ento da Guiné e Cabo Verde, separata n. 76 do Boletim

da Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1931; A. Fontoura da Costa, Cartas

das Ilhas de Cabo Verde de Valentim Fernandes (1506-1508), Lisboa:

Agência Geral das Colónias, 1939, p. 7-18 e 97-100; Dam ião Peres,

“Descobrim ento das ilhas cabo-verdianas de Leste”, nas notas históricas à

edição da Academ ia Portuguesa da História das Viagens de Cadam osto e

Pedro de Sintra, Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1948, p. 185-96;

Vitorino Magalhães Godinho, “Fontes quatrocentistas para a geografia e

econom ia do Saara e Guiné”, Revista de História, São Paulo, n. 13 (1953), p.

54-5, e Docum entos sobre a expansão portuguesa, v. 3, Lisboa, 1956, p. 210-

18, 272-98 e 365; A. Teixeira da Mota, Mar, além -m ar: estudos e ensaios de

história e geografia, Lisboa: Junta de Investigações do Ultram ar, 1972, p. 177,

234-5.

7

Viagens, ob. cit., p. 157-9.

8 Antônio Carreira, Cabo Verde: form ação e extinção de um a sociedade

escravocrata (1460-1878), Lisboa: Instituto Cabo-Verdiano do Livro, 1983, 2.

ed., p. 309-10.

9 O Patriota, Rio de Janeiro, n. 5, novem bro de 1813.

10 João da Silva Feij ó, Ensaio e m em órias econôm icas sobre as ilhas de Cabo

Verde (século XVIII), apresentação e com entários de Antônio Carreira,

Continuar: parte 3 de 7