A Manilha e o Libambo

Alberto da Costa e Silva · Capítulo 30 de 30 · parte 3/7

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A Manilha e o Libambo

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Este capítulo é longo, por isso está dividido em 7 partes.

Lisboa: Instituto Cabo-Verdiano do Livro, 1986, p. 1.

11 “Ensaio físico-político das ilhas de Cabo Verde – 1910”, com anotações e

com entários de Orlando Ribeiro, Garcia de Orta, Lisboa: Junta de

Investigações do Ultram ar, v. 4 (1956), n. 4.

12 Com o m ostra, ao confrontar em duas colunas os dois textos, Antônio Carreira,

em João da Silva Feij ó, ob. cit., p. 57-82.

13 Corografia cabo-verdiana ou Descrição geográfico-histórica da província das

ilhas de Cabo Verde, Lisboa: Tipografia L.C. da Cunha, 1841.

14

A. Fontoura da Costa, Cartas das ilhas de Cabo Verde, ob. cit., p. 46-53;

Códice Valentim Fernandes, ob. cit., p. 155-61.

15

Antônio Mendes Corrêa, Ultram ar Português, v. II, Ilhas de Cabo Verde,

Lisboa: Agência Geral do Ultram ar, 1954, p. 65-6.

16

Códice, ob. cit., p. 154-5.

17 Transcrita em História geral de Cabo Verde (Corpo docum ental), dir. de Luís

de Albuquerque e Maria Em ília Madeira Santos, v. I, Lisboa: Instituto de

Investigação Científica Tropical/Direcção-Geral do Patrim ónio Cultural de

Cabo Verde, 1988, p. 19-22.

18 Ilídio Cabral Baleno, “Povoam ento e form ação da sociedade”, História geral

de Cabo Verde, v. I, Lisboa: Instituto de Investigação Científica

Tropical/Direção do Patrim ónio Cultural de Cabo Verde, 1991, p. 131.

19

Ângela Dom ingues, “Adm inistração e instituições: transplante, adaptação,

funcionam ento”, História geral de Cabo Verde, v. 1, ob. cit., p. 76.

20

Carta de perdão a Inês Pires, degredada para a ilha de Cabo Verde. De 5 de

j unho de 1490. Texto em História geral de Cabo Verde (Corpo docum ental), v.

I, ob. cit., p. 75-6.

21 Ilídio do Am aral, “Cabo Verde: introdução geográfica”, História geral de

Cabo Verde, v. I, ob. cit., p. 11; George E. Brooks, Landlords and Strangers:

Ecology, Society, and Trade in Western Africa, 1000-1630, Boulder:

Westview Press, 1993, p. 186.

22 Texto em História geral de Cabo Verde (Corpo docum ental), v. I, ob. cit., p.

25.

23 Ibidem , p. 27.

24

Transcrita em História geral de Cabo Verde (Corpo docum ental), v. I, ob. cit.,

p. 209-10.

25

Legislação do com ércio da Guiné estipulando que não se levem m ercadorias

defesas às ilhas de Cabo Verde e do Fogo, de 24 de m arço de 1514, ibidem , p.

235-7.

26

Philip J. Havik, “Wom en and Trade in the Guinea Bissau Region: The Role of

African and Luso-African Wom en in Trade Networks from the Early 16th to

the Mid 19th Century ”, Stvdia, n. 52 (1994), p. 99.

27

Ibidem , p. 91-3.

28 Ibidem , p. 108.

29 Antônio Carreira, Os portugueses nos Rios da Guiné (1500-1900), Lisboa:

Instituto Cabo-Verdiano do Livro, 1984, p. 22.

30

Walter Rodney, A History of the Upper Guinea Coast, 1545 to 1800,

reim pressão, Nova York: Monthly Review Press, 1970, p. 204.

31

Sobre os j agras, ver Rodney, A History of the Upper Guinea, ob. cit., p. 34-8.

32 Walter Rodney, “Portuguese Attem pts at Monopoly in the Upper Guinea

Coast, 1580-1650”, The Journal of African History , v. 6 (1965), n. 3, p. 307,

nota; Jean Boulègue, Les Luso-Africains de Sénégam bie, Lisboa: Instituto de

Investigação Científica Tropical/Université de Paris, Centre de Recherches

Africaines, 1989, p. 12; George E. Brooks, ob. cit., p. 191-2.

33

Texto em História geral de Cabo Verde (Corpo docum ental), v. I, ob. cit., p.

281-3.

34 Cabo Verde: form ação e extinção, ob. cit., p. 49.

35 Alvará de 8 de j aneiro de 1518, cuj o texto se reproduz em História geral de

Cabo Verde (Corpo docum ental), v. I, ob. cit., p. 287-8.

36 Ibidem , p. 289-90. Alvará de 15 de m arço de 1518.

37 Maria Em ília Madeira Santos, “Os prim eiros ‘lançados’ na costa da Guiné:

aventureiros e com erciantes”, Portugal no m undo, dir. de Luís de

Albuquerque, v. II, Lisboa: Publicações Alfa, 1989, p. 128.

38

Cabral Baleno, ob. cit., p. 152.

39 Ásia, Prim eira Década, Livro II, capítulo XII, p. 117 da ed. cit.

40

Conform e a leitura que dos nom es dos reinos faz Ivor Wilks, Forests of Gold:

Essay s on the Akan and the Kingdom of Asante, Athens: Ohio University

Press, 1993, p. 7-8.

41 Texto em História geral de Cabo Verde (Corpo docum ental), v. I, ob. cit., p.

295-301.

42

Arquivo Nacional da Torre do Tom bo (ANTT), Corpo Cronológico (CC), I-

55-85, de 30 de outubro de 1544, publicado em Antônio Brásio, Monum enta

Missionaria Africana: África Ocidental, 2. série, v. II, Lisboa: Agência Geral

do Ultram ar, 1962, p. 372; ANTT, CC, I-75-85, em Brásio, Monum enta

Missionaria, ob. cit., v. cit., p. 370-3; ANTT, CC, I-88-14, de 28 abril 1552.

43 Maria Manuel Ferraz Torrão, “Atividade com ercial externa de Cabo Verde:

organização, funcionam ento, evolução”, História geral de Cabo Verde, v. I,

ob. cit., p. 254.

44

John Thorton, Africa and Africans in the Making of the Atlantic World, 1400-

1680, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1992, p. 61-2.

45 Madeira Santos, “Os prim eiros ‘lançados’”, ob. cit., p. 127.

46 Philip J. Havik, “Com erciantes e concubinas: sócios estratégicos no com ércio

atlântico na costa da Guiné”, A dim ensão atlântica da África, anais da II

Reunião Internacional de História da África (Rio de Janeiro, 30 outubro-1

novem bro 1996), São Paulo: Centro de Estudos Africanos da Universidade de

São Paulo/Serviço de Docum entação da Marinha/Coordenação de Form ação

de Pessoal de Nível Superior, 1997, p. 167.

47 Madeira Santos, “Os prim eiros ‘lançados’”, ob. cit., p. 136.

48 Anônim o, “Relación y breve sum a de las cosas del rey no del Gran Fulo y

suceso del rey Lam ba, que oy es cristiano, por la m isericordia de Dios, cuias

noticias carecen de todas dudas (c. 1600)”, em A. Teixeira da Mota: Un

Docum ent nouveau pour l’histoire des Peuls du Sénégal pendant les XV eet

XVI e siècles, Lisboa, 1971, p. 58.

49

Alm ada, ob. cit., p. 15.

50 Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 29.

51 Ibidem , p. 31 e 35 (nota 26).

52

Cit. por A. Teixeira da Mota, Dois escritores quinhentistas de Cabo Verde,

Lisboa: Junta de Investigações do Ultram ar, 1971, p. 9.

53 J.W. Blake, Europeans in West Africa, 1450-1560, v. I, Londres, 1941, p. 28.

54 Sobre a arquitetura dos luso-africanos, Peter Mark, “Constructing Identity :

Sixteenth and Seventeenth-Century Architecture in the Gam bia-Geba Region

and the Articulation of Luso-African Ethnicity ”, History in Africa, v. 22

(1995), p. 307-27.

55 Por lançado o tem Madeira Santos, “Os prim eiros ‘lançados’”, ob. cit., p. 127.

56 Duas descrições seiscentistas da Guiné, introd. e anotações históricas de

Dam ião Peres, Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1990, p. 193-5; e

tam bém p. 52-3.

57 Ibidem , p. 197-8.

58

Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 65.

59 Ferraz Torrão, ob. cit., p. 254.

60 André Donelha, Descrição da Serra Leoa e dos Rios de Guiné do Cabo Verde

(1625), edição, introd., notas e apêndices por Avelino Teixeira da Mota e notas

de P.E.H. Hair, Lisboa: Junta de Investigações Científicas do Ultram ar, 1977,

p. 168.

61 Ibidem , p. 300; nota 255 de Teixeira da Mota.

62

Ibidem , p. 148.

63 Ibidem , p. 160-2.

64 Ferraz Torrão, ob. cit., p. 254; e Cabral Baleno, ob. cit., p. 156.

65

Peter Mark, “The Evolution of ‘Portuguese’ Identity : Luso-Africans on the

Upper Guinea Coast from the Sixteenth to the Early Nineteenth Century ”,

The Journal of African History , v. 40 (1999), n. 2, p. 180.

66

Ferraz Torrão, ob. cit., p. 254.

67 Alm ada, ob. cit., p. 73.

68 Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 14 e 16.

69

Michel Jaj olet de La Courbe, Prem ier voy age du sieur de La Courbe fait à la

Coste d’Afrique en 1685, publicada por P. Cultru, Paris: Larose, 1913, p. 207.

70 Jean Boulègue, “Réorientation atlantique et politique extérieure des roy aum es

sénégam biens”, em A dim ensão atlântica da África, ob. cit., p. 90.

71 Ibidem .

72

Com o faz Jean Boulègue, L’Im pact économ ique et politique des navigations

portugaises sur les peuples côtiers. Le Cas de la Guinée du Cap Vert (XVe-

XVIe siècles), Lisboa: Instituto de Investigação Científica Tropical, 1988, p.

434.

73

Rodney, A History of the Upper Guinea, ob. cit., p. 78.

74 Ibidem .

75 Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 65.

76

Alm ada, ob. cit., p. 60.

77 Havik, “Wom en and Trade”, ob. cit., p. 101.

78

Duas descrições seiscentistas, ob. cit., p. 195.

79 Boulègue: Les Luso-Africains, ob. cit., p. 65. Seria essa capela a m esm a

Capela dos Portugueses de Rufisque m encionada pelo padre Lazarista

Cuveron, em correspondência de 9 de abril de 1665? A carta vem transcrita

em Nize Isabel de Moraes, À la découverte de la Petite Côte au XVIIe siècle

(Sénégal et Gam bie), tom os III e IV, Dakar: Université de Dakar – IFAN,

Cheikh Anta Diop, 1998, p. 80.

80

Ibidem , p. 65-6.

81 Barbot on Guinea: The Writings of Jean Barbot on West Africa, 1678-1712,

org. por P.E.H. Hair, Adam Jones e Robin Law, Londres: The Hakluy t Society,

1992, v. I, p. 66, 90, 97, 122, 123 e 135.

82 Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 66.

83

Apud Boulègue, loc. cit.

84 Com o sugere Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 66-7.

85 Apud Boulègue, ob. cit., p. 67.

86

P.J.B. Labat, Nouvelle rélation de l’Afrique, Paris, 1728, p. 7.

87

Contado, a partir dos arquivos portugueses, por Rodney, A History of the

Upper Guinea, ob. cit., p. 200, 209-12.

88 David Hancock, Citizens of the World: London Merchants and the Integration

of the British Atlantic Com m unity, 1735-1785, Cam bridge: Cam bridge

University Press, 1995, p. 175.

89

Madeira Santos, “Os prim eiros ‘lançados’”, ob. cit., p. 130.

90 Ibidem , p. 134.

91

Ferraz Torrão, ob. cit., p. 255.

92 Donelha, ob. cit., p. 128.

93 Tratado breve, ob. cit., p. 65.

94

Lem os Coelho, ob. cit., p. 13 e 112.

95 Cit. por Rodney, A History of the Upper Guinea, ob. cit., p. 85.

96

Sobre a palavra chai, ver nota de Teixeira da Mota na sua ed. de André

Donelha, ob. cit., p. 312-4.

97

Com o escreve Maria Em ília Madeira Santos, “Os prim eiros ‘lançados’”, ob.

cit., p. 129.

98

Alm ada, ob. cit., p. 45-6.

99 Ibidem , p. 48-9.

100

Les Luso-Africains, ob. cit., p. 13-4.

101 Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 16 e 18; e Rodney, A History of the

Upper Guinea, ob. cit., p. 76.

102 Madeira Santos, “Os prim eiros ‘lançados’”, ob. cit., p. 133; Havik,

“Com erciantes e concubinas”, ob. cit., p. 171.

103

Rodney, A History of the Upper Guinea, ob. cit., p. 85.

104 Álvares d’Alm ada, ob. cit., p. 63.

105

Conform e a leitura de Walter Rodney, A History of the Upper Guinea, ob. cit., p. 90.

106

P.E.H. Hair, “Sources on the Early Sierra Leone: (2) Andrade (1582), Ruiters (1623), Carvalho (1632)”, Africana Research Bulletin, v. 5 (1974), n. 1, p. 51-2; G. Thilm ans e J.P. Rossie, “Le ‘Flam beau de la Navigation’ de Dierick Ruiters”, Bulletin de l’IFAN, tom o XXXI, série B, n. 1 (1969), p. 114; tam bém em Nize Isabel de Moraes, À la découverte de la Petite Côte au XVIIe siècle (Sénégal et Gam bie), ob. cit., tom o I, 1993, p. 70.

107

Com o afirm a Al-Bakri, em Joseph M. Cuoq, Recueil des sources arabes concernant l’Afrique occidentale du VIIIe au XVIe siècle, Paris: Éditions du Centre National de la Recherche Scientifique, 1975, p. 97; e em N. Levtzion e J.F.P. Hopkins, Corpus of Early Arabic Sources for West African History , Cam bridge: Cam bridge University Press, 1981, p. 78.

108

Cuoq, ob. cit., p. 100; e, com leitura parcialm ente distinta, Levtzion e Hopkins, ob. cit., p. 80.

109

Cuoq, ob. cit., p. 54; e Levtzion e Hopkins, ob. cit., p. 28.

110 Cuoq, ob. cit., p. 204; e Levtzion e Hopkins, ob. cit., p. 185.

111 Cuoq, ob. cit., p. 270; e Levtzion e Hopkins, ob. cit., p. 265.

112 Cuoq, ob. cit., p. 305, 307, 311-2; Levtzion e Hopkins, ob. cit., p. 291, 296-7;

Said Ham dun e Noël King, Ibn Battuta in Black Africa, Londres: Rex Collings,

1975, p. 37, 41, 48 e 75 (nota 44).

113

Viagens, ob. cit., p. 120.

114 Códice Valentim Fernandes, ob. cit., p. 61-2.

115

Ibidem , p. 99 e 109.

116

Description and Historical Account of the Gold Kingdom of Guinea (1602), trad. e notas de Albert van Dantzig e Adam Jones, Londres, British Academ y /Oxford University Press, 1987, p. 11.

117

Códice Valentim Fernandes, ob. cit., p. 90.

118 António Carreira, Panaria cabo-verdeano-guineense, 2. ed., Mem Martins:

Instituto Cabo-Verdiano do Livro, 1983, p. 23-4 e 27.

119 Alm ada, ob. cit., p. 69-70.

120

Alm ada, ob. cit., p. 73.

121 John Picton e John Mack, African Textiles, Londres: British Museum Press,

1989, p. 21.

122 Ibidem , p. 25 e 46-8.

123

Charles Monteil, Le Coton chez les noirs, Paris: Larose, 1927, p. 260-1.

124 Carreira, Panaria cabo-verdeano guineense, ob. cit., p. 73-4, 177-84 e 207-9.

125 Ibidem , p. 31.

126

Venice Lam b, West African Weaving, Londres, 1975; Rogier M.-A. Bedaux, “Les plus anciens tissues retrouvés par les archéologues”, Vallés du Niger, catálogo da exposição realizada no Musée National des Arts d’Afrique et d’Océanie, Paris: outubro 1993-novem bro 1994, Paris: Édition de la Réunion des m usées nationaux, 1993, p. 456-63.

127 Com o j á afirm ava Charles Monteil, ob. cit., p. 68.

128

Com o propõe Carreira, Panaria cabo-verdeano guineense, p. 182.

129 Alm ada, ob. cit., p. 44 e 61-2.

130 Com introd. e notas de Dam ião Peres, Lisboa: Academ ia Portuguesa da

História, 1988, p. 106.

131

Duas descrições seiscentistas, ob. cit., p. 23-5.

132 Donelha, ob. cit., p. 142 e 144.

133

Madeira Santos, “Os prim eiros ‘lançados’”, p. 127.

134 Por exem plo, p. 15 e 31.

135 Alm ada, ob. cit., p. 50 e 59.

136

Cabral Baleno, ob. cit., p. 164.

137 Tratado breve, ob. cit., p. 66.

138

Duas descrições seiscentistas, ob. cit., p. 142.

1 Rui de Pina, Croniqua delrey Dom Johan II, cap. XXXVII, nova ed. com

prefácio e notas de Alberto Martins de Carvalho, Coim bra, 1950 (escrita no

reinado de D. Manuel I); Garcia de Resende, Crónica que trata da vida de el

Rei D. João II. Ed. org. por Joaquim Veríssim o Serrão. Lisboa: Im prensa

Nacional, 1973 (a obra foi escrita em 1545); João de Barros, Ásia, Prim eira

Década, Livro III, cap. VI a VIII, p. 92-102 do v. I da ed. revista e prefaciada

por Antônio Baião, Coim bra: Im prensa da Universidade, 1932. Ver tam bém

José Gonçalves e Paul Tey ssier, “Textes portugais sur les Wolofs au XVIe

siècle: baptêm e du prince Bem oi (1488)”, Bulletin de l’IFAN, Dacar, série B,

tom o XXX (1968), n. 3; e A. Teixeira da Mota, D. João Bem oim e a

expedição portuguesa ao Senegal em 1489, Lisboa: Junta de Investigações do

Ultram ar, 1971.

2 Jean Boulègue, “Réorientation atlantique et politique extérieure des roy aum es

sénégam biens (fin XVe-XVIe siècles)”, A dim ensão atlântica da África

(Atas da II Reunião Internacional de História da África, Rio de Janeiro, 30-31

de outubro e 1 de novem bro de 1996), São Paulo: Universidade de São

Paulo/Serviço de Docum entação da Marinha/Coordenação de Form ação de

Pessoal de Nível Superior, 1997, p. 90.

3 E não, em 1489, com o está em João de Barros. Ver A. Teixeira da Mota, D.

João Bem oim , ob. cit., p. 17.

4

Nehem ia Levtzion, “The Western Maghrib and Sudan”, The Cam bridge

History of Africa, org. por J.D. Fage e Roland Oliver, v. 3, org. por Roland

Oliver, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1977, p. 457; sobre o

im pério, Jean Boulègue, Les Anciens Roy aum es Wolof (Sénégal), v. I, Le

Grand Jolof (XIIIe-XVIeSiècles), Blois: Éditions Façades/Paris: Karthala,

1987.

5

Jam es L.A. Webb, Jr., “The Horse and the Slave Trade between the Western

Sahara and Senegam bia”, The Journal of African History , v. 34 (1993), n. 2,

p. 226-7.

6 A. Teixeira da Mota, “Notas sobre a história dos fulas. Coli Tenguelá e a

chegada dos prim eiros fulas ao Futa Jalon”, Conferência Internacional dos

Africanistas Ocidentais, 2a Conferência, Bissau, 1947, v. 5, Lisboa, 1952;

Nehem ia Levtzion, “The Western Maghrib”, p. 457-8; M. Ly -Tall, “The

Decline of the Mali Em pire”, General History of Africa, org. pela Unesco, v.

4, org. D.T. Niane, Londres: Heinem ann/University of California

Press/Unesco, 1984, p. 180-2; Jean Boulègue e Jean Suret-Canale, “The

Western Atlantic Coast”, History of West Africa, org. J.F. Ade Aj ay e e

Michael Crowder, v. I, 3. ed., Londres: Longm an, 1985, p. 513.

7

Sobre a decadência do Mali e a ascensão de Songai, ver, em português,

Alberto da Costa e Silva, A enxada e a lança: a África antes dos portugueses,

2. ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996, p. 317-8 e 516-25.

8 Levtzion, “Western Maghrib”, ob. cit., p. 447.

9

Al-Sadi, Tarikh al-Sudan, trad. de O. Houdas, Paris, 1911, p. 169-70.

10 Nehem ia Levtzion, Ancient Ghana and Mali, 2. ed., Nova York: Africana

Publishing Com pany, 1980, p. 89-90.

11 Levtzion, “The Western Maghrib”, ob. cit., p. 98.

12

Philip D. Curtin, Econom ic Change in Precolonial Africa: Senegam bia in the

Era of the Slave Trade, Madison: The University of Wisconsin Press, 1975, p.

95.

13

Ásia, Prim eira Década, Livro III, cap. 12, p. 116-7 da ed. cit.

14

Ibidem .

15 Sobre o Gabu, ver Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 610.

16

Ny antio ou Ny ancho.

17 Ver Carlos Lopes, Kaabunké: espaço, território e poder na Guiné-Bissau,

Gâm bia e Casam ance pré-coloniais, trad. de Maria Augusta Júdice e Lurdes

Júdice, Lisboa, Com issão Nacional para as Com em orações dos

Descobrim entos Portugueses, 1999, p. 100-11.

18

Koringo ou Korig.

19 Ou Gelwar.

20 Ou Kaabunké.

21

“Contactos culturais luso-africanos na Guiné de Cabo Verde”, Boletim da

Sociedade de Geografia de Lisboa, Lisboa, n. 11-2 (1959), p. 659.

22 “The Guinea Coast”, The Cam bridge History of Africa, v. 4, org. por Richard

Gray, Cam bridge: Cam brige University Press, 1975, p. 276 e 279.

23 Rodney, ob. cit., p. 282; Lopes, Kaabunké, ob. cit., p. 110-11.

24 Rodney, ob. cit., p. 284.

25

Ou Ny am akala.

26 Levtzion, “The Western Maghrib”, ob. cit., p. 400.

27

John O. Hunwick, “Songhay, Borno and the Hausa states, 1450-1600”, History

of West Africa, org. por J.F. Ade Aj ay i e Michael Crowder, v. I, 3. ed., p. 359.

28

Al-Sadi, Tarikh al-Sudan, p. 163-4.

29 Crônica de Alm ançor, Sultão de Marrocos (1578-1603)/Chronique d’Al-

Mansour, Sultan du Maroc (1578-1603), com estudo crítico, introd. e notas por

Antônio Dias Farinha e trad. francesa de Léon Bourdon, Lisboa: Instituto de

Investigação Científica Tropical, 1997, p. 149.

30

Antônio Saldanha, Crônica de Alm ançor, ob. cit., p. 147.

31 H. de Castries, “La Conquête du Soudan par El-Mansour, 1591”, Hespéris,

Rabat, v. III (1923), p. 444-5, 467 e 478. Na Crônica de Alm ançor, p. 165,

m encionam -se seis m il soldados, dez m il cam elos e quatro m il cavalos.

32

“Relation de l’anony m e espagnol”, conform e publicada por H. de Castries,

loc. cit., p. 461 e 471.

33 “Introduction: Som e Interregional Them es”, The Cam bridge History of

Africa, v. 3, p. 9.

34 Com o afirm a, entre tantos outros, Robert S. Sm ith, Warfare & Diplom acy in

Pre-Colonial West Africa, 2. ed., Londres: Jam es Currey, 1989, p. 81-2.

35 Com o testem unha um cronista contem porâneo, Ahm ad Ibn Fartuwa (ou

Furtu), History of the first 12 y ears of the reign of Idris Aloom a of Bornu

(1571-1583) by his Im am , trad. de H.R. Palm er, Lagos: Governm ent Printer,

1926, p. 11; ou em Dierk Lange, A Sudanic Chronicle: the Borno Expeditions

of Idris Alaum a (1564-1576) according to the account of Ahm ad b. Furtu,

Stuttgart: Franz Steiner Verlag Wiesbaden GMBH, 1987, p. 38; ver tam bém Y.

Urvoy, Histoire de l’em pire de Bornou, Paris, Larose: 1949, p. 76 e 78; J.

Spencer Trim ingham , A History of Islam in West Africa, Londres: Oxford

University Press, 1975 (a prim eira ed. é de 1962), p. 122; Hum phrey J. Fisher

e Virginia Rowland, “Firearm s in the Central Sudan”, The Journal of African

History , Londres, v. XII (1971), n. 2, p. 215-6; Hum phrey J. Fisher, “The

Central Saara and Sudan”, Cam bridge History of Africa, v. 4, p. 701; John E.

Lavers, “Kano and Borno to 1808”, Groundwork of Nigerian History , org. por

Obaro Ikim e, Ibadan: Heinem ann Educational Books, 1984 (a prim eira ed. é

de 1980), p. 197; John O. Hunwick, “Songhay, Borno and the Hausa States”, p.

355-6; R.A. Adeley e, “Hausaland and Borno, 1600-1800”, History of West

Africa, v. I, 3. ed., p. 587, 591-2.

36

A.G. Hopkins, An Econom ic History of West Africa, Londres: Longm an,

1977, p. 26.

37 Conform e m ostrado por Claude Meillassoux em The Anthropology of

Slavery : the Wom b of Iron and Gold, trad. de Alide Dasnois, Londres, The

Athlone Press, 1991, p. 208-12.

38

Sobre o conflito entre o xerife m arroquino e Songai: Al-Sadi, Tarikh al-Sudan,

p. 163-4, 180, 193 e 215-7; Mahm ud al-Kati, Tarikh al-Fattash, trad. de O.

Houdas e M. Delafosse, Paris, 1913, p. 160-320; H. de Castries, “La conquête

du Soudan par El-Mansour”, p. 433-88; E.W. Bovill, The Golden Trade of the

Moors, 2. ed. Londres: Oxford University Press, 1968, p. 160-78; Levtzion,

“The Western Maghrib”, ob. cit., p. 410-5 e 441-3; Lansiné Kaba, “Archers,

Musketeers, and Mosquitoes: the Moroccan Invasion of the Sudan and the

Songhay Resistance (1591-1612)”, The Journal of African History , v. 22

(1981), n. 4, p. 457-75; e Hunwick, “Songhay, Borno”, p. 360-4.

39 Al-Sadi, Tarikh al-Sudan, ob. cit., p. 279.

40 Yves Person, “The Coastal Peoples: from Casam ance to the Ivory Coast

Lagoons”, General History of Africa, org. pela Unesco, v. IV, p. 314-5.

41

Cit. por E.W. Bovill, The Golden Trade, p. 190.

42 Ibidem , p. 196-7.

43 Ibidem , p. 200.

44

Os descobrim entos e a econom ia m undial, 2. ed., v. I, Lisboa: Editorial

Presença, 1981, p. 174.

45

John Hunwick, “Songhay, Borno and the Hausa States”, p. 347.

46 Paul Marty, Etudes sur l’Islam et les tribus du Soudan, Paris, 1918-21, v. II, p.

7.

47 Ed. cit., p. 223.

48

Com o sustenta John Ralph Willis, “The Western Sudan from the Moroccan

Invasion (1591) to the Death of al-Mukhtar al-Kunti (1811)”, History of West

Africa, v. I, 3. ed., p. 539-40 e 571.

49

Joseph M. Cuoq, Recueil des sources arabes concernant l’Afrique Occidentale

du VIII eau XVIe siècle, Paris: Éditions du Centre National de la Recherche

Scientifique, 1975, p. 311; N. Levtzion e J.E.P. Hopkins, Corpus of Early

Arabic Sources for West African History, Cam bridge: Cam bridge University

Press, 1981, p. 296; e Said Ham dun e Noël King, Ibn Battuta in Black Africa,

Londres: Rex Collins, 1975, p. 47.

50 Tratado Breve dos Rios de Guiné do Cabo-Verde desde o rio do Sanagá até os

baixos de Sant’Anna etc. etc., publicado por Diogo Köpke, Porto: Tipografia

Com ercial Portuense, 1841, p. 43.

51 Descrição da Serra Leoa e dos Rios de Guiné do Cabo Verde (1625), Lisboa:

Junta de Investigações Científicas do Ultram ar, 1977, p. 166.

52 Ob. cit., p. 30.

53 Am pla análise em Walter Rodney, A History of the Upper Guinea Coast, 1545

to 1800, Nova York: Monthly Review Press, 1980, p. 39-70.

54

Tratado breve, ob. cit., p. 80-91.

55 Descrição, ob. cit., p. 104-18.

56 “Ethiopia Menor e Descripção Geografica da Provincia de Serra Leoa”

(1916), Biblioteca da Sociedade de Geografia de Lisboa, m s. 141-C-1, citado

profusam ente por Walter Rodney em seu livro sobre a Alta Guiné.

57 Duas descrições seiscentistas da Guiné, introd. e notas de Dam ião Peres,

Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1990, p. 72 e 230.

58 “Les Kissi et leurs statuettes de pierre dans le cadre de l’histoire Ouest-

Africaine”, Bulletin de l’Institut Français de l’Afrique Noire, tom o XXIII,

Série B (1961), n. 1.

59 J.D. Fage, “Upper and Lower Guinea”, The Cam bridge History of Africa, v.

3, p. 509.

60

Com o faz J.D. Fage, ob. cit., p. 509-10.

61 Yves Person, “The Coastal Peoples: from Casam ance to the Ivory Coast

Lagoons”, p. 319.

62 Ob. cit., p. 104.

63

Alm ada, Tratado breve, ob. cit., p. 80.

64 Rodney, A History of the Upper Guinea, ob. cit., p. 62.

65

Sobre os cham ados m arfins afro-portugueses, ver W.B. Fagg e W. e B.

Form an, L’Art Nègre: Ivoires afro-portugais, Praga: Artia, 1959; A. Teixeira

da Mota, “Gli avori africani nella docum entazione portoghese dei secoli

XVXVII”, Africa, v. 30 (1975), n. 4; Ezio Bassani e William B. Fagg, Africa

and the Renaissance: Art in Ivory , Nova York: The Center for African Art &

Prestel-Verlag, 1988.

66

Ob. cit., p. 85.

67 Alm ada, Tratado breve, ob. cit., p. 87.

68

Rodney, A History of the Upper Guinea, ob. cit., p. 61.

69 The Hawkins Voy ages, org. por Clem ens Markham , Londres: Hakluy t Society,

v. LVII, 1878, p. 71-2.

70 Jeurian Prins, em seu diário, transcrito por Nize Isabel de Moraes, À la

découverte de la Petite Côte au XVIIe siècle (Sénégal et Gam bie), tom os III

e IV, Dacar: Université de Dakar – IFAN, Cheikh Anta Diop, 1998, p. 61.

1

Eustache de La Fosse, Crônica de um a viagem à Costa da Mina. Trad. de

Pedro Alvim e prólogo de Joaquim Montezum a de Carvalho. Lisboa: Vega,

1992, p. 64-5.

2 Sobre o Benim antes do século XVI, Alberto da Costa e Silva, A enxada e a

lança: a África antes dos portugueses, 2. ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira,

1996, p. 529-47.

3 R.E. Bradbury, Benin Studies, org. por Peter Morton-William s, Londres:

International African Institute/Oxford University Press, 1973, p. 34.

4

Transcreve-se o seu texto em Thom as Hodgkin, Nigerian Perspectives: an

Historical Anthology , 2. ed., Londres: Oxford University Press, 1975, p. 156-

7.

5

Ibidem , p. 160.

6 Esm eraldo De Situ Orbis, introd. e notas de Dam ião Peres, Lisboa: Academ ia

Portuguesa da História, 1988, p. 144.

7 Ibidem , p. 149.

8

J.D. Fage, “Upper and Lower Guinea”, The Cam bridge History of Africa, org.

J.D. Fage e Roland Oliver, v. III, org. por Roland Oliver, Cam bridge:

Cam bridge University Press, 1977, p. 497.

9

João de Barros, que narra o episódio no cap. IV do Livro III da Prim eira

Década da Ásia (p. 83-5 da ed. org. por Antônio Baião, Coim bra: Im prensa

da Universidade, 1932).

10

Fage, “Upper and Lower Guinea”, ob. cit., p. 500.

11 Recolhidas por Jacob Egharevba, A Short History of Benin, 3. ed. (a prim eira

ed. é de 1934), Ibadan: Ibadan University Press, 1960, p. 27.

12 Vitorino Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, 2.

ed., v. II, Lisboa: Editorial Presença, 1982, p. 152.

13 Alan Ry der, Benin and the Europeans, 1485-1897, Londres: Longm an, 1969,

p. 32-3.

14 Ou Urhobo.

15

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 35 e 36-7.

16 Ibidem , p. 36.

17

Duarte Pacheco Pereira (Esm eraldo, ob. cit., p. 172) j á anotara que o igô era

m oeda no Benim e escrevera: “aos quais búzios cham am ‘iguou’; e todalas

cousas por eles com pram , e quem m ais deles tem , m ais rico é.”

18 Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 61; Magalhães Godinho, Os

descobrim entos e a econom ia m undial, v. II, ob. cit., p. 18; Jan Hogendorn e

Marion Johnson, The Shell Money of the Slave Trade, Cam bridge: Cam bridge

University Press, 1986, p. 30.

19

Egharevba, A Short History of Benin, ob. cit., p. 12.

20 Graham Connah, African Civilizations: Precolonial Cities and States in

Tropical Africa: an Archaeological Perspective, Cam bridge: Cam bridge

University Press, 1987, p. 136; Frank Willet, “Nigerian Art: an Overview”,

em Treasures of Ancient Nigeria, com textos de Ekpo Ey o e Frank Willet,

Nova York: Alfred A. Knopf, 1980, p. 42-3; David W. Phillipson, African

Archaeology , 2. ed., Cam bridge: Cam bridge University Press, 1993, p. 217.

21 Paula Girshick Ben-Am os, The Art of Benin, ed. rev., Washington, D.C.:

Sm ithsonian Institution Press, 1995, p. 28.

22 Conform e a cronologia proposta por R.E. Bradbury, num estudo de 1959

(“Chronological Problem s in the Study of Benin History ”) incluído em seu

livro póstum o Benin Studies, p. 20-1 e 32-7, e aceita por Ry der, Benin and the

Europeans, ob. cit., p. 46.

23 Conform e Egharevba, A Short History of Benin, ob. cit., p. 28.

24

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 48.

25 Não li o texto em português, que está no Arquivo da Torre do Tom bo, em

Lisboa (Corpo Cronológico I, m aço 20, n. 18), m as som ente a trad. inglesa

estam pada em Thom as Hodgkin, Nigerian Perspectives, p. 127-8.

26

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 48-9.

27 Bradbury, ob. cit., p. 35-6.

28

Egharevba, A Short History , ob. cit., p. 28; Bradbury, ob. cit., p. 35; Ry der,

Benin and the Europeans, ob. cit., p. 50.

29

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 51.

30 Ibidem , p. 51 e 69-70.

31

Egharevba, A Short History , ob. cit., p. 30.

32 Arquivo da Torre do Tom bo, Lisboa: Corpo Cronológico I, m aço 25, n. 57.

33

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 45.

34 Pacheco Pereira, Esm eraldo, ob. cit., p. 162.

35

Códice Valentim Fernandes, leitura e notas de José Pereira da Costa, Lisboa:

Academ ia Portuguesa da História, 1997, p. 173.

36

“Navigazione da Lisbona all’isola di San Tom é”, em Giovanni Battista

Ram usio, Navigazioni e Viaggi, ed. org. por Marica Milanesi, v. I, Turim :

Giulio Einaudi, 1978, p. 578; trad. portuguesa: Viagem de Lisboa à Ilha de São

Tom é, escrita por um piloto português, trad. do italiano por Sebastião

Francisco de Mendo Trigoso, com introd. e notas de Augusto Reis Machado,

Lisboa: Portugália Editora, s.d., p. 50-1.

37 Arquivo da Torre do Tom bo, Livro das ilhas, f. 109V-IIIV, 16 de dezem bro de

1485; Portugalia Monum enta Africana, org. pelo Centro de Estudos de

História e Cartografia Antiga do Instituto de Investigação Científica Tropical,

Lisboa: Com issão Nacional para as Com em orações dos Descobrim entos

Portugueses/Im prensa Nacional/Casa da Moeda, v. I, 1993, doc. n. 165, p.

349-52.

38 Arquivo da Torre do Tom bo, Livro das ilhas, ff. 39V-4or. 20 de agosto de

1500.

39 Códice Valentim Fernandes, ob. cit., p. 163.

40

Garcia de Resende, Crónica que trata da vida de el Rei D. João I. Ed. org. por

Joaquim Veríssim o Serrão, Lisboa: Im prensa Nacional, 1973, cap. CLXXIX.

41

Viagem de Lisboa à Ilha de São Tom é, ob. cit., p. 51-2.

42 Isabel Castro Henriques, São Tom é e Príncipe: a invenção de um a sociedade,

Lisboa: Vega, 2000, p. 39-42.

43 Códice Valentim Fernandes, ob. cit., p. 164.

44

Ibidem .

45 Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. IV, ob. cit.,

1983, p. 164; John Thornton, Africa and Africans in the Making of the Atlantic

World, 1400-1680, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1992, p. 96.

46

Por Ivana Elbl, por exem plo, em “The Volum e of the Early Slave Trade,

1450-1521”, The Journal of African History , v. 38 (1997), n. 1, p. 70-1.

47

Ibidem , p. 54.

48 Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. IV, ob. cit., p. 171 e

202.

49 Com o escreve Isabel Castro Henriques, “Ser escravo em S. Tom é no século

XVI: um a outra leitura do m esm o quotidiano”, Revista Internacional de

Estudos Africanos, n. 6-7 (1987), p. 170.

50 “Navigazione da Lisbona all’isola di San Tom é”, p. 578; Viagem de Lisboa à

Ilha de São Tom é, ob. cit., p. 51.

51 Cit. por Jaim e Cortesão, Os portugueses em África, Lisboa: Portugália

Editora, 1968, p. 34.

52 Códice, ob. cit., p. 176.

53

Esm eraldo, ob. cit., p. 162.

54 Ry der: Benin and the Europeans, ob. cit., p. 42.

55

Os portugueses em África, ob. cit., p. 38.

56 Códice Valentim Fernandes, ob. cit., p. 173-4.

57 Paul E. Lovej oy (Transform ations in Slavery : a History of Slavery in Africa,

Cam bridge: Cam bridge University Press, 1983, p. 37), que se apoia em John

L. Vogt.

58 Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 44.

59

O cálculo é de Alan Ry der, Benin and the Europenas, ob. cit., p. 52.

60 Pacheco Pereira, Esm eraldo, ob. cit., p. 149.

61

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 40 e 53.

62 Ibidem , p. 55.

63

Ibidem , p. 56.

64 Ibidem , p. 54.

65 Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. IV, ob. cit., p. 162.

66

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 164; Godinho, Os descobrim entos

e a econom ia m undial, v. IV, p. 164.

67

Thornton, Africa and Africans, ob. cit., p. 214-6.

68 José Ram os Tinhorão, Os negros em Portugal: um a presença silenciosa,

Lisboa: Cam inho, 1988, p. 201-17.

69 Alonso de Sandoval: De Instauranda Aethiopum Salute: el m undo de la

esclavitud negra en Am erica, Bogotá: Em presa Nacional de Publicações,

1956, p. 94 (a prim eira edição é de 1627).

70 Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 74.

71

Segundo um contem porâneo, o piloto anônim o que escreveu a “Navigazione

da Lisboana all’isola di San Tom é”, p. 537; Viagem de Lisboa à Ilha de São

Tom é, ob. cit., p. 34-5.

72

Com o a qualifica Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia

m undial, v. II, p. 155.

73

Prim eira Década, Livro III, cap. IV, p. 84 da ed. cit.

74 Egharevba, A Short History , ob. cit., p. 22; William A. Moore, History of the

Itsekiri, Londres, s.d., p. 16; Obaro Ikim e, “The Peoples and Kingdom s of the

Delta Province”, em Groundwork of Nigerian History , org. por Obaro Ikim e,

Ibadan: Historical Society of Nigeria/Heinem ann Educational Books, 1984, p.

90.

75

Ou Isoko.

76 Sobre o cristianism o em Oere, Alan Ry der, “Missionary Activity in the

Kingdom of Warri to the Early Nineteenth Century ”, Journal of the Historical

Society of Nigeria, v. II (1960), n. 1.

77 Cit. por Alan Ry der, ob. cit., p. 3; o trecho relevante em Zora Selj an, A

dem anda de Dom Dom ingos, Rio de Janeiro: Nórdica/Instituto Nacional do

Livro, 1985, p. 139-41.

78 Com o sugere Zora Selj an, na p. 81 do livro em que procura reconstituir a sua

história.

79 Com o propõe Zora Selj an, ob. cit., p. 81.

80

Texto transcrito em Thom as Hodgkin, ob. cit., p. 173.

81 Antônio Olinto, Brasileiros na África, 2. ed., Rio de Janeiro: GRD, 1980, p.

101 e 112-3.

82 Adrian Hastings, The Church in Africa, 1450-1950, Oxford: Clarendon Press,

1994, p. 120.

83 Devo a Elizabeth Isichei o haver solicitado m eu cuidado para isso, em um

parágrafo da p. 61 de seu livro A History of Christianity in Africa, Londres:

SPCK, 1995.

84 Transcrito em Hodgkin, ob. cit., p. 173; e em Selj an, ob. cit., p. 150.

85

Ry der, “Missionary Activity in the Kingdom of Warri”, ob. cit., p. 11-2;

Hodgkin, ob. cit., p. 176-8.

86

Ikim e, “The Peoples and Kingdom s of the Delta Province”, ob. cit., p. 103-4.

87 Conform e um a testem unha da época, Garcia Mendes Castelo Branco, “Da

Mina ao Cabo Negro”, em Luciano Cordeiro, Questões Histórico-Coloniais, v.

I, Lisboa: Agência Geral das Colônias, 1935, p. 201.

88 Francisco Tenreiro, “Descrição da ilha de São Tom é no século XVI”, Garcia

de Orta, n. 1 (1953), p. 224; Robert Garfield, A History of São Tom é Island,

1470-1655: the Key to Guinea, São Francisco, 1992, p. 77-9; Jan Vansina,

“Quilom bos on São Tom é, or in Search of Original Sources”, History in

Africa, v. 23 (1996), p. 453-9.

89 Isabel Castro Henriques, São Tom é e Príncipe, ob. cit., p. 116-9.

90 Ibidem , p. 92.

91

“Da Mina ao Cabo Negro”, ob. cit., p. 201-2.

92 De Instauranda Aethiopum Salute: el m undo de la esclavitud negra en

Am erica, p. 94.

93 Ibidem , p. 96. Devo a Nicolás del Castillo Mathieu (Esclavos negros en

Cartagena y sus aportes léxicos, Bogotá: Instituto Caro y Cuervo, 1982, p. 45)

o ter-m e indicado essa afirm ação do Padre Alonso de Sandoval.

94 Koko, Kogo, Bakoko ou Bakogo.

95

Kola ou Bakola.

96 Ou Moko.

97 Ou obolos.

98

Ou Ukwuani.

99 Ekoi, Ekoy , Koï, Yako, Iy ako, Eafen ou Ej agham .

100

E.J. Alagoa, “Peoples of the Cross River Valley ant the Eastern Niger Delta”, em Groundwork of Nigerian History , ob. cit., p. 61-2; Elizabeth Isichei, A History of Nigeria, Londres: Longm an, 1983, p. 167-70; e A History of African Societies to 1870, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1997, p. 356-7.

101 Assim as considerou, num estudo pioneiro, K.O. Dike, Trade and Politics in

the Niger Delta, 1830-1885: an Introduction to the Econom ic and Political

History of Nigeria, Oxford: Clarendon Press, 1956, p. 30-1.

102 Ikim e, “The Peoples and Kingdom s”, p. 106.

103

Isichei, A History of Nigeria, 1983, ob. cit., p. 114.

104 Philip Allison, Cross River Monoliths, Lagos: Departm ent of Antiquities of

the Federal Republic of Nigeria, 1968, p. 20.

105 A(lan) F.C. Ry der, “The Trans-Atlantic Slave Trade”, em Groundwork of

Nigerian History , p. 236.

106 Esm eraldo, ob. cit., p. 156.

107

Com o m ostrou E.J. Alagoa, “Long-distance Trade and States in the Niger Delta”, The Journal of African History , v. XI (1970), n. 3, p. 319-29, de quem retiro os exem plos deste parágrafo.

108

Sobre a evolução política de Nem be e de outras com unidades ij ós, antes de 1500, ver Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 613-6.

109 E.J. Alagoa, “The Niger Delta States and their Neighbours to c. 1800”, em

History of West Africa, org. por J.F. Ade Aj ay i e Michael Crowder, v. I, 3.

ed., Londres: Longm an, 1985, p. 378 e 379.

110

Walter Rodney, “The Guinea Coast”, The Cam bridge History of Africa, v. IV, org. por Richard Gray, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1975, p. 254 e 256.

111

Assim pensa E.J. Alagoa, “The Niger Delta States”, ob. cit., p. 379 e 387.

112 G.I. Jones, The Trading States of the Oil Rivers: a Study of Political

Developm ent in Eastern Nigeria, Londres: International African

Institute/Oxford University Press, 1963, p. 51-7 e 159-76; E.J. Alagoa, “The

Niger Delta States”, ob. cit., p. 384-7; e “The Developm ent of Institutions in

the States of the Eastern Niger Delta”, The Journal of African History , v. XII

(1971), n. 2, p. 273-5.

113 G.I. Jones, ob. cit., p. 51-2.

114

Robin Horton, Kalabary Sculpture, Lagos: Departm ent of Antiquities of the Federal Republic of Nigeria, 1965, p. 2.

115

Robin Horton, “From Fishing Village to City -State: a Social History of New

Calabar”, Man in Africa, org. por M. Douglas e P.M. Kaberry, Londres:

Tavistock, 1969, p. 54.

116 Com o ressaltou Robin Horton, Kalabari Sculpture, ob. cit., p. 3 e 4.

117

Alagoa, “The Niger Delta States”, ob. cit., p. 389.

118 Barbot on Guinea: The Writings of Jean Barbot on West Africa, 1678-1712,

org. por P.E.H. Hair, Adam Jones e Robin Law, Londres: Hakluy t Society,

1992, v. II, p. 675.

119 Assim pensam E.J. Alagoa, “The Niger Delta States”, ob. cit., p. 390, e os

anotadores da ed. cit. de Barbot, v. II, p. 709-10, notas 51 e 57.

120 Barbot on Guinea, ob. cit., v. II, p. 685-90.

121

Barbot on Guinea, ob. cit., v. II, p. 699; G.I. Jones, ob. cit., p. 92-4; Alagoa, “The Niger Delta States”, ob. cit., p. 400-1.

122

Isichei, A History of African Societies, ob. cit., p. 356.

123 Alagoa, “The Niger Delta States”, ob. cit., p. 409.

124 Jones, ob. cit., p. 21.

125

Barbot in Guinea, ob. cit., v. II, p. 672.

126 P. Am aury Talbot, In the Shadow of the Busch, Londres, 1912, p. 305-6;

Alagoa, “Peoples of the Cross River Valley and the Eastern Niger Delta”, em

Groundwork of Nigerian History , ob. cit., p. 62-3; Isichei, A History of

Nigeria, ob. cit., p. 333-5, e A History of African Societies, ob. cit., p. 357.

127 Philip Allison, ob. cit., p. 11 e 22; John Picton, “West Africa and the Guinea

Coast”, em Africa: the Art of a Continent, org. por Tom Phillips, catálogo de

exposição realizada na Roy al Academ y of Art, em Londres, de 4 out. 1995 a

21 j an. 1996, Munique: Prestel Verlag, 1995, p. 375.

128

Philip Alison, ob. cit., p. 22-3.

129 Ibidem , p. 16-7 e 32-4.

130

Sobre a cronologia dos obás do Benim , P. Am aury Talbot, The Peoples of Southern Nigeria, Londres: Oxford University Press, 1926, v. I, cap. IV; Egharevba, A Short History of Benin, ob. cit., p. 75-6; e R.E. Bradbury, ob. cit., p. 17-43.

131 Sobre Odudua e os iorubás, Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 453-8 e 549-

54.

132

Ou Awori.

133 Sobre as origens de Lagos, J.B. Losi, History of Lagos, Lagos, 1914;

Egharevba, A Short History of Benim , ob. cit., p. 30 e 31; Akin L. Mabogunj e,

Urbanization in Nigeria, Londres, 1968, p. 238; Robert S. Sm ith, Kingdom s of

the Yoruba, Londres: Methuen, 1969, p. 91-4; A.B. Aderibigbe, “Early

History of Lagos to about 1850”, em Lagos: The Developm ent of an African

City , org. por A.B. Aderibigbe, Longm an Nigeria, 1975, p. 1-9; Patrick Cole,

Modern and Traditional Elites in the Politics of Lagos, Cam bridge: Cam bridge

University Press, 1975, p. 11-3 e 15; Kunle Akinsem oy in e Alan Vaughan-

Richards, Building Lagos, Jersey : Pengrail, 1977, p. 5-9.

134 A.I. Asiwaj u e Robin Law, “From the Volta to the Niger, c. 1600-1800”, em

History of West Africa, ob. cit., p. 418.

135

Egharevba, A Short History of Benim , ob. cit., p. 32.

136 Com o sugere Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 15.

137 Robin Law, The Oy o Em pire c.1600-c.1836: a West African Im perialism in

the Era of the Atlantic Slave Trade, Oxford: Clarendon Press, 1977, p. 126-32.

138

Sobre o Egaevbo n’Ore e o Egaevbo n’Ogbe, Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 541-2 e 545-6.

139

Egharevba, A Short History , ob. cit., p. 32-3.

140 Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 15.

141 Egharevba, A Short History , ob. cit., p. 34.

142

Law, The Oy o Em pire, ob. cit., p. 132.

143

Walter Rodney, “The Guinea Coast”, ob. cit., p. 227.

144 A respeito, Bradbury, ob. cit., p. 70-5.

145

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 16-7.

146 Ibidem , p. 88-92.

147 Ibidem , p. 92; Asiwaj u e Law, “From the Volta to the Niger”, ob. cit., p. 421.

148

Egharevba, A Short History of Benim , ob. cit., p. 37.

149 Asiwaj u e Law, “From the Volta to the Niger”, ob. cit., p. 420-1.

150

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 19.

151 Egharevba, A Short History , ob. cit., p. 40.

152 Ibidem , p. 41.

153

Ry der, Benin and the Europeans, ob. cit., p. 20.

154 A.G. Afigbo, “Igboland before 1800”, Groundwork of Nigerian History , ob.

cit., p. 84-5.

155 Elizabeth Isichei, The Ibo People and the Europeans: the Genesis of a

Relationship to 1960, Londres, Faber and Faber, 1973, p. 29-31.

156 Sobre o eze unri ou unris, Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 474-6.

157

A.C. Leonard, The Lower Niger and its Tribes, Londres, 1906, p. 36-7.

158 Elizabeth Isichei, A History of Nigeria, ob. cit., p. 163.

159

Afigbo, ob. cit., p. 82-3

160 Alagoa, “The Niger Delta States”, ob. cit., p. 408.

161 Isichei, The Ibo People, ob. cit., p. 33-6, e A History of Nigeria, ob. cit., p.

164-6; Afigbo, ob. cit., p. 87; Alagoa, “The Niger Delta States”, ob. cit., p.

406-8.

162 Ver Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 561-2.

163

Ade Obay em e, “States and Peoples of the Niger-Benue Confluence Area”, em Groundwork of Nigerian History , ob. cit., p. 153.

164

J.S. Boston, The Igala Kingdom , Ibadan, 1968, p. 194.

165 Egbira, Egbura ou Gbira.

166

Ade Obay em e, “The Yoruba and Edo-speaking Peoples and their Neighbours before 1600”, em History of West Africa, ob. cit., v. I, 3. ed., p. 289; e “States and Peoples of the Niger-Benue”, ob. cit., p. 155-6; Isichei, History of Nigeria, ob. cit., p. 140-1, 182 e 187.

167 Conform e afirm ou, em 1841, o língua do ata, e foi recolhido por Allen e

Thom pson, A Narrative of the Expedition to the River Niger, v. I, p. 288, cit.

por Isichei, A History of Nigeria, ob. cit., p. 181.

1

Jan Vansina, Kingdom s of the Savanna, Madison: The University of Wisconsin

Press, 1966, p. 45.

2 G.L. Haveaux, La Tradition historique des Bapende orientaux, Bruxelas:

Mém oires de l’Institut Roy al Colonial Belge, XXXVI, I, 1954, p. 46-7.

3 Ou m vum bi.

4 Wy att MacGaffey, “Kongo and the King of the Am ericans”, The Journal of

Modern African Studies, v. 6 (1968), n. 2, p. 171-81; e “The West in Congolese

Experience”, em Africa and the West: Intellectual Responses to European

Culture, org. por Philip Curtin, Madison: The University of Wisconsin Press,

1972, p. 49-74.

5 Anne Hilton, The Kingdom of Kongo, Oxford: Clarendon Press, 1985, p. 15.

6 E.G. Ravenstein, The Strange Adventures of Andrew Battel of Leigh in Angola

and the Adj oining Regions, Londres: Hakluy t Society, 1901, p. 48.

7 Com o, sem ser explícito, Georges Balandier, Daily Life in the Kingdom of the

Kongo from the Sixteenth to the Eighteenth Century , trad. de La Vie

quotidienne au roy aum e de Kongo du XVIe au XVIIIe siècle, por Helen

Weaver, Nova York: Pantheon Books, 1968), p. 253-4; de m odo m ais claro,

Anne Hilton, ob. cit., p. 50; e, sobretudo, num ensaio escrito com bravura,

Giorgio Raim ondo Cardona, “Africani e Portoghesi: l’altra faccia della

scoperta”, Quaderni Portoghesi, n. 4, Pisa, 1978, p. 145-61.

8 Relazione del Ream e di Congo, ed. aos cuidados de Giorgio Raim ondo

Cardona, Milão: Bom piani, 1978, p. 112.

9 Com o W.G. Randles (L’Ancien roy aum e du Congo des origines à la fin du

XIXesiècle, Haia: Mouton, 1968, p. 89), que não encontra nenhum a prova

disso.

10

Pigafetta, loc. cit.

11 Ásia, Prim eira Década, Livro III, cap. III, p. 80 da ed. revista e prefaciada

por Antônio Baião, Coim bra: Im prensa da Universidade, 1932.

12

Sobre o reino do Congo, Alberto da Costa e Silva, A enxada e a lança: a

África antes dos portugueses, 2. ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996, p.

491-8.

13

É o que depreendo de Rui de Pina, “Relação do Reino do Congo”, em

Carm en M. Radulet, O cronista Rui de Pina e a “Relação do Reino do Congo”,

Lisboa: Im prensa Nacional/Casa da Moeda, 1992, p. 97. Já João de Barros

(Prim eira Década da Ásia, p. 80 da ed. de Baião, cit.) diz o contrário: que

nenhum dos intérpretes que levava pôde entender-se com os nativos e, por

isso, com eles se com unicaram “com acenos”.

14

Rui de Pina, ob. cit., p. 99; João de Barros, loc. cit.

15 Anzinga a Ancuua, Nzinga Nkuvu, Nzinga Kuwu, Nzinga-a-Cuum ou Jinga-a-

Cuum .

16 Relação, p. 101.

17

Ásia, Prim eira Década, Livro III, cap. III, ob. cit., p. 81 da ed. de Baião.

18 Padre Francisco de Santa Maria, O Ceo aberto na terra, Lisboa, 1597,

reproduzido em Pe. Antônio Brásio, Monum enta Missionaria Africana: África

Ocidental, 1. série I, v. I, Lisboa, 1952, p. 91.

19 Pigafetta, Relazione, p. 56.

20 Esm eraldo de Situ Orbis, com introd. e anotações históricas de Dam ião Peres,

Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1954, p. 171.

21

Daily Life in the Kingdom of the Kongo, ob. cit., p. 23-4.

22 The Portuguese Seaborne Em pire (1415-1825), Harm ondsworth: Penguin

Books, 1969, p. 100.

23 Rui de Pina, Relação, p. 105; João de Barros, Ásia, Prim eira Década, Livro

III, cap. IX, p. 102 da ed. de Baião.

24 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 50.

25

Pina, cit., p. 109; Barros, ob. cit., p. 102-3.

Continuar: parte 4 de 7