A Manilha e o Libambo

Alberto da Costa e Silva · Capítulo 30 de 30 · parte 6/7

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A Manilha e o Libambo

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Este capítulo é longo, por isso está dividido em 7 partes.

Ibidem , p. 7.

22 Alan Viliers, Sons of Sindbad, Londres, 1940, p. 158-9; T.A. Churm ovsky, Três

roteiros desconhecidos de Ahm ad Ibn-Madj id, o piloto árabe de Vasco da

Gam a, Lisboa, 1960.

23 Vitorino Magalhães Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, v. I,

Lisboa: Editorial Presença, 1981, p. 183 e 192.

24 Com o H. Neville Chittick, “The East Coast, Madagascar and the Indian

Ocean”, em The Cam bridge History of Africa, org. por J.D. Fage e Roland

Oliver, v. 3, org. por Roland Oliver, Cam bridge: Cam bridge University Press,

1977, p. 227.

25

A.I. Salim : “East Africa: the Coast”, em General History of Africa, org. pela

Unesco, v. V, org. por B.A. Ogot, Londres: Heinem ann/University of

California Press/Unesco, 1992, p. 760.

26

Alexandre Lobato, A expansão portuguesa em Moçam bique de 1498 a 1530.

Livro III: aspectos e problem as da vida econôm ica de 1505 a 1530, Lisboa:

Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, 1960, p. 166.

27

Sobre o m onom otapa e o reino de seu nom e, ver o m eu livro, ob. cit., p. 422-6

e 428-9.

28

Ou Karanga.

29 Maly n D. Newitt, “The Early History of the Sultanate of Angoche”, The

Journal of African History , v. XIII (1972), n. 3, p. 398-9.

30 S.I.G. Mudenge, A Political History of Munhum utapa, c. 1400-1902, Harare:

Zim babwe Publishing House, 1988, p. 43-5.

31 E.A. Alpers, Ivory and Slaves in East-Central Africa to the Later 19th

Century , Londres: Heinem ann, 1975, p. 46.

32

Ásia, Década IX, capítulo XX; p. 252-4 do v. VIII dos Docum entos sobre os

portugueses em Moçam bique e na África Central,1497-1840/Docum ents on

the Portuguese in Mozam bique and Central Africa, 1497-1840, Lisboa:

National Archives of Rhodesia and Ny asaland/Centro de Estudos Históricos

Ultram arinos, 1975.

33 Godinho, Os descobrim entos e a econom ia m undial, ob. cit., vol . I, p. 197.

34 Ver o m eu livro, ob. cit., p. 426.

35

José Torres, Esboço de estudo da penetração portuguesa na África Oriental no

século XVI, Lisboa: I Congresso da História da Expansão Portuguesa no

Mundo, 1938, p. 48.

36

Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África Central,

1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa,

1497-1840, v. III, Lisboa: National Archives of Rhodesia and

Ny asaland/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, 1964, p. 496-9.

37 “Sum ário de cartas de Antônio de Saldanha, Capitão de Sofala e

Moçam bique, para El-Rei, feito por Antônio Carneiro, Secretário de Estado”,

Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. III, p. 10.

38 “Relação de arm adas da Índia, 1512”, Docum entos sobre os portugueses, ob.

cit., v. III, p. 178.

39 Na carta de 25 de outubro de 1514 ao rei de Portugal, dizia Afonso de

Albuquerque: “A m im m e escrevem os oficiais de Sofala com o tinham nova

do hom em que m andaram descobrir aquela cidade do Benam otapa, donde o

ouro vem ...” em Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. III, p. 560-1.

40

Descoberta por Eric Axelson no Arquivo Nacional da Torre do Tom bo, em

Lisboa, e publicada por Hugh Tracey, em António Fernandes, descobridor do

Monom otapa, 1514-1515, trad. portuguesa e notas de Caetano Montez,

Lourenço Marques: Arquivo Histórico de Moçam bique, 1940, p. 20-30.

41 Tracey, ob. cit., p. 19.

42

Sobre os zim baués ou zim babués, o m eu livro, ob. cit., p. 414-21.

43 Conform e carta do padre Luís Fróis, datada de 15 de dezem bro de 1561, em

Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. VIII, p. 40 e 42.

44 Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 54.

45

Torres, ob. cit., p. 60.

46 Carta do padre Luís Fróis, de 15 de dezem bro de 1561, cit.

47 “Relação (cópia), feita pelo padre Francisco de Monclaro, da Com panhia de

Jesus, da expedição ao Monom otapa, com andada por Francisco Barreto”,

Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. VIII, p. 362.

48 Cap. I (p. 374 da ed. cit.).

49

O argum ento é de José Torres, que procedeu a essa identificação. Ver o seu

Esboço de estudo, ob. cit., p. 50-2.

50

Carta de Antônio Caiado a um am igo, datada de 1561, em Docum entos sobre

os portugueses, ob. cit., v. VIII, p. 2-8; carta do padre j esuíta Luís Fróis, de 15

de dezem bro de 1561, ibidem , p. 48-54; carta do padre j esuíta Pedro de

Arboleda, de 27 de outubro de 1562, ibidem , p. 100; “Livro sobre a ação da

Com panhia de Jesus no Oriente”, Nápoles, 1573, ibidem , p. 220-2.

51 “Livro sobre a ação da Com panhia de Jesus no Oriente”, cit., p. 212.

52

Ver a “Determ inação (Cópia) de Letrados” sobre as condições para se fazer

guerra, com j ustiça, aos im peradores do Monom otapa, em Docum entos

sobre os portugueses, ob. cit., v. VIII, p. 162-71.

53

Ibidem , p. 172-4, 184-8, 194-203.

54 Ásia, Década IX, cap. XX (p. 250 do v. VIII dos Docum entos sobre os

portugueses, ob. cit.).

55 Sobre a cam panha de Francisco Barreto, Eric Axelson, Portuguese in

Southeast Africa, 1488-1600, Cidade do Cabo: C. Struick, 1973, p. 157-64.

56 Couto, Ásia, Década IX, cap. XX (p. 256-8 e 260-2 do v. VIII dos

Docum entos sobre os portugueses, ob. cit.); carta de Vasco Fernandes

Hom em para Luís da Silva, datada de 15 de fevereiro de 1576, em

Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. VIII, p. 446-8.

57 Alexandre Lobato, Colonização senhorial da Zam bézia e outros estudos,

Lisboa: Junta de Investigações do Ultram ar, 1962, p. 77.

58 Chittick, ob. cit., p. 228.

59

D.N. Beach, The Shona and Zim babwe, 900-1850, Gweru: Mam bo Press,

1984 (a prim eira ed. é de 1980), p. 113-5; A. Rita-Ferreira, Fixação

portuguesa e história pré-colonial de Moçam bique, Lisboa: Instituto de

Investigação Científica Tropical/Junta de Investigações Científicas do

Ultram ar, 1982, p. 66.

60 “Relação feita pelo padre Francisco de Monclaro”, ob. cit., p. 370.

61 Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 207-8.

62

Loc. cit., p. 424.

63 Ibidem , p. 370-2 e 394; ver tam bém Diogo do Couto, Ásia, ob. cit., Década

IX, cap. XX, p. 276-80.

64 “Relação feita pelo padre Monclaro”, p. 394.

65

Couto, Ásia, ob. cit., Década IX, cap. XX, p. 276.

66 Allen Isaacm an, The Tradition of Resistance in Mozam bique: Anti-Colonial

Activity in the Zam bezi Valley, 1850-1921, Berkeley : University of California

Press, 1976, p. 4.

67

Beach, ob. cit., p. 66, 121e 124; e Mudenge, A Political History , ob. cit., p.

209-15.

68 Maravis, m alavis, m aláuis, Malawi ou Marawi.

69 Maly n Newitt, “The Early History of the Maravi”, The Journal of African

History , v. 23 (1982), n. 2, p. 157; e A History of Mozam bique, ob. cit., p. 57 e

67-8.

70 Monclaro, “Relação”, ob. cit., p. 398.

71

Couto, Ásia, ob. cit., Década IX, cap. XX, p. 288, 290; Monclaro, “Relação”,

ob. cit., p. 378, 404, 406 e 408.

72

Deixou ele um relato da expedição num a longa carta datada de 15 de

fevereiro de 1576, transcrita em Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v.

VIII , p. 444-61.

73

Couto, Ásia, ob. cit., Década IX, cap. XX, p. 316.

74 W.G.L. Randles (The Em pire of Monom otapa, trad. de R.S. Roberts, Gwelo:

Mam bo Press, 1981, p. 104-5, nota 1) recebeu dos Serviços Geológicos do

Ministério de Minas da então Rodésia, em fevereiro de 1972, a inform ação de

que j am ais se encontrou prata naquele país e que era im provável que nele

existissem m inas argentíferas.

75 Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África Central,

1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa,

1497-1506, v. I, Lisboa: National Archives of Rhodesia and Ny asaland/Centro

de Estudos Históricos Ultram arinos, 1962, p. 396-9.

76 “Carta de João de Sepúlveda para El-Rei”, datada de 10 de agosto de 1542,

em Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África Central,

1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa,

1497-1840, v. VII, Lisboa: National Archives of Rhodesia/Centro de Estudos

Históricos Ultram arinos, 1971, p. 130-3 e 138-9.

77

“Carta de Matias Bicudo Furtado para D. Fernando de Meneses, Em baixador

de Portugal em [Rom a]”, Cairo, 18 de j aneiro de 1566, em Docum entos

sobre os portugueses em Moçam bique e na África Central, 1497-

1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa, 1497-

1840, v. VIII, Lisboa: National Archives of Rhodesia/Centro de Estudos

Históricos Ultram arinos da Junta de Investigações Científicas do Ultram ar,

1975, p. 152-5.

78

Charles R. Boxer, “Os portugueses na Costa Suaíli, 1593-1729”, em A

Fortaleza de Jesus e os portugueses em Mom baça, por Charles R. Boxer e

Carlos de Azevedo, Lisboa: Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, 1960,

p. 22.

79 Ibidem , p. 31.

80

Jam es S. Kirkm an, Men and Monum ents on the East African Coast, Nova

York: Frederick A. Praeger, 1966, p. 122.

81

Etiópia Oriental, ob. cit., p. 234-9.

82 Eduardo do Couto Lupi, Angoche, breve m em ória sobre um a das capitanias-

m ores do Districto de Moçam bique, Lisboa, 1907; e Edward E. Alpers, ob.

cit., p. 51-2.

83 Alpers, ob. cit., p. 46-55; e Edward A. Alpers e Christopher Ehret, “Eastern

Africa”, em The Cam bridge History of Africa, v. IV, org. Richard Gray,

Cam bridge: Cam bridge University Press, 1975, p. 515-8.

84 Newitt, “The Early History of the Maravi”, ob. cit., p. 161-2.

85 K. Phiri, “Chewa History in Central Malawi and the Use of Oral Tradition,

1600-1920”, tese apresentada à Universidade de Wisconsin em 1975, p. 49.

86

Matthew Schoffeleers, “The Zim ba and the Lundu State in the Late Sixteenth

and Early Seventeenth Centuries”, The Journal of African History, v. 28

(1987), n. 3, p. 339 e 346-9.

87 Ibidem , p. 352.

88

Newitt, A History of Mozam bique, ob. cit., p. 61-2, 67 e 68.

89 Sobre os m araves ou m alavis, o m eu livro, ob. cit., p. 490.

90

Alpers, ob. cit., p. 47.

91 K.M. Phiri, O.J.M. Kalinga e H.H.K. Bhila, “The Northern Zam bezia – Lake

Malawi Region”, em General History of Africa, org. Unesco, v. V, 1992, p.

615, nota 10.

92 Newitt, “The Early History of the Maravi”, ob. cit., p. 147-8 e 59-60; e

History of Mozam bique, ob. cit., p. 70.

93 Chewa, Cewa, Achewa ou Acewa.

94

Tum buka, Tum buku, Tim buka ou Watum buka.

95 Com o sustentam Alpers, ob. cit., e Alpers e Ehret, ob. cit., p. 516.

96 Ou Lom we.

97

Makua, Makuwa, Makoa, Makouwa, Mato, Meto ou Makwai.

98 Assim pensa Newitt, “The Early History of the Maravi”, ob. cit., p. 145-62; e

History of Mozam bique, ob. cit., p. 67-73.

99 “Sum ário de um a carta de Pero Ferreira Fogaça, capitão de Quíloa, para El-

Rei, 31 de agosto de 1506”, Docum entos sobre os Portugueses, ob. cit., v. I, p.

620.

100 Com o sustentou Edward A. Alpers em Ivory and Slaves in East Central

Africa, ob. cit.

101 José Capela, Donas, senhores e escravos, Porto: Edições Afrontam ento,

1995, p. 41-2.

102

Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 25.

103 Diogo do Couto, Ásia, Década IX, ob. cit., capítulo XX, p. 272-4.

104 Monclaro, “Relação”, ob. cit., p. 417; e Mudenge, A Political History of

Munhum utapa, ob. cit., p. 181.

105

Carta do padre Luís Fróis, p. 38-40.

106 Newitt, Portuguese Settlem ent on the Zam beze, ob. cit., p. 37.

107

Com o sustenta Maly n Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 71-2.

108 Newitt, “The Early History of the Maravi”, ob. cit., p. 157.

109 Ibidem , p. 154-6; e History of Mozam bique, ob. cit., p. 68.

110

Antônio Bocarro, Década da Índia, em Records of South Eastern Africa, org. por G. M. Theal, Cidade do Cabo: Governm ent of Capetown, 1898-1903, v. 3, p. 361-4; Newitt: “The Early History of the Maravi”, ob. cit., p. 158-9; Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 225-7.

111 Ver Carlos de Azevedo, “A Fortaleza de Jesus”, em A Fortaleza de Jesus e os

portugueses em Mom baça, ob. cit., p. 79-119.

112

Freem an-Grenville, ob. cit., p. 140; Salim , ob. cit., p. 763.

113 “Carta régia para o vice-rei da Índia”, datada de 18 de j aneiro de 1592,

Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África Central,

1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa,

1497-1840, v. IX, Lisboa: National Archives of Zim babwe/Universidade

Eduardo Mondlane/Centro de Estudos de História e Cartografia Antiga do

Instituto de Investigação Científica Tropical, 1989, p. 14-7.

114 Boxer, “Os portugueses na Costa Suaíli”, ob. cit., p. 34.

115

Ny ika, Nika ou Wany ika.

116 Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 21.

117 Um relato desse longo conflito em Boxer, “Os portugueses na Costa Suaíli”,

ob. cit., p. 43-53.

118 Boxer, ob. cit., p. 53-66; Kirkm an, Men and Monum ents, p. 144-52.

119

João de Barros, Ásia, Prim eira Década, Livro X, capítulo III (p. 383 da ed.

revista e prefaciada por Antônio Baião, Coim bra: Im prensa da Universidade,

1932).

120 Com o escreveu Alexandre Lobato: Colonização senhorial da Zam bézia e

outros estudos, Lisboa: Junta de Investigações do Ultram ar, 1962, p. 9.

1 Com o j á sustentava G.S.P. Freem an-Grenville, “The Coast, 1498-1840”,

History of East Africa, v. I, org. por Roland Oliver e Gervase Mathew,

Oxford: Clarendon Press, 1963, p. 152 e 154-5.

2 Janet J. Ewald, “East Africa”, em A Historical Guide to World Slavery , org.

por Sey m our Drescher e Stanley L. Engerm an, Oxford: Oxford University

Press, 1998, p. 42.

3 Fernão Lopes de Castanheda, História do descobrim ento e conquista da Índia

pelos portugueses, revisão e notas de Pedro de Azevedo e F.M. Laranj o

Coelho, Coim bra: Im prensa da Universidade, 1924-33, Livro V, cap. 68.

4 “Sum ário de um a carta de Pero Ferreira Fogaça, capitão de Quíloa, para El-

Rei”, datada de 31 de agosto de 1506, Docum entos sobre os portugueses em

Moçam bique e na África Central, 1497-1840/Docum ents on the Portuguese in

Mozam bique and Central Africa, v. I, Lisboa: National Archives of Rhodesia

and Ny asaland/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, 1962, p. 618.

5

Na carta de Afonso de Albuquerque ao rei de Portugal, datada de 6 de

fevereiro de 1507, ele se refere ao tráfico de escravos que os barcos de

Melinde e Mom baça efetuavam em Madagáscar (Docum entos sobre os

portugueses, ob. cit., v. I, p. 123).

6 Códice Valentim Fernandes, leitura paleográfica, notas e índice de José Pereira

da Costa, Lisboa: Academ ia Portuguesa da História, 1997, p. 347 e 349.

7 “Carta [de João Velho, que foi feitor de Sofala] a El-Rei”, de data posterior a

1547, em Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África

Central, 1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central

Africa, 1497-1840, v. VII, Lisboa: National Archives of Rhodesia/Centro de

Estudos Históricos Ultram arinos, 1971, p. 178-81.

8

“Carta do padre Luís Fróis”, p. 40; e “Livro sobre a ação da Com panhia de

Jesus no Oriente”, Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na

África Central, 1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and

Central Africa, 1497-1840, v. VIII, Lisboa: National Archives of

Rhodesia/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos da Junta de Investigações

Científicas do Ultram ar, 1975, p. 214.

9

Frei João dos Santos, Etiópia Oriental e vária história das cousas notáveis do

Oriente, com introd. de Manuel Lobato, notas de Manuel Lobato e Eduardo

Medeiros e fixação do texto por Maria do Carm o Guerreiro Vieira, Célia

Nunes Carvalho e Maria Am élia Rodrigues Coelho, Lisboa: Com issão

Nacional para as Com em orações dos Descobrim entos Portugueses, 1999, p.

278.

10 “Carta de quitação de Manuel Fernandes, feitor de Sofala”, Docum entos

sobre os portugueses, ob. cit., v. I, p. 784-6.

11 “Carta de quitação de Pero Pessoa, feitor de Sofala”, Docum entos sobre os

portugueses em Moçam bique e na África Central 1497-1840/Docum ents on

the Portuguese in Mozam bique and Central Africa, 1497-1840, v. II, Lisboa:

National Archives of Rhodesia and Ny asaland/Centro de Estudos Históricos

Ultram arinos, 1963, p. 390.

12

Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África Central 1497-

1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa, 1497-

1840, v. III, Lisboa: National Archives of Rhodesia and Ny asaland/Centro de

Estudos Históricos Ultram arinos, 1964, p. 516.

13 Róis do pagam ento do m antim ento fortaleza de Sofala, Docum entos sobre os

portugueses, ob. cit., v. II, p. 458, 460, 486-8, 502-4; 514-6, 526-8, 542, 554-6,

568; v. III, p. 32, 50 e 82, 98, 120, 128-30, 140, 158-60, 172-4, 194-6, 206-8,

216-8, 230-2, 268-70, 308-10, 332 e 364-6.

14 “Livro incom pleto da receita e despesa de Cristóvão Salem a, feitor de

Sofala”, Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África

Central, 1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central

Africa, 1497-1840, v. IV, Lisboa: National Archives of Rhodesia/Centro de

Estudos Históricos Ultram arinos, 1965, p. 424.

15 “Mandado de Pero de Anhaia, capitão-m or de Sofala, para o feitor Manuel

Fernandes”, datado de 6 de dezem bro de 1505, Docum entos sobre os

portugueses, ob. cit., v. I, p. 318.

16

Docum entos sobre os portugueses, v. IV, p. 440-1.

17 “Regim entos de Sofala”, 20 de m aio de 1530, Docum entos sobre os

portugueses em Moçam bique e na África Central 1497-1840/Docum ents on

the Portuguese in Mozam bique and Central Africa, 1497-1840, v. VI, Lisboa:

National Archives of Rhodesia/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos,

1969, p. 412.

18

“Carta de João Vaz de Alm ada, capitão de Sofala, para El-Rei”, datada de 26

de j unho de 1516, Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. IV, p. 280.

19

Maly n Newitt, A History of Mozam bique, Londres: Hurst, 1995, p. 28.

20 “Livro da em enta de Pedro Lopes, escrivão da feitoria de Sofala”, 1 de

j aneiro de 1515, Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. IV, p. 98, 104,

132 e 208.

21 Newitt, A History of Mozam bique, ob. cit., p. 53.

22 K.M. Phiri, O.J.M. Kalinga e H.H.K. Bhila, “The Northern Zam bezia-Lake

Malawi Region”, em General History of Africa, org. pela Unesco, v. V, org.

por B.A. Ogot, Londres: Heinem ann/California University Press/Unesco,

1992, p. 622.

23 “Livro incom pleto da receita e despesa de Cristóvão Salem a, feitor de

Sofala”, Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. IV, p. 432-5.

24 “Inventário dos bens dos defuntos de Moçam bique e Sofala”, datado de 16 de

j unho de 1540, Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. VII, p. 12 e 18-

21.

25 Com o relata o padre Francisco de Monclaro, ao falar dos que viviam nas

proxim idades do rio Quizungo: “Relação (cópia), feita pelo padre Francisco

de Monclaro, da Com panhia de Jesus, da expedição ao Monom otapa,

com andada por Francisco Barreto (Post 1573)”, em Docum entos sobre os

portugueses em Moçam bique e na África Central, 1497-1840/Docum ents on

the Portuguese in Mozam bique and Central Africa, 1497-1840, v. VIII,

Lisboa: National Archives of Rhodesia/Centro de Estudos Históricos

Ultram arinos da Junta de Investigações Científicas do Ultram ar, 1975, p. 362.

26

Por exem plo, na “Descrição da situação, costum es e produtos de alguns

lugares da África”, de cerca de 1518, Docum entos sobre os Portugueses em

Moçam bique e na África Central, 1497-1840/Docum ents on the Portuguese in

Mozam bique and Central Africa, 1497-1840, v. V, Lisboa: National Archives

of Rhodesia/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, 1966, p. 366 e 368.

27 “Regim entos de Sofala”, 20 de m aio de 1530, p. 390.

28

“Carta régia para o Vice-Rei da Índia”, datada de 23 de fevereiro de 1608,

Docum entos sobre os portugueses, ob. cit., v. IX, p. 116.

29

Com o escreveu Alexandre Lobato, Evolução adm inistrativa e econôm ica de

Moçam bique, 1752-1763: fundam entos da criação do Governo-Geral, em

1752, Lisboa: Agência Geral do Ultram ar, 1957, p. 25; ao que se opôs Richard

Gray, “Portuguese Musketeers on the Zam bezi”, The Journal of African

History , v. XII (1971), n. 4, p. 531-3.

30 S.I.G. Mudenge, A Political History of Munhum utapa, 1400-1902, Harare:

Zim babwe Publishing House, 1988, p. 130.

31 Sobre o reinado de Gatsi Rusere, Antônio Bocarro, “Extractos da Década da

Índia”, em G.M. Theal: Records of South-Eastern Africa, Cidade do Cabo, C.

Struik, 1964, v. 3, p. 361-434 (a prim eira ed. é de 1898-1903).

32 D.N. Beach, The Shona and Zim babwe, 900-1850, Gweru: Mam bo Press,

1984, p. 125.

33 Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 224 e 232.

34

Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 82.

35 Bocarro, ob. cit., p. 364.

36

D.N. Beach, ob. cit., p. 128.

37 Shula Marks e Richard Gray, “Southern Africa and Madagascar”, em The

Cam bridge History of Africa, org. por J.D. Fage e Roland Oliver, v. IV, org.

por Richard Gray, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1975, p. 386. Frei

João dos Santos (Etiópia Oriental, p. 94) escreve: “Os portugueses, quando lhe

vão falar [ao m onom otapa]... entram descalços, e chegando j unto do rei

deitam -se no chão, recostados sobre um lado, quase assentados, e desta

m aneira falam ao rei, sem olharem para ele, batendo-lhe tam bém as palm as,

de quatro em quatro palavras, com o é costum e.”

38 “Carta do Conselho da Fazenda (?) para El-Rey ”, datada de 4 de abril,

Docum entos sobre os Portugueses em Moçam bique e na África Central,

1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa,

1497-1840, v. IX, Lisboa: National Archives of Zim babwe/Universidade

Eduardo Mondlane/Centro de Estudos de História e Cartografia Antiga do

Instituto de Investigação Científica Tropical, 1989, p. 360-85.

39 “Relação sobre as riquezas do Monom otapa”, ibidem , p. 460.

40

Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 243-4.

41 Marks e Gray, ob. cit., p. 390.

42 Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 73.

43

Matthew Schoffeleers, “The Zim ba and the Lundu State in the Late Sixteenth

and Early Seventeenth Centuries”, The Journal of African History , v. 28

(1987), p. 339, 345-6 e 353.

44

Antônio Gom es, “Viagem que fez o Padre Anto Gom es, da Com pa de Jesus,

ao Im perio de Monom otapa; e assistencia que fez nas dittas terras de Alg’us

annos”, ed. e notas de E.A. Axelson, Studia, v. 3 (j aneiro 1959), p. 199-200.

45

“Extractos da Década da Índia”, p. 390.

46 Eric Axelson, Portuguese in Southeast Africa, 1488-1600, Cidade do Cabo: C.

Struick, 1973, p. 67; Mark e Gray, ob. cit., p. 390; Schoffeleers, ob. cit., p. 345.

47 Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 254-5.

48

A. Rita-Ferreira, Fixação portuguesa e história pré-colonial de Moçam bique,

Lisboa: Instituto de Investigação Científica Tropical/Junta de Investigações

Científicas do Ultram ar, 1982, p. 108.

49 Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 253.

50

Ibidem , p. 271.

51 W.G. Randles, The Em pire of Monom otapa, trad. de R.S. Roberts, Gwelo:

Mam bo Press, 1981, p. 33.

52 “Treslado das capitalações que fizeram os portugueses com El Rey de Mo-

nom otapa”, G.M. Theal, ob. cit., Cidade do Cabo: Governm ent of Capetown,

1898-1903, v. 5, p. 287-8.

53 João dos Santos, ob. cit., p. 263.

54

Alexandre Lobato, Colonização senhorial da Zam bézia e outros estudos,

Lisboa: Junta de Investigações do Ultram ar, 1962, p. 99.

55

José Capela, Donas, senhores e escravos, Porto: Edições Afrontam ento, 1995,

p. 27-8.

56 O descobrim ento do Brasil e seu desenvolvim ento no século XVI, Rio de

Janeiro: Tip. de G. Leuzinger, 1883, p. 59-61.

57 Capela, ob. cit., p. 21-2.

58 Ibidem .

59

Lobato, Evolução adm inistrativa e econôm ica de Moçam bique, ob. cit., p.

107-8.

60 Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 227.

61 Acom panho, explicitando algum ponto, Allen F. Isaacm an, Mozam bique: the

Africanization of a European Institution, the Zam bezi Prazos, 1750-1902,

Madison: The University of Wisconsin Press, 1972, p. xii.

62 Isaacm an, Mozam bique, ob. cit., p. 99.

63

Axelson, Portuguese in Southeast Africa, p. 77.

64 Ibidem , p. 76-7 e 97.

65

Lom we, Lolo, Ngum u ou Nguru.

66 Yao, Way ao ou aj auas.

67

Lobato, ob. cit., p. 89.

68 Ibidem , p. 90 e 92.

69 Ibidem , p. 89.

70

Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 21.

71 “Inform ação do estado e conquista dos rios de Cuam a” (1667), transcrito em

Theal, ob. cit., v. 3, p. 436-508.

72 Lobato, Colonização senhorial, ob. cit., p. 88.

73

Ibidem , p. 91 e 92.

74 Ibidem , p. 91.

75 Charles R. Boxer, “Sisnando Dias Bay ão: Conquistador da “Mãe d’Ouro”,

Prim eiro Congresso da História da Expansão Portuguesa na Mundo, 4a Seção,

Lisboa: Ministério das Colônias, 1938, v. III, p. 99-115; Lobato, Colonização

senhorial da Zam bézia, ob. cit., p. 88 e 91; M.D.D. Newitt, “The Portuguese

on the Zam bezi: an Historical Interpretation of the Prazo Sy stem ”, The

Journal of African History , v. 10 (1969), n. 1, p. 71; Allen F. Isaacm an,

Mozam bique, ob. cit., p. 19-20; M. D.D. Newitt, Portuguese Settlem ent on the

Zam bezi: Exploration, Land Tenure and Colonial Rule in East Africa, Harlow:

Longm an, 1973, cap. 9; D.N. Beach, ob. cit., Gweru: Mam bo Press, 1984, p.

130, 176 e 200-1; Capela, ob. cit., p. 138; Maly n Newitt, History of

Mozam bique, ob. cit., p. 95, 102-3, 219-20.

76 Sobre o reino de Butua, Guruusua ou Tórua, Alberto da Costa e Silva, A

enxada e a lança: a África antes dos portugueses, 2. ed., Rio de Janeiro: Nova

Fronteira, 1996, p. 427.

77 Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 136-8.

78

Beach, ob. cit., p. 78 e 129.

79 Isaacm an, Mozam bique, ob. cit., p. 18.

80

Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 238.

81 Capela, ob. cit., p. 33.

82 Issacm an, Mozam bique, ob. cit., p. 32-3.

83

Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 237.

84 Isaacm an, Mozam bique, ob. cit., p. 51-2; Newitt, History of Mozam bique, ob.

cit., p. 234.

85 Capela, ob. cit., p. 202-3; Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 235-6.

86

Isaacm an, Mozam bique, ob. cit., p. 54.

87 Ibidem , p. 47-51.

88 A. Rita-Ferreira, Os Cheuas da Macanga, Lourenço Marques: Mem órias do

Instituto de Investigações Científicas de Moçam bique, 1966.

89

Capela, ob. cit., p. 191.

90 Barbara Isaacm an e Allen Isaacm an, “Slavery and Social Stratification

am ong the Sena of Mozam bique”, Slavery in Africa: Historical and

Anthropological Perspectives, org. por Suzanne Miers e Igor Kopy toff,

Madison: The University of Wisconsin Press, 1977, p. 111; e Suzanne Miers e

Igor Kopy toff: “African ‘Slavery ’ as an Institution of Marginality ”, Slavery in

Africa, p. 24.

91 Isaacm an, Mozam bique, ob. cit., p. 47.

92

Ibidem , p. 48.

93 Capela, ob. cit., p. 43.

94

Com o argum enta convincentem ente H.H.K. Bhila, “Southern Zam bezia”,

General History of Africa, org. Unesco, v. V, p. 652-3.

95 Cit. por Alexandre Lobato, ob. cit., p. 88.

96 Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 92.

97

Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 274.

98 Ibidem , p. 275.

99 Frei Manuel Barreto, “Inform ação do estado e conquista dos rios de Cuam a”,

em Theal, ob. cit., v. 3, p. 483; Mudenge, A Political History, ob. cit., p. 275.

100

Conform e enfatiza Frei Manuel Barreto, loc. cit.

101 Barreto, ob. cit., p. 453.

102 Beach, ob. cit., p. 132.

103

Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 278.

104 Axelson, Portuguese in South-Eastern Africa, ob. cit., p. 152.

105

Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 277.

106 Beach, ob. cit., p. 134.

107 Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 277.

108

Randles, The Em pire of Monom otapa, ob. cit., p. 36.

109 Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 278.

110

Com o salienta H.H.K. Bhila, ob. cit., p. 660.

111 Ver o m eu livro, ob. cit., p. 426-7.

112 Beach, ob. cit., p. 138, 228-9 e 358.

113

Ibidem , p. 230 e 234.

114 Ibidem , p. 229-31; Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 103.

115

Capela, ob. cit., p. 35.

116 Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 103.

117 Randles, The Em pire of Monom otapa, ob. cit., p. 37.

118

Frei Antônio da Conceição, “Tratado dos Rios de Cuam a”, cit. por Shula Marks e Richard Gray, ob. cit., p. 395; Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 286-7; e Beach, ob. cit., p. 231.

119

Mudenge, ob. cit., p. 287.

120 Ou Rovzi.

121 Beach, ob. cit., p. 233.

122

Ibidem , p. 203.

123 Mudenge, A Political History , ob. cit., p. 288-90.

124

Randles, The Em pire of Monom otapa, ob. cit., p. 57.

125 Beach, ob. cit., p. 140.

126 Sobre D. Miguel, Mudenge, p. 260-1; sobre D. Constantino e D. João, ibidem ,

p. 293-5. Ver tam bém S.I.G. Mudenge, Christian Education at the Mutapa

Court, Harare: Zim babwe Publishing House, 1986, p. 16-8.

127 Elizabeth Isichei, A History of Christianity in Africa: from Antiquity to the

Present, Londres: Society for Prom oting Christian Knowledge, 1995, p. 69.

128 Adrian Hastings, The Church in Africa, 1450-1950, Oxford: Clarendon

Press, 1994, p. 122.

1

Ver Alberto da Costa e Silva, A enxada e a lança: a África antes dos

portugueses, 2. ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996, p. 381-406.

2 John Iliffe, A Modern History of Tanzania, Cam bridge: Cam bridge University

Press, 1979, p. 6-9.

3 J.B. Webster, B.A. Ogot e J.P. Chrétien, “The Great Lakes Region, 1500-1800”,

General History of Africa, org. Unesco, v. V, org. B.A. Ogot, Londres:

Heinem ann/University of California Press/Unesco, 1992, p. 781-3.

4 Roland Oliver, “Discernible Developm ents in the Interior, c. 1500-1840”,

History of East Africa, v. I, org. Roland Oliver e Gervase Mathew, Oxford:

Clarendon Press, 1963, p. 184; Edward A. Alpers e Christopher Ehret:

“Eastern Africa”, The Cam bridge History of Africa, org. J.D. Fage e Roland

Oliver, v. 4, org. por Richard Gray, Cam bridge: Cam bridge University Press,

1975, p. 472.

5 Com o aventa Gideon S. Were, “The Western Bantu Peoples from A.D. 1300 to

1800”, Zam ani: a Survey of East African History , org. por B.A. Ogot, nova

ed., Nairóbi: Longm an, 1974, p. 175.

6 Webster, Ogot e Chrétien, ob. cit., p. 788.

7 Assim pensam Alpers e Ehret, ob. cit., p. 476.

8

Alpers e Ehret, ob. cit., p. 473; Webster, Ogot e Chrétien, ob. cit., p. 797.

9 Alpers e Ehret, ob. cit., p. 475.

10

John Iliffe, Africans: the History of a Continent, Cam bridge: Cam bridge

University Press, 1995, p. 108.

11

Ou Twa.

12 Sobre a form ação de Ruanda e a interação entre tútsis e hutus, o m eu livro,

ob. cit., p. 405-6. Para um a visão m ais am pla e aprofundada, Jan Vansina,

L’Évolution du roy aum e rwanda des origines à 1900, Bruxelas: Académ ie

roy ale des sciences d’Outre-m er, 1962; Jacques A. Maquet, The Prem ise of

Inequality in Ruanda, Lon-dres: International African Institute/Oxford

University Press, 1961. Para um a visão diferente: David L. Schoenbrun, “We

Are What We Eat: Ancient Agriculture between the Great Lakes”, The

Journal of African History , v. 34 (1993), n. 1, p. 1-31; e Kearsley A. Stewart,

“Iron Age Ceram ics Studies in Great Lakes Eastern Africa”, The African

Archaeological Review, v. 11 (1993), p. 21-37.

13

Lucy Mair, African Kingdom s, Oxford: Clarendon Press, 1977, p. 27-8.

14 Maquet, ob. cit., p. 124-5.

15

Oliver, “Discernible Developm ents in the Interior”, ob. cit., p. 189.

16 Ibidem , p. 187-8.

17 Webster, Ogot e Chrétien, ob. cit., p. 801.

18

Alpers e Ehret, ob. cit., p. 478.

19 Iliffe, Africans, ob. cit., p. 107.

20

Oliver, “Discernible Developm ents in the Interior”, ob. cit., p. 190.

21 Webster, Ogot e Chrétien, ob. cit., p. 799-800.

22 Com o viria a suceder entre os luos, conform e J.P. Crazzolara, The Lwoo,

Verona: Missioni Africana, 1950, v. I, p. 47.

23 Oliver, “Discernible Developm ents in the Interior”, ob. cit., p. 200.

24

Alpers e Ehret, ob. cit., p. 491-2.

25 Sobre a expansão dos bantos, o m eu livro, ob. cit., p. 193-211 e 386-93.

26

W.R. Ochieng, “The Interior of East Africa: the Peoples of Keny and

Tanzania, 1500-1800”, General History of Africa, org. Unesco, v. V, p. 833.

27

Sukum a ou Wasukum a.

28 Ny am uezi ou Wany am uezi.

29

Ou Konongo.

30 Ou Kim bu.

31

Oliver, “Discernible Developm ents in the Interior”, ob. cit., p. 191-2, nota 3;

Iliffe, Africans, ob. cit., p. 106.

32

Norm an Robert Bennet, Miram bo of Tanzania, 1840?-1884, Nova York:

Oxford University Press, 1971, p. 6-10.

33

Alpers e Ehret, ob. cit., p. 503-4.

34 I.N. Kim am bo, A Political History of Pare, Nairóbi, 1969, cit. por Roland

Oliver, “The East African Interior”, The Cam bridge History of Africa, v. 3,

org. por Roland Oliver, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1977, p.

662.

35 Ou Kam ba.

1 Sobre o povoam ento e a história de Madagáscar antes de 1500, Alberto da

Costa e Silva, A enxada e a lança: a África antes dos portugueses, 2. ed., Rio

de Janeiro: Nova Fronteira, 1996, p. 347-53.

2 Hubert Descham ps, Histoire de Madagascar, Paris: Berger-Lévrault, 1972, p.

55.

3 Carta de 24 de agosto de 1619, em Alfred Grandidier, J. Charles-Roux, C.

Delherbe, H. Froidevaux e Guillaum e Grandidier, Collection des ouvrages

anciens concernant Madagascar, Paris: Com ité de Madagascar, 1903-20,

tom o II, p. 317-8.

4 Carta de Afonso de Albuquerque em Alfred Grandidier e outros, ob. cit., tom o

I, p. 21-2.

5 Ásia, Década II, livro I, cap. I (p. 7 da ed. de Antônio Baião e Luís F. Lindley

Cintra, Lisboa: Im prensa Nacional-Casa da Moeda, 1974; p. 194 do v. II da

seleção das Décadas de João de Barros, org. por Antônio Baião, Lisboa:

Livraria Sá da Costa, 1983).

6

Ver o m eu livro, ob. cit., p. 325 e 350.

7

R.K. Kent, “Madagascar and the Islands of the Indian Ocean”, General

History of Africa, org. pela Unesco, v. V, org. por B.A. Ogot, Londres:

Heinem ann/University of California Press/Unesco, 1992, p. 861.

8

Walter Pey ton, em A. Grandidier e outros, Collection des ouvrages anciens,

tom o II, p. 84.

9

Carta de Sm art para Ky nm aston, de 23 de j unho de 1646, em A. Grandidier e

outros, ob. cit., tom o V, p. 515 e 518.

10 Conform e Pieter van den Broecke, em texto de 1614, ibidem , tom o II, p. 93.

11 Relatório do Alm irante G. Spilberg, ibidem , tom o I, p. 312-3.

12

Carta de Afonso de Albuquerque para El-Rei, datada de 6 de fevereiro de

1507, em Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África

Central, 1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central

Africa, 1497-1840, v. II, Lisboa: National Archives of Rhodesia and

Ny asaland/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, 1963, p. 120-1.

13 Shula Marks e Richard Gray, “Southern Africa and Madagascar”, The

Cam bridge History of Africa, org. por J.D. Fage e Roland Oliver, v. 4, org.

por Richard Gray, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1975, p. 460.

14 “Relation, 1613-14”, em A. Grandidier e outros, Collection, v. II, p. 21-2.

15 Cartas do Padre Luís Mariano, datadas de 22 de outubro de 1616 e de 24 de

m aio de 1617, em Grandidier e outros, ob. cit., v. II, p. 228-33.

16

Paris, 1661; reproduzida em Grandidier e outros: ob. cit., v. VIII, onde a

form ação do reino Bara aparece nas p. 228-33.

17

Ver o m eu livro, ob. cit., p. 351-2.

18 Kent, “Madagascar and the islands”, ob. cit., p. 851.

19

Grandidier e outros, ob. cit., v. I, p. 18-21, 48-9 e 53.

20 Ver o m eu livro, ob. cit., p. 531-2.

21

R.K. Kent, Early kingdom s in Madagascar, 1500-1700, Nova York: Holt,

Rinehart and Winston, 1970, p. 8-9; e ob. cit., p. 853-4.

22 Descham ps, Histoire de Madagascar, ob. cit., p. 55-6.

23 Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África Central,

1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa,

1497-1840, v. II, Lisboa: National Archives of Rhodesia and

Ny asaland/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, 1963, p. 250, 252, 254.

24 Com o se lê em carta de 10 de dezem bro de 1556, endereçada por Baltazar

obo de Sousa à rainha de Portugal, Docum entos sobre os portugueses em

Moçam bique e na África Central, 1497-1840/Docum ents on the Portuguese in

Mozam bique and Central Africa, 1497-1840, v. VII, Lisboa: National

Archives of Rhodesia and Ny asaland/Centro de Estudos Históricos

Ultram arinos, 1971, p. 400.

25 Jaim e Cortesão, Os portugueses em África, Lisboa: Portugália, 1968, p. 114-

5, que cita C. Vallaux, na sua Géographie Géneral des Mers.

26 Com o é dito claram ente no “Regim ento a Diogo Lopes Sequeira”, p. 246.

27

“Carta de João Silveira para El Rey ”, Moçam bique, em 14 de fevereiro de

1517, Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África

Central, 1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central

Africa, 1497-1840, v. V, Lisboa: National Archives of Rhodesia and

Ny asaland/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, 1966, p. 28.

28 Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África Central,

1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa,

1497-1840, v. VI, Lisboa: National Archives of Rhodesia and

Ny asaland/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, p. 442.

29

Manuel de Mesquita Perestelo: “Relação sum ária da viagem que fez Fernão

d’Álvares Cabral, desde que partiu deste reino por capitão-m or da arm ada

que foi no ano de 1553 às partes da Índia até que se perdeu no cabo de Boa

Esperança no ano de 1554”, em Bernardo Gom es de Brito (org.), História

Trágico-Marítim a, introd. e notas de Alexei Bueno, Rio de Janeiro: Lacerda

Editores/Contraponto, 1998, p. 27-8; e Manuel Rangel: “Relação do naufrágio

da nau ‘Conceição’de que era capitão Francisco Nobre, a qual se perdeu nos

baixos de Pêro dos Banhos aos 22 dias do m ês de agosto de 1555”, ibidem , p.

97-8.

30 C.R. Boxer, The Dutch Seaborn Em pire, 1600-1800, Ham m ondsworth:

Penguin Books, 1990 (a prim eira ed. é de 1965), p. 220; Auguste Toussaint,

“L’Océan Indien et les îles”, Histoire Générale de l’Afrique noire, org. por

Hubert Descham ps, Paris: Presses Universitaires de France, 1970, v. I, p. 470-

1; J.D. Fage, A History of Africa, Londres: Hutchinson, 1985, p. 245.

31

Toussaint, “L’Océan Indien et les îles”, p. 473.

32 Ibidem .

33 Mervy n Brown, Madagascar Rediscovered: a History from Early Tim es to

Independence, Londres: Dam ien Tunnacliffe, 1978, p. 49-54.

34

Ibidem , p. 43-6.

35 Com o pensava Hubert Descham ps, “Histoire de la Grande Ile”, Histoire

Générale de l’Afrique noire, org. por Hubert Descham ps, p. 482.

36 Brown, ob. cit., p. 46-8.

37

Kent, Early Kingdom s, ob. cit., p. 200-1.

38 Descham ps, Histoire de Madagascar, ob. cit., p. 99.

39 Descham ps, Histoire de Madagascar, ob. cit., p. 99-100; Kent, “Madagascar

and the islands”, ob. cit., p. 869.

40

Kent, “Madagascar and the islands”, ob. cit., p. 857.

41 Descham ps, Histoire de Madagascar, ob. cit., p. 102.

42 Ibidem , p. 105.

43

Kent, “Madagascar and the islands”, ob. cit., p. 882, nota 175.

44 Descham ps, Histoire de Madagascar, ob. cit., p. 106.

45

Kent, “Madagascar and the islands”, ob. cit., p. 878-9.

46 Descham ps, Histoire de Madagascar, ob. cit., p. 108-9; Kent, “Madagascar

and the islands”, ob. cit., p. 878.

47 Descham ps, Histoire de Madagascar, ob. cit., p. 111-3.

48

Kent, “Madagascar and the islands”, ob. cit., p. 874.

49 Brown, ob. cit., p. 120.

50 Descham ps, Histoire de Madagascar, ob. cit., p. 115; Brown, ob. cit., p. 121.

51

Descham ps, Histoire de Madagascar, ob. cit., p. 116; Brown, ob. cit., p. 121.

52 Sobre a pirataria em Madagáscar, a obra clássica é a de Hubert Descham ps,

Les Pirates à Madagascar aux XVIIe et XVIIIe siècles, 2. ed., Paris: Berger-

Levrault, 1972 (a prim eira ed. é de 1949). Ver tam bém Mervy n Brown, ob.

cit., p. 72-91.

53

Kent, “Madagascar and the islands”, ob. cit., p. 864.

54 Deixou-nos ele a história de seu cativeiro e um relato dos costum es m algaxes

em Madagascar, or Robert Drury ’s Journal, publicado em 1729.

55 Louis Molet, “Le Vocabulaire concernant l’esclavage dans l’ancien

Madagascar”, Perspectives nouvelles sur le passé de l’Afrique noire et de

Madagascar: Mélanges offerts à Hubert Descham ps, Paris: Publications de la

Sorbonne, 1974, p. 46, 50, 51-2.

1

A. Rita-Ferreira, Presença luso-asiática e m utações culturais no sul de

Moçam bique (até c. 1900), Lisboa: Junta de Investigações Científicas do

Ultram ar do Instituto de Investigação Científica Tropical, 1982, p. 99-100 e

127, nota 3.

2 Monica Wilson, “The Nguni People”, em A History of South Africa to 1870,

org. por Monica Wilson e Leonard Thom pson, Cape Town e Joanesburgo:

David Philip, 1982, p. 78.

3

Etiópia Oriental e vária história de cousas notáveis do oriente, com introd. de

Manuel Lobato, notas de Manuel Lobato e Eduardo Medeiros e fixação do

texto de Maria do Carm o Guerreiro Vieira, Célia Nunes Carvalho e Maria

Am élia Rodrigues Coelho, Lisboa: Com issão Nacional para as

Com em orações dos Descobrim entos Portugueses, 1999, p. 299 (a prim eira

ed. da obra é de 1609).

4 Diogo do Couto, “Relação do naufrágio da nau São Tom é na Terra dos Fum os,

no ano de 1589, e dos grandes trabalhos que passou D. Paulo de Lim a nas

terras da Cafraria até sua m orte, escrita por Diogo do Couto, guarda-m or da

Torre do Tom bo”, em Bernardo Gom es de Brito, História trágico-m arítim a,

com introd. e notas de Alexei Bueno, Rio de Janeiro: Lacerda

Editores/Contraponto, 1998, p. 352 (o texto foi escrito em 1611 e a prim eira

ed., em 2 tom os, da coletânea de Gom es de Brito é de 1735 e 1736).

5 Ibidem , p. 350.

6 Tongas, Thonga, Gwam ba, Knop Neuse, Tshangane, Shangaan. Não confundir

com os tongas do Zam beze, nem com os do Maláui, nem tam pouco com os

tongas, bitongas, cocas ou khoka da região de Inham bane.

7 Monica Wilson, “The Sotho, Venda, and Tsonga”, A History of South Africa to

1870, ob. cit., p. 177-8.

8 Cocóis, Khokoi ou hotentotes.

9

San ou bosquím anos.

10 Rita-Ferreira, Presença luso-asiática, ob. cit., p. 58 e 147; Brian M. du Toit,

“Man and Cannabis in Africa: A Study of Diffusion”, em African Econom ic

History , n. 1, 1976, p. 17-35.

11 Rita-Ferreira, Presença luso-asiática, ob. cit., p. 59, 91 e 147; ver, sobre a

difusão das plantas am ericanas, Alfredo Margarido, As surpresas da flora no

tem po dos Descobrim entos, Lisboa: Elo, s.d. (1994), p. 88-122.

12 Bavenda, Bavesm a ou Bvesha.

13 Sotho, Sutu, Basotho ou Basuto.

14

Ou Nguni.

15 Rita-Ferreira, Presença luso-asiática, ob. cit., p. 151.

16

Maly n Newitt, A History of Mozam bique, Londres: Hurst, 1995, p. 148 e 151.

17 Wilson, “The Sotho, Venda and Tsonga”, ob. cit., p. 178.

18 Rita-Ferreira, Presença lusitana, ob. cit., p. 147; Newitt, A History of

Mozam bique, ob. cit., p. 150.

19 Wilson, “The Sotho, Venda and Tsonga”, ob. cit., p. 176.

20

Alberto da Costa e Silva, A enxada e a lança: a África antes dos portugueses,

2. ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996, p. 353, 419 e 420.

21 O padre André Fernandes explica, em carta de 24 de j unho de 1560

(Docum entos sobre os portugueses em Moçam bique e na África Central,

1497-1840/Docum ents on the Portuguese in Mozam bique and Central Africa,

1497-1840, v. VII, Lisboa: National Archives of Rhodesia and

Ny asaland/Centro de Estudos Históricos Ultram arinos, 1971, p. 470), com o,

de acordo com as tradições, os xonas carangas se im puseram sobre os

bitongas em Tonge, capital de Gam ba.

22 Rita-Ferreira, Presença luso-asiática, ob. cit., p. 65-71,

23 Diogo do Couto, “Relação do naufrágio da nau São Tom é”, ob. cit., p. 358;

Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 153.

24

Shula Marks e Richard Gray, “Southern Africa and Madagascar”, The

Cam bridge History of Africa, org. por J.D. Fage e Roland Oliver, v. 4, org.

por Richard Gray, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1975, p. 408; A.

Rita-Ferreira, Fixação portuguesa e História pré-colonial de Moçam bique,

Lisboa: Junta de Investigações Científicas do Ultram ar do Instituto de

Investigação Científica Tropical, 1982, p. 98-9; Newitt, History of

Mozam bique, ob. cit., p. 153-4.

25 Newitt, ob. cit., p. 154.

26

Wilson, “The Nguni People”, ob. cit., p. 121; e “The Sotho, Venda, and

Tsonga”, ob. cit., p. 148.

27

Marks e Gray, ob. cit.

28 Rita-Ferreira, Presença luso-asiática, ob. cit., p. 118.

29 Ibidem , p. 153.

30

“Carta (cópia) do padre André Fernandes para o irm ão Luís Fróis”, datada de

25 de j unho de 1560, Docum entos sobre os portugueses, v. VII, p. 482.

31

Newitt, History of Mozam bique, ob. cit., p. 154.

32 Rita-Ferreira, Presença luso-asiática, ob. cit., p. 148-9 e 152-4.

33

“Carta do padre André Fernandes para o irm ão Luís Fróis”, ob. cit., p. 482.

34 Wilson, “The Sotho, Venda and Tsonga”, ob. cit., p. 168, 169 e 175.

35 Balem ba ou Malepa.

36

Wilson, “The Sotho, Venda and Tsonga”, ob. cit., p. 168, 173, 174 e 175.

37 Ibidem , p. 174.

38

Ibidem , p. 173.

39 Ibidem , p. 170 e 175.

40 Ahm ad Ibn Madj id, Três roteiros desconhecidos, trad. de My ron Malkiel

Jirm ounski, Lisboa, 1960.

41

Wilson, “The Sotho, Venda and Tsonga”, ob. cit., p. 168.

42 Marks e Gray, ob. cit., p. 409.

43 “Carta do padre André Fernandes para o irm ão Luís Fróis”, ob. cit., p. 484.

44

Roteiro da prim eira viagem de Vasco da Gam a, atribuído a Álvaro Velho,

com apresentação e notas de Neves Águas, Mem Martins: Publicações

Europa-Am érica, s.d. (1987), p. 32.

45 Tswana, Tshwana, Abetswana ou Bechuana.

46

Wilson, “The Sotho, Venda, and Tsonga”, ob. cit., p. 132.

47 Ibidem , p. 139-41.

48 Ibidem , p. 152.

49

Ou Sarwa.

50 Wilson, “The Sotho, Venda, and Tsonga”, ob. cit., p. 155-6.

51

Ibidem , p. 158.

52 Marks e Gray, ob. cit., p. 411 e 412.

53 Swazi, Am aswati, Am angwane ou Ngwane.

54

Zoulou ou Am azulu.

55 Them bu ou Am athem bu.

56

Ou Mpondo.

57 Ou Mpondom ise.

58 Xhosa, Kosa, Khosa, Am axhosa ou Am akosa.

59

Noël Mostert, Frontiers: the Epic of South Africa’s Creation and the Tragedy

of the Xhosa People, Londres: Jonathan Cape, 1992, p. 80.

60 J.B. Peires, The House of Phalo: a History of the Xhosa People in the Day s of

Their Independence, Berkeley : University of California Press, 1982, p. 10.

61 Ibidem , p. 2.

62

Wilson, “The Nguni People”, ob. cit., p. 118; Peires, The House of Phalo, ob.

cit., p. 5.

63 Sobre o sistem a de habitação angúni, Wilson, “The Nguni People”, ob. cit., p.

111 e 113; Marks e Gray : “Southern Africa and Madagascar”, p. 425; Peires,

The House of Phalo, ob. cit., p. 3; Mostert, ob. cit., p. 186 e 188; John Laband,

The Rise & Fall of the Zulu Nation, Londres: Arm s and Arm our, 1998, p. 7 e

8.

64 Peires, The House of Phalo, ob. cit., p. 3-4.

65

Com o escreveu, a propósito do um zi zulu, John Laband, ob. cit., p. 7.

66 Wilson, “The Nguni People”, ob. cit., p. 109.

67

Marks e Gray, ob. cit., p. 429.

68 Ver o m eu livro, ob. cit., p. 33-4, 92 e 623.

69 Wilson, “The Nguni People”, ob. cit., p. 108; Laband, ob. cit., p. 5.

70

Laband, ob. cit., p. 8.

71 Wilson, “The Nguni People”, p. 118-9 e 126; Marks e Gray, ob. cit., p. 427.

72 Peires, The House of Phalo, ob. cit., p. 17.

Continuar: parte 7 de 7