A Manilha e o Libambo
Mapas
Este capítulo é longo, por isso está dividido em 7 partes.
26
Pina, cit., p. 115; Barros, ob. cit., p. 104.
27 João de Barros, ibidem .
28
Pina, Relação, p. 117; Barros, loc. cit., p. 105; Hilton, The Kingdom of Kongo,
ob. cit., p. 37 e 40.
29
Anzicos, Bateke, Teke ou Ty o.
30 Pina, Relação, p. 121e 127; Barros, Ásia, Prim eira Década, ed. cit., p. 106;
Pigafetta, Relazione, p. 118-9.
31 Pina, ob. cit., p. 129; Barros, loc. cit., p. 106; Pigafetta, ob. cit., p. 119-20.
32
A expressão é de Georges Balandier, ob. cit., p. 254. Ver p. 45-58, 79-84 e
253-6.
33
Com o, em bora com o benefício da dúvida, Basil Davidson, Black Mother,
Boston: Little, Brown & Co., 1961, p. 120-52; e David Birm ingham , “Central
Africa from Cam eroun to the Zam bezi”, The Cam bridge History of Africa,
org. por J.D. Fage e Roland Oliver, v. 4, org. por Richard Gray, Cam bridge:
Cam bridge University Press, 1975, p. 332 e 341.
34 Sobre candas, quitom e e cariapem ba, Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p.
491-3.
35 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 49 e 60-5; na m esm a linha, David
Birm ingham , “Central Africa from the Cam eroun to the Zam bezi”, The
Cam bridge History of Africa, v. 3, org. por Roland Oliver, Cam bridge:
Cam bridge University Press, 1977, p. 548-9.
36 Wy att MacGaffey, “The Cultural Roots of Kongo Prophetism ”, em History of
Religion, v. XVII (1977), p. 184-5; Hilton, The Kingdom of Kongo, passim ;
John Iliffe, Africans: the History of a Continent, Cam bridge: Cam bridge
University Press, 1995, p. 153.
37
Com o sobretudo John Thornton, “The Developm ent of an African Catholic
Church in the Kingdom of the Kongo, 1491-1750”, The Journal of African
History , v. 25 (1984), n. 2, p. 147-67; a quem seguem Adrian Hastings, The
Church in Africa, 1450-1950, Oxford: Clarendon Press, 1994, p. 73-7; e
Elizabeth Isichei, A History of Christianity in Africa: from Antiquity to the
Present, Londres: SPCK, 1995, p. 63-6. Tam bém Charles R. Boxer (Relações
raciais no Im pério colonial português, 1415-1825, trad. de Sebastião Brás,
Porto: Edições Alum bram ento, 1977 [a ed. inglesa é de 1963], p. 25) pensa
que Afonso I era um cristão genuíno e fervoroso. Bengt Sundkler e
Christopher Steed (A History of the Church in Africa, Cam bridge: Cam bridge
University Press, 2000, p. 51) j ulgam Mbem ba Nzinga “um dos m aiores
cristãos laicos da história da Igrej a na África”.
38
Acom panho John Thornton, art. cit., p. 152-6.
39 Ibidem , p. 148.
40 Balandier, ob. cit., p. 252; Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 9.
41
Ibidem , p. 15.
42 Ibidem , p. 11.
43
Cit. por Alfredo Bosi, “Vieira e o reino deste m undo”, Revista da Biblioteca
Mário de Andrade, São Paulo, v. 55 (1997), p. 164.
44
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 38 e 92.
45 Thornton, p. 156.
46 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 51; Thornton, “The Developm ent
of an African Catholic Church”, p. 157.
47
Balandier, ob. cit., p. 47; Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit., p. 75-7; e
Birm ingham , “Central Africa”, ob. cit., The Cam bridge History of Africa, v.
IV, p. 378.
48
Louvo-m e em Elizabeth Isichei, A History of African Societies to 1870,
Cam bridge: Cam bridge University Press, 1997, p. 392.
49
O próprio D. Afonso I m andou relatar a disputa a D. Manuel I, de Portugal,
conform e se pode ver em Brásio, Monum enta Missionaria, série I, v. I, p.
256-73 e 301, e conta o m ilagre no “Manifesto ou carta notificatória do rei do
Congo D. Afonso aos principais senhores de seu reino, 1512”, em visconde de
Paiva Manso, História do Congo (Docum entos), Lisboa: Tipografia da
Academ ia Real das Ciências de Lisboa, 1877, p. 8-9 e 11. Ver tam bém João
de Barros, Prim eira Década, Livro III, cap. X, p. 109-10 da ed. de Baião;
Pigafetta, Relazione, p. 123-32; Ralph Delgado, História de Angola, Lisboa:
Banco de Angola, s.d., v. I, p. 92-4 (a 1. ed. é de Benguela, 1948); Balandier,
ob. cit., p. 49; Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit., p. 46; Hilton, The
Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 53-4.
50
Carta do padre Rui d’Aguiar a D. Manuel I, de 25 de m aio de 1516, em
Brásio: ob. e v. cit., p. 361.
51 Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit., p. 44; Birm ingham , “Central
Africa”, ob. cit., The Cam bridge History of Africa, v. III, p. 545-6.
52 Birm ingham , “Central Africa”, ob. cit., v. 3, p. 550.
53
Com o m ostra que acontecia, em época recente, Wy att MacGaffey,
“Econom ic and Social Dim ensions of Kongo Slavery (Zaire)”, Slavery in
Africa: Historical and Anthropological Perspectives, org. por Suzanne Miers e
Igor Kopy toff, Madison: The University of Wisconsin Press, 1977, p. 224, 243
e 246.
54 Ibidem , p. 241-2.
55 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 44 e 45.
56
John Thornton, African and Africans in the Making of the Atlantic World,
1400-1680, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1992, p. 93; e John
Iliffe, Africans, p. 80.
57
Balandier, ob. cit., p. 107; Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 35 e 238
(nota 4).
58
Esm eraldo, p. 171.
59 Hilton, ob. cit., p. 54-5. Sobre o cobre de que se valia o Congo, Zdenka
Volavka, Crown and Ritual: the Roy al Insignia of Nogoy o, com introd. e
conclusões de Coleen E. Krieger e com ed. a cargo de Wendy A. Thom as,
Toronto: University of Toronto Press, 1998, p. 196-201.
60
Rui de Pina, Croniqua delrey Dom Johan II, cap. LIX (p. 145 do livro de
Carm en M. Radulet, O cronista Rui de Pina e a “Relação do Reino do
Congo”).
61
Jen Cuvelier e Louis Jadin, L’Ancien Congo d’après les archives
rom aines,1518-1640, Bruxelas: ARSOM, 1954, p. 35; Balandier, ob. cit., p. 60;
Jan Vansina, Path in the Rainforests: Toward a History of Political Tradition in
Equatorial Africa, Londres: Jam es Currey, 1990, p. 200.
62 Alfredo de Albuquerque Lim a Felner, Angola: apontam entos sobre a
ocupação e início do estabelecim ento dos portugueses no Congo, Angola e
Benguela, extraídos de docum entos históricos, Coim bra: Im prensa da
Universidade, 1933, p. 383-90; e tam bém Delgado, ob. cit., v. I, p. 110-5;
Jam es E. Duffy, Portuguese Africa, Londres: Oxford University Press, 1959,
p. 13-6; Davidson, ob. cit., p. 122-5; Vansina: Kingdom s of the Savanna, ob.
cit., p. 48-50.
63 Já decidida desde antes, conform e se reproduz em Paiva Manso, ob. cit., p. 5.
64
Ver Delgado, ob. cit., p. 102-10, 117-31. Com seus relatos poder-se-ia redigir
um capítulo adicional à Historia Universal de la Infam ia, de Jorge Luis
Borges.
65
Alvará de D. Manuel I, de 18 de novem bro de 1519, em Brásio, Monum enta
Missionaria, 1. Série, v. 1, p. 429.
66
Bundos, Am bundu, Am buun, Mbundu, Bam bum du ou Mbuni.
67 Carta de D. Afonso, rei do Congo, a el-rei D. Manuel, 5 de outubro de 1514,
em Paiva Manso, ob. cit., p. 25-6.
68 Ibidem , p. 25.
69
Carta do rei do Congo a D. João III de Portugal, de 6 de j ulho de 1526, em
Paiva Manso, História do Congo, p. 53-4. As queixas contra a escravização
indiscrim inada de congueses se repete em nova carta, datada de 18 de
outubro do m esm o ano, conform e se lê em Paiva Manso, ob. cit., p. 57.
70 Carta de D. João III para D. Afonso I, dos fins de 1529, em Brásio,
Monum enta Missionaria, 1. série, v. I, p. 521.
71
Recolho a ideia em Birm ingham , “Central Africa”, ob. cit., v. 3, p. 550.
72 Pensam do m esm o m odo Jean Cuvelier, L’Ancien Roy aum e de Congo,
Bruxelas: Desclée de Brouwer, 1946, p. 223; Vansina, Kingdom s of the
Savanna, ob. cit., p. 53-4; Isichei, A History of Christianity , ob. cit., p. 65; e
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 60.
73
A palavra aplicava-se a todos os m ercados de escravos da área, conform e
Jan Vansina, The Tio Kingdom of the Middle Congo, 1880-1892, Londres:
Oxford University Press, 1973, p. 9 e 445.
74
Vansina, Path in the Rainforests, ob. cit., p. 200-1.
75 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 59.
76
Bangi ou Rebu.
77 Sukus ou Wasukus.
78 Yanzi, Bay anzi, Yans ou Yey.
79
Ou Babom a.
80 Batege, Atee, Tee ou Tégué.
81 Kota ou Bakota.
82
Sobre os zim bos, Pacheco Pereira, Esm eraldo, p. 172; Pigafetta, Relazione, p.
37-8 e nota 9 de Giorgio Raim ondo Cardona, ibidem ; Antônio de Oliveira de
Cadornega, História geral das guerras angolanas, anotada e corrigida por José
Matias Delgado, v. II, Lisboa: Agência Geral das Colônias, 1940, p. 268-70;
Balandier, ob. cit., p. 129-32; L. Rebelo de Sousa, Moedas de Angola, Luanda:
Banco de Angola, 1967, p. 16-7; Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit.,
p. 44; Birm ingham , “Central Africa”, ob. cit., v. 3, p. 547; Jan Hogendorn and
Marion Johnson, The Shell Money of the Slave Trade, Cam bridge: Cam bridge
University Press, 1986, p. 12 e 101; Vitorino Magalhães Godinho, Os
descobrim entos e a econom ia m undial, v. II, Lisboa: Editorial Presença, 1982,
p. 19; Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 494-5.
83
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 7.
84
Ibidem , p. 59.
85 Ibidem .
86
Thornton, Africa and Africans, ob. cit., p. 61.
87 Ibidem .
88 W.O. Jones, Manioc in Africa, Stanford: California State University Press,
1959; Vansina, Kingdom s of the Savanna, p. 21; Luís da Câm ara Cascudo,
Civilização e cultura, Rio de Janeiro: Livraria José Oly m pio Editora, 1973, v.
II, p. 90-1; Jan Vansina, The Children of Woot: a History of the Kuba Peoples,
Madison: The University of Wisconsin Press, 1978, p. 6 e 348 (nota 15); Jan
Vansina e T. Obenga, “The Kongo Kingdom and its Neighbours”, General
History of Africa, org. pela Unesco, v. V, org. por B.A. Ogot, Londres:
Heinem ann/University of California Press/Unesco, 1992, p. 563; Alfredo
Margarido, As surpresas da flora no tem po dos Descobrim entos, Lisboa:
Edição Elo, s.d. (1994), p. 88-122; Vansina, Path in the Rainforests, ob. cit., p.
214; e Iliffe, Africans, ob. cit., p. 138.
89 Mário Maestri, A agricultura africana nos séculos XVI e XVII no litoral
angolano, Porto Alegre: Instituto de Filosofia e Ciências Hum anas da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1978, p. 85-6.
90 Carta de D. Afonso, rei do Congo, a el-rei D. Manuel, de 5 de outubro de
1514, em Paiva Manso, História do Congo, p. 17.
91 Carta de D. Afonso, rei do Congo, pedindo a el-rei de Portugal licença para
com prar um navio, de 26 de m aio de 1517, em Paiva Manso, ob. cit., p. 44-5;
e Carta de D. João III de Portugal ao m anicongo, de fins de 1529, em Brásio,
Monum enta Missionaria, 1. série, v. I, p. 521.
92 Carta de D. Afonso, rei do Congo, a el- rei D. Manuel, de 5 de outubro de
1514, em Paiva Manso, ob. cit., p. 30.
93 Paul Lovej oy, Transform ations in Slavery : a history of Slavery in Africa,
Cam bridge: Cam bridge University Press, 1983, p. 38.
94 Ou Ndongo.
95
Sobre os am bundos andongos, ver Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 505-6.
Para um a análise m ais extensa e m ais aprofundada, Joseph C. Miller, Kings
and Kinsm en: Early Mbundu States in Angola, Oxford: Clarendon Press,
1976, p. 63-70 e 73-88, ou, em português, Poder político e parentesco: os
antigos estados Mbundu em Angola, trad. de Maria da Conceição Neto,
Luanda: Arquivo Histórico Nacional, 1995, p. 63-70 e 73-88.
96 Vansina e Obenga, “The Kongo Kingdom ”, ob. cit., p. 550.
97 Delgado, ob. cit., v. I, p. 150.
98
Ibidem , p. 253.
99 Ibidem , p. 153.
100
Ibidem , p. 151 e 154.
101 Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit., p. 54.
102 Carta do m anicongo ao rei de Portugal, de 28 de j aneiro de 1530, em Paiva
Manso, ob. cit., p. 58; Delgado, ob. cit., p. 175; e Vansina, loc. cit.
103 Ralph Delgado, ob. cit., p. 182-3. Sobre a reação do m anicongo, ver o
parágrafo final da carta de Manuel Pacheco a D. João III, de 28 de m arço de
1536, em Paiva Manso, ob. cit., p. 68. Sobre a persistente recusa conguesa, ao
longo do tem po, de revelar onde ficavam suas fontes de cobre, Zdenka
Volavka, Crown and Ritual, p. 196-201.
104
Carta de Baltasar de Castro a D. João III, de 15 de outubro de 1526, Paiva Manso, ob. cit., p. 55.
105 Delgado, ob. cit., p. 154-6.
106 Hilton, ob. cit., p. 64.
107
Sobre o controle que o m anicongo exercia sobre a Igrej a Católica, Thornton, “The Developm ent of an African Catholic Church”, ob. cit., p. 148, 160-2. Ver tam bém Hilton, ob. cit., p. 60-5.
108
Hilton, ob. cit., p. 65.
109
Sobre os “senhores da terra”, Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 29-30, 492 e 494.
110 Delgado, ob. cit., p. 188-91.
111 Carta de D. Afonso I a D. João III, de 17 de dezem bro de 1540, em Paiva
Manso, ob. cit., p. 76-7.
112 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 66-7.
113
Delgado, ob. cit., p. 198-9.
114 Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit., p. 56.
115
Delgado, ob. cit., p. 216.
116 Com o m ostra John Thornton, “Early Kongo-Portuguese Relations: a New
Interpretation”, em History in Africa, Waltham , v. VIII (1981), p. 183-204.
117 Pigafetta, que, ao contrário dos j esuítas, destaca as qualidades do rei,
Relazione, p. 140; e Delgado, ob. cit., p. 200.
118 Conform e ressalta John Thornton, “The Developm ent of an African
Church”, ob. cit., p. 150.
119 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 60.
120
Ibidem , p. 66.
121 Bavili ou Fiote.
122
Sobre o reino de Loango, Alberto da Costa e Silva, ob. cit., p. 498.
123 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 60.
124 Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit., p. 58.
125
Testem unhos na inquirição de 7 de m aio de 1458, em Paiva Manso, ob. cit.,
p. 84-90.
126
Miller, Kings and Kinsm en, ob. cit., p. 82.
127 David Birm ingham , A conquista portuguesa de Angola, trad. de Altino
Ribeiro e Sérgio Moutinho, Porto: A Regra do Jogo, 1974, p. 15.
128 “Da Mina ao Cabo Negro”, segundo Garcia Mendes Castelo Branco, em
Luciano Cordeiro, Questões histórico-coloniais, Lisboa: Agência Geral das
Colônias, 1935, v. I, p. 186-7; Delgado, História de Angola, p. 255.
129 Vansina e Obenga, “The Kongo Kingdom ”, ob. cit., p. 556.
130 Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit., p. 64.
131
Ibidem .
132 Delgado, ob. cit., p. 260.
133
Relazione, ob. cit., p. 144.
134 Em relação aos j agas e im bangalas, Joseph C. Miller, “The Significance of
Drought and Fam ine in the Agriculturally Marginal Zones of West-Central
Africa”, The Journal of African History , v. 23 (1982), n. 1, p. 24-8; com
referência aos zim bas, Maly n Newitt, A History of Mozam bique, Londres:
Hurst & Co., 1995, p. 61-2, 67 e 68.
135 Joseph C. Miller, “Requiem for the Jaga”, Cahiers d’études africaines, v.
XIII (1973), n. I, p. 121-49. Esse artigo foi obj eto de um debate, cuj as
principais peças foram : John Thornton, “A Resurrection for the Jaga”, ibidem ,
v. XVIII (1978), n. I-II, p. 223-7; Joseph C. Miller, “Thanatopsis”, ibidem , v.
XVIII (1978), n. I-II, p. 229-31; François Bontink, “Un m ausolée pour les
Jaga, ibidem , v. XX (1980), n. 3, p. 387-90; Anne Hilton, “The Jaga
Reconsidered”, The Journal of African History , Cam bridge, v. 22 (1981), n. 2,
p. 191-202.
136 Birm ingham , “Central Africa”, ob. cit., v. 3, p. 552.
137 John Iliffe, Africans, ob. cit., p. 141.
138
“The Jaga Reconsidered”, ob. cit., p. 197-200.
139 Pigafetta, Relazione, ob. cit., p. 145.
140
Ibidem , p. 147.
141 Delgado, ob. cit., p. 261.
142 Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit., p. 68.
143
Baiacas ou Yaka.
144 Birm ingham , “Central Africa”, ob. cit., v. III, p. 552-3.
145
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 71.
146 Delgado, ob. cit., p. 161; Vansina, Kingdom s of the Savanna, ob. cit., p. 66;
Hilton, “The Jaga Reconsidered”, ob. cit., p. 192.
147 Delgado, ob. cit., p. 261.
148 Carta de Gonçalo Nunes Coelho ao rei D. João III, de 20 de abril de 1539,
em Paiva Manso, ob. cit., p. 72-3; Delgado, ob. cit., p. 183.
149
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 73-4.
150 Em Jean Cuvelier e Louis Jadin: L’Ancien Congo d’après les archives
rom aines, p. 135.
151 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 85.
1
Ralph Delgado, História de Angola, Lisboa: Banco de Angola, s.d., v. I, p. 254.
2 Ibidem .
3 Conform e petição de Paulo Dias de Novais, de 1588, em Antônio Brásio,
Monum enta Missionaria Africana: África Ocidental, 1. série, v. IV, Lisboa:
Agência Geral do Ultram ar, 1952-88, p. 481.
4
Relazione del Ream e di Congo, ed. aos cuidados de Giorgio Raim ondo
Cardona, Milão: Bom piani, 1978, p. 43.
5 A obra básica sobre os m uxiluandas é a de Ruy Duarte de Carvalho, Ana a
Manda, os filhos da rede: identidade coletiva, criatividade social e produção
da diferença cultural: um caso m uxiluanda, Lisboa: Instituto de Investigação
Científica Tropical, 1989.
6
Sobre o Culem be e o Libolo, Alberto da Costa e Silva, A enxada e a lança: a
África antes dos portugueses, 2. ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996, p.
507-8.
7 David Birm ingham , “The Date and Significance of the Im bangala Invasion of
Angola”, The Journal of African History, v. VI (1965), n. 2, p. 147; A
conquista portuguesa de Angola, Porto: A Regra do Jogo, 1974 (ed. inglesa,
1965), p. 25; Trade and Conflict in Angola, Londres: Oxford University Press,
1966, p. 49 e 72; “The African Response to Early Portuguese Activities in
Angola”, em Protest and Resistance in Angola and Brazil: Com parative
Studies, org. por Ronald H. Chilcote, Berkeley : University of California Press,
1972, p. 17-8.
8 Joseph C. Miller, “A Note on Casanze and the Portuguese”, Canadian Journal of
African Studies, v. VI (1972), n. 1, p. 43-7.
9 Anotado e corrigido por José Matias Delgado, Lisboa: Agência Geral das
Colônias, 1940, tom o I, p. 103.
10 Miller, “A Note on Casanze”, ob. cit., p. 47-8.
11 Delgado, ob. cit., v. I, p. 287-8.
12 Ibidem , p. 294.
13
Garcia Mendes Castelo Branco, “Da Mina ao Cabo Negro”, em Luciano
Cordeiro: Questões histórico-coloniais, Lisboa: Agência Geral das Colônias,
1935, v. I, p. 188; e Delgado, ob. cit., v. I, p. 294-5.
14
Delgado, ob. e v. cit., p. 299-301.
15 “Da Mina ao Cabo Negro”, ob. cit., p. 188-9.
16
Relazione del Ream e di Congo, ob. cit., p. 69.
17 Conform e testem unho do padre Baltazar Afonso, cit. por Ralph Delgado, ob.
cit., v. I, p. 308.
18 Com o descreve John K. Thornton, “The Art of War in Angola, 1575-1680”,
em Com parative Studies in Society and History , v. 30 (1988), n. 3, p. 368-9.
19 Padre Francisco Rodrigues, Um a história inédita de Angola (m s do séc. XVI),
Lis-boa, , 1936, p. 28.
20
Delgado, ob. cit., v. I, p. 315, nota.
21 Francisco Rodrigues, ob. cit., p. 25.
22 Delgado, ob. e v. cit., p. 362.
23
Ibidem , p. 313, 321 e 322, nota 1.
24 Garcia Mendes Castelo Branco, ob. cit., p. 196-7; Delgado, ob. cit., v. I, p.
351-5.
25 Delgado, ob. cit., p. 371.
26
Ibidem , p. 387.
27 Sobre os quissam as, ver Beatrix Heintze, “Historical Notes on the Kisam a of
Angola”, The Journal of African History , v. XIII (1972), n. 3, p. 407-18; sobre
Cafuxe Cam ba, especialm ente p. 412-4.
28 Castelo Branco, ob. cit., p. 197; Delgado, ob. cit., v. I, p. 387-8.
29 Delgado, ob. cit., p. 339.
30
Antônio de Oliveira Cadornega, História geral das guerras angolanas, anotada
e corrigida por José Matias Delgado e Manuel Alves da Cunha, tom o I
(term inado em 1680), Lisboa: Agência Geral das Colônias, 1940-2, p. 60 e
171.
31
“Estabelecim entos e resgates portugueses na Costa Ocidental da África, por
um anônim o”, em Luciano Cordeiro, Questões histórico-coloniais, Lisboa:
Agência Geral das Colônias, 1935, v. I, p. 302.
32
Alfredo de Albuquerque Lim a Felner, Angola. Apontam entos sobre a
ocupação e início do estabelecim ento dos portugueses no Congo, Angola e
Benguela, extraídos de docum entos históricos, Coim bra: Im prensa da
Universidade, 1933, p. 139.
33 Seu relatório em Um inquérito à vida adm inistrativa e económ ica de Angola
e do Brasil em fins do século XVI, editado por Alfredo de Albuquerque Lim a
Felner, Coim bra: Im prensa da Universidade, 1933.
34 Abreu de Brito, ob. cit., p. 30-1; Vitorino Magalhães Godinho, Os
descobrim entos e a econom ia m undial, v. IV, Lisboa: Editorial Presença,
1983, p. 164-5.
35 David Birm ingham , “Central Africa from Cam eroun to the Zam bezi”, em
The Cam bridge History of Africa, org. J.D. Fage e Roland Oliver, v. 4, org.
Richard Gray, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1975, p. 351.
36 Paul Lovej oy, “The Volum e of the Atlantic Slave Trade: a Sy nthesis”, The
Journal of African History , ob. cit., v. 23 (1982), n. 4, p. 480.
37 Ibidem , p. 352.
38
Com o aventa Birm ingham , A conquista portuguesa de Angola, ob. cit., p. 32.
39 Anne Hilton, The Kingdom of Kongo, Oxford: Clarendon Press, 1985, p. 74-5.
40 Ibidem , p. 252 e 362.
41
Conform e consta de carta do padre Francisco de Gouveia, de 1 de novem bro
de 1564, em Gastão de Sousa Dias, Relações de Angola: prim órdios da
ocupação portuguesa pertencentes ao cartório do Colégio dos Padres da
Com panhia, de Luanda, e transcritas do códice existente na Biblioteca
Nacional de Paris, Coim bra, 1934, p. 41.
42 Delgado, ob. cit., v. 1, p. 372.
43
Ver o testem unho do inglês Andre Battell, que andou por Angola por essa
época, em E.G. Ravenstein, The Strange Adventures of Andrew Battell of
Leigh in Angola and the Adj oining Regions, Londres: Hakluy t Society, 1901,
p. 64-5.
44 Delgado, ob. cit., v. 1, p. 358.
45
Baltasar Rebelo de Aragão, “Terras e m inas africanas”, em Luciano
Cordeiro, Questões histórico-coloniais, ob. cit., v. I, p. 224.
46 Com o Garcia Mendes Castelo Branco, que faz a apologia do sistem a e pede
ao rei, por volta de 1620, que o restabeleça. Ver “Da Mina ao Cabo Negro”,
ob. cit., p. 178-85.
47 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 12 e 13.
48 Ibidem , p. 35.
49
Miller, Kings and Kinsm en: Early Mbundu States in Angola. Oxford:
Clarendon Press, 1976, p. 168, nota 5. (Poder político e parentesco. Luanda:
Arquivo Histórico Nacional, 1995, p. 165, nota 52.)
50
Sobre as grandes m udanças políticas entre os lubas e os lundas e a origem dos
quingúris, ver o m eu livro, p. 481-9.
51
Kings and Kinsm en, ob. cit., p. 128-75; Poder político e parentesco, ob. cit., p.
128-73.
52
Giovanni Antonio Cavazzi de Montecúcculo ou João António Cavazzi de
Montecúcculo, Descrição histórica dos três reinos do Congo, Matam ba e
Angola, trad. e notas do padre Graciano Maria de Leguzzano, Lisboa: Junta de
Investigações do Ultram ar, 1965, v. I, p. 178 (a prim eira edição de Istorica
Descrizione de Tre Regni Congo, Angola ed Matam ba é de 1687).
53 Ravenstein, ob. cit., p. 84 -5.
54
Joseph C. Miller, “The Im bangala and the Chronology of Early Central
African History ”, The Journal of African History , v. XIII (1972), n. 4, p. 566,
nota 66.
55
Ravenstein, ob. cit., p. 34; Cadornega, ob. cit., tom o III, p. 225; Cavazzi de
Montecúcculo, ob. cit., v. II, p. 240.
56 Miller, Kings and Kinsm en, ob. cit., p. 229-31; Poder político e parentesco, ob.
cit., p. 225-7.
57 Conform e Joseph C. Miller, “The Im bangala and the Chronology ”, ob. cit., p.
567-8; e Kings and Kinsm en, ob. cit., p. 182-95 (p. 179-93 de Poder político e
parentesco).
58 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 31-2.
59 Ibidem , p. 34.
60
Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 125; A. da Silva Rego, A dupla restauração de
Angola, 1641-1648, Lisboa: Agência Geral das Colônias, 1948, p. 13.
61 Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: form ação do Brasil no
Atlântico Sul, séculos XVI e XVII. São Paulo: Com panhia das Letras, 2000, p.
251-6.
62
“É o m elhor dinheiro” no Dongo, escrevia, por volta de 1618, Baltasar Rebelo
de Aragão, ob. cit., p. 224.
63 David Birm ingham , “Central Africa from Cam eroun to the Zam bezi”, The
Cam bridge History of Africa, ob. cit., v. 3, org. por Roland Oliver,
Cam bridge: Cam bridge University Press, 1977, p. 556.
64
Rebelo de Aragão, ob. cit., p. 233-4. Ver tam bém Alencastro, O trato dos
viventes, ob. cit., p. 256-8.
65 “Da Mina ao Cabo Negro”, ob. cit., p. 170.
66 Delgado, ob. cit., v. 3, p. 28-9; Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 77.
67
Rebelo de Aragão, ob. cit., p. 231.
68 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 52.
69
Cit. por Joseph C. Miller, Kings and Kinsm en, ob. cit., p. 200; Poder político e
parentesco, ob. cit., p. 197.
70 Cavazzi de Montecúcculo, ob. cit., v. II, p. 67-8; nota de José Matias Delgado à
História geral das guerras angolanas, de Cadornega, tom o I, p. 157-9;
Delgado, ob. cit., v. II, p. 72-3.
71
Ravenstein, ob. cit., p. 11 e 40-1; Miller, “A Note on Casanze”, ob. cit., p. 49-
50.
72 Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 100.
73 Mário Maestri, A agricultura africana nos séculos XVI e XVII no litoral
angolano, Porto Alegre: Instituto de Filosofia e Ciências Hum anas da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1978, p. 52-3.
74 Com o m ostrou Evaldo Cabral de Mello, “Nas fronteiras do paladar”,
Suplem ento Mais!, Folha de S.Paulo, São Paulo, 28 m aio 2000.
75 Ver Alfredo Margarido, A lusofonia e os lusófonos: novos m itos portugueses,
Lisboa: Edições Universitárias Lusíadas, 2000, p. 37-40.
76
Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 99-103; Delgado, ob. cit., p. 73-4.
77 Miller, “A Note on Casanze”, ob. cit., p. 53.
78 Com o consta das Relações de Manoel Severim de Faria, referentes ao
período de m arço de 1621 a fevereiro de 1622 (ver transcrição do texto em
nota à página 103 do tom o I da ed. cit. da História geral das guerras angolanas
de Cadornega).
79 Miller, “A Note on Casanze”, ob. cit., p. 53.
80 Manoel S. de Faria, no texto a que faz referência à nota 72 acim a.
81
Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 103-6; Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit.,
p. 135.
82 Ver Delgado, ob. cit., v. 2, p. 74-5; Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p.
135.
83
Com o, se não deduzo m al, poderia ser o caso de David Birm ingham em
“Central Africa from Cam eroun to the Zam bezi”, The Cam bridge History of
Africa, ob. cit., v. 4, p. 335.
84
Com o deixa claro um a “Carta de um cônego do Congo ao padre Manuel
Rodrigues, da Com panhia de Jesus do colégio de Luanda, com o resum o da
vida do rei D. Pedro Afonso II, 1624”, em Visconde de Paiva Manso, História
do Congo (Docum entos), Lisboa: Tipografia da Academ ia (Real das Ciências
de Lisboa), 1877, p. 174-9.
85 Ndem bo ou Ndem bu.
86 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 124.
87 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 35-6; Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 126.
88 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 126-7.
89
Ibidem , p. 130 e 131.
90 D. Álvaro IV, conform e Delgado, ob. cit., v. 2, p. 152.
91 Cavazzi de Montecucculo, ob. cit., v. I, p. 160.
92
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 124.
93 Descrição, ob. cit., v. I, p. 160.
94
“Nzinga of Matam ba in a New Perspective”, The Journal of African History ,
v. XVI (1975), n. 2, p. 201-6.
95
O relato de Cavazzi sobre a rainha Jinga estende-se da p. 64 à 86 do v. I da ed.
cit. de seu livro.
96 Desde o anotador de Cadornega (José Matias Delgado) e Ralph Delgado até
Roy Glasgow, Nzinga: resistência africana à investida do colonialism o
português em Angola, 1582-1663, São Paulo: Perspectiva, 1982. Selm a
Pantoj a (Nzinga Mbandi: m ulher, guerra e escravidão, Brasília: Thesaurus,
2000) não aborda a questão da legitim idade.
97
A m atança dos pretendentes à posição de angola aparece com o a de seus
parentes em Cavazzi de Montecucculo, ob. cit., v. I, p. 71; ver Miller, “Nzinga
of Matam ba in a New Perspective”, The Journal of African History , v. 6, n. 2,
1975, p. 208.
98 Continuo a acom panhar Miller, ob. cit.
99
Econom ia e sociedade em Angola na época da rainha Jinga, século XVII,
Lisboa: Editorial Estam pa, 1990, p. 178-83.
100 Beatrix Heintze, Fontes para a história de Angola no século XVII¸ v. I,
Stuttgart: Franz Steiner Verlag Wiesbaden, 1985, p. 210.
101 “Legitim acy and Political Power: Queen Nj inga, 1624-1663”, The Journal
of African History , v. 32 (1991), n. 1, p. 25-40.
102 Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 85.
103
Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 416; Cavazzi de Montecucculo, ob. cit., v. I, p. 72.
104
Com o escreve John K. Thornton, “Legitim acy and Political Power”, ob. cit., p. 40.
105 Assim pensa Birm ingham , “Central Africa”, The Cam bridge History of
Africa, ob. cit., v. 4, p. 353.
106 Jan Vansina, Kingdom s of the Savanna, Madison: The University of
Wisconsin Press, 1966, p. 135; Thornton, “The Art of War in Angola”, p. 362,
e “Legitim acy and Political Power”, p. 29.
107 Com o quer Miller, “Nzinga of Matam ba”, ob. cit., p. 209.
108 Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 128; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 98.
109
Delgado, ob. cit., v. 2, p. 99-100.
110 Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 127-8; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 100.
111
Delgado, ob. e v. cit., p. 101.
112 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 102-4.
113
História geral, ob. cit., tom o I, p. 140-3.
114 Thornton, “Legitim acy and Political Power”, ob. cit., p. 30.
115 Descrição, ob. cit., p. 77.
116
Delgado, ob. cit., v. 2, p. 107-8.
117 Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 151-2; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 109-10.
118
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 111.
119 Cavazzi de Montecucculo, ob. cit., v. I, p. 22 e 79.
120 Miller, “Nzinga of Matam ba”, ob. cit., p. 210-11.
121
Joseph C. Miller, “Worlds Apart: Africans’ Encounters and Africa’s Encounters with the Atlantic in Angola, before 1800”, Actas do Sem inário Encontro de Povos e Culturas, realizado em Luanda, de 3 a 6 de abril de 1995, Lisboa: Com issão Nacional para as Com em orações dos Descobrim entos Portugueses, 1997, p. 266.
122 Thornton, “Legitim acy and Political Power”, ob. cit., p. 26.
123 Com o sustenta David Birm ingham , “The African Response”, ob. cit., p. 22-
4.
124
Delgado, ob. cit., v. 2, p. 211-4.
1 A. Teixeira da Mota e P.E.H. Hair, East of Mina: Afro-European Relations on
the Gold Coast in the 1550s and 1560s: an Essay with Supporting Docum ents,
Madison: The University of Wisconsin, 1988, p. 6.
2 Ralph Delgado, História de Angola, Lisboa: Banco de Angola, s.d., v. 1, p. 165-
6.
3
Teixeira da Mota e Hair, ob. cit., p. 7 e 9.
4 Antônio Brásio, Monum enta Missionaria Africana: África Ocidental, 2. série, v.
I, Lisboa: Agência Geral do Ultram ar, 1958, p. 587.
5 André Álvares d’Alm ada, Tratado breve dos Rios de Guiné do Cabo-Verde
desde o rio do Sanagá até aos Baixos de Sant’Anna, etc. etc., publicado por
Diogo Köpke, Porto: Tipografia Com ercial Portuense, 1841, p. 30-1.
6 Jean Boulègue, Les Luso-africans de Sénégam bie, XVIe-XIXe siècles, Lisboa:
Instituto de Investigação Científica Tropical/Centre de Recherches Africaines
de l’Université de Paris I, 1989, p. 13.
7 Ver, por exem plo, Alm ada, ob. cit., p. 14-5 e 36.
8
Conform e testem unho do cabo-verdiano Francisco de Andrade, “Relation de
Francisco de Andrade sur les îles du Cap-Vert et la côte occidentale d’Afrique
(1582)”, Bulletin de l’IFAN, B, tom o XXIX (1967), n. 1-2, p. 81.
9 Alm ada, ob. cit., p. 14.
10
Jean Boulègue, “Réorientation atlantique et politique extérieure des roy aum es
sénégam biens (fin XVe-XVIe siècles)”, A dim ensão atlântica da África,
Anais da II Reunião Internacional de História da África (Rio de Janeiro, 30
outubro-1 novem bro 1996), São Paulo: Centro de Estudos Africanos da
Universidade de São Paulo/Serviço de Docum entação da
Marinha/Coordenação de Form ação de Pessoal de Nível Superior, 1997, p.
91.
11 Tratado breve, ob. cit., p. 36.
12
Ibidem , p. 13.
13 Teixeira da Mota e Hair, ob. cit., p. 15, 46-7 (notas 51 e 52).
14
John Vogt, Portuguese Rule on the Gold Coast, 1469-1682, Athens, Georgia,
1979, p. 113.
15
Conform e um anônim o, escrevendo em 29 de setem bro de 1572. Transcrito
em Teixeira da Mota e Hair, ob. cit., p. 73.
16
Teixeira da Mota e Hair, ob. cit., p. 15, 16, 17, 19 e 46.
17 Sobre o assunto P.E.H. Hair, “The Abortive Portuguese Settlem ent of Sierra
Leone, 1570-1625”, Vice-Alm irante A. Teixeira da Mota, In Mem oriam , vol.
I, Lis-boa: Academ ia de Marinha/Instituto de Investigação Científica
Tropical, 1987, p. 171-208. Ver tam bém Maria Em ília Madeira Santos, As
estratégicas Ilhas de Cabo Verde ou a “Fresca Serra Leoa”: um a escolha para
a política de expansão portuguesa no Atlântico, Lisboa: Instituto de
Investigação Científica Tropical, 1988.
18
Tratado breve, ob. cit., p. 14.
19 Cit. por Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 29.
20
Ibidem , p. 68.
21 C. Wondj i, “The States and Cultures of the Upper Guinea Coast”, General
History of Africa, org. pela Unesco, v. V, org. por B.A. Ogot, Londres:
Heinem ann/University of California Press/Unesco, 1992, p. 397.
22 Alm ada, ob. cit., p. 14.
23 Boulègue, “Réorientation atlantique”, ob. cit., p. 92.
24
Thornton, John A. Africa and Africans in the Making of the Atlantic World,
1400-1680, Cam bridge: Cam bridge University Press, 1992, p. 44-53.
25 Ver, por exem plo, o Códice Valentim Fernandes, leitura paleográfica, notas e
índices por José Pereira da Costa, Lisboa: Academ ia Portuguesa da História,
1997, p. 110; John Matthews, A Voy age to the River Sierra Leone, on the
Coast of Africa, Londres, 1788, p. 52; Mungo Park, Travels in Africa, org. por
Ronald Miller, Londres: Dent (Every m an’s Library ), 1969, p. 217-8.
26 Candice L. Goucher, “Iron is Iron ‘til it is Rust: Trade and Ecology in the
Decline of West African Iron-Sm elting”, The Journal of African History , v.
22 (1981), n. 2, p. 179-81; Peter R. Schm idt e S. Terry Childes, “Innovation
and Industry during the Early Iron Age in East Africa: the KM2 and KM3
Sites of Northwest Tanzania”, The African Archaeological Review, v. 3
(1985), p. 55; Thornton, Africa and Africans, p. 46.
27
Alm ada, ob. cit., p. 33.
28 Ibidem , p. 27.
29 Philip D. Curtin, Econom ic Change in Precolonial Africa: Senegam bia in the
Era of the Slave Trade, Madison: The University of Wisconsin Press, 1975, p.
210.
30 Thornton, Africa and Africans, ob. cit., p. 48.
31
Teixeira da Mota e Hair, ob. cit., p. 9 e 25.
32 Ibidem , p. 10, 11, 12, 20-1; ver a carta, datada de 18 de m arço de 1557, de
Afonso Gonçalves Botafogo, governador do forte da Mina, à rainha D.
Catarina, ibidem , p. 102-3.
33 Ibidem , p. 9.
34 Vogt, Portuguese Rule on the Gold Coast, ob. cit., p. 112 e 124; Teixeira da
Mota e Hair, ob. cit., p. 52 (nota 81).
35 J.D. Fage, “A Com m entary on Duarte Pacheco Pereira’s Account of the
Lower Guinea Coastlands in his Esm eraldo de Situ Orbis, and on Som e Other
Early Accounts”, History in Africa, v. 7 (1980), p. 59-60 e 61-3; Teixeira da
Mota e Hair, ob. cit., p. 10, 11, 12, 21, 22 e 23.
36 John W. Blake, West Africa: Quest for God and Gold, 1454-1578: a Survey of
the First Century of White Enterprise in West Africa, with particular
reference to the Achievem ent of the Portuguese and their Rivalries with other
Europeans Powers. Londres: Curzon Press, 1977, p. 155.
37
Teixeira da Mota e Hair, ob. cit., p. 10, 11, 12, 21 e 22.
38 Ver os escritos, da prim eira m etade do século XVII, de Garcia Mendes
Castelo Branco, “Da Mina ao Cabo Negro”, em Luciano Cordeiro, Questões
histórico-coloniais, Lisboa: Agência Geral das Colônias, 1935, v. I, p. 171-6; e
Baltasar Rebelo de Aragão, “Terras e Minas Africanas”, ibidem , p. 228. Ver
tam bém Delgado, ob. cit., v. 2, p. 16-9.
39
Sobre ela, John Janzen, Lem ba, 1650-1930: a Drum of Affliction and the New
World, Nova York, 1982.
40 Delgado, ob. cit., v. I, p. 388.
41 Com o sugere Jean Boulègue, L’Im pact économ ique et politique des
navigations portugaises sur les peuples côtiers. Le cas de la Guinée du Cap
Vert (XVe-XVIe siècles), Lisboa: Instituto de Investigação Científica
Tropical, 1988, p. 8.
42
Francisco de Lem os Coelho, Duas descrições seiscentistas da Guiné, com
introd. e anotações históricas de Dam ião Peres, Lisboa: Academ ia
Portuguesa da História, 1990, p. 7 e 9.
43
G. Thilm ans e J.P. Rossie, “Le ‘Flam beau de la Navigation’ de Dierick
Ruiters”, Bulletin de l’IFAN, tom o XXXI (1969), série B, n. 1, p. 114; texto
tam bém em Nize Isabel de Moraes, À la découverte de la Petite Côte au
XVIIe siècle (Sénégal et Gam bie), tom o I, Dacar, Université Cheikh Anta
Diop de Dakar/IFAN, 1993, p. 70.
44
O francês Destival, cit. por Jean Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 40.
45 Ver Nize Isabel de Moraes, La Petite Côte d’après le capitão Francisco de
Lem os Coelho (Ca. 1669), tese de m estrado apresentada à Faculté de Lettres
et Sciences Hum aines de Paris, Sorbonne/IFAN, 1972 (m im eografada), p. 89-
92 e 100.
46
Duas descrições, ob. cit., p. 97, 99 e 112.
47 Boulègue, Les Luso-Africains, ob. cit., p. 41-2; Nize Isabel de Moraes (La
Petite Côte, ob. cit., p. 101-6) faz um levantam ento de testem unhas da época,
que m encionam os núm eros das exportações anuais de couros, entre 1606 e
1755.
48
Relação em Nize Isabel de Moraes, À la découverte de la Petite Côte, ob. cit.,
p. 49.
49
E. van den Boogaart e P.C. Em m er, “The Dutch Participation in the Atlantic
Slave Trade, 1596-1650”, em The Uncom m on Market: Essay s in the
Econom ic History of the Atlantic Slave Trade, org. por Henry A. Gem ery e
Jan S. Hogendorn, Nova York: Academ ic Press, 1979, p. 354-7; Johannes
Menne Postm a, The Dutch in the Atlantic Slave Trade, 1600-1815,
Cam bridge: Cam bridge University Press, 1992, p. 10; Robin Blackburn, The
Making of New World Slavery : from the Baroque to the Modern, 1492-1800,
Londres: Verso, 1997, p. 189; Hugh Thom as, The Slave Trade: the History of
the Atlantic Slave Trade, 1440-1870, Londres: Picador, 1997, p. 160.
50 Hubert Descham ps, Histoire de la Traite des noirs de l’antiquité à nos j ours,
Paris: Fay ard, 1971, p. 60.
51 Lerone Bennett, Before the May flower, Baltim ore: Penguin Books, 1966 (a 1.
ed. é de 1962), p. 29-30; Daniel P. Mannix e Malcolm Cowley, Historia de la
Trata de Negros, Madrid: Alianza Editorial, 1968 (a 1. ed. em inglês de Black
Cargoes: a History of the Atlantic Slave Trade é tam bém de 1962), p. 62;
Postm a, The Dutch in the Atlantic Slave Trade, ob. cit., p. 12.
52
Johannes Postm a, “The Dim ension of the Dutch Slave trade from Western
Africa”, The Journal of African History , v. XIII (1972), n. 2, p. 239.
53
Form ação econôm ica do Brasil, Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1959, p. 21,
nota 8.
54 Ver tam bém os parágrafos que sobre o assunto escreveu Charles R. Boxer,
The Dutch in Brazil, Londres: Oxford University Press, 1957, p. 20-1.
55 Nize Isabel de Moraes, À la découverte de la Petite Côte, ob. cit., p. 40.
56 M. Malowist, “The Struggle for International Trade and its Im plications for
Africa”, General History of Africa, org. pela Unesco, v. 5, org. por B.A.
Ogot, Londres: Heinem ann/University of California Press/Unesco, 1992, p.
12.
57 Alan Ry der, “Portuguese and Dutch in West Africa before 1800”, em A
Thousand Years of West African History , Ibadan: Ibadan University
Press/Nelson, 1965, p. 217-36.
58 C.R. Boxer, The Dutch Seaborne Em pire, 1600-1800, Harm ondsworth:
Penguin Books, 1990 (1. ed., 1965), p. 209-11.
59
Curtin, ob. cit., p. 107; Boubakar Barry, Senegam bia and the Atlantic Slave
Trade, trad. de Ay i Kwei Arm ah, Cam bridge: Cam bridge University Press,
1998, p. 47.
60
Anne Hilton, The Kingdom of Kongo, Oxford: Clarendon Press, 1985, p. 142-
3.
61
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 108; Joseph C. Miller, “Worlds
Apart: African’s Encounters and Africa’s Encounters with the Atlantic in
Angola, before 1800”, Actas do Sem inário Encontro de Povos e Culturas em
Angola, realizado em Luanda, de 3 a 6 de abril de 1996, Lisboa: Com issão
Nacional para as Com em orações dos Descobrim entos Portugueses, 1997, p.
259.
62 António de Oliveira de Cadornega, História geral das guerras angolanas,
anotada e corrigida por José Matias Delgado, Lisboa: Agência Geral das
Colônias, 1940, tom o I, p. 123; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 93 e 96.
63 Para exem plos, Delgado, ob. cit., v. 2, p. 106 e 108.
64 Cadornega, ob. cit., nota à p. 230.
65
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 113.
66 Ibidem , p. 115.
67 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 96-7.
68
Ibidem , p. 154.
69 Ibidem , p. 221.
70
Delgado, ob. cit., v. 2, p. 217; 18 naus e 2.500 hom ens, segundo Cadornega,
ob. cit., tom o I, p. 232 e 248; 20 navios e 2.000 infantes, conform e A. da Silva
Rego, A dupla restauração de Angola, 1641-1648, Lisboa: Agência Geral das
Colônias, 1948, p. 31.
71 Silva Rego, ibidem .
72
Silva Rego, ob. cit., p. 11-2.
73
Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 267-8.
74 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 145.
75
Com o se vê em Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 176, 191 e 220.
76 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 254.
77 Por Anne Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 148-9.
78
Ibidem .
79 Boogaart e Em m er, ob. cit., p. 367-9 e Postm a, The Dutch in the Atlantic
Slave Trade, ob. cit., p. 21.
80 Postm a, The Dutch in the Atlantic Slave Trade, ob. cit., p. 27-9.
81
Ibidem , p. 26.
82 História geral, ob. cit., tom o I, p. 301.
83 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 269-70.
84
Elias Alexandre da Silva Correia, História de Angola, Lisboa: Agência Geral
das Colônias, 1937, v. I, p. 250 (a obra foi escrita no fim do século XVIII).
85 Cadornega, História geral, tom o I, p. 338-40; Delgado, História de Angola, v.
2, p. 280.
86 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 150.
87
Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 346-53; Silva Rego, ob. cit., p. 83-4.
88 Cadornega, ob. e tom o cit., p. 350; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 282.
89 Cadornega, ob. cit., tom o 1, p. 33 e 406-12; John K. Thornton, “The Art of
War in Angola, 1575-1680”, Com parative Studies in Society and History , v. 30
(1988), n. 3, p. 363-7.
90
Silva Rego, ob. cit., p. 114-6; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 289-90.
91 Cadornega, ob. cit., tom o 1, p. 323; Silva Rego, ob. cit., p. 109 e 110.
92
Conform e nota de José Matias Delgado a Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 324;
Alencastro, ob. cit., p. 228.
93
Delgado, ob. cit., v. 2, p. 295-7.
94 Sobre Soutom aior, cuj o nom e tam bém aparece grafado Sotom aior e Souto
Maior, Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 356 e segs.; Antônio Brásio, Monum enta
Missionaria Africana, ob. cit., 1. série, v. X, p. 66-71; Silva Rego, ob. cit., p.
123-44; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 301-34.
95
Cadornega dá os seus nom es, entre eles o do capitão Paulo Pereira, do terço
de Henrique Dias, na p. 380 do tom o I da História geral das guerras
angolanas.
96
Carta de Soutom aior ao rei D. João IV, cit. por Delgado, ob. cit., v. 2., p. 308.
97 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 323.
98 Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 393-428; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 327-32.
99
Cadornega, ob. e tom o cit., p. 507-8.
100 Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 150.
101
Ibidem , p. 151-3.
102 Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 438-48.
103 Ibidem , p. 490.
104
Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 491-2; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 351-2.
105 Sobre essas “arm aduras de algodão”, Alencastro, O trato dos viventes, ob.
cit., p. 95-6.
106
Ver desenhos em Cadornega, ob. cit., tom o I, entre as p. 1 e 3, e tom o III, entre as p. 108 e 109.
107 Beatrix Heintze, “A cultura m aterial dos Am bundu segundo as fontes dos
séculos XVI e XVII”, Revista Internacional de Estudos Africanos, Lisboa, n.
10-1 (1989), p. 48.
108
Cadornega, ob. cit., tom o II, p. 104.
109 Conform e o desenho em Cadornega, ob. cit., tom o I, entre as p. 1 e 3.
110
Filippo Pigafetta, Relazione del ream e di Congo, ed. organizada por Giorgio Raim ondo Cardona, Milão, Bom piani, 1978, p. 63.
111
Beatrix Heintze, “A cultura m aterial dos Am bundu”, ob. cit., p. 45; John K. Thornton, “The Art of War in Angola”, ob. cit., p. 364-5 e 377.
112 Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 498-511; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 352-4.
113 Cadornega, ob. cit., tom o I, p. 523-5; Delgado, ob. cit., v. 2, p. 356-7.
114
Delgado, ob. cit., v. 2, p. 382.
115 Cadornega, ob. cit., tom o II, p. 37, e nota de José Matias Delgado, à p. 482.
116 Delgado, ob. cit., v. 2, p. 391.
117
Ruy Duarte de Carvalho, Ana a Manda, os filhos da rede: identidade coletiva, criatividade social e produção da diferença cultural: um caso m uxiluanda, Lisboa: Instituto de Investigação Científica Tropical, 1989, p. 35.
118
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 151.
119 Visconde de Paiva Manso, História do Congo (Docum entos), Lisboa:
Tipografia da Academ ia Real das Ciências de Lisboa, 1877, p. 200-2.
120 A íntegra em Delgado, ob. cit., v. 3, p. 60-4.
121
Ibidem , p. 66.
122
Pieter Mortam er, cit. por Miller, “Nzinga of Matam ba”, ob. cit., p. 211.
123 Texto em Cavazzi de Montecucculo, ob. cit., v. II, p. 332-3; ver Cadornega,
ob. cit., tom o II, p. 81-7 e 128-30; e tam bém Delgado, ob. cit., v. 3, p. 161-3.
124 Delgado, ob. cit., v. 3, p. 161.
125
Ibidem , p. 242.
126 Cadornega, ob. cit., tom o II, p. 221-2.
127 Delgado, ob. cit., v. 3, p. 245.
128
Miller, “Nzinga of Matam ba”, ob. cit., p. 214.
129 Cadornega, ob. cit., tom o II, p. 89-90; Delgado, ob. cit., v. 3, p. 137.
130
Vej a-se a cena da prestação de vassalagem de Ndam ba Aquitaito ao capitão-m or Diogo Gom es de Morales e a Angola Ari, em Delgado, ob. cit., v. 3, p. 143-4.
131
Cadornega, ob. cit., tom o II, p. 25-31; Delgado, ob. cit., v. 3, p. 49-50; Joseph C. Miller, “A Note on Kasanze and the Portuguese”, Canadian Journal of African Studies, v. VI (1972), n. 1, p. 54-5.
132 Cadornega, ob. cit., tom o II, p. 87-128; Delgado, ob. cit., v. 3, p. 136-46.
133
Delgado, ob. cit., v. 3, p. 189.
134 Cadornega, ob. cit., tom o II, p. 175-6; Delgado, ob. cit., v. 3, p. 203.
135
Hilton, The Kingdom of Kongo, ob. cit., p. 170-4.
136 Cadornega, ob. cit., tom o II, p. 131-5.
137 Cadornega, ob. e tom o cit., p. 150-5; Delgado, ob. cit., v. 3, p. 196-9.