Práticas de Microbiologia (2ª edição)

Alane Beatriz Vermelho · Capítulo 17 de 56

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Práticas de Microbiologia (2ª edição)

Interpretação dos resultados

▶ 1a etapa. Apresentar material de laboratório: mostrar a vidraria principal (pipetas, placas, tubos etc.) e outros objetos de frequente manipulação (alça e agulha de inoculação, bico de Bunsen etc.).

▶ 2a etapa. Treinar manobras assépticas:

 

1. Distribuir meio de caldo simples estéril, contido em um tubo, para outro

tubo vazio e estéril, usando pipeta (2 mℓ). Repetir quando a técnica não

se mostrar adequada. Incubar os tubos inoculados à temperatura

ambiente, por, no mínimo, 48 horas.

2. Transferir uma porção de Serratia marcescens crescida em tubo de ágar

inclinado, contendo meio de ágar simples, para outro meio idêntico,

com auxílio de alça de inoculação.

3. Transferir uma porção de Serratia marcescens crescida em tubo de ágar

inclinado para meio líquido de caldo simples.

4. Incubar os tubos dos itens 2 e 3 à temperatura ambiente, por, no

mínimo, 48 horas.

 

Observação: algumas estirpes de Serratia marcescens produzem em suas células um pigmento vermelho-alaranjado apenas quando incubadas no escuro; outras produzem o mesmo pigmento sem essa exigência, bastando a incubação à temperatura ambiente. O pigmento vermelho-alaranjado facilita a visualização do crescimento bacteriano.

 

Interpretação dos resultados

 

Manobras assépticas

 

1. Leitura dos tubos de caldo simples, estéreis, submetidos à transferência

em condições assépticas: a observação de turvação, formação de

película ou depósito no meio de cultura indica a presença de

crescimento bacteriano e, portanto, manobra asséptica inadequada.