Práticas de Microbiologia (2ª edição)
Bibliografia
Figura 3.33 Resultados da prática com álcool iodado (A) e sabão de coco (B) mostrando a maior eficiência do álcool iodado em eliminar os microrganismos. O álcool iodado eliminou tanto os microrganismos presentes na flora normal quanto as células de Serratia marcescens, enquanto o sabão de coco eliminou a S. marcescens, mas não foi eficaz contra a flora normal. Região 1: flora normal da pele presente no polegar; região 2: cultura pura de Serratia marcescens; região 3: polegar após lavagem com antisséptico.
Bibliografia
BLACK G. J. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. 4. ed. Tradução
de Eiler Fritsch Toros. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Norma Técnica 001, “Qualidade do ar ambiental interior. Método de
amostragem e análise de bioaerossóis em ambientes interiores”, contida
na Resolução n. 9, em 16/01/2003. Acesso: 9 ago. 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Resolução n. 31, de 4 de julho de 2011. Dispõe sobre a indicação de uso
dos produtos saneantes na categoria “Esterilizante”, para aplicação sob
a forma de imersão. Disponível em:
<http://portal.anvisa.gov.br/documents/10181/3153249/RDC_31_2011.
pdf/ b70030a6-9475-4cb2-8050-edc977cf31a3?version=1.0>. Acesso:
29 out. 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Resolução n. 33, de 16 de agosto de 2010. Dispõe sobre a proibição de
registro de novos produtos saneantes na categoria “Esterilizantes” para
aplicação sob a forma de imersão. Acesso: 9 ago. 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Resolução n. 51, de 21 de outubro de 2009. Dispõe sobre a
comprovação de eficácia de esterilizantes e desinfetantes hospitalares
para artigos semicríticos frente à micobactéria Mycobacterium
massiliense e dá outras providências. Diário Oficial da União, de 22 de
outubro de 2009. Acesso: 9 ago. 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Resolução n. 8, de 27 de fevereiro de 2009. Dispõe sobre as medidas
para redução da ocorrência de infecções por Micobactérias de
Crescimento Rápido (MCR) em serviços de saúde. Disponível em:
<http://portal.anvisa.gov.br/documents/33880/2568070/res0008_27_02_
2009.pdf/ 473af4ef-f628-45ff-b4a2-61074386379a?version=1.0>.
Acesso: 9 ago. 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Resolução n. 59, de 17 de dezembro de 2010. Dispõe sobre os
procedimentos e requisitos técnicos para a notificação e o registro de
produtos saneantes e dá outras providências. Disponível em:
<http://portal.anvisa.gov.br/documents/33880/2568070/res0059_17_12_
2010.pdf/ 194ebbe3-15ea-4817-b472-f73cc76441c2>. Acesso: 29 out.
2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Resolução n. 91, de 28 de novembro de 2008. Proíbe o uso isolado de
produtos que contenham paraformaldeído ou formaldeído, para
desinfecção e esterilização, regulamenta o uso de produtos que
contenham tais substâncias em equipamentos de esterilização e dá
outras providências. Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2008/res0091_28_11_
2008.html.> Acesso: 29 out. 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Orientações para os consumidores de saneantes. 2012. Disponível em:
<http://portal.anvisa.gov.br/documents/33920/281967/Cartilha+de+orie
nta%C3%A7%C3%A3o+‐
para+os+consumidores+de+sanenantes/66163b65-1731-4d5c-b522-
ccd146d7a2e1>. Acesso: 9 ago. 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Segurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de
superfícies. 2012. Disponível em:
<https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicac
oes/item/ seguranca-do-paciente-em-servicos-de-saude-limpeza-e-
desinfeccao-de-superficies>. Acesso: 29 out. 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Oswaldo Cruz. Manual da
Qualidade. Disponível em:
<https://www.ebah.com.br/content/ABAAABDJYAD/incqs-65-3210-
007-metodo-diluicao-uso>. Acesso: 29 out. 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Processamento de artigos e superfícies
hospitalares em estabelecimentos de saúde. Brasília. 1994. Disponível
em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/superficie.pdf>. Acesso
em: 29 out. 2018.
CAMPOS RODRIGUES, E. A.; MENDONÇA, J. S.; AMARANTE, J. M.
B.; FILHO, M. B. A.; FRINBAM, R. S.; RITCHTMANN, R. Infecções
hospitalares: prevenção e controle. São Paulo: Sarvier, 1997. p. 399-
434.
LORENA, N. S.; DUARTE, R. S.; PITOMBO, M. B. Infecção por
micobactérias de crescimento rápido após procedimentos
videocirúrgicos – a hipótese do glutaraldeído. Rev. Col. Bras. Cir. (on-
line) 2009; 36(3): 266-7
MADIGAN, M. T.; MARTINKO, K.; BENDER, K. S.; BUCKLEY, D. H.;
STAHL, D. A. Microbiologia de Brock. 14. ed. Porto Alegre: Artmed,
2010.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 10. ed.
2012. Porto Alegre: Artmed. Tradução de A. M. Silva et al. Revisão
técnica de F. G. Fonseca.
VERMELHO, A. B.; BASTOS, M. C. F.; SÁ, M. H. B. Bacteriologia geral.
1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2008.
_____________
1Com base no Procedimento Operacional Padronizado do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde 65.3210-007 da Fundação Oswaldo Cruz.
OceanofPDF.com