Caderno H
O humilde tesouro
Ah, nem queiras saber... A vida é preciosa como um pão roubado!
O sobrevivente
Estranho animal, o escriba, que lhe n ão basta ver, sentir... mas é-lhe preciso escrever isso tudo e outras coisas, para só então mais intensamente viver. Daí, o seu ar de sobrevivente. De quem ao mesmo tempo está e não está aqui. E, ao encontrar-te, ele sempre te estende a mão como em despedida, já com saudades de agora.