Educação universitária: práxis coletiva
B. “Historização” enquanto “paradigma da insustentabilidade coletiva”
Em síntese, “ínfero-referencial” há de sugerir alteridade de relações humanas, cujo paradigma resida nos teores da relação entre prole ainda autoinsustentável e quem, direta ou indiretamente, a sustenta. Com efeito, esses teores perfazem relações interpessoais, cuja extrapolação para reais-concretos mais complexos tem sido abortada por falta de mediação pedagogicamente dialética entre “posse e despossessão do coletivo natural-mínimo”.
Assim, cabe ao menos hipotetizar que o objeto da pedagogia tem sido uma omissão – um vazio, uma vacuidade ou um abismo. Por sua vez, a condição desse objeto faculta-lhe acabar preenchido, ocupado e colonizado por ideologias, a partir daquelas a respeito de processos humanizadores. Alterinamente, presença de mediação pedagogicamente dialética há de significar objeto preventivo de vitimação a ideologizações, a começar pelo recurso metódico a uma especificidade dialética que perfaça radical real-concretude humanizadora. Porém, antes de recorrer a essa especificidade dialética, cumpre apresentar os fundamentos aos quais foi possível chegar, à conta das considerações até este ponto desenvolvidas a respeito do ensino superior, à base da pertinente prática social, assim como da problematização quanto à qualidade e à cientificidade de tal ensino.
B. “Historização” enquanto “paradigma da
insustentabilidade coletiva”