Amor em Jogo: Cidade do Pecado, livro 1

Mari Cardoso · Capítulo 14 de 39

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Amor em Jogo: Cidade do Pecado, livro 1

12 | Devon

 

Katrina estava encolhida no sofá, com os olhos inchados, fechados como se estivesse dormindo. Vanessa acariciava seus cabelos, fazendo um cafuné para acalmar a última crise de choro. Melanie, sua mãe, estava em um dos quartos no andar de cima, tombada pela medicação aplicada pelo médico. Trouxemos ela para casa depois de algumas horas em observação. Foi o susto de ver a casa em chamas. Eu não podia imaginar o quão devastador era.

Vanessa, que estava mais acostumada em frequentar o lugar, estava triste, a casa era como o lugarzinho sagrado para as Summers.

Estive lá apenas uma vez quando fui buscá-las para o jantar. Era uma casa pequena, charmosa, muito bem cuidada, decorada e representava bem a personalidade aquecida das mulheres que viviam lá.

Os bombeiros avisaram que o incêndio seria investigado. Rapidamente eles tiveram acesso ao seguro, que informou que Melanie estava com muitas dívidas e a hipoteca em atraso. Eles precisavam garantir que não era uma fraude. Assim que chegamos em casa, coloquei Katrina no sofá, a mãe na cama e liguei para o meu gerente, pedindo que quitasse todas as dívidas imediatamente.

Meu advogado particular estava cuidando de todo processo burocrático.

— Minha mãe acordou? — Kat abriu os olhos.

— Ela não vai acordar tão cedo — Vanessa garantiu. — Acho que você precisa de um calmante também. Sei que parece fácil falar, mas sua mãe está bem e você também. Todo restante vamos conseguir reconstruir e nos reerguer.

— Eu sei. — Kat sentou com a mão na testa. — Minha cabeça está doendo muito. Tem alguma aspirina?

— Sim, é claro. — Vanessa saiu do sofá e foi para o banheiro em que ficavam os remédios da casa.

— O advogado disse algo mais? — Kat me encarou com ansiedade.

— Apenas para você não se preocupar — garanti e me sentei ao seu lado. — As investigações vão ser concluídas em breve, vamos reconstruir a casa e tudo vai ficar bem.

— Não tenho dinheiro para construir outra casa, não tenho dinheiro para consertar o meu carro, e onde nós vamos morar enquanto tudo isso precisa ser resolvido? — Começou a chorar pela milésima vez no dia. Não tive coragem de contar que quitei as dívidas, foi de impulso, eu faria mesmo se não estivéssemos casados. Melanie acolheu Vanessa muitas vezes. Katrina era como uma irmã para minha irmã. A amizade delas sobreviveu a muita coisa. Elas faziam parte da minha família, mesmo que eu não fosse próximo a elas. — Minha mãe não tem saúde para isso. Você viu? Ela caiu em meus braços!

— Kat, por favor, não se preocupe com nada. Vocês vão morar aqui até reconstruir a casa. Vou cuidar de você e da sua mãe, somos uma família!

Ela me deu um olhar exasperado, como se eu fosse um idiota por sugerir aquilo.

— Uma coisa é dormir aqui de vez em quando, outra coisa é morar aqui. Obrigada mesmo assim, é gentil da sua parte.

— Não vejo diferença. Você é melhor amiga da minha irmã e por seis meses, se eu vencer o desafio, bem mais, eu tenho uma responsabilidade com você. — Abracei-a quando tentou retrucar. — Não discuta sobre isso, não é um jogo ou um desafio. Não vai me vencer.

Sem falar nada, continuou chorando e soluçando. Ela tomou o remédio que Vanessa entregou e senti que aos poucos foi se acalmando novamente. Subiu para ver a mãe e tomar um banho. Passei na cozinha, Rosa estava preparando o jantar e parecia triste.

— Estou fazendo a comida favorita de Katrina, não vai ajudar muito, mas pelo menos, vai dar conforto. — Mostrou a travessa imensa com batatas fritas, os filés assando no forno ao lado e a vasilha de vidro com uma salada tropical que Kat e Vanessa comiam o tempo todo. — Tem pão, assim podem fazer um sanduíche. Ela adora misturar tudo.

— Ela vai ficar feliz, obrigado.

Vanessa me avisou que iria tomar banho e aproveitei para fazer o mesmo. Matt, meu advogado, estava me atualizando com mensagens o tempo todo, mas o expediente tanto dos bombeiros quanto do seguro já tinha finalizado e eles só retornariam na segunda-feira. Não sabia se Kat estaria com cabeça para me acompanhar no evento no dia seguinte. Ela trabalhou muito e tudo que idealizou estava magnífico.

Entrei no meu quarto, tirei a camisa, e Kat estava escovando os cabelos molhados. Usava o seu tentador short de pijama vermelho e uma camisa minha, bem antiga, que deixava guardada em uma gaveta e usava quando precisava fazer alguns reparos em casa ou malhar. Seus olhos estavam tão inchados quanto vermelhos, o rosto pálido. Parei atrás dela, beijando a sua cabeça cheirosa. Abracei-a, sorrindo, e apertei os seus peitos. Ela riu e bateu nas minhas mãos, mas não me mandou parar.

— Acho que sei o que vai deixar todo mundo feliz.

— O quê? — Seu olhar curioso encontrou o meu através do espelho. Ela era linda mesmo depois de um dia inteiro chorando muito.

— Amanhã cedinho irei levá-las em um lugar. — Beijei o seu ombro. — Rosa fez o seu jantar favorito. Eu vou tomar banho e poderemos descer.

— Vou te esperar na cama — avisou. Me despi, logo abrindo a torneira.

Olhei para o quarto e ela se jogou na cama, abraçando o travesseiro. Estava tudo escuro lá e se eu demorasse, ela iria dormir. Com certeza, estava esgotada.

Tomei banho, sentindo o peso do dia em meus ombros tensos, me sequei rapidamente e peguei uma calça de pijama, cueca e camisa, respeitando a presença da senhora minha sogra. Não andaria sem roupa como costumava andar quando estava só com a minha irmã e com Kat. Dei um tapa na bunda dela, que ergueu a cabeça mal humorada e me deu o dedo do meio.

Puxei-a pelo pé, rindo de seu grunhido de raiva e assim que virou, arranhou o meu braço como uma maldita gata.

— Filha da mãe! — gritei, esfregando o meu braço. — Que unha maldita...

— Você me puxou pelo pé!

— Eu também bati na sua bunda. — Sorri. Ela me olhou com raiva.

— Se está tentando me irritar, está quase conseguindo.

— O que posso fazer para ganhar o seu perdão? — Me inclinei, apoiando as mãos ao lado de suas coxas. Ela segurou o meu rosto e me beijou, porém, mordeu o meu lábio com força o suficiente para me deixar arrepiado de medo. — Ai, bruta.

— Agora está perdoado.

Saímos do quarto e batemos na porta do quarto da mãe dela. Melanie abriu, estava com a mesma aparência inchada e triste que a filha. As duas se abraçaram sem falar nada. Vanessa nos encontrou e me abraçou também.

Descemos os quatro ao mesmo tempo e a mesa da cozinha estava arrumada para o jantar. Rosa estava tomando banho, esperamos e quando voltou, começamos a nos servir. Rosa costumava tomar conta da casa, a última cozinheira pediu demissão para cuidar dos netos.

Ainda precisávamos contratar outra equipe para trabalhar conosco.

— Batatas em formato de sorriso. São as suas favoritas. — Melanie pegou uma e sorriu para a filha. Ela ainda estava bastante letárgica. — Você sorria exatamente como essas batatas. Bochecha não faltava, hoje quase não tem, mas quando pequena tinha para dar e vender. — Ela me encarou. — O bebê de vocês será lindo.

Engoli a batata a seco, rindo de nervoso. Kat engasgou com o refrigerante na mesma hora.

— É o remédio, só pode. — Vanessa estava vermelha de tanto rir.

— Será um bebezinho lindo mesmo — Rosa concordou. Peguei a minha água, dando um gole. Decidi brincar com a situação.

— Seria impossível fazer um bebê, Mel. Kat me deixou de castigo desde a noite de núpcias. — Fiz uma expressão triste bem forçada. Melanie sorriu, e Kat me deu um chute. — Fale para sua filha fazer bebês comigo. Ou pelo menos treinar...

— Faça bebês com o seu marido — Mel orientou e bocejou.

Katrina bateu no meu braço.

— Não fique manipulando a minha mãe para dizer o que você quer, porque ela está drogada — reclamou e olhou para o prato da mãe. — Tem que comer ou vai continuar letárgica.

O restante do jantar foi bem engraçado com as pérolas que Melanie soltou devido a estar alterada pelos remédios. E Rosa, que já tinha o costume de falar coisas aleatórias. Foi bom porque todo mundo merecia sorrir depois de um dia tão estressante.

Fizemos um sorteio sobre quem lavaria a louça e quem secaria. Kat e eu perdemos para Vanessa e Rosa. Minha irmã subiu com Mel para colocá-la na cama e eu comecei a lavar a louça.

— Por que você está molhando tudo ao redor? — ela reclamou, me empurrando. Sem querer, bati com a mão na mangueira que estava enxaguando os pratos, o jato rodou como uma cobra furiosa, molhando a cozinha inteira. Para melhorar, a pia vazou sabão e tentei parar, quando consegui, estávamos ensopados. — Como um homem com mais de trinta anos não sabe lavar louça?

— Claro que sei lavar, você que estava muito estressada com uns respingos.

— Respingos ? — Gesticulou para si mesma. A blusa estava colada ao corpo, delineando os mamilos arrepiados. Delícia. — Meu rosto está aqui em cima! — Estalou um tapa no meu braço.

— Eu sei, mas esses biquinhos arrepiados... minha boca está salivando — falei a verdade.

— Devon! — Cobriu os seios. — Desisti de te ajudar.

Não queria ficar sozinho lavando a louça.

— Não, volta aqui. Me ajuda, por favor. — Fiz um beicinho.

— Sem comentários sobre os meus peitos — avisou severa. Sua expressão má era como a de uma gatinha furiosa.

— Tudo bem. Não vou comentar que estou louco para chupar esses peitos. — Suspirei, e ela só balançou a cabeça como se estivesse exasperada comigo. — Eu vou secar o chão e volto a lavar a louça.

Fizemos um trabalho rápido, deixando a cozinha limpa e com todas as louças guardadas porque Kat se recusou a deixar secando. A casa estava escura e silenciosa, acionei os alarmes, travei o portão da frente e verifiquei as câmeras, o sistema detectava qualquer movimento. Mostrei a Kat que o gato do vizinho estava deitado no sofá da varanda.

— Ele é tão lindinho, vou pegar pra mim. — Kat debruçou na janela.

— Ele é um endiabrado. Tem que deixar as portas da cozinha fechadas ou ele rouba o que estiver no alcance. — Fechei a janela, deixando-o lá fora. — Vem, vamos dormir.

Kat foi olhar a mãe antes de deitar definitivamente. Entrei no quarto, tirei a camisa e a calça molhada, ficando só de cueca. Também tirei as milhares de almofadas que Rosa colocou em minha cama, joguei tudo no chão, arranquei a colcha preta e fui no armário pegar o edredom.

A climatização da casa estava em 22 ºC, lá fora estava quente e sem vento. Diminuí a temperatura para 17 ºC e liguei a televisão para assistir o noticiário noturno. Kat levou uma vida para voltar para o quarto, decidi procurá-la, não estava com a mãe e muito menos com a Vanessa.

Abri a porta de um dos quartos de hóspedes e ela estava deitada na cama, mexendo em seu telefone.

— Que diabos você está fazendo aqui? — Acendi a luz.

— Tentando dormir, por que?

— Aqui?

— Não pode? Posso dormir com a sua irmã ou com a minha mãe. — Sentou na cama, confusa.

— Você vai levar essa bunda para o meu quarto e dormir comigo. — Apontei na direção do final do corredor. — Estava te esperando.

— Você ofereceu para que a gente ficasse aqui, mas isso não quer dizer que eu vá dormir com você.

— Sei que está com medo de ceder, não vou te atacar, pode ficar tranquila. Eu só quero dormir agarradinho e como sou seu marido, tenho direitos — argumentei, ela soltou uma risada irônica.

— Você tem direitos? — Arqueou a sobrancelha.

Cansado, querendo deitar, encerrei o assunto me aproximando e pegando-a no colo. Ela soltou um gritinho e agarrou o telefone, rindo. Ainda estava com a roupa molhada, o que significava que não iria dormir daquele jeito. Droga.

— Tudo bem, Katrina. Acabei de perceber que você queria que viesse atrás de você. — Suspirei. Ela não conseguia esconder o sorriso vitorioso. — Você venceu. Satisfeita? — Olhei em seus olhos e ganhei um beijo que me deixou aceso. — Porra, Kat. Que beijo...

Entrei no meu quarto e a joguei na cama.

— Precisamos te livrar dessas roupas molhadas. — Agarrei a barra da camisa, ela ajudou a tirar e jogou longe. Lambi os meus lábios, ansiando por aqueles peitos. Ela encaixou os dedos no short molhado e tirou, terminei de puxar por suas pernas. A calcinha era amarela, bonitinha, me inclinei e beijei a coxa, passei a minha língua, criando uma trilha até a virilha. — Acho que está molhada...

— Acho que deveria tirar... — Suspirou e estremeceu com o beijo que dei em cima da florzinha desenhada na calcinha. Puxei pelas laterais e joguei por cima dos meus ombros. Afastei os seus joelhos e beijei a parte interna de sua coxa, chegando até a sua virilha. Dei um beijinho em cada lado de seus grandes lábios, dando uma boa lambida, começando a chupá-la do jeito que fantasiava nos últimos dias. — Isso, sim!

Não lembrava muito da noite do nosso casamento, mas eu lembrava das partes importantes: o casamento e o sexo. A primeira coisa era uma insanidade, a segunda, uma loucura muito gostosa.

Seu gosto me deixava aceso, acariciei seu clitóris com a língua, provocando a entrada com meu indicador. Olhei em seus olhos enquanto chupava, sua expressão de prazer era a mais bonita do mundo inteiro. Ela queria mais, queria se libertar, seus músculos estavam retesando conforme o prazer crescia. Sensível e aberta, gozou gostoso.

— Que delícia, baby. — Suspirei, segurando o seu quadril no lugar e voltei a chupá-la. Descendo do ápice, soltou um gritinho, agarrando o meu cabelo. — Gostosa...

Kat suspirou, abriu um sorriso gostoso e com o indicador, me chamou. Subi beijos por seu corpo perfeito, dando uma atenção mais do que especial aos peitinhos lindos. Segurando o meu rosto, me beijou. Sua língua brincou com a minha, me provocando, a coxa roçando na minha e se afastou um pouco. Olhando em meus olhos, mordeu a pontinha do lábio.

— Promete que, entre nós, sexo não é sobre ganhar ou perder?

— Nunca será. Nós dois ganhamos.

— No sexo, sim. Ele está fora do desafio, promete?

— Prometo. — Selei a promessa com um beijo. — O que foi?

— Deite-se. Quero aproveitar você. — Me deu um sorrisinho safado.

— Meu corpo ao seu dispor, baby. — Deitei ao seu lado.

Nua, sem nenhuma vergonha, me inspecionou com os olhos primeiro, tocou a minha barriga, descendo delicadamente para a minha cueca e apertou o meu pau duro. Soltei um suspiro, ansiando que me despisse. Inclinando-se, voltou a me beijar, e eu percebi que poderia ficar o dia inteiro beijando a sua boca, que era maravilhosa. Apertei a bunda, explorando entre as pernas, espalhando a sua umidade e arrancando os melhores gemidinhos.

Sorrindo, tirou a minha cueca, meu pau saltou livre e o segurei, apertando-o. Kat estava olhando-o com um sorrisinho.

— O que foi?

— Agora eu sei porque estava meio dolorida no dia seguinte. — Pontuou com as bochechas vermelhas. Soltei uma risada. — Não fique se achando, seu grandíssimo idiota.

— Concordamos que sou um imenso idiota com um pau grande. — Sorri de lado. Se a deixasse irritada, o sexo seria rude? Eu queria.

— Se eu cortar pela metade, você vai continuar sendo um grande idiota. — Sorriu lindamente, prendeu o cabelo no alto em um coque e abaixou, mordendo a minha barriga.

A boca de Kat me fez ver estrelas. Ela chupou as minhas bolas e me deixou quase de joelhos. Estava pronto para ela, louco de tesão.

— Você tem camisinha? — Me beijou intensamente.

— Tenho no banheiro, eu vou buscar. — Saí da cama, ganhei um assobio, peguei as camisinhas e voltei. Ela ficou de joelhos na cama, abrindo um pacotinho com cuidado. — Coloque em mim.

— Eu nunca fiz sexo assim...

— Assim como?

— Tão calmo, exploratório, sempre foi meio confuso e rápido.

— Rapidinhas são sempre bem-vindas, mas explorar o contato íntimo é muito bom. Quero explorar tudo com você...

— Sempre é assim para você? — Seu olhar curioso encontrou o meu.

— Não. — Fui sincero. — Sexo raramente é algo pessoal para mim. — Me inclinei e beijei seus lábios. — Eu beijo você, quero compartilhar algo mais, porque você é você. Em algum nível, ter intimidade é bom, principalmente porque é algo totalmente novo para nós dois. Não vejo como separar a convivência, a intimidade e o sexo. Isso está bom para você?

Katrina me deu um sorriso lindo, que ficaria eternamente gravado na minha memória.

Desenrolando corretamente a camisinha no meu pau, voltamos a nos beijar, ela queria ficar por cima e eu estava muito bem com isso. Sentando devagar, fechei os meus olhos, melhor sensação que aquela não existia. Rebolando, subi minhas mãos por sua barriga, beliscando os mamilos e agarrando os peitos. Gemendo baixinho, apoiou as mãos nos meus ombros, começando a dança prazerosa que nos levaria ao ápice do prazer mútuo.

A primeira vez que nós transamos, foi alucinante e irresponsável, a segunda vez, foi completa. Uma noite inteira compartilhando o prazer de muitas formas, conhecendo posições, explorando gemidos e aproveitando o quanto estávamos dispostos a ter intimidade de uma maneira tão crua que, quando esgotamos, depois de algumas rodadas, ficamos conversando, abraçados. Ela me fazia rir com suas pérolas e o humor esquentadinho.

Kat estava me levando a muitas primeiras vezes, como tentar ter intimidade e conversar depois do sexo. Era algo novo, e eu não estava me importando em perder o desafio para conquistar o amor dela.

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