Quando a Bela Domou a Fera

Eloisa James · Capítulo 36 de 36

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Quando a Bela Domou a Fera

Nota Histórica

não parecia lógico, apesar de a barriga dela estar m ais redonda do que era.

A m ãe sorriu- e depois pegou- na m ão livre entre as suas.

— Gostar uns dos outros é o que esta fam ília faz m elhor.

Aquilo era ilógico para a cabeça de John. Dissecar pessoas era o que o pai fazia m elhor.

Mas não havia interesse em inquietar-se com isso, e além do m ais...

Achava que eles os quatro podiam provavelm ente dispensar um pouco de am or à um

bebê.

Desde que não fosse outra m enina.

Nota Histórica

A Bela e o Monstro é um a história m uito antiga; Madam e Gabrielle de Villeneuve escreveu

La Belle et la Bête em 1740.

Não vou citar nenhum a adaptação em particular, porque pus de lado a m aioria dos

detalhes, incluindo o herói transform ado por m agia. Piers foi transform ado por um

acontecim ento m uito m enos extraordinário, m as não m enos m odificador da vida: o enfarte

— a m orte de tecidos — do m úsculo quadríceps direito.

A m inha m aior dívida, com o podem ter percebido, é para com um a história m uito m ais

m oderna, o program a televisivo da Fox, Dr. House; tiro o chapéu aos brilhantes, subtis, e sem pre divertidos unionistas de House. Piers, a m inha versão do Dr. Gregory House deles,

difere tanto do seu protótipo com o Linnet difere da Bela. Mas a sua personalidade, j á para

não falar na sua perna lesionada e no trabalho da sua vida, foi inspirada no diagnosticador

irascível do Princeton-Plainsboro Teaching Hospital.

Se o genial Dr. House m erece m enção, tam bém a m erecem os m édicos e os cirurgiões do

século XVIII, que se esforçaram por com bater doenças sem a vantagem dos exam es,

tecnologias e tratam entos com os quais o Dr. House conta. Muitos dos porm enores

relacionados com a escarlatina que aqui leem foram — tirados de um livro que foi publicado

pela prim eira vez em 1799. Tratado sobre Doenças Febris, escrito pelo Dr. Philips Wilson,

oferecia inform ação detalhada sobre a evolução da escarlatina, j untam ente com tratam entos

baseados no bom senso. Nas suas m ãos, ou pelo m enos assim dizia, um ataque de escarlatina

nunca era fatal. O Tratado de Wilson com batia as práticas ineficazes, e dem asiadas vezes

prej udiciais, de m édicos com o certo Dr. Sim s, que, em 1796, recom endou o tratam ento da

escarlatina com laxantes e em éticos. A sua m aneira, Wilson era um a versão de House,

igualm ente arrogante e verdadeiram ente heroico.

Tam bém presto hom enagem à coleção de livros de Enid Bly ton sobre um colégio interno

de raparigas na Cornualha, cham ado Malory Towers, que tinha um a piscina talhada nos

penhascos que a m aré enchia. Ler os seus rom ances à m inha filha, em voz alta, estim ulou a

m inha im aginação e, quando acabei este rom ance, a piscina de Piers tinha assum ido um

caráter totalm ente próprio.

E, finalm ente, A Canção de Am or de J. Alfred Prufrock, de T. S. Eliot, cantava-m e na m ente

enquanto eu escrevia, em bora Eliot tivesse seguram ente palpitações se o soubesse (o texto

encontra-se no m eu site www.eloisa-j am es.com . O seu poem a levanta questões sobre tem po

e coragem — se há tem po para você e tem po para m im , se há tem po para preparar o rosto

para encontrar os rostos que se encontra m e tem po para perguntar Eu atrevo-m e? Deixo-

vos, pois, com a canção de am or de Eliot, na qual as sereias cantam e os hum anos arriscam -

se a dem orar-se dem ais em câm aras do m ar.

Agradecim entos

Os m eus livros são com o crianças pequenas; precisam de um a aldeia inteira para

chegarem à literária. Quero dirigir os m eus m ais sinceros agradecim entos à m inha aldeia

privada: à m inha agente, Kim Witherspoon; aos criadores do m eu sítio web, Wax Creative; e,

por últim o, m as não m enos im portante, à m inha equipa pessoal — Kim Castillo, Franzeca

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