Suíte Tóquio

Giovana Madalosso · Capítulo 38 de 38

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Suíte Tóquio

Créditos

© Giovana Madalosso, 2020

Todos os direitos desta edição reservados à Todavia.

Grafia atualizada segundo o Acordo Ortográfico da Língua

Portuguesa de 1990, que entrou em vigor no Brasil em 2009.

 

capa

Paula Carvalho

ilustração de capa

Manuela Eichner

composição

Jussara Fino

preparação

Márcia Copola

revisão

Jane Pessoa

Tomoe Moroizumi

versão digital

Antonio Hermida

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

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Madalosso, Giovana (1975-)

Suíte Tóquio: Giovana Madalosso

São Paulo: Todavia, 1ª ed., 2020

208 páginas

ISBN 978-65-5692-066-5

1. Literatura brasileira 2. Romance 3. Ficção contemporânea I. Título

CDD B869.93

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Índices para catálogo sistemático:

1. Literatura brasileira: Romance B869.93

todavia

Rua Luís Anhaia, 44

05433.020 São Paulo SP

T. 55 11. 3094 0500

www.todavialivros.com.br

Tudo pode ser roubado

Madalosso, Giovana

9788593828478

192 páginas

 

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Com seu humor ágil e cortante, Madalosso construiu um retrato afado das ambições, sonhos e relacionamentos nos dias de hoje. A protagonista de Tudo pode ser roubado trabalha como garçonete em um conhecido restaurante na região da Avenida Paulista. É nas horas vagas que ela acumula boa parte das suas economias,aproveitando encontros fortuitos nas casas de homens e mulheres aleatórios para roubar roupas de grife e objetos de valor. Até que um desconhecido a aborda no restaurante lhe oferecendo uma bolada para roubar um livro. Não um livro qualquer: a primeira edição de O Guarani, de 1857, arrematada em leilão por um professor universitário que se recusa a vendê-la. A partir daí, a protagonista mergulhará cada vez mais em um estranho submundo que mistura um milionário excêntrico, drogas e sexo.

 

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Wolf Hall

Mantel, Hilary

9786556920627

544 páginas

 

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" Ele se sente em casa num tribunal ou num cais, no palácio de um bispo ou no pátio de uma estalagem. Ele pode redigir um contrato, treinar um falcão, delinear um mapa, interromper uma briga de rua, mobiliar uma casa e comprar um júri. É capaz de citar uma passagem adequada dos antigos autores, de Platão a Plauto, de trás para a frente. Ele conhece a poesia atual e sabe recitá-la em italiano. Trabalha o tempo todo, é o primeiro a se levantar e o último a ir para a cama." Assim a narradora de Wolf Hall define, em uma passagem exemplar, seu enigmático, astuto e fascinante protagonista: " ele" não é outro senão Thomas Cromwell, personagem ao mesmo tempo obscuro e crucial na história inglesa.

De raízes humildes, Cromwell galgou por seus próprios méritos as mais altas hierarquias do reino e se tornou o principal conselheiro do rei Henrique VIII. Foi ele quem abriu os tortuosos caminhos para o divórcio entre Henrique e Catarina de Aragão; foi ele quem encontrou as justificativas legais para o casamento entre o monarca e Ana Bolena; e foi ele quem guiou a Inglaterra em seu rompimento com a Igreja de Roma. Apesar de seu impacto na história inglesa, pouco se sabe sobre a vida particular de Cromwell, que não nos deixou cartas nem memórias pessoais.

Em Wolf Hall, a grande romancista inglesa Hilary Mantel preenche as lacunas da história com sua aguçada imaginação e um estilo narrativo único, que jamais recai no fraseado postiço de época, tampouco no anacronismo inverossímil. Numa combinação de registros que apenas grandes estilistas conseguem realizar, Mantel constrói a ascensão de Cromwell desde suas origens miseráveis e brutais, passando pelos anos a serviço do malfadado cardeal Wolsey, até a conquista de um perigoso lugar ao sol, tornando-se o braço forte do inconstante e às vezes terrível Henrique.

Vencedor do Man Booker Prize, a principal premiação literária na Inglaterra, Wolf Hall é um romance em que a História ressurge nítida e cortante como a lâmina do carrasco.

 

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O cadete e o capitão

Maklouf Carvalho, Luiz

9786580309368

256 páginas

 

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Uma investigação sobre um momento controverso na trajetória de Jair Bolsonaro: o abandono da carreira militar e o ingresso na vida política.

Jair Bolsonaro tornou-se uma figura pública em 1986, quando assinou na revista Veja um artigo em que reclamava do baixo soldo pago aos militares. Um ano depois, nas páginas da mesma revista, reapareceu numa reportagem que revelava um plano de estourar bombas em locais estratégicos do Rio de Janeiro. A revista publicou um desenho que detalhava o plano. O croqui, supostamente de autoria do capitão, comprovaria a conspiração em curso no Exército. Instado a prestar contas, Bolsonaro foi considerado culpado no primeiro julgamento, e mais tarde inocentado pelo Superior Tribunal Militar (stm). Após a decisão da corte, deixou a farda, passou à reserva e ingressou na política. Esta é a reportagem mais completa já escrita sobre esse período pouco conhecido. O autor examinou a documentação do processo (reproduzida no livro) e escutou as mais de cinco horas de áudio da sessão secreta — ambos disponíveis no stm. Também entrevistou personagens que atuaram no caso, entre jornalistas de Veja e militares colegas de Bolsonaro. Além de reunir indícios suficientes para apontar que a autoria do croqui, como sustentou Veja até o fim, era mesmo do capitão, Maklouf reconstitui um episódio decisivo não apenas para a trajetória do presidente eleito em 2018, mas também para a redemocratização e o jornalismo no Brasil.

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Novelas completas

Tolstói, Liev

9786556920047

416 páginas

 

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Liev Tolstói não se satisfez apenas em escrever Guerra e paz e Anna Kariênina, caudalosos e imortais romances da literatura universal. Com apenas um desses livros seu lugar já estaria garantido na posteridade. Mas o autor russo também foi um dos grandes praticantes da novela, esse gênero de ficção breve, a meio caminho entre o conto e o romance. As quatro novelas aqui reunidas, com tradução e textos de apresentação de Rubens Figueiredo, são o melhor exemplo dessa arte rigorosa e fascinante. Estão entre os mais formidáveis capítulos da literatura de todos os tempos, pois apresentam, com profundidade e inteligência raras, a vida de seres humanos em sua totalidade.

Publicada quando Tolstói tinha 31 anos, Felicidade conjugal se concentra no casamento de uma adolescente com um amigo da família. Foi, para o escritor, um verdadeiro tour de force: a história é narrada pela jovem personagem Máchenka, algo que naquela época não era nada trivial. Suprema meditação sobre a finitude, A morte de Ivan Ilitch foi escrita quando o autor tinha 58 anos, era pai de treze e filhos e se encontrava numa profunda crise pessoal. Trata-se da história de um juiz cuja vida é atravessada sem maiores reflexões, e interrompida pela perspectiva de uma doença terminal. Sonata a Kreutzer, baseada em uma história real, foi motivo de controvérsia quando publicada, em 1890, chegando a ser banida de alguns países. O texto expõe, com riqueza de detalhes e longas descrições, um adultério e um crime passional. Por fim, Padre Siérgui, cuja publicação só veio a lume depois da morte do autor, mostra o gosto de Tolstói pelas narrativas de vidas de santos. O protagonista, um nobre e militar, homem bem-sucedido também na vida sentimental, abandona tudo para se dedicar à vida monástica.

 

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Crime e Castigo

Dostoiévski, Fiódor

9788588808850

608 páginas

 

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Nova tradução direto do russo, a cargo de Rubens Figueiredo, de um dos romances mais importantes e influentes de todos os tempos. Crime e castigo é a obra mais célebre de Dostoiévski e um dos romances fundamentais da literatura ocidental. Escrita entre 1865 e 1866, quando Dostoiévski tinha 45 anos, foi publicada em partes na revista Rússki Viéstnik [O Mensageiro Russo], a mesma que vinha publicando, na época, o romance Guerra e paz, de Liev Tolstói. A ideia do livro surgiu quando Dostoiévski propôs a Katkóv, editor da revista, redigir um "relato psicológico de um crime". Na obra, Raskólnikov, um rapaz sombrio e orgulhoso, retraído mas também aberto à observação humana, precisa interromper seus estudos por falta de dinheiro. Devendo o aluguel à proprietária do cubículo desconfortável em que vive, ele se sente esmagado pela pobreza. Ao mesmo tempo, acha que está destinado a um grande futuro e, desdenhoso da moralidade comum, julga ter plenos direitos para cometer um crime – o que fará de uma maneira implacável. Por meio da trajetória de Raskólnikov, Dostoiévski apresenta um testemunho eloquente da pobreza, do alcoolismo e das condições degradantes que empurram para o abismo anônimos nas grandes cidades. O personagem tem a convicção de que fins humanitários podem justificar um crime, mas conviver com a culpa será um pesadelo permanente. Ainda assim, a tragédia não exclui a perspectiva de uma vida luminosa, e o castigo pelo crime vai lhe abrir um longo caminho em direção à verdade. Thomas Mann julgava Crime e castigo "o maior romance policial de todos os tempos". Como ele, a crítica é unânime em considerar a obra um marco da análise psicológica na ficção ocidental. Em nova tradução do russo por Rubens Figueiredo, o clássico ressurge em todo seu esplendor, sua originalidade e seu inesgotável caráter moral.

 

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