Polícia e sociedade: gestão de segurança pública e controle social
Referências
ABNER, C. O homem bidimensional. A antropologia do poder e o simbolismo em sociedades complexas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
ABRANCHES, Sérgío Henrique. Estratégia teórico – metodológica de investigação da variável comportamental: notas para uma estratégia do estudo do comportamento da administração pública. Revista de Administração Pública, FGV, Rio de Janeiro, v. 11, n. 4, p. 11-23, out./dez. 1977.
ABRÚCCIO, Fernando Luiz. Os barões da federação: o poder dos governantes no Brasil pós- autoritário. Dissertação (Mestrado)-Departamento de Ciência Política, Universidade de São Paulo, São Paulo,1994.
ADEODATO, Guaraci; VILMAR, Faria (Org.). Bahia de todos os pobres. Petrópolis: Vozes, 1980.
ADORNO, Sérgio; CARDIA, Nancy. Dilemas do controle democrático da violência, execuções sumárias e grupos de extermínios. In: TAVARES, José Vicente (Org.). Violência em tempo de globalização. São Paulo: Hucitec, 1999.
ADORNO, Sérgio. O Gerenciamento público da violência urbana: a justiça em ação. In: PINHEIRO, Paulo César et al (Org.). São Paulo sem medo: um diagnóstico da violência urbana. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
AFONSO Carlos; SOUZA, Herbert de. O estado e o desenvolvimento capitalista no Brasil: a crise fiscal. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1977.
AGNES, Heller. O Cotidiano e a história. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
ALFREDO, I. Bruto da. Exclusões sociais. Lisboa: Gravita, 1998.
ALVES, Alaôr Caffé. A violência oculta na violência visível: a erosão da lei numa ordem injusta. In: PINHEIRO, Paulo César et al (Org.). São Paulo sem medo: um diagnóstico da violência urbana. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
ALLAIRE; FISIROTU. Un modèle multifactorial pour analisé d’las organizations. Quebec, 1978.
ANSOFF, H. Igor. Administração estratégica. São Paulo: Atlas, 1990.
ARAGÃO, Antonio Ferrão Moniz de. A Bahia e seus governadores na república. Salvador: Imprensa Oficial do Estado, 1923.
ARGYRIS, Chris. Enfrentando defesas empresariais. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
ARGYRIS, Chris. Understanding human behavior in organization, on View Point. Em Mason Haire, Modern Organizations Theory. Nova Iorque: Wiley, 1954.
ARISTÓTELES. A política. Brasília: Universidade de Brasília, 1985.
AVELINO FILHO, George. Clientelismo e política no Brasil. Revisitando velhos problemas. São Paulo: CEBRAP, 1994. (Novos Estudos CEBRAP, v. 38).
BACHRACH, P. E.; BOTWINICK, … A power and empowennent: a radical theory of participatory democracy. Philadelphia: Temple University Press, 1992.
BAHIA. Assembléia Estadual Constituinte. Oposição autonomista: os constituintes. In: BAHIA. Assembléia Legislativa. As cartas de ontem: 1891 a 1967. Salvador: Assessoria de Comunicação Social, 1989.
BAHIA. Assembléia Legislativa. As cartas de ontem: 1891 a 1967. Salvador: Assessoria de Comunicação Social, 1989.
_____. Constituição atípica. Os constituintes. In: BAHIA, Assembléia Legislativa. As cartas de ontem: 1891 a 1967. Salvador: Assessoria de Comunicação Social, 1989.
_____. Polícia Militar. 150 anos da polícia militar da Bahia. Salvador: Imprensa Gráfica da Bahia, 1975.
_____. Secretaria da Segurança Pública. Modernização, administrativa na Secretaria de Segurança Pública. Salvador, 1977. Documento mimeografado.
BASBAUM, Leôncio. A história sincera da República 1961 a 1967. São Paulo: Alfa-Omega, 1977.
BAUDELAIRE, Charles. Sobre a modernidade. São Paulo: Paz Eterna, 1997.
BAUMAN, Zygmunt. O mal estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
BAUMER, Franklin. O pensamento europeu moderno: séculos XVII e XVIII. Rio de Janeiro: Edições 70, 1990. v.1. (Coleção Perfil, História das Idéias e do Pensamento, v.1)
_____. _____ : séculos XIX e XX. Rio de Janeiro: Edições 70, 1990. v.2. (Coleção Perfil, História das Idéias e do Pensamento, v.1)
BECKER, Howard. Outsiders. New York: Free, 1963.
BENNIS, Warren. Organizations of the future, in the management process: cases and readings. New York: MacMillan, 1973.
____ . Organizações em mudança. São Paulo: Atlas, 1976.
BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 1989. (Série: Antropologia, 5)
BERNOUX, Phílíppe. La sociologie dês entreprises. Paris: Seuíl, 1995.
BERTERO, Carlos Osmar. Cultura, organização e instrumentação do poder. In: FICHER, Rosa. Cultura e poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1996.
BLAU, Peter N.; SCOTT, W. Richard. Organizações formais. São Paulo: Atlas, 1970.
_____; _____. Organizações modernas. São Paulo: Atlas, 1971.
BOBBIO, Norberto. O conceito de sociedade civil. Rio de Janeiro: Graal, 1982.
_____. Dicionário de política. 5.ed. Brasília: Editora da Universidade de Brasília: São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2000.
_____. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
_____. Estudos sobre Hegel: direito, sociedade civil, estado. São Paulo: Brasiliense, 1989.
_____. O futuro da democracia. Lisboa: Don Quixote, 1988.
_____. Sociedade e estado na filosofia política moderna. São Paulo: Brasiliense, 1986.
BOUDON, R.; BOURRICAUD F. Dicionário crítico de sociologia. São Paulo: Ática, 1993.
BOURDIEU, Pierre. Razões práticas sobre a teoria da ação. Lisboa: Celta, 1994.
BRASIL. Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada e divulgada em 05-10-1988. Rio de Janeiro: COAD-Centro de Estudos Superiores, 1988.
BRASIL. Ministério da Justiça. Criminalidade e violência. Relatório dos Grupos de Trabalho de Jurista e Cientistas Sociais. Brasília, 1980.
BRASILEIRO, Ana Maria. A fusão: análise de uma política pública. Brasília: IPEA.IPLAN, 1979.
BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho no século XX. São Paulo: Atlas, 1996.
BUBER, Martin. Do diálogo e do dialógico. São Paulo: Perspectiva, 1982.
BURREL, Gíbson; MORGAN, Garet. Paradígmas sociológicos de análise organizacional. Tradução livre Prof. Welington Martins. Salvador: Universidade Federal da Bahia. Escola de Administração. 1987. mimeogr.
CAMPOS, Edmundo. Sociologia da burocracia. Rio de Janeiro: Zahar, 1966.
CAPRA, Frijof. O ponto de mutação. São Paulo: Cutrix, 1997.
CARDIA, Nancy. Primeira pesquisa sobre atitudes, normas culturais e valores em relação a violência em 10 capitais brasileira. Brasília: Ministério da Justiça. Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, 1999.
CARNOY, Martin. Estado e teoria política. São Paulo: Papirus, 1986.
CARVALHO, M. S. Proença. O Estado de polícia. Ciência política e direito constitucional. Lisboa: Ed. Universitários Lusófanas, 1995. (Série de Textos de Apoio, 1.)
CARVALHO NETO, José Francisco de. A condição da mulher policial civil: um estudo sobre a condição da mulher inserida no aparelho policial. Tese (Mestrado em Ciências Sociais)- Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, 1992.
CASTEL, Robert. Metamorfose das questões sociais. Uma crônica do salário. Petrópolis,RJ.: Vozes, 1998.
CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
CERTEAU, Michel. A cultura no plural. Campinas, SP: Papirus, 1995. (Coleção Travessia do Século)
_____. et al. A invenção do cotidiano. Petrópolis: Vozes, 1996.
CLEGG, Stewart R. Tecnologia, instrumentalidade e poder nas organizações. Revista de Administração de Empresas /RAE, FGV, São Paulo, v. 32, n. 5, p. 68-95, nov./dez., 1992.
COLLIER, Davis (Org.). O novo autoritarismo na América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
COMTE, Auguste. Curso de filosofia positiva. Discurso Preliminar sobre o Conjunto do Positivismo, Catecismo Positivista. São Paulo: Nova Cultural, 1909. (Coleção: Os Pensadores).
CONDER/SEI, Salvador. Informações básicas dos municípios baianos: RMS. Salvador, 1994. v.7.
CORDEIRO, Tânia Fernandes. Violência: imagens singulares de um drama social. [s.l.:s.n.], 2000.
COSTA, Ivone Freire. Contribuições à avaliação de eficácia organizacional: o caso do CEPED. Dissertação (Mestrado)-Escola de Administração, Núcleo de Pós-Graduação em Administração, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1987.
_____. Decisões estratégicas para a eficácia de instituições públicas de pesquisa tecnológica industrial. (Comunicação). In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 12., 1989, Belo Horizonte. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. v.3.
_____. Requisitos envolvidos na gestão do processo de inovação tecnológica: pressupostos metodológicos. (Comunicação). In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 17., 1993, Salvador. Anais… Florianópolis: ANPAD, 1993.
_____ (Org.). Segurança pública em debate: problemas e perspectivas. Salvador: Polícia Militar da Bahia, Universidade Federal da Bahia, 1998. v. 2. Coletânea de textos.
_____. et al. Gestão da mudança numa organização filantrópica - o caso das obras sociais Irmã Dulce. Scientibus Revista da Universidade Estadual de Feira de Santana, n 15, nov., 1996.
CROZIER, Michel. O fenômeno burocrático: ensaio sobre as tendências burocráticas dos sistemas de organizações moderno e suas relações, na França, com o sistemas social e cultural. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1981.
_____. No se cambia la sociedad por decreto. Madrid: Instituto Nacional de Administracion Pública, 1984.
_____. A sociedade bloqueada. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1970.
_____; FRIEDBERG, Erhard. L’Acteur et le système. Paris, Seuil, 1977.
CHANDLER, Alfred D. Strategy and structure. Massachusetts: Massachusetts Technology Institute, 1962.
CHANLAT, Jean François. O indivíduo na organização. São Paulo: Atlas, 1989. v. 2.
CHAUI, Marilena. O que é violência. Revista Cult., São Paulo, 2000.
DAMATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1997.
_____. A casa e a rua. São Paulo: Brasiliense, 1996. DARENDORF, R. L’Aprés social- democratie, Le Débat, nº 71, Dez, Revista de Administração de Empresas, FGV, São Paulo, v. 34, n. 4, jul./ago. 1994.
DARVEL, Eduardo; VERGARA, Sylvia Constant (Org.). Gestão com pessoas e subjetividade. São Paulo: Atlas, 2001.
DE BIAZZI Jr., Fábio. O trabalho e as organizações na perspectiva. Sócio-Técnica, São Paulo, v. 3, p.30-37, jan./fev., 1994.
DELEUSE, Gilles. Diferença e repetição. Rio de Janeiro: Graal, 1988.
_____; GUATTARI, Felix. O anti-édipo. Rio de Janeiro: Imago, 1976.
DIMENSTEIN, Gilberto. Direitos Humanos e Violência Urbana. Conferência apresentada no XIV Encontro Nacional de Comandantes Gerais da PM/BA. Salvador, BA, 1996.
DINIZ, Eli. Crise, reforma de estado e governabilidade do Brasil 1985/1995. Rio de Janeiro: FGV, 1997.
DOUGLAS, Mary. Assim pensam as instituições. São Paulo, Atlas, 1998.
DRAIBE, Sônia. Rumos e metamorfoses: um estudo sobre a constituição do estado e as alternativas de industrialização no Brasil, 1930-1960. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
DREIFUSS, René. 1964: a conquista do estado: ação política, poder e golpe de classe. Petrópolis, RJ.: Vozes, 1981.
_____. Política, poder, estado e força: uma leitura de Max Weber. Petrópolis, RJ.: Vozes, 1993.
DROR, Yehezkel. Reflexiones sobre la produção de tecnologia administrativa para el sector público en los paises en desarrollo. In: ESTADO e tecnologia administrativa en América Latina. Caracas, Monte Ávila Editores, 1977.
DRUCKER, Peter. Administração de empresas sem fins lucrativo. São Paulo: Pioneira, 1994.
_____. Sociedade pós-capitalista. São Paulo: Pioneira, 1995.
DUMONT, Louis. Homo acqualis. Paris: Galiimard, 1972.
DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário. Lisboa: Presença, 1980.
DURKHEIM, Émile. Da divisão social do trabalho. Lisboa: Presença; São Paulo: Martins Fontes, 1977. 2 v. (Biblioteca de Textos Universitários).
_____. La division del trabajo social. Madrid: Akal, 1982.
_____. Le suicide. Lisboa: Paris: PUF, 1976.
EAGLETON, Terry. As ilusões do pós- modernismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
EKTEINS, Modris. A sagração da primavera: a grande guerra e o nascimento da era moderna. Rio de Janeiro: Rocco, 1991.
ELIAS, N. O processo civilizatório: uma história dos costumes. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. v.2
ENGELS, Friederich. A origem da família, da propriedade privada e do estado. Obras Escolhidas, São Paulo: Ed. Alfa-Omega, 1980.
ENI, PUCCINELI Orlandi. Análise do discurso: princípios e procedimentos, Campinas: Pontes, 1999.
ENRIQUEZ, Eugène. Da orda ao estado. Psicanálise do vínculo social, Rio de Janeiro: Zahar, 1990.
______. Organização em análise. Petrópolis: RJ.: Vozes, 1997. ESPADA, João Carlos. Direitos sociais de cidadão. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1995.
ETZIONI, Amitai. Organizações complexas. São Paulo: Atlas, 1967.
_____. Organizações modernas. São Paulo: Pioneira, 1929.
FALCINE, P. Organizações como configurações naturais do poder. Revista de Administração de Empresas/RAE, FGV, v.33, n.1, p. 6-15, jan./fev. 1993.
FALCON, Francisco José Calazans. Moderno e modernidade. In: RODRIGUES, Antônio Edmilson Martins; FALCON, Francisco José Calazans. Tempos modernos: ensaios de história cultural. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000 p. 221-239.
FALEIROS, Vicente de Paula. A política social do estado capitalista: a função da previdência e da assistência social. São Paulo: Cortez, 1985.
FAORO, Raimundo. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. São Paulo: Globo, 1991. 2 v.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Fundação do Desenvolvimento da Educação, 1995.
FEDERICO, Vicente. Um caso de polícia: reorganização, capacitação profissional e polícia comunitária da PM da Bahia. Salvador: Escola de Administração da UFBA, 1999.
FERRARA, Lucrécia D’Alesio. A Estratégia dos signos: linguagem, espaço, ambiente. São Paulo: Perspectiva, 1986a
_____. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 1986b.
_____. Olhar periférico: informação, linguagem, percepção ambiental. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1993. FERREIRA, José Maria Carvalho. Portugal no contexto da transição para o socialismo: história de um equívoco. Blumenau: Ed. FURB, 1997.
FERREIRA, José Maria Carvalho et al. Psícossociologia das organizações. Alfragide: McGraw-Hill de Portugal, 1996.
_____. Sociologia. Alfragide: McGraw-Hill de Portugal, 1995.
FISCHER, Gustave Nicolas. A dinâmica social: violência, poder, mudança. Lisboa: Planeta Editora, 1992.
FISCHER, Rosa Maria. O Direito da população à segurança. Petrópolis, RJ.:Vozes, 1985.
FISCHER, Tania et al. Retórica da excelência e cultura organizacional. In: ENCONTRO NACIONAL DE PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, 21., 1997, Rio das Pedras, RJ. Anais… Rio de Janeiro: ANPAD, 1997.
FITOUSSI, Jean-Paul; ROSANVALLON, Pierre. Nouvelle áge des inégatités. Paris: Editions du Seuil, 1996.
FLEURY, Maria Tereza Leme; FISCHER, Rosa Maria. Cultura e poder nas organizações. São Paulo: Atlas, 1989.
FORUM COMUNITÁRIO DE COMBATE À VIOLÊNCIA, 1998, Salvador. O rastro da violência. Salvador: Universidade Federal da Bahia, 1998.
FOUCAULT, Michael. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1986.
_____. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1991.
_____. As palavras e as coisas. São Paulo: Martins Fontes, 1985.
_____. Vigiar e punir. Petrópolis, RJ.: Atlas, 1989. FRAGOSO, Heleno. Direito penal e direitos humanos. Rio de Janeiro: Forense, 1977.
FREEMAN, C. Inovation and strategy of firm. In: FREEMAN, C. The economies of industrial innovation. P. Harmundsworth, 1974.
FREIRE COSTA, Joaquim. O medo social - reflexões sobre o futuro. Veja 25 anos: retrospectiva de um quarto de século, São Paulo, 1993. Número especial.
FREITAG, Bárbara. A teoria crítica ontem e hoje. São Paulo: Ática, 1990.
GABALDON, Luis Geraldo. Professor critica omissão social no controle da violência urbana. (Entrevista). Jornal A Tarde, Salvador, 23 set. 2000.
_____; BIKBECK (Org.). Control social y justicia penal en Venezuela. Merida, 1996. (Coleccion, Ciências Sociales. Série: Ciências Jurídicas..)
GALBRAITH, John Kenneth. O novo estado industrial. São Paulo: Nova Cultural, 1985. (Os Economistas).
GARCIA, Angeles Mateos. A teoria dos valores de Miguel Reale. Fundamento de seu tridimensionalismo Jurídico. São Paulo: Saraiva, 1999.
GARISTO, Francisco C. Polícia de verdade. Revista Caros Amigos, v. 3, n. 36, 2000. Entrevista explosiva.
GENDROT, Body Sophie. L’insécurité: un enjeu majeur pour les villes. Sciences Humaine, Dossier, Paris, 89, déc. 1998.
GOFFMAN, Erving. Estigma. Rio de Janeiro: Zarar. 1982.
_____. The interaction order. American Sociological Review, v. 48, 1983.
_____. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis, RJ.: Vozes, 1992.
GOLD, et al. Recent development in Marxist Theories of the State. Monthly Review, 1971.
GOULDNER, Alvin. Conflitos na teoria de Weber. In: CAMPOS, Edmundo. Sociologia da burocracia. Rio de Janeiro: Zahar, 1966.
_____. Patterns of industrial bureaucracy, Glencoe, III. New York: Free, 1954.
GRANJO, Maria Helena Bittencourt. Agnes Heller: filosofia, moral e educação. Petrópolis, RJ.: Vozes, 1996.
GUERIN, Daniel et al. O estado, a democracia burguesa, a prática revolucionária e o anarquismo: antologia. 2. ed. [s.l.:s.n.], 1975.
HABERMAS, Jüngen. Conhecimento e interesse. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
_____. Crise de legitimação do capitalismo tardio. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1980.
_____. O discurso filosófico da modernidade. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 2000.
_____. La lógica das ciências sociais. Madrid: Tecnos, 1988.
_____. Passado como futuro. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,1993.
_____. O pensamento pós-metafísico: estudos filosóficos. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1990.
HAGUETTE, Tereza Maria Frota. Metodologia qualitativa na sociologia. Petrópolis, RJ.: Vozes, 1987.
HALL, Edward T. A. Dimensão oculta. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1989.
HOBBES, T. de M. Leviatã ou matéria, forma e poder de um estado. São Paulo: Abril Cultural, 1979. (Os Pensadores).
HOBSBSWM, Eric. A Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1999. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
_____. Sobre história. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
HOLLOWAY, Tomas H. Polícia no Rio de Janeiro: repressão e resistência numa cidade do século XIX. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1997.
IBGE, Rio de Janeiro. Contagem da população de 1996. Rio de Janeiro, 1997.
_____. Participação político-social: justiça e vitimização. Rio de Janeiro, 1990. v. l.
JORGE, P. Maria Helena. S. Adolescentes e jovens como vítimas da violência fatal. In: PINHEIRO, Paulo César et al. São Paulo sem medo: um diagnóstico da violência urbana. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
KAST, Fremont E.; ROSENZWEIG, E. James. Organização e administração: um enfoque sistêmico. São Paulo: Pioneira, 1980.
KERR, Robert. Controlando os controladores: Supervisão civil da polícia metropolitana de Toronto. In: PINHEIRO, Paulo César et al. (Org.). São Paulo sem medo: um diagnóstico da violência urbana. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
KKLIKSBERG, Bernardo (Org.). El rediseno del estado. Una perspectiva internacional, México: Fondo de Cultura Económíca, 1994.
KRAYCHETE, Gabriel. A região metropolitana de Salvador nos anos 80.Alguns indicadores econômicos e sociais. Caderno do CEA, n. 15, mar./abril, 1994.
KUHN, Thomas. Revolução das estruturas científicas. São Paulo: Atlas, 1987.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia da administração. São Paulo, Atlas, 1997.
LANE, Sílva T. M.; CODO, W. Psicologia social. O homem em movimento. São Paulo: Brasílíense, 1987.
LAPKIN, Gerald. Elementos essenciais para o controle civil da conduta policial: um experiência canadense. In: PINHEIRO, Paulo Sérgio et al. São Paulo sem medo: um diagnóstico da violência urbana. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
LE GOLFF, Jacques. História e memória, 3. ed. Campinas: UNICAMP. 1994.
LEMERT, Edwin. Human deviance, social problemas and social control. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1967
____. Social pathology. Nova Iorque: McGraw-Hill, 1951.
LEWIN, Kurt. Teoria de campo em ciências sociais. São Paulo: Pioneira, 1966.
LIMA, Roberto Kant de. Cultura jurídica e práticas policiais: a tradição inquisitorial. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v. 4, n. 10, 1991.
LIPOVETSKY, Gilles. Os novos regimes do individualismo. Colóquio Educação e Sociedade. Revista Quadrienal. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, mar./jul. 1995.
LUCKMAN, Thomas; BERGER Peter. A construção social da realidade. Petrópolis,RJ.: Vozes, 1985.
LYOTARD, Jean-Francois. A condição pós-moderna. 5. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1998.
MACHADO, Eduardo Paes; LEVENSTEIN. Quando a violência chega ao local de trabalho: Criminalidade violenta e vitimização no transporte coletivo. In. NELSON, Oliveira; RIBEIRO Mulert; ZANETTI, Jos. (Org.). A outra face da moeda. Violência na Bahia. Salvador: Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Salvador, 2000.
MAFFESOLI, Michael. L’Ombre de dionysos. Paris: Méridiens Klinksieck, 1982.
_____. La violence totalitaire. Paris: PUF, 1979.
MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
MARTINS, Wellington. Mudança organizacional e ação comunicativa: rumo ao resgate da dignidade e emancipação humana. Tese (Doutorado em Administração)- Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 1990.
MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política: o processo de produção do capital. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971. v.1
MATOS, Ruy de Alencar. Gerência e democracia nas organizações. Brasília: Livre, 1988.
MATTOSO, Kátia M. de Queiroz. Ser escravo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1982.
MATOS, Carlos. Política, planejamento & governo. Brasília: IPEA, 1993.
MEIRELLES, Hely Lopes. Polícia de manutenção da ordem pública e suas atribuições. Estudos e pareceres de direito público. Revista dos Tribunais, São Paulo, v. 10, 1988.
MELLO, Celso Antônio Bandeira de. O poder de polícia. Elementos de Direito Administrativo. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 1990.
MENDONÇA, Sônia Regina de; FONTES, Maria Virgínia. História do Brasil recente. São Paulo: Ática, 1988.
MERTON, Robert K. Estrutura burocrática e personalidade. In: CAMPOS (Org.). Sociologia da burocracia. Rio de Janeiro, 1966.
_____. Readers in bureaucracy, Glencoe, III. New York: Free, 1952.
_____. Sociologia, teoria e estrutura. São Paulo: Mestre Jou, 1970.
MICHAUD, Ives et al. Violence état des lieu. Science Humaine. Dossier, France, Paris. n. 89, déc. 1998.
MILLS, C. Wright. A elite do poder. Rio de Janeiro: Zahar, 1968.
MINTZBERG, Henry. Estrutura e dinâmica das organizações. Lisboa: Don Quixote, 1995.
_____. Le pouvoír dans les organizations. París: Organisations/Agence d’Arc, 1968.
MORAES, Bismael. Direito e polícia: uma introdução à polícia judiciária. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 1986.
_____. A polícia à luz do direito. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 1991.
MORGAN, Garret. Imagens das organizações. São Paulo: Atlas, 1996.
MOTTA, Fernando C. Prestes. O autonomismo e a questão da organização. Revista de Administração de Empresa/RAE, FGV, São Paulo, v. 26, n. 1, p. 57-66, jan./mar. 1986.
_____.Controle social nas organizações. Revisitado por Isabella F. F. Gouveia de Vasconcelos e Thomaz Wood Jr. Revista de Administração de Empresas/RAE, FGV, São Paulo, v. 33, n. 5, p. 68-87, set./out. 1993.
_____.; CAMPOS NETTO, Gustavo L. A. Associação contra a híerarquia. Revista de Administração de Empresas/RAE, FGV, São Paulo, v. 34, n. 1, p. 20-28, jan./fev. 1994.
_____.; PEREIRA, Luís Bresser. Introdução à organização burocrática. São Paulo: Brasiliense, 1988.
NEDER, Gizlene; CERQUEIRA FILHO, Gisálio. Law, family and policies for street children in Brasil. Artigo apresentado no Encontro ISA Research Committee on the Sociology of Law, Antuérpia, Bélgica, Julho, 1997. [s.l.:s.n.], 1997.
NELSON, Ricard; WINTER, Sidney. In search of useful theory of innovation. Research Policy, North-Holann, 1977.
NEVES, Delma Pessanha. Os miseráveis e a ocupação dos espaços públicos. Salvador: Universidade Federal da Bahia. Centro de Recursos Humanos, 1999. (Cadernos CRH, n. 1)
NEVES, Erivaldo Fagundes. Uma comunidade sertaneja. Da sesmaria ao minifúndio (um estudo de história regional e local). Salvador: Editora da Universidade Federal da Bahia; Feira de Santana, BA: Universidade Estadual de Feira de Santana, 1998.
NEVES, Erivaldo Fagundes. História regional e local: fragmentação e recomposição da história na crise da modernidade. Feira de Santana: Universidade Estadual de Feira de Santana; Salvador: Arcádia, 2002.
_____. Invasões em Salvador: um movimento de conquista do espaço para morar. Dissertação (Mestrado)- Pontifícia Universidade Católica, São Paulo, 1987.
NORONHA, Ceci Vilar; PAES Machado, Eduardo; TAPPARELLI, Gini. Projeto activa, atitudes e normas coletivas frente a violência em cidades selecionadas da Região das Américas. (OPAS/UFBA/UNEB). Salvador: Universidade do Estado da Bahia 1997.
NOVAIS, A. Fernando; MOTA, Carlos Guilherme. A independência política do Brasil. São Paulo, Hucitec, 1996.
O’CONNOR, James. A crise fiscal do estado capitalista. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
O’DONNELL, Guilermo. Contrapontos autoritarismo e democratização. São Paulo: Vértice, 1984.
OFFE, Claus; RONGE, Volker. Problemas estruturais do estado capitalista. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984.
OLIVAL, Maria Fernando. Para uma análise sociológica das ordens militares em Portugal no antigo regime (1581-1621). Dissertação (Mestrado)- Faculdade de Letras, 1988. 2 v.
OLIVEIRA, Nelson. Sob o manto da concórdia: Bahia como contrafração do moderno. In. OLIVEIRA, Nelson; ZANETTI, José Carlos; RIBEIRO, Lutz S. Ribeiro (Org.). A outra face da moeda. Salvador, BA.: Comissão de Justiça e Paz Arquidiocese de Salvador, Gráfica Envelope, 2000.
ORLANDI, Eni Pucinelli. Análise do discurso: princípios e procedimentos. Campinas: Pontes, 1999.
ORLANDI, Eni Pucinelli. As formas do silêncio: no movimento dos sentidos. Campinas: São Paulo: Ed. da UNICAMP, 1997.
OSZLAK, Oscar. Políticas públicas e regimes políticos: reflexões a partir de algumas experiências Latino-Americanas. Estudios Cedes, Buenos Aíres: Cedes, v. 3, n. 2, 1980.
PAES MACHADO, Eduardo; TAPPARELLE, Gino. Violência juvenil, infração e morte nas quadrilhas de Salvador. Caderno do CEAS, Salvador, n. 165, 1996.
PAGÉS, Max. O poder das organizações. São Paulo: Atlas, 1978.
PAIM, Jair Silva; COSTA, Maria da Conceição Nascimento. Mortes Violentas em Crianças e Adolescentes de Salvador, Salvador, Ba, Análise & Dados, SEI, Salvador, v. 6, n. 1, p. 59-67, jun. 1996.
PARK, Robert. On social control and collective behavior. Chicago: The University of Chicago Press, 1967.
PEDRÃO, Fernando (Org.). O pensamento da CEPAL. Salvador: EDUFBA, 1988.
PEGORARO, Juan. Violência é discutida à luz da criminologia, por LASSERRE, Luís. A Tarde, Salvador, 24 de maio, 2002.
PEIXOTO, Nelson Bissac. A sedução da Barbárie. São Paulo: Brasiliense, 1982.
PEREIRA, Júlio Cesar Rodriques. Análise de dados qualitativos. São Paulo: EDUSP/FAPESP, 1999.
PEREIRA, Luiz Carlos Bresser. Uma abordagem pragmática para a intervenção do Estado: o caso brasileiro. Dados, Rio de Janeiro, v. 34, n. l, jan. 1991.
_____. Da administração burocrática à gerencial. Revista do Serviço Público, v. 47, n. 120, 1996.
PERLONGUER, Nestor. Territórios marginais. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro. CIC, 1989. (Avulsos, n. 6).
PERROW, Charles. A teoria das organizações numa sociedade de organizações. In: COLÓQUIO INTERNACIONAL. A administração pública: perspectivas futura: Quebec, [s.l.: s.n.],1979. PESSOA, Mário. O direito da segurança nacional. Rio de Janeiro: Ed. Revista dos Tribunais, 1971.
PIETROCOLLA, Lúcia Gati. Anos 60/70: violência e medo na construção do exílio e da clandestinidade. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 16, n. 31 /32, 1966.
PINHEIRO, Paulo César. Polícia e consolidação democrática: o caso brasileiro. In: _____. et al. (Org.). São Paulo sem medo: um diagnóstico da violência urbana. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
_____. et al. (Org.). São Paulo sem medo: um diagnóstico da violência urbana. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
PINHEIRO, Paulo Sérgio. A cidadania das classes populares seus instrumentos de defesa e o processo constituinte. In: SADER, Emir (Org.). Constituinte e democracia no Brasil hoje. São Paulo: Brasiliense, 1985.
_____. Crime, violência e poder. São Paulo: Ed. Brasileira, 1983.
_____. Polícia e crise política: o caso das polícias militares. A violência brasileira, São Paulo: Brasiliense, 1982.
PINTO, L. Toledo; WINDT, Márcia C. Vaz; SIQUEIRA, Luis E. Alves de. Código penal. 38. ed. São Paulo: Saraiva, 2000. (Série: Legislação Brasileira)
PRATES, Antonio Augusto Pereira. Dilema institucional dos Institutos de Pesquisa no País. São Paulo, ANPOCS. Ciências Sociais Hoje. Anuário de Antropologia-Política e Sociologia, 1987.
RAGO, Margaret. Os prazeres da noite. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
RAMOS, Alberto Guerreiro. Administração e contexto brasileiro. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1983.
_____. Uma introdução ao histórico da organização racional do trabalho: ensaio de sociologia do conhecimento. Rio de Janeiro: Departamento de Imprensa Nacional, 1950.
_____. A nova ciência das organizações. Rio de Janeiro: FGV, 1994.
RESENDE, Fernando. Despesas públicas e bem-estar social. In: SEMINÁRIO SOBRE POLÍTICA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL, 1973. Rio de Janeiro. [Anais…] Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. EBAP, [1973].
REVEL, Jacques. A invenção da sociedade. Lisboa: Difusão Editorial, 1989.
RIBEIRO, Carlos Antonio da Costa. Cor e criminalidade: estudo e análise da justiça no Rio de Janeiro (1900-1930). Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2000.
RIBEIRO, Renato Janine (Org.). Recordar Foucault. São Paulo: Brasiliense, 1985.
ROBERT, Michel. Les partis politiques. Paris: Giard et Bíére, 1913.
ROCHA, Luis Carlos. Organização policial brasileira. São Paulo: Saraiva, 1991.
ROCHÉ, Sebastian. Entretien sur L’Insegurité. Sciences Humaines. Dossier, Paris, n. 89, déc. 1998.
_____.Violênce, état des lieux. Science Humaines. Dossier, Paris, n. 89, déc.1998.
RODRIQUES, Marly. A Década de 80, Brasil: quando a multidão voltou às praças. São Paulo: Ed. Ática, 1992.
ROTHSCHILDH-WHITT, Joyce A organização coletivista: uma alternativa aos modelos burocráticos racionais. Amerícan Sociological Review, v. 44, 1979.
ROUX, G. Ciudad y violência en América Latina. In: PINHEIRO, Paulo César ( Org.). São Paulo sem medo: um diagnóstico da violência urbana. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
RTIZ, Renato. A consciência fragmentada. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.
SADER, I. Enir; GENTILE, Pablo (Org.). Pós-neoliberalismo - as políticas sociais e o estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
SANCHES FILHO, Alvino. Novas demandas sociais: os espaços de construção da cidadania e o papel do Ministério Público Estadual na Bahia. 1998. Dissertação-(Mestrado) Núcleo de Pós-Graduação em Administração, Escola de Administração, Universidade Federal da Bahia, 1998.
SANTOS, Antonio Pedro Ribeiro dos. Estado e ordem pública. As instituições militares portuguesas. Lisboa: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, 1999.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. Porto: Ed. Afrontamento, 1986.
_____. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1998.
SANTOS, José Vicente Tavares dos. Por uma sociologia de conflitualidade no tempo da globalização. In: TAVARES, Vicente José (Org.). Violência em tempo de globalização. São Paulo: Hucitec, 1999.
SANTOS, Reginaldo Souza. Mudanças nos padrões produtivosorganízativo, divisão institucional do trabalho e processo alocatório de recursos no estado capitalista - uma referência ao caso da Bahia. Revista de Administração Pública, FGV, Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 40-94, jul./set. 1983.
_____. Poder municipal, participação e políticas públicas inovadoras. Recife: SUDENE. Centro de Estudos e Pesquisas Josué de Castro, 1996.
_____. (Org.). Políticas sociais e transição democrática. Análises comparativas de Brasil, Espanha e Portugal. MANDACARU-CETEAD. São Paulo-Salvador, 2001.
_____.; COSTA, Ivone Freire (Org.). Segurança pública em debate-problemas e perspectívas. Salvador: Polícia Militar da Bahia, Universidade Federal da Bahia. Escola de Administração, 1997. (Coletânea de Textos, v. l).
SAVELSBERG, Joachim. Controlando a violência: a justiça criminal, a sociedade e as lições dos Estados Unidos. In: PINHEIRO, Paulo Sérgio et al. São Paulo sem medo: um diagnóstico da violência urbana, Rio de Janeiro: Garamond, 1998.
SELZNICK, Philip. An approch to a theory of bureaucracy. American Sociological Review, v. 8, 1947.
_____. Cooptação: um mecanismo para a estabilidade organizacional. In: CAMPOS, Edmundo. Sociologia da burocracia. Rio de Janeiro: Zahar, 1966.
SILVA, Antonio Vital. Uma visão dos bastidores. A polícia militar que eu vivenciei. Salvador: A. V. da Silva, 2001.
SILVA, José Flamarion Pelúcio. Burocracia e administração brasileira. São Paulo, 1982.(Dissertação)-FEA, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1982.
SIMON, Blackburn. Dicionário Oxford de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997
SIMON, Hebert. O comportamento administrativo. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1965.
SMIRCICH, Linda. Concepts of culture and organizacional analysis. Administrative Science Quarterly, USA, v. 28, n., Sept. 1983.
SOUZA, Celina. Reinventando o poder local: limites e possibilidades do federalismo e da descentralização. São Paulo: Perspectiva, v. 10, W, 3, jul./set. 1996.
SOUZA, Expedito Manoel Barbosa de. O complexo do Zorro e o conflito da atividade policial. 1998. (Monografia)-Escola de Administração, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1998. Convênio PM/UFBA.
SOUZA, Herbert de. Em nome do bem público. Jornal Folha de São Paulo, São Paulo, 20 jun. 1995. Folha Opinião, Caderno 1, p. 3.
SPINK, Peter. Continuidade e descontinuidade em organizações públicas: paradoxo democrático. Cadernos FUNDAP, São Paulo, v. 7, n. 13, 1987.
_____. Pesquisa, ação e a análise de problemas sociais e organizacionais complexos. Revista Psicologia, v. 5, n. 1, 1998.
SROUR, Roberto Henry. Formas de gestão: o desafio da mudança. Revista de Administração Pública, FGV, São Paulo, v. 34, n. 4, p. 31-45, jul./ago. 1994.
STEERS, R. M. Problems in the measurent of organizational effectiviness. Administrative Science Quartely, v. 20, n. 4, 1975.
STEPHEN, Bann. As invenções da história: ensaios sobre a representação do passado. São Paulo: Ed. da UNESP, 1994.
STUART, B. Schawart. Burocracia e sociedade no Brasil colonial. São Paulo: Perspectiva, 1979.
STWART, R.; CLEGG, Cynthhia (Org.). Handbook de estudos organizacionais. Salvador: Atlas, 1998.
SUDENE, Salvador. Modelo de gestão democrática: o poder municipal, participação, descentralizado e políticas públicas inovadoras; relatório final-Bahia. Salvador: Universidade Federal da Bahia. Centro Josué de Castro, 1996.
TANNENBAUM, Arnold. La participation aux activités syndicales. Sociologie du travail, II. Chicago: Row Peterson, 1960.
TAVARES, José Vicente (Org.). Violência em tempo de globalização. São Paulo: Hucitec, 1999.
TAVARES, Maria das Graças de Pinho. Cultura organizacional: uma abordagem antropológica. Rio de Janeiro: Qualítymark, 1991.
TAYLOR, Frederich. Administração científica. São Paulo: Atlas, 1997.
THIOLENT, Michael. Aspectos qualitativos da metodologia de pesquisa com objetivos de descrição, avaliação e reconstrução. São Paulo: Fundação Carlos Chagas, 1984. (Cadernos de Pesquisa, 49)
_____. Crítica metodológica. Investigação social e enquete operária. São Paulo: [s.n.], 1980.
THOMPSON, Victor. Bureaucracy and inovation. Administrative. Science Quartly, 1965.
TODOROV, Tzvetan. Nós e os outros: a reflexão francesa sobre a diversidade humana. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.
TOFFLER, Alvin. A empresa flexível. São Paulo: Record, 1985.
_____. Powershift: as mudanças do poder. Rio de Janeiro: Record, 1993.
TOLEDO, Caio Navarro de. O governo Goulart e o golpe 64. São Paulo: Brasiliense, 1982. (Coleção tudo é história).
TOURAINE, Alain. A inversão da liberdade. São Paulo: EDUNESP, 1995.
TRAGTEMBERG, Maurício. Burocracia e ideologia. São Paulo: Ática, 1974.
UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA. Projeto Activa, Salvador. Atitudes e normas culturais frente à violência em cidades selecionadas da Região das Américas. Salvador, 1997.
VEINE, Paul. Inventário das diferenças. São Paulo: Brasiliense, 1989.
WALLACE, Coronel John. Programa de Qualidade da Polícia Militar da Cidade de Nova York. Conferéncia XIV Encontro Nacional de Comandantes Gerais da PM/BM. Salvador, Bahia, 1996.Brasil.
WARREN, Bennis. Organizações em mudança. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
WEBER, Max. Economia e sociedade. Fundamentos da sociologia compreensiva. 3. ed. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1994.
_____. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1963.
_____. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Pioneira, 1968.
WEINSTEIN, Bárbara Essa não é a república dos meus sonhos: obstáculos históricos à democracia política do Brasil. Revista Brasileira de História, São Paulo, v.16, n. 31 /32, 1996.
WOOD, Ellen Meiksins; FOSTER, John Bellony (Org.). Em defesa da história. Marxismo e pós-modernismo. Rio de Janeiro: Zarar, 1991.
WOOD, Stephen J. Buscando a renovação: a nova onda administrativa. Revista de Administração de Empresa/RAE, FGV, São Paulo, v. 30, n. 4, p. 5-21, out./dez. 1990.
WOOD JUNIOR, Thomaz. Fordismo, toyotismo e volvismo: os caminhos da indústria em busca do tempo perdido. Revista de Administração de Empresas/RAE, FGV, São Paulo, v. 32, n. 4,p. 6-18, set./out. 1992.
XIMERRAS, Martine. Teorias da exclusão social. Lisboa: Instituto Piaget, 1997.
ZALUAR, Alba. Condomínio do diabo. Rio de Janeiro: Revan, UFRJ, 1994.
Fonte: Arquivo Documental da Pesquisa
Você terminou Polícia e sociedade: gestão de segurança pública e controle social
Ivone Freire Costa
Livros como este
-
Conflitos, eficiência e democracia na gestão pública
-
Movimentos Sociais e Políticas Educacionais na Era da Barbárie
-
Saúde coletiva: políticas públicas em defesa do sistema universal de saúde
-
Introdução à Nova Ordem Mundial
-
Favelados e pobladores nas ciências sociais: a construção teórica de um movimento social
-
Saúde do trabalhador na sociedade brasileira contemporânea
Depois do livro
Páginas que vieram com esta edição, guardadas aqui para consulta.