Medicina Fetal – Estudo de Casos
Caso 22: Displasia tanatofórica
C A S O 2 2
Displasia tanatofórica
José Antônio de Azevedo Magalhães, Maria Teresa Vieira Sanseverino e Cláudia Simone Silveira dos Santos
Caso: ultrassonografia com 37 semanas apresenta encurtamento de todos
os ossos longos, fêmur com formato de receptor de telefone, megaencefalia
e crânio com aspecto de folha de trevo, tórax hipoplásico, polidrâmnio,
ventriculomegalia. (Figs. 22-1 a 22-3)
FIGURA 22-1 Ultrassonografia. Fêmur curto e com aspecto de receptor de telefone.
FIGURA 22-2 Ultrassonografia. Megaencefalia, crânio em forma de folha de trevo e dilatação dos ventrículos laterais.
FIGURA 22-3 Neomorto com displasia tanatofórica.
Diagnóstico neonatal de comprovação: radiológico.
Forma mais comum de displasia esquelética ou osteocondrodisplasia
letal.
Diagnóstico diferencial: outras formas de displasia esquelética com
manifestação pré-natal.
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