Medicina Fetal – Estudo de Casos
Caso 86: Síndrome de Turner
C A S O 8 6
Síndrome de Turner
Rejane Gus e José Antônio de AzevedoMagalhães
CASO: com uma idade gestacional de 15 semanas identifica-se ao
ultrassom higroma cístico cervical e hidropisia fetal não imune.
Amniocentese para cariótipo fetal: 45,X. (Figs. 86-1 a 86-3)
FIGURA 86-1 Lesão cística cervical volumosa e septada (higroma cístico) na ultrassonografia.
FIGURA 86-2 Hidropisia fetal não imune ou anasarca fetoplacentária no mesmo caso.
FIGURA 86-3 PM. Higroma cístico cervical com sinais de maceração por óbito há 12 dias.
Pode ser suspeitada com translucência nucal aumentada no I trimestre.
A síndrome de Turner não aumenta com a idade materna. E, também, não
há incremento com o passado obstétrico desta monossomia. Diminui com a
evolução da gravidez pela possibilidade de abortamento espontâneo.
A identificação de aumento de líquido na região cervical no II ou III
trimestres (edema nucal ou higroma cístico) está associada principalmente a
esta síndrome.
Diagnóstico diferencial: aneuploidias, higroma cístico isolado, outras
causas de hidropisia fetal não imune, cefalocele, meningocele.
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