Medicina Fetal – Estudo de Casos
Caso 29: Espinha bífida
C A S O 2 9
Espinha bífida
José Antônio de Azevedo Magalhães, Maria Teresa Pedrazzi Chaves e Adriani Oliveira Galão
CASO: ao ultrassom identificou-se lesão expansiva ao nível da coluna
lombo-sacra no II trimestre gestacional, além de pés tortos. Alteração ao
nível do polo cefálico com perda do arredondamento habitual e forma
chamada de sinal do limão. Ventriculomegalia. (Figs. 29-1 a 29-4)
FIGURA 29-1 Ultrassonografia. Espinha bífida lombossacra com terminações nervosas no seu interior. Corte longitudinal.
FIGURA 29-2 Ultrassonografia. Sinal do limão: forma alterada do contorno do polo cefálico por herniação do sistema nervoso central dentro do canal medular e dilatação dos ventrículos laterais.
FIGURA 29-3 Ultrassonografia. Pé torto.
FIGURA 29-4 Recém-nascido a termo com espinha bífida.
Ou mielomeningocele. A coluna vertebral deve sempre ser examinada
quanto à sua integridade em cortes longitudinal e transversal. Atentar para a
superfície da pele e sua continuidade.
Pode estar associada a síndromes cromossômicas, genéticas, teratógenos.
Multifatorial. Fator materno predisponente: diabetes mellitus.
Prevenção com ácido fólico.
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