O Assassino Inglês

Daniel Silva · Apêndice

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O Assassino Inglês

Agradecimentos

AG RADECIMENTOS

 

Este é o segundo romance em que surge a personagem de Gabriel Allon e, como o anterior, não teria sido possível escrevê-lo sem a ajuda e o apoio de David Bull. Ao contrário do fictício Gabriel, David Bull é realmente um dos maiores restauradores de arte do mundo e tenho o privilégio de chamá-lo meu amigo. Seus conhecimentos sobre o processo de restauração, a história das pilhagens de arte pelos nazistas e os prazeres de Veneza foram tão inestimáveis quanto inspiradores.

Estou em dívida com Sadie deWall, primeira violista assistente da Charleston Symphony Orchestra, que me apresentou a maravilhosa sonata de Tartini e me ajudou a melhor compreender a alma de um músico verdadeiramente dotado. Respondeu a todas as minhas perguntas, por mais disparatadas que fossem, e concedeu-me generosamente o seu tempo.

Dr. Benjamin Shaffer, um dos ortopedistas de maior renome em Washington, descreveu-me o problema intrincado que é tratar lesões de mão quando os ossos ficam esmagados. Um agradecimento especial aos agentes suíços que me ajudaram a desmistificar os serviços de polícia e segurança do país, que, por razões óbvias, não podem ser nomeados. Um agradecimento também aos agentes da CIA que me prestaram informações e me deram orientação. Desnecessário dizer que a competência é deles e os erros e as liberdades literárias somente meus. Das dúzias de obras de não ficção que consultei enquanto escrevia este livro, várias revelaram-se inestimáveis, incluindo o trabalho pioneiro e altamente influente de Lynn Nicholas sobre as pilhagens de arte pelos nazistas, The Rape of Europa; The Lost Museum, de Hector Feliciano; e The Lost Masters, de Peter Harclerode e Brendan Pi away. A reveladora história da banca suíça, Safety in Numbers, de Nicholas Faith, serviu de valioso recurso. E a corajosa obra de Jean Ziegler, The Swiss, the Gold, and the Dead, foi uma fonte de inspiração.

O pessoal do Dolder Grand Hotel, em Zurique, e do Luna Hotel Baglioni, em Veneza, fizeram com que as nossas viagens de pesquisa mais parecessem de lazer do que de trabalho. O meu querido amigo Louis Toscano leu duas vezes meu manuscrito, que sua mão certeira ajudou a melhorar. Greg Craig tirou a camisa para me dar, literalmente. A amizade e o apoio da minha agente literária, Esther Newberg, da International Creative Management, nunca teve maior significado para mim do que durante a redação deste livro.

Todos os escritores deveriam ter a sorte de ter editores como Neil Nyren e Stacy Creamer. Forneceram-me notas brilhantes e um apoio incondicional. Na verdade, por vezes, parecia que compreendiam as personagens e a história melhor do que eu. E um agradecimento muito sentido a Stuart Calderwood, cuja meticulosa revisão me salvou de vários embaraços.

Por fim, queria expressar minha profunda gratidão a Phyllis Grann. Não existe, simplesmente, ninguém melhor.

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