O presbytério da montanha
Epistola
desce aos abysmos da morte,
vôa aéreo ao Paraizo.
¡Não falar o Vate agora
co'os labios que move apenas!
¡Que torrente abrazadora!
¡que amor! ¡que incendidas penas!
¡quão nova a paixão não fôra!
Vai a noite adiantada;
humido vento assovia;
treme a luz quasi apagada.
Do grão Cantor que vigia
ferve a mente a sonhos dada.
—«Eís o templo conhecido
que os meus destinos encerra.
A mãe terna, o pae querido,
cá m'os tem no seio a terra.
Cá vi Laura, e fui perdido...
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Castanheira do Vouga
1830...(?)
VI
EPISTOLA