Os Primeiros Amores de Bocage

José da Silva Mendes Leal · Capítulo 113 de 281

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Os Primeiros Amores de Bocage

Manuel

Não é o que eu queria, e custa-me… Não te mandei a Coimbra para te empregar na filha d'uma criada!… Mas na nossa casa a palavra é escriptura. Pagamos á vista… sempre, e tudo: é o nosso brazão!

SCENA VI

OS DITOS e o MORGADO

MORGADO

Ora até que o encontrei, sr. Manuel Simões. Procurei-o hontem, antes de hontem, esta manhã…

 

MANUEL (interrompendo-o seccamente)

Sei, sei… Bem sei.

MORGADO

Se me désse licença logo…

MANUEL

Tenho gente em casa, tenho muita gente… Hade-me dar licença.— Vamos,

Francisco, vamos.