Os Primeiros Amores de Bocage

José da Silva Mendes Leal · Capítulo 239 de 281

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Os Primeiros Amores de Bocage

Commendador

São elles?

COMMENDADOR

Não, homem. Não sabe que é o marquez?

MORGADO

Não são elles? (recomeçando as bravatas.) Podéra! Olhem se nos apparecem agora! Olhe lá se voltam senão no meio de toda essa gente!… Cobardes!

COMMENDADOR

Esteja quieto. Estamos aqui sós… e já nos conhecemos!

MORGADO

Então isto hade ficar assim?—Não é senão o tenente que mette a caminho o Bocage para nos chasquear. Não o viu ha pouco ir ter com elle?—Isto hade ficar assim!…

 

COMMENDADOR (com o seu sorriso)

Não lhe disse já que não… Andam a semear!… Deixe, que hão de colher!… Ouve? O marquez subiu já. Vamos tambem. (Dirigem-se á porta da E.. Entra o escudeiro, corre o reposteiro, e colloca-se á humbreira. Os dois tomam tambem de uma e outra parte logar á porta.—Entra o marquez, ao lado de D. Felicia, e seguido de toda a companhia anterior.)