Os Primeiros Amores de Bocage

José da Silva Mendes Leal · Capítulo 254 de 281

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Os Primeiros Amores de Bocage

Scena Ii o Marquez, Gonçalo

MARQUEZ (com magestosa simplicidade)

Deus o abençoe, D. José! Já sei que o murzello começa a executar soffrivelmente a lição dos quatro circulos para a esquerda… É preciso trabalhal-o… É rijo dos rins, convem-lhe o trote avançado. Está ainda desigual dos travadouros.—Póde recolher-se agora aos seus quartos, filho… Hade precisar descanço… Oiça… recommende ao Mouro que vá ver como atam o murzello… e se lhe estendem bem as coberturas.—Se quizer escrever para Cintra a suas irmãs, e ao Marquez D. Diogo, tenha tudo prompto. Ámanhã de madrugada partimos para Samora. Acompanha-n'os o conde de Villa-Verde. (O Cavalheiro sae. O Mouro segue-o.)

SCENA II

O MARQUEZ, GONÇALO

MARQUEZ (comsigo)

Estes rapazes precisam dirigidos! (vendo Gonçalo, que se conserva respeitosamente de parte, e indo a elle) Desculpe que o não via. Chegou ha muito?

GONÇALO