Os Primeiros Amores de Bocage
Scena Ii o Marquez, Gonçalo
MARQUEZ (com magestosa simplicidade)
Deus o abençoe, D. José! Já sei que o murzello começa a executar soffrivelmente a lição dos quatro circulos para a esquerda… É preciso trabalhal-o… É rijo dos rins, convem-lhe o trote avançado. Está ainda desigual dos travadouros.—Póde recolher-se agora aos seus quartos, filho… Hade precisar descanço… Oiça… recommende ao Mouro que vá ver como atam o murzello… e se lhe estendem bem as coberturas.—Se quizer escrever para Cintra a suas irmãs, e ao Marquez D. Diogo, tenha tudo prompto. Ámanhã de madrugada partimos para Samora. Acompanha-n'os o conde de Villa-Verde. (O Cavalheiro sae. O Mouro segue-o.)
SCENA II
O MARQUEZ, GONÇALO
MARQUEZ (comsigo)
Estes rapazes precisam dirigidos! (vendo Gonçalo, que se conserva respeitosamente de parte, e indo a elle) Desculpe que o não via. Chegou ha muito?
GONÇALO