The Risk

Elle Kennedy · Capítulo 10 de 43

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The Risk

10. Brenna

10

 

BRENNA

 

Apesar da vitória da Briar em cima de Yale, continuo decepcionada com o fim de semana. Cheguei em casa por volta da meia-noite, depois de uma viagem de Uber que me custou os olhos da cara, e acordei hoje com umas dez mensagens de texto e três de voz de Tansy pedindo desculpas e implorando que a perdoasse. Escrevi que precisava de pelo menos um mês inteiro com ela se rebaixando antes de poder assegurar meu perdão integral, mas como para mim é difícil ficar brava com as pessoas queridas, disse que estamos bem e que ela me deve um fim de semana só entre nós.

Agora estou no brunch com Summer, contando tudo sobre o fim de semana dos infernos. Fora as partes que envolvem Jake Connelly, claro. Summer ia se agarrar a elas como um cachorro a um osso. Só que, diferente do cachorro, que acaba deixando o osso de lado ou o enterra em algum outro lugar, Summer discutiria e dissecaria cada detalhe dos meus encontros com Connelly até o fim da eternidade.

“Desculpa, mas sua prima parece horrível”, Summer diz enquanto mastiga uma tira de bacon. O cabelo loiro dela está preso em uma trança solta caindo em cima do ombro. Ela usa uma blusa de caxemira branca e não passou maquiagem nenhuma, não que precise. Summer Heyward-Di Laurentis é repugnantemente deslumbrante. O mesmo pode ser dito do irmão mais velho dela, Dean. Os dois parecem Ken e Barbie, embora Summer odeie ser chamada assim. É por isso que eu chamo, só para irritá-la.

“Ah, ela não é horrível”, digo. “Mas foi bem horrível nesse fim de semana.”

“Ela te deu o bolo duas noites seguidas. É cruel.”

“Bom, estávamos juntas na primeira noite. Mais ou menos. Ela e o namorado começaram a brigar, então passei a maior parte do tempo com os amigos dele.”

Pulo o que veio antes — a maneira como embosquei Connelly e seus colegas no bar. Não ouso mencionar o show. Poderia fazer isso e deixar Jake de fora, mas tenho medo de falar algo que não devo revelar.

Como a sensação dos lábios dele nos meus.

Ou como escorregou a mão pelo meu vestido e quase a colocou entre as minhas pernas.

Ou o alívio que me atingiu quando a tirou, porque se não tivesse tirado teria visto que eu estava mentindo. Não estava seca tal qual o deserto, como havia brincado. Estava mais molhada que nunca. Acho que nunca desejei tanto alguém quanto naquele momento.

E isso não é bom. Nem um pouco. Jake é imprevisível demais. Nunca sei o que está pensando, o que vai dizer ou fazer em seguida, e isso para mim é inaceitável. Como uma pessoa pode se proteger se não entende totalmente as motivações da outra?

“Insisto: ela parece horrível…” Summer aponta um pedaço de bacon para mim. “Mas é a minha opinião.”

“O problema é o relacionamento tóxico com Lamar. Ela não costumava ser assim egoísta.” Rego minha segunda panqueca com maple syrup. “Odeio dizer isso, mas espero que eles terminem.”

Summer toma um gole de seu chá. “A boa notícia é que você está em casa agora, e vou garantir que seu fim de semana termine bem. Quer ir ao Malone’s com a gente assistir ao jogo dos Bruins?”

“Claro.” Engulo um pedaço de panqueca.

“E posso ajudar você a se preparar para a entrevista se quiser. É amanhã de manhã?”

Assinto. “Provavelmente vai ser tão péssima quanto na sexta.”

“Não diga isso. Pensamentos positivos atraem coisas positivas.”

“Você acabou de inventar isso?”

“Sim. E quer saber mais?”

“Pensamentos negativos atraem coisas negativas?”, arrisco.

“Isso também. Mas o que eu ia dizer era: decidi emprestar minhas botas Prada pra você usar amanhã. As pretas de camurça que minha avó me mandou. Vão te dar sorte.”

“Sei. E você tem comprovação científica disso?”

“Quer provas? É Prada. Ninguém usa Prada sem se sentir invencível.”

Ainda não entendo como essa garota virou minha melhor amiga. Summer é meu completo oposto. Efervescente, feminina, obcecada por roupas de grife. A família dela é podre de rica, então ela pode pagar. Eu nunca liguei para marcas. Só preciso de batom, da minha jaqueta e das minhas botas de couro preferidas, jeans skinny e um ou dois vestidos justos e pronto. Mas, apesar de nossas diferenças, Summer e eu combinamos.

“Ah, e confirmei com Fitz antes de vir: ele pode me dar uma carona até o campus, então você pode pegar meu carro mesmo.” Summer tem um Audi chamativo. Se for com ele para Boston, não terei que pegar um milhão de trens e ônibus. Ao meio-dia, tenho uma palestra sobre teoria da comunicação que não posso perder, de modo que preciso voltar a Hastings o mais rápido possível.

“Tem certeza de que não se importa?”

“Nem um pouco.” Ela pega a caneca de chá.

“Obrigada. Não tem ideia de quanto tempo vai me poupar…”

“Oi!!!”, uma voz animada nos interrompe.

Antes que eu consiga piscar, um turbilhão de cabelo castanho, pele luminosa e olhos enormes entra no meu campo de visão.

Uma garota que nunca vi senta ao lado de Summer no banco, como se fôssemos todas amigas há anos.

O queixo de Summer cai. “Desculpa… mas…” A frase morre no ar, e ela fica sem fala. O que é raro para Summer Di Laurentis.

Olho para a recém-chegada. Está usando uma camisa branca com botões vermelhos. Os cabelos na altura do queixo pairam sobre o colarinho rendado.

“Oi”, digo, educada. “Não tenho certeza se sabe como funciona a etiqueta, mas não se costuma interromper o brunch de outras pessoas, principalmente quando elas não sabem quem você é.”

“Tudo bem. Vocês vão ficar sabendo agora.” Ela sorri amplamente, revelando dentes brancos e perfeitos. É bonitinha, na verdade.

Mas isso não quer dizer que não seja louca.

“Sou Rupi. Rupi Miller. E, sim, é um nome híndi e um sobrenome totalmente branco, mas isso porque meu pai é totalmente branco. Ele é bem sem graça. Dentista, imagina só. É a definição de chato. Mas minha mãe é incrível. Era uma estrela de Bollywood!” A voz de Rupi se enche de orgulho.

Ao seu lado, Summer pisca, confusa. “Isso é ótimo…” Mais uma vez, a frase morre no ar.

Reprimo uma risada. “Rupi?”

A garota me olha. “Oi?”

“Por que está aqui?”

“Ah. Desculpa. Falo muito, eu sei. Me deixa recomeçar. Sou Rupi, você é Brenna Jensen e você é Summer Heyward-Di Laurentis.”

“Sim, obrigada pela informação”, digo, seca.

Summer enfim consegue terminar uma frase. “Não seja rude com ela”, diz. Pelos seus olhos, sei que está sendo conquistada pela garotinha insistente.

“Estou no primeiro ano”, Rupi explica. “Eu sei, devem achar que sou uma criança, mas juro que não. Que não sou uma criança, digo, não que não estou no primeiro ano. Sou tão divertida. Vocês vão ver, prometo. Mas o negócio é: não tenho muitos contatos entre os mais velhos. Não se preocupem, não estou perseguindo vocês nem nada. Estava sentada ali com minhas amigas quando notei vocês. Aquela é a Lindy e aquela é a Mel.” Ela aponta para duas garotas sentadas algumas mesas à frente. Uma delas fica bem vermelha, enquanto a outra acena entusiasmada.

Olho para elas antes de voltar a Rupi. “Isso não explica por que interrompeu nosso brunch.”

“Queria fazer um pedido formal”, ela anuncia.

“Para quê?”, Summer solta.

“Para que me apresentem a alguém.”

Franzo as sobrancelhas. “Quem?”

“Mike Hollis.”

Apoio o garfo na mesa.

Summer apoia o chá.

Vários segundos passam.

“Mike Hollis?”, Summer finalmente diz.

“Isso. Ele mora com você”, Rupi responde, prestativa.

Dou risada.

“Sei disso.” Summer balança a cabeça. “Mas por que quer ser apresentada? A ele.”

Rupi solta um suspiro longo e sonhador. “Porque é o cara mais lindo do mundo. Também acho que é minha alma gêmea, então quero que me apresentem a ele.”

Ficamos em silêncio. Acho que a gente não tem certeza de nada nessa vida, então só digo que tenho noventa e nove vírgula nove-nove-nove por cento de certeza de que é a primeira vez na história do planeta que alguém, em qualquer momento, se referiu a Hollis como o homem mais lindo do mundo e/ou sua alma gêmea.

Summer parece tão surpresa quanto eu. Ambas nos recuperamos rápido, e nossa comunicação telepática faz um sorriso do tamanho de Boston se abrir no rosto dela. Ela dá uma batidinha no braço de Rupi e diz: “Vou adorar apresentar vocês”.

“Posso fazer melhor ainda”, digo. “Posso te dar o número dele e você liga diretamente.”

Summer apoia de imediato. “É ainda melhor! Quando chegar em casa, vou dizer que a filha de uma estrela de Bollywood vai ligar.” Ela pisca para mim quando Rupi não está olhando.

Os olhos castanhos da garota se iluminam. “Sério?”

“Claro.” Summer entra na lista de contatos do celular. “Está com seu telefone?”

Rupi pega seu iPhone em uma capinha rosa-chiclete. Summer passa o número de Hollis para ela. Depois que a garota termina de inserir os números, olha para nós solenemente. “Quero que saibam que acho vocês duas lindas e incríveis, e que vamos nos ver bastante quando eu e Mike começarmos a sair.”

Não vou mentir — a segurança dela é inspiradora.

“Bom, não vou tomar mais tempo de vocês. Só lembrem que acho que são criaturas maravilhosas e fico muito grata por sua ajuda!”

E então, tão rápido quanto apareceu, ela deixa nossa mesa como uma bolinha cheia de energia.

Mais tarde, chego ao Malone’s ao mesmo tempo que Nate Rhodes. “Ei!”, exclamo, passando meu braço no braço musculoso dele. “Não sabia que você vinha.”

Sou muito fã de Nate. Ele não é só um central talentoso com uma bela tacada: também é um cara legal. Muitos atletas são uns cretinos convencidos. Eles andam pelo campus achando que podem fazer o que quiser, e que “presenteiam” as mulheres com seu tempo e seu pau. Mas Nate não. Junto com Fitz, é o cara mais humilde e pé no chão que já conheci.

“Mudança de planos. Eu ia sair com uma garota, mas ela me deu o bolo.”

Finjo engasgar. “Oi? Ela não sabe que você é capitão do time de hóquei?”

“Pois é!” Ele dá de ombros. “Mas provavelmente foi bom. Ainda estou de ressaca de ontem à noite.”

“Foi um verdadeiro milagre o que você fez na prorrogação”, digo. “Queria ter visto ao vivo.”

“Foi a prorrogação mais estressante da minha vida”, ele admite enquanto entramos no bar. “Por um momento, achei de verdade que íamos perder.” Seus olhos azuis passam pelo salão, lotado de recordações ligadas a esportes, telas de TV e universitários.

“Ali estão eles”, digo, apontando para nossos amigos, sentados a uma mesa lá longe. “Argh. Hollis veio? Agora estou ainda mais feliz que você apareceu. Vai ser o amortecedor.”

“Ele ainda está tentando te convencer a tirar a roupa?”

“Sempre que o vejo.”

“E pode culpar o cara?” Nate me olha de maneira evidente.

“Para com isso. Você nunca demonstrou nenhum interesse.”

“É, porque o treinador ia cortar meu pau fora. Mas não significa que eu não tenha pensado a respeito.”

“Tarado.”

Ele sorri.

Chegamos à mesa semicircular com espaço o bastante para acomodar quatro jogadores de hóquei, Summer e eu. Ela está juntinho de Fitz, enquanto Hollis fica sozinho do outro lado, com os olhos grudados no jogo dos Bruins, que já começou.

Hollis vira a cabeça com nossa chegada. “Brenna! Senta aqui.” Ele bate na própria coxa. “Guardei este lugar.”

“Valeu, mas não precisava.” Sento ao lado de Summer.

Em vez de sentar do outro lado, Nate vem atrás de mim, o que força Fitz e Summer a se aproximar de Hollis.

“Não tenho ebola, viu?”, ele resmunga.

Olho para uma das telas. Boston está no ataque. “E o Hunter?”, pergunto.

O clima muda quase imediatamente. Fitz parece triste. Há certa culpa na expressão de Summer, embora eu não ache que seja necessário. Ela e Hunter podem ter ficado um pouco, mas, no momento que ela se deu conta de que gostava mesmo de Fitz, foi honesta a respeito. Ele precisa superar essa história.

“Não sei. Deve ter saído, provavelmente com alguma garota”, Hollis responde. “Ele mantém um harém agora.”

Comprimo os lábios. Espero que as atividades extracurriculares de Hunter não prejudiquem seu desempenho no gelo. Mas ele marcou os dois gols do tempo normal ontem à noite e deu assistência para o gol de Nate na prorrogação, então não acho que seja o caso.

“Por que vocês não fazem as pazes?”, pergunto a Fitz.

“Estou tentando”, ele contesta. “Hunter não está interessado.”

“Ele está sendo muito babaca”, admite Nate, o que é preocupante já que é o capitão. Então o comportamento de Hunter está afetando o time. “Além de uma intervenção, não tem muito mais que a gente possa fazer. O cara está jogando bem, e não diminuiu o ritmo no jogo por causa das saídas e das garotas.”

“Pode ser, mas dois jogadores brigados não é bom pro moral do time”, Fitz argumenta.

“Então resolve isso”, Nate diz, revirando os olhos. “Você é um deles.”

“Estou tentando”, Fitz repete.

Summer aperta o braço dele. “Tudo bem. Hunter vai se acalmar. Ainda acho que seria melhor eu me mudar…”

“Não”, dizem Fitz e Hollis imediatamente, e é o fim da história. Ela não toca mais no assunto.

Assistimos ao jogo por um tempo. Bebo uma cerveja, brinco com Nate, ignoro as investidas de Hollis. Durante o intervalo discutimos os resultados das semifinais.

“Corsen e eu assistimos ao outro jogo pela internet”, Nate diz, sombrio. “Foi ridículo.”

Franzo a testa. “Como assim?”

“A porra do Brooks Weston. Ele deu dois dos golpes mais sujos que já vi. Primeiro pulou em um defensor de Princeton que estava desprotegido. Ele jogou o cara contra as placas. Passou completamente batido pelo juiz, o que é inacreditável. Como pode não ter visto? Depois acertou o joelho de um cara, e foi punido.”

Fitz sacode a cabeça para Summer. “Odeio que tenham se conhecido na escola.”

“Ele é um cara legal”, ela protesta.

“Ele só entra pra brigar”, Nate diz, firme. “E joga sujo.”

“Então o juiz deveria tomar uma atitude”, Summer aponta.

“O cara faz de um jeito que o juiz não consegue ver”, Fitz diz. “Alguns times usam essa tática: provocam os adversários para que eles retaliem e sejam punidos. Harvard é ótima nisso.”

“Por isso meu pai odeia tanto Daryl Pedersen”, digo a Summer. “O próprio técnico promove esse tipo de coisa.”

“Seu pai e Pedersen não jogaram juntos?”, Nate pergunta.

“Foram companheiros de time em Yale”, confirmo. “Mas não se suportam.”

Summer parece intrigada. “Por quê?”

“Não sei os detalhes. Meu pai não é muito de falar.”

Os garotos riem. “Jura?”, zomba Hollis.

Dou de ombros. “Acho que Pedersen joga sujo desde aquela época, então meu pai não se dá com ele.”

“Não posso culpar o treinador por odiar o cara”, Nate murmura. “Pedersen é completamente maluco. Encoraja seus jogadores a serem violentos ao extremo.”

“Alguém pode se machucar”, Mike diz, e seu tom é tão sincero que não consigo evitar rir. Tem algo muito fofo nele. É como uma criançona.

“Não sei se você sabe”, digo a Hollis, solene, “mas hóquei é um esporte violento.”

Fitz ri.

Antes que Hollis possa retrucar, seu celular toca. É uma música irritante, um hip-hop com um bando de caras gritando coisas sem sentido. É a cara dele, na verdade.

“E aí?”, Hollis atende.

Minha atenção retorna ao jogo dos Bruins. Mas logo é distraída por Hollis. Sozinha, a parte dele da conversa soa bizarra.

“Calma… quê?” Ele ouve. “Não, não tenho carro.” Outra longa pausa. “Bom… acho que posso descolar um. Espera aí, quem está falando?”

Nate ri alto.

“O que está acontecendo?” Hollis parece embasbacado. “Quem é? Ruby? O quê? A gente se conheceu na festa do Jesse Wilkes?”

Summer solta uma risada estrangulada e tampa a boca.

Olho para ela e trocamos um sorriso enorme. Não é Ruby. É Rupi. O furacão cheio de energia que encontramos na lanchonete outro dia. Ela não perde tempo mesmo.

“Não estou entendendo… Hum… tá. Olha. Ruby. Não te conheço. Você é bonita?”

Fitz ri alto. Reviro os olhos.

“Tá bom… acho que não.” Hollis ainda está desconcertado. “Até mais”, ele diz, e desliga.

Os lábios de Summer tremem quando ela pergunta: “Quem era?”.

“Não sei!” Ele pega a cerveja e vira quase metade. “Uma garota doida ligou pra dizer que é pra pegar ela para jantar na quinta.”

Summer enterra o rosto no ombro de Fitz, rindo incontrolavelmente. Não tenho namorado para me ajudar a disfarçar a risada, então mordo os lábios e espero que Hollis não desconfie de nada.

“Esquisito, né?”, ele diz, confuso. “Garotas estranhas não ligam do nada e te chamam pra sair, ligam? Devo tê-la conhecido antes.” Hollis olha para Nate. “Conhece alguma Ruby?”

“Não.”

“Fitz?”

“Também não.”

Summer ri mais.

“Você conhece?”, Hollis pergunta.

“Não”, ela mente, e sei que está se esforçando para não olhar para mim. “Só estou achando tudo isso muito engraçado.”

Paro de afundar os dentes no lábio e abro a boca para perguntar tão casualmente quanto consigo: “E você vai sair com ela?”.

Ele me olha. “É claro que não! A garota não quis me contar se era bonita ou não, só disse que eu ia descobrir na quinta à noite. Então, recusei e desliguei. Não estou a fim de ser assassinado, por favor e obrigado.”

Por que tenho a impressão de que Rupi Miller não vai encarar isso como o fim da história?

Sorrio de ponta a ponta. Summer estava certa. O fim de semana dos infernos terminou bem, no fim das contas.