A urdidura do magistério primário na Corte Imperial: um professor na trama de relações e agências

Referências

 

Abreu, Martha. “Corte”. In: Vainfas, Ronaldo (Org.). Dicionário do

Brasil Imperial (1822-1889). Rio de Janeiro: Objetiva, 2002, p. 175-

177.

 

______. O Império do Divino – Festas religiosas e cultura popular no

Rio de Janeiro (1830-1900). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

 

Alcântara, Wiara Rosa Rios. Por uma história econômica da escola:

a carteira escolar como vetor de relações (São Paulo, 1874-1914)

(tese). São Paulo: Universidade de São Paulo, 2014.

 

Alves, Cláudia Maria Costa. Cultura e política no século XIX: o

exército como campo de constituição de sujeitos políticos no

Império. Bragança Paulista: EDUSF, 2002.

 

Andrade, Vera Lúcia de Queiroz. Colégio Pedro II: um lugar de

memória (tese). Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de

Janeiro, 1999.

 

Barbuy, Heloisa. A cidade-exposição: Comércio e cosmopolitismo

em São Paulo, 1860-1914. São Paulo: EDUSP, 2006.

 

Barreto, Patrícia. Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional: O

templo carioca de Palas Atena (tese). Rio de Janeiro: Universidade

Federal do Rio de Janeiro, 2009.

 

Barros, Surya Aaronovich Pombo de. Negrinhos que por ahi andão:

escolarização da população negra em São Paulo (1870-1920)

(dissertação). São Paulo: USP, 2005. 185p.

 

Bastos, Maria Helena Câmara. “Leituras da Ilustração Brasileira:

Célestin Hippeau (1803-1883)”. Revista Brasileira de História da

Educação, v. 2, n. 1 [3] jan./jun.2002, p. 67-112.

 

______. “Ferdinand Buisson no Brasil: pistas, vestígios e sinais de

suas idéias pedagógicas (1870-1900)”. Revista de História da

Educação, v. 4, n. 8, 2000, p. 79-109.

______. “O ensino mútuo no Brasil (1808-1827)”. In: _____ e Faria

Filho, Luciano Mendes de (Org.). A escola elementar no século XIX:

o método monitorial/mútuo. Passo Fundo: EDIUPF, 1999, p. 95-118.

 

Batalha, Claudio. Dicionário do movimento operário: Rio de Janeiro

do século XIX aos anos 1920, militantes e organizações. São Paulo:

Fundação Perseu Abramo, 2009.

 

Berger, Paulo. “Introdução”. In: Santos, Noronha. As freguesias do

Rio antigo. Vistas por Noronha Santos. Rio de Janeiro: O cruzeiro,

1965.

 

Bessone, Tânia. “O que liam os cariocas no século XIX?” XXVIII

Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2005.

 

______. “As bibliotecas públicas cariocas no século XIX”, XXIV

Congresso Brasileiro da Comunicação. Campo Grande /MS: set.

2001.

 

______. “Livros e sociedade: a formação de leitores no século XIX”.

Revista Teias, v. 1, n. 1, jan.-jun. 2000.

 

Bhabha, Homi. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG,

1998.

 

Blake, Augusto. “Sacramento”. Dicionário bibliographico brazileiro.

Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1899.

 

Bobbio, Norberto. Intelectuais e o poder. São Paulo: UNESP, 1997.

 

Borges, Angélica. Ordem no ensino: a inspeção de professores

primários na Capital do Império Brasileiro (1854-1865) (dissertação).

Rio de Janeiro: UERJ, 2008.

 

_____. Governo dos professores primários na Corte Imperial: um

estudo acerca de dispositivos de inspeção docente (trabalho de

conclusão de curso). Rio de Janeiro: UERJ, 2005a.

 

_____ e Gondra, José Gonçalves. “Política e arte de superar-se: um

estudo acerca das Conferências Pedagógicas na Corte Imperial”.

Revista de Educação Pública. Cuiabá: EdUFMT, 2005b, v. 14, n. 15,

p. 203-220.

_____ e Lemos, Daniel. “O ‘sangue quente’ que anima a classe: a

luta dos professores públicos primários da Corte imperial”. In:

Rosso, Sadi Dal (Org.). Associativismo e sindicalismo em educação.

Brasília: Paralelo 15, 2011, p. 209-228.

 

_____ e Teixeira, Giselle. “Notícias de uma guerra surda: o embate

entre autores de um compêndio de gramática, os professores

primários e a imprensa na Corte Imperial”. In: XI Congresso

Brasileiro de História da Educação. Anais… Cuiabá: UFMT/SBHE,

2013.

 

_____ e Vidal, Diana. Racionalização da oferta e estratégias de

distinção social: relações entre escola, cidade e família no

Oitocentos (Rio de Janeiro e São Paulo). In: XI Congresso

Iberoamericano de História da Educação Latinoamericana. Anais…

Toluca, México: El Colegio Mexiquense, SOMEHIDE, 2014.

 

Boto, Carlota. “O professor primário português como intelectual: Eu

ensino, logo existo”. Revista da História das Idéias, Coimbra,

Faculdade de Letras de Coimbra, v. 24, p. 85-134, 2003.

 

Buisson, Ferdinand. Dictionnaire de pédagogie et d’instruction

primaire. Paris: Librairie Hachette et Cie, 1888, v. 1.

 

Burke, Peter. “Cultura, tradição e educação”. In: Gatti Jr, Décio e

Pintassilgo, Joaquim (Org.). Percursos e desafios da pesquisa e do

ensino em História da Educação. Uberlândia: UDUFU, 2007.

 

Caldeira, Sandra. Os serviços estatísticos em Minas Gerais na

produção, classificação e consolidação da instrução pública primária

(1871-1931) (dissertação). São Paulo: Universidade de São Paulo,

2008.

 

Câmara Municipal. Programa dos festejos adotados pela Ilustríssima

Câmara Municipal da Corte por terem lugar a chegada da faustosa

notícia da vitória decisiva do exército dos aliados na República do

Paraguai. Rio de Janeiro: Tipografia Perseverança, 1868.

 

Caparelli, André. “Identidade e alteridade nacionais: transferências

culturais na imprensa brasileira do século XIX”. In: GUIMARÃES,

Valéria (Org.). Transferências culturais: o exemplo da imprensa na França e no Brasil. São Paulo: Edusp/Mercado de letras, 2012, p.

25-38.

 

Cardoso, Tereza Maria Fachada. As luzes da educação:

fundamentos, raízes históricas e prática das aulas régias no Rio de

Janeiro (1759-1834). Bragança Paulista: Editora da Universidade

São Francisco, 2002.

 

______. Abrindo um novo caminho: o ensino mútuo na escola

pública do Rio de Janeiro (1823-1840). In: Bastos, Maria Helena

Câmara e Faria Filho, Luciano Mendes de (Org.). A escola

elementar no século XIX: o método monitorial/mútuo. Passo Fundo:

EDIUPF, 1999, p. 119-143.

 

Carvalho, José Murilo. A construção da ordem: a elite política

imperial e Teatro das sombras: a política imperial. 3ed. Rio de

Janeiro: Civilização brasileira, 2007.

 

Castanho, Sérgio. “Institucionalização das instituições escolares:

final do Império e Primeira República no Brasil”. In: Nascimento,

Maria Isabel Moura et al. (orgs.). Instituições escolares no Brasil:

conceito e reconstrução histórica. Campinas: Autores associados,

2007, p. 39-57.

 

Cavalcanti, Nireu. O Rio de Janeiro setencentista: a vida e a

construção da cidade da invasão francesa até a chegada da Corte.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.

 

Certeau, Michel de. A invenção do cotidiano. Petrópolis: Vozes,

1994.

 

Chalhoub, Sidney. Visões da liberdade. São Paulo: Companhia das

letras, 2003.

 

______. Cidade febril: cortiços e epidemias na Corte Imperial. São

Paulo: Companhia das letras, 2006.

 

Chamon, Carla. Escolas em reforma, saberes em trânsito: a

trajetória de Maria Guilhermina Loureiro de Andrade (1869-1913).

Belo Horizonte: Autêntica, 2008.

Chapoulie, Jean-Michel e Briand, Jean-Pierre. “A instituição escolar

e a escolarização: uma visão de conjunto”. Educação e sociedade,

n. 47, abr. 1994, p. 11-59.

 

Chartier, Anne-Marie. Práticas de leitura e escrita: história e

atualidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

 

Chartier, Roger. “Micro-história e globalidade”. In: _____. A história

ou a leitura do tempo. Belo Horizonte: Autêntica, 2009, p. 53-57.

 

Chervel, André. “História das disciplinas escolares: reflexões sobre

um campo de pesquisa”. Teoria e Educação, Porto Alegre, n. 2,

1990, p. 177-229.

 

Costa, Ana Luiza Jesus da. À Luz das Lamparinas. As escolas

noturnas para trabalhadores no Município da Corte (1860-1889)

(dissertação).Rio de Janeiro: UERJ, 2007.

 

______.O educar-se das classes populares oitocentistas no Rio de

Janeiro entre a escolarização e a experiência (tese). São Paulo:

Universidade de São Paulo, 2012.

 

Costa, Rafael Maul de Carvalho. A “escravidão livre” na Corte:

escravizados moralmente lutam contra a escravidão de fato (Rio de

Janeiro no processo de abolição) (tese).Niterói: Universidade

Federal Fluminense, 2012.

 

Cunha, Beatriz Rietmann da Costa. Assistência e profissionalização

no exército: elementos para uma história do Imperial Colégio Militar

(dissertação). Rio de Janeiro: UERJ, 2006.

 

Debret, Jean-Baptiste. Voyage pittoresque et historique au Brésil.

Tome troisième. Paris, França: Firmin Didot Frères, 1839. Disponível

em:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_iconografia/icon393054/icon

393054.pdf. Acesso em: 20 jan. 2020.

 

Detienne, Marcel. “Construir comparáveis”. In: _____. Comparar o

incomparável. São Paulo: Ideias e Letras, 2004, p. 45-68.

 

Dias, Elaine. Paisagem e Academia: Félix-Émile Taunay e o Brasil

(1824-1851). Campinas: Editora da Unicamp, 2009.

Dias, Maria Odila Leite da Silva. Quotidiano e poder em São Paulo

no século XIX. São Paulo: Brasiliense, 1995.

 

______. “Sociabilidades sem história: votantes pobres no império,

1824-1881”. In: Freitas, Marcos (Org.). Historiografia brasileira em

perspectiva. São Paulo: Contexto, 1998, p. 57-72.

 

D’Hauterive, Borel. Annuaire de la noblesse de France et des

maisons souveraines de l’Europe. Paris: Typographie de Henry Plon,

1963.

 

DuBois, Patrick e Bruter, Annie. Le Dictionnaire de pédagogie et

d’instruction primaire de Ferdinand Buisson. Repertoire biographique

des auteurs. Paris: INRP (Service d’histoire de l’éducation), 2002.

 

Ecar, Ariadne e Uekane, Marina. “Lutas pela formação científica dos

professores primários no Rio de Janeiro (1880-1890)”. Revista

História da Educação, v. 16, n. 38, 2012, ASPHE, p. 63-78.

 

Elias, Norbert. O processo civilizador: formação do estado e

civilização. Tradução Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Zahar, 1993, v.

2.

 

______. O processo civilizador: uma história dos costumes.

Tradução Ruy Jungmann. 2 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, v. 1.

 

Engemann, Carlos. “Corriqueiro como Nascer e Morrer: Práticas

sociais e parentesco em Santa Cruz, Rio de Janeiro (1791-1817)”.

Revista Acervo, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p. 87-100, jul.-dez. 2002,

p. 87-100.

 

Escolano Benito, Augustín. “Arte y oficio de enseñar”. In: Celada

Perandones, Pablo (Ed.). Arte y oficio de enseñar. Dos siglos de

perspectiva histórica. El Burgo de Osma: Universidad de Valladolid –

Ceince, 2011, p. 17-26.

 

Facioli, Valentim. Um defunto estrambótico: análise e interpretação

das Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Edusp, 2008.

 

Faria Filho, Luciano Mendes de. Dos pardieiros aos palácios: cultura

escolar e urbana em Belo Horizonte na Primeira República. Passo

Fundo: UPF, 2000.

______ e Bertucci, Liane Maria. “Experiência e cultura: contribuições

de E. P. Thompson para uma história social da escolarização”.

Currículo sem Fronteiras, v. 9, n. 1, p. 10-24, jan.–jun. 2009.

 

Flory, Thomas. “Justicia, polícia y patrocínio”. In: _____. El juez de

paz y el jurado en el Brasil Imperial, 1808-1871. Control social y

estabilidad política en el nuevo Estado. México: Fondo de Cultura

Econômica, 1986.

 

Fonseca, Thaïs Nivia de Lima e. “Professores régios na América

Portuguesa: representações e práticas de obtenção de posições e

privilégios na sociedade colonial”. In: _____. (Org.). As reformas

pombalinas no Brasil. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2011, p. 99-

116.

 

______. O ensino régio na Capitania de Minas Gerais (1772-1814).

Belo Horizonte: Autêntica, 2010.

 

______. “Professores régios na capitania de Minas Gerais: trabalho

e sociabilidades”. In: V Congresso Brasileiro de História da

Educação, Recife. Anais… São Cristóvão: Universidade Federal de

Sergipe e Aracaju: Universidade Tiradentes, 2008.

 

Foucault, Michel. Microfísica do poder.Trad. Roberto Machado. 22

ed. Rio de Janeiro: Graal, 2006.

 

_____. Em defesa da sociedade. Trad. Maria Ermantina Galvão. Rio

de Janeiro: Martins Fontes, 2005.

 

_____. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes,

2003.

 

_____. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências

humanas. 8 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

 

Fragoso, Hugo et al. História Geral da Igreja na América Latina.

História da igreja no Brasil. Segunda Época – A igreja no Brasil no

século XIX. 3 ed. Petrópolis: Editora Vozes/Edições Paulinas, 1992.

 

Gallego, Rita de Cássia. Tempo, temporalidades e ritmos nas

escolas públicas primárias em São Paulo (1846-1890) - heranças e

negociações (tese).São Paulo: USP, 2008.

Garcia (Pinto), Inára. Um professor em dois mundos: A viagem de

Luiz Augusto dos Reis à Europa (1890) (tese). São Paulo:

Universidade de São Paulo, 2011.

 

______. Certame de atletas vigorosos/as: uma análise dos

processos de seleção de professores/as no século XIX (1855-1863)

(dissertação). Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de

Janeiro, 2005.

 

Giddens, Antony. A constituição da sociedade. São Paulo: Martins

Fontes, 2003.

 

Ginzburg, Carlo. “O nome e o como. Troca desigual e mercado

historiográfico”. In: Ginzburg, Carlo et al. (Org.). A micro-história e

outros ensaios. Rio de Janeiro e Lisboa: Bertrand Brasil /Difel, 1991,

p. 169-178.

 

Gondra, José Gonçalves. Artes de civilizar: medicina, higiene e

educação escolar na Corte Imperial. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2004.

 

_____. “A Educação Conciliada: Tensões na elaboração, redação e

implantação de reformas educacionais”. Educação em questão,

Natal, v. 12-13, 2001.

 

_____. “O dia do professor – A ordem, a lei e as regras”.

Caminhando em Educação – Coletânea VI, Rio de Janeiro,

Faculdade de Educação da UERJ, 1997, p. 55-61.

 

______ e Schueler, Alessandra F. Martinez de. Educação, poder e

sociedade no Império Brasileiro. São Paulo: Cortez, 2008.

 

Gouvea, Maria Cristina Soares de. “Os fios de Penélope: a mulher e

a educação feminina no século XIX”. In: 26ª Reunião anual da

ANPEd. Poços de Caldas: ANPEd, 2003, CD-ROM.

 

______. “Mestre: Profissão Professor(a) processo de

profissionalização docente na Província Mineira no Período

Imperial”. Revista Brasileira de História da Educação, Campinas,

Autores Associados, n. 2, jul./dez. 2001, p. 109-138; p. 39-57.

 

Graham, Richard. “Formando un gobierno central: las elecciones y

el ordem monárquico en el Brasil del siglo XIX”. In: Anino, Antonio (coord.). Historia de las elecciones en Iberoamericana, siglo XIX: de

la formación del espacio político nacional. México: Fondo de Cultura

Econômica, 1995.

 

Gruzinski, Serge. “O historiador, o macaco e a centaura: a ‘história

cultural’ no novo milênio”. Estudos Avançados, São Paulo, v. 17, n.

49, dez. 2003, p. 321-342.

 

______. “Os mundos misturados da monarquia católica e outras

connected histories”. Topoi, Rio de Janeiro, mar. 2001, p. 175-195.

 

Guimarães, Roberta. Mulheres precursoras na Educação: Histórias

de professoras e professores primários na capital do Império. Rio de

Janeiro: Letra Capital, 2011.

 

Havelange, Isabelle et al. Les inspecteur généraux de l’instruction

publique. Dictionnaire Biographique 1802-1914. Paris: INRP, 1986.

 

Hilsdorf, Maria Lucia Spedo. Curso de Pós-graduação: São Paulo na

Transição Império-República: Escolas Americanas de Confissão

Protestante. USP, 2010, v. 1-12, mimeo.

 

______. “Da circulação para circularidade: propagação e recepção

de ideais educacionais e pedagógicos no Oitocentos brasileiro”. In:

Pintassilgo, Joaquim et al. História da escola em Portugal e no

Brasil: circulação e apropriação de modelos culturais. Edições

Colibri: Lisboa, 2006, p. 65-89.

 

______. História da Educação Brasileira: Leituras. São Paulo:

Thomson, 2003.

 

______. “O ensino mútuo na Província de São Paulo: primeiros

apontamentos”. In: Bastos, Maria Helena Câmara e Faria Filho,

Luciano Mendes de (Org.). A escola elementar no século XIX: o

método monitorial/mútuo. Passo Fundo: EDIUPF, 1999, p. 197-216.

 

______. Escolas americanas de confissão protestante na Província

de São Paulo: um estudo de suas origens (dissertação). São Paulo:

USP, 1977.

 

Hobsbawm, Eric e Ranger, Terence. A invenção das tradições. Rio

de Janeiro: Paz e Terra, 2002.

Holloway, Thomas H. Polícia no Rio de Janeiro: Repressão e

resistência numa cidade do século XIX. Trad. Francisco de Castro

Azevedo. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1997.

 

Honorato, Claudio de Paula. Valongo: o mercado de escravos do

Rio de Janeiro (1758-1831) (dissertação). Niterói: UFF, 2008.

 

Jacquet-Francillon, François. Instituteurs avant la République: la

profession d’instituteurs et ses représentations, de la Monarchie de

Juillet au Second Empire. Villeneuve d’Ascq (Nord): Presses

Universitaires du Septentrion, 1999.

 

______. Naissances de l’école du peuple (1815-1870). Paris:

L’Éditions de l’Atelier/Éditions Ouvrières, 1995.

 

Jesus, Ronaldo Pereira de. “Cultura Associativa no século XIX:

atualização do repertório crítico dos registros de sociedades na

cidade do Rio de Janeiro (1841-1889)”. In: Simpósio Nacional da

ANPUH, 27, 2013, Natal. Anais…

 

Leenhardt, Jacques. “Imagem e história em Viagem Pitoresca e

Histórica ao Brasil de Jean-Baptiste Debret: O enterro do filho de um

rei negro”. In: Lopes, Antonio Herculano et al. (Org.). História e

linguagens: texto, imagem, oralidade e representações. Rio de

Janeiro: 7Letras, 2006.

 

Lemos, Daniel Cavalcanti de A. O Discurso da Ordem: A

constituição do campo docente na Corte Imperial (dissertação). São

Gonçalo: UERJ, 2006.

 

Lesage, Pierre. “A pedagogia nas escolas mútuas no século XIX”.

In: Bastos, Maria Helena Câmara e Faria Filho, Luciano Mendes de

(Org.). A escola elementar no século XIX: o método

monitorial/mútuo. Passo Fundo: EDIUPF, 1999, p. 9-24.

 

Lima, Henrique Espada. A micro-história italiana: escalas, indícios e

singularidades. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira, 2006.

 

Lima, Tania Andrade et al. “Em busca do Cais do Valongo, Rio de

Janeiro, século XIX”. Anais do Museu Paulista: História e Cultura

Material, São Paulo, v. 24, n. 1, p. 299-391, abr. 2016. Disponível

em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-

47142016000100299&lng=en&nrm=iso. Acesso em 07 fev. 2020.

 

Limeira, Aline de Morais. “Espaços mistos: o público e o privado na

educação do século XIX. Subvenções”. In: Revista Brasileira de

História da Educação, v. 11, p. 99-129, 2011.

 

______. O Comércio da Instrução: um exame das propagandas do

Almanak Laemmert (1844/1859) (monografia). Rio de Janeiro:

Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2007.

 

Lopes, Nei. Dicionário escolar afro-brasileiro. São Paulo: Selo Negro

edições, 2006.

 

Magaldi, Christina. Music in Imperial Rio de Janeiro: European

Culture in a Tropical Milieu. Maryland (USA): The Scarecrow Press

Inc., 2004.

 

Martinez, Wladimir Novaes. Curso de Direito Previdenciário – Tomo

III – Direito Previdenciário Procedimental. São Paulo: LTR – Edição,

2007.

 

Martinho, Lenira Menezes. “Caixeiros e pés-descalços: conflitos e

tensões em um meio urbano em desenvolvimento”. In: Martinho,

Lenira Menezes e Gorenstein, Riva. Negociantes e caixeiros na

sociedade da independência. Rio de Janeiro: Prefeitura da Cidade

do Rio de Janeiro, 1992, p. 21-124.

 

Mattos, Hebe Maria. Escravidão e cidadania no Brasil monárquico.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000.

 

Mattos, Ilmar Rohloff. O Tempo Saquarema. São Paulo: Hucitec,

1994.

 

Mattos, Marcelo Badaró. “Experiências comuns: escravizados e

livres no processo de formação da classe trabalhadora no Brasil”. In:

Simpósio Nacional da ANPUH, 24, 2007, São Leopoldo. Anais…

 

______. “Trabalhadores escravizados e livres na cidade do Rio de

Janeiro na segunda metade do século XIX”. In: Revista do Rio de

Janeiro, n.12, abr-mai 2004, p. 229-251.

Monteiro, Nuno Gonçalo. “Os nomes de família em Portugal: uma

breve perspectiva histórica”. In: Etnográfica – Revista do Centro de

Estudos de Antropologia Social, n. 12 (1), maio 2008, p. 45-58.

 

Munhoz, Fabiana Garcia. Experiência docente no século XIX.

Trajetórias de professores de primeiras letras da 5ª comarca da

Província de São Paulo e da Província do Paraná (dissertação). São

Paulo: Universidade de São Paulo, 2012.

 

Neves, Dimas Santana Souza. Razões de Estado: As reformas da

instrução pública em Mato Grosso, Minas Gerais e na Corte Imperial

(1851-1859) (tese). Rio de Janeiro: UERJ, 2009.

 

Nóvoa, Antonio. “O passado e o presente dos professores”. In:

______ (Org.). Profissão professor. Porto: Porto Editora, 1991, p. 9-

32.

 

Oliveira, Anderson José Machado de. “Devoção e Caridade: o

cotidiano das irmandades na Corte - século XIX”. In: Encontro

Regional de história da ANPUH, 8, 1998, Vassouras. Anais…

 

Oliveira, Antonio de A. O Ensino público. Brasília: Senado Federal,

2003.

 

Ortner, Sherry. “Poder e Projetos: reflexões sobre a agência”. In:

Grossi, Miriam Pilar (Org.). Conferências e diálogos: saberes e

práticas antropológicas. Brasília e Blumenau: ABA e Nova Letra,

2007, p. 45-80.

 

Pardal, Paulo José. “Joaquim Manoel de Macedo”. Revista do IHGB,

Rio de Janeiro, v. 151, n. 367, p. 160-166, jan.-mar. 1990.

 

Passos, Laurizete e Pavan, Diva. “Marcas da relação da escola com

a cidade na construção de uma escola ‘exemplar’: a origem social e

escolar das professoras primárias (1920-1950)”. In: V Congresso

Brasileiro de História da Educação, , Recife. Anais… São Cristóvão:

Universidade Federal de Sergipe; Aracaju: Universidade Tiradentes,

2008.

 

Pintassilgo, Joaquim. História da formação de professores. Relatório

da disciplina… Lisboa, 2011, mimeo.

Reis, João José. “Identidade e Diversidade Étnicas nas Irmandades

Negras no Tempo da Escravidão Tempo”. In: Revista Tempo, Rio de

Janeiro, vol. 2, n. 3, 1996, p. 7-33.

 

Resende, Fernanda Mendes e Faria Filho, Luciano Mendes.

“História da política educacional em Minas Gerais no século XIX”. In:

Revista Brasileira de História da Educação: SBHE, n. 2, jul.–dez.

2001, p. 79 -115.

 

Revel, Judith. Michel Foucault: conceitos essenciais. São Carlos:

Clara Luz, 2005.

 

Revel, Jacques. Jogos de escalas: a experiência da microanálise.

Rio de Janeiro: Editora Fundação Getulio Vargas, 1998.

 

Rios Filho, Adolfo Morales de los. O Rio de Janeiro Imperial. Rio de

Janeiro: Topbooks / UniverCidade Editora, 2000.

 

Rockwell, Elsie. “Metáforas para encontrar histórias inesperadas”.

In: Nepomuceno, Maria de Araújo e Tiballi, Elianda Figueiredo

Arantes. A educação e seus sujeitos na história. Belo Horizonte:

Argvmentvm, 2007, p.15-33.

 

Rodrigues, Cláudia. Lugares dos mortos na cidade dos vivos:

tradições e transformações fúnebres no Rio de Janeiro. Rio de

Janeiro, secretaria Municipal de Cultura, Divisão de Editoração,

1997.

 

Rowland, Robert. “Práticas de nomeação em Portugal durante a

Época Moderna: ensaio de aproximação”. In: Etnográfica – Revista

do Centro de Estudos de Antropologia Social, n. 12 (1), maio 2008,

p.17-43.

 

Saes, Alexandre Macchione e Gambi, Thiago Fontelas Rosado. “A

formação das companhias de seguros na economia brasileira (1808-

1864)”. História econômica & história de empresas, v. 12. n. 2 jul.-

dez. 2009.

 

Santos, Kairo et al. “Evolução da paisagem da cidade do Rio de

Janeiro, uma visão cartográfica: aspectos socioespaciais das

freguesias a partir do século XIX”. In: V Simpósio Luso-Brasileiro de Cartografia Histórica, Petrópolis, Sociedade Brasileira de

Cartografia, Geodésia, Fotogrametria e Sensoriamento Remoto,

2013.

 

Santos, Noronha. As freguesias do Rio antigo. Vistas por Noronha

Santos. Rio de Janeiro: O cruzeiro, 1965.

 

Schueler, Alessandra Frota Martinez de. “Professores primários

como intelectuais da cidade: um estudo sobre produção escrita e

sociabilidade intelectual (Corte Imperial, 1860-1889)”. Revista de

Educação Pública. Universidade Federal do Mato Grosso, n. 17,

2008a.

 

_____. “Escolas primárias e professores na Corte Imperial:

educação escolar como objeto da história social.” In: Revista

Momento, UFRGS, 2008b.

 

_____. “Práticas de escrita e sociabilidades intelectuais:

professores-autores na Corte imperial (1860-1890)”. In: V

Congresso Brasileiro de História da Educação, Recife. Anais… São

Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe; Aracaju: Universidade

Tiradentes, 2008c.

 

_____. “A longa peregrinação de um professor da roça na Europa”.

In: Mignot, Ana e Gondra, José Gonçalves. (orgs.). Viagens

pedagógicas. São Paulo: Cortez, 2007, p. 90-113.

 

_____. Culturas escolares e experiências docentes na cidade do Rio

de Janeiro (1854-1889) (tese). Niterói: UFF, 2002.

 

_____ e Gondra, José. “Reformas educativas, viagem e

comparação no Brasil oitocentista: o caso de Uchoa Cavalcanti

(1879)”. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 34, n. 3, p. 437-448,

set.-dez. 2008.

 

Silva, Janaina Girotto. Profusão de Luzes: os concertos nos clubes

musicais e no Conservatório de Música do Império. Rio de Janeiro:

Fundação Biblioteca Nacional/Programa Nacional de Apoio à

Pesquisa, 2007.

Sirinelli, Jean-François. “Os intelectuais”. In: Rémond, René (Org.).

Por uma história política. Rio de Janeiro: FGV, 2003, p. 231-269.

 

_____. “As elites culturais”. In: Rioux, Jean-Pierre e Sirinelli, Jean-

François. Para uma história cultural. Lisboa: Estampa, 1998, p. 255-

279.

 

Sodré, Nelson Werneck. História da Imprensa no Brasil. São Paulo:

Mauad, 1994.

 

Souza, Juliana Teixeira. A autoridade municipal na Corte imperial:

enfrentamentos e negociações na regulação do comércio de

gêneros (1840-1889) (tese). Campinas: UNICAMP, 2007.

 

Tambara, Elomar. “Estado, Igreja e educação – Urbi et orbe”. In:

Anais da 28ª Reunião anual da ANPEd, 2005.

 

Taunay, Visconde de. Memórias. São Paulo: Iluminuras, 2004.

 

Teixeira, Giselle B. A imprensa pedagógica no Rio de Janeiro: os

jornais e as revistas como agentes construtores da escola (1870-

1919) (tese). Niterói: UFF, 2016.

 

______. O Grande Mestre da Escola: Os livros de leitura para a

Escola Primária da Capital do Império Brasileiro (dissertação). São

Gonçalo: UERJ, Rio de Janeiro, 2008.

 

Thompsom, Edward. “Introdução: costume e cultura”. In: ____.

Costumes em comum – Estudos sobre a cultura popular tradicional.

São Paulo: Companhia das letras, 2005, p. 13-24.

 

Uekane, Marina Natsume. “Com o bom professor tudo está feito,

sem elle nada se faz” – A Escola Normal e a conformação do

magistério primário no Distrito Federal (1892-1912) (tese). Niterói:

UFF, 2016.

 

______. “Instrutores da Milícia cidadã”: A Escola Normal da Corte e

a formação de professores primários (1854-1889) (dissertação). Rio

de Janeiro: UERJ, 2008.

 

Vasconcelos, Sandra Guardini Teixeira. “Uma revista entre três

mundos”. In: Guimarães, Valéria (Org.). Transferências culturais: o exemplo da imprensa na França e no Brasil. São Paulo:

Edusp/Mercado de letras, 2012, p. 101-114.

 

Vicentini, Paula e Lugli, Rosario. “Associativismo docente no Brasil:

configurações e estratégias de legitimação do final do século XIX à

década de 1970”. In: Rosso, Sadi Dal (Org.). Associativismo e

sindicalismo em educação: organização e lutas. Brasília, Paralelo

15, 2011, p. 171-190.

 

Vidal, Diana Gonçalves. “A docência como uma experiência coletiva:

questões para debate”. In: Dalben, Ângela et al. (Org.).

Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho

docente: didática, formação de professores e trabalho docente. Belo

Horizonte: Autêntica, 2010, p. 711-731.

 

______. “A invenção da modernidade educativa: circulação

internacional de modelos pedagógicos, sujeitos e objetos no

Oitocentos”. In: Cury, Cláudia Engler e Mariano, Serioja (Org.).

Múltiplas visões: cultura histórica no Oitocentos. João Pessoa:

Editora Universitária da UFPB, 2009, p. 39-58.

 

______. “Mapas de freqüência a escola de primeiras letras: fontes

para uma história da escolarização e do trabalho docente em São

Paulo na primeira metade do século XIX”. In: Revista Brasileira de

História da Educação, Campinas, Autores Associados, n. 17, maio–

ago. 2008a, p. 41-67.

 

______. “Galicía e Brasil, tecendo histórias da educação (1871-

1936)”. In: Sarmiento (Vigo), v. 12, p. 111-126, 2008b.

 

______. “O museu escolar brasileiro: Brasil, Portugal e França no

âmbito de uma história conectada (final do século XIX)”. In: Lopes,

Alberto et al. (Org.). Para a compreensão histórica da infância. Belo

Horizonte: Autêntica, 2006, p. 199-220.

 

______. Culturas escolares: estudo sobre práticas de leitura e

escrita na escola pública primária (Brasil e França, final do século

XIX). Campinas: Autores Associados, 2005.

 

Villela, Heloísa. Da Palmatória a Lanterna Mágica: A Escola Normal

da Província do Rio de Janeiro entre o artesanato e a formação Profissional (1868-1876) (tese). São Paulo: Universidade de São

Paulo, 2002a.

 

______. “Imprensa pedagógica e constituição da profissão docente

no século XIX: alguns embates”. In: Gondra, José (Org.). Dos

arquivos à escrita da história: a educação brasileira entre o Império

e a República. Bragança Paulista: EDUSF, 2002b, p. 97-108.

 

______. “Práticas discursivas do olhar: aprendendo a Ensinar

Através de Imagens na Escola Normal do Século XIX”. In: II

Congresso Brasileiro de História da Educação, Natal. Anais…,

UFRN/SBHE, 2002c.

 

______. O mestre-escola e a professora. In: Lopes, Eliane et al. 500

anos de educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2000, p. 95-

134.

 

Vincent, Guy et al. “Sobre a história e a teoria da forma escolar”. In:

Educação em Revista, Belo Horizonte, n. 33, jun. 2001, p. 7-47.

 

Viscardi, Claudia. “Mutualismo e filantropia”. In: Locus, Revista de

História, UFJF, v.10, n.1, 2004.

 

Fontes em suporte eletrônico:

 

“Relatórios da Inspetoria Geral de Instrução Primária e Secundária

da Corte”. In: University Of Chicago – Center for Research Libraries

– Brazilian Government Document Digitization Project. Ministerial

Reports - Império, 1832-1888. Disponível em

http://brazil.crl.edu/bsd/bsd/hartness/imperio.html.

 

Biblioteca nacional (Brasil):

 

Coleção de Periódicos Oitocentistas da Hemeroteca Digital

brasileira.

 

Planta da Muito Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de

Janeiro. Rio de Janeiro/Paris: Garnier, 1852. Escala 1:8. 400. Bibliothèque nationale de France:

 

Rapet, Jean-Jacques e Michel, L. C. Principes de grammaire

française. Paris: Dezobry et E. Magdeleine, Rue des Maçons-

Sorbonne, 1852.

 

______. Cours élémentaire de langue française. Livre du Maître.

Partie 1er. Syntaxe. Paris: Dezobry et E. Magdeleine, rue des

Maçons-Sorbonne, 1852.

 

Rapet, Jean-Jacques. Journal des Instituteurs. Cours d’études des

écoles primaires pour l’année scolaire 1861-1862. publié sous la

direction de Jean-Jacques Rapet, Inspecteur Général de la

Instruction publique pour l’enseignement primaire. Partie du Maître.

Paris: Paul Dupont, éditeur, 41, Rue de Grenelle Saint Honoré,

1861.

 

______. Cours d’études des écoles primaires. Exercices et devoirs

pour chaque jour de l’année. Troisième cours. 1er et 2e mois de

l’année scolaire. Paris: Dupont, rue Grenelle Saint-Honoré, 1860.

[Livre de l’Élève]

 

______. Plan d’études pour les écoles primaires. Repartition de

l’enseigment et emploi du temps par M. J.-J. Rapet, Inspecteur

Générel de l’enseignement primaire, Nouvelle édtition entièrement

refondue. Librairie des bibliothèques scolaires. Paris: Paul Dupont,

Rue de Grenelle – Saint-Honoré, 1868.

 

______. Cours d’études des écoles primaires publié sous les

auspices de S. Ex. M. le Ministre de l’instruction publique par M. J.-J.

Rapet, inspecteur général de l’enseignement primaire. Partie du

Maître. Paris: Librairie des bibliothèques scolaires, Paul Dupont,

éditeur, 41, rue Jean-Jacques-Rousseau (Hôtel des fermes), 1876.

 

Bibliothèque histórique de la ville de

 

Paris:

Rapet, Jean-Jacques. Cours d’études des écoles primaires publié

sous les auspices de S. Ex. M. le Ministre de l’instruction publique

par M. J.-J. Rapet, inspecteur général de l’enseignement primaire.

Partie du Maitre. Ce cours figure sur la liste des ouvrages autorisé

pour les Bibliothèques scolaires, par arrêté de S. Exc. Le Ministre de

l’Instruction Publique, en date du 28 février 1863. Paris, Librairie des

bibliothèques scolaires, Paul Dupont, éditeur, 41, rue Jean-Jacques-

Rousseau (Hôtel des fermes), 1871.

 

Bibliothèque diderot de Lyon

 

Rapet, Jean-Jacques e Michel, L. C. Cours élémentaire de langue

française. Livre de l’Élève. Partie II, Conjugaison. Paris, Dezobry et

E. Magdeleine, rue du Cloîte de St-Benoit, 1852.

 

Rapet, Jean-Jacques. Cours d’études des écoles primaires.

Exercices et devoirs pour chaque jour de l’année. Deuxième cours.

Livre de l’Élève. Paris, Dupont, rue Jean-Jacques Rousseau, 1879.

[Curso completo para 12 meses]

 

Bibliothèque de l’université de cergy-

 

pontoisesaint - Germain-en-Laye

 

Rapet, Jean-Jacques. “Introduction: utilité et but des études

pédagogiques”. In: Charbonneau, Michel. Cours théorique et

pratique de pédagogie. Paris, CH Delagrave, 1885.

 

Biblioteca do livro didático – USP

 

(São Paulo):

 

Pardal, Candido Matheus de Faria e Ortiz, José. Grammatica

analytica e explicativa da lingua portugueza. 6 ed. Rio de Janeiro:

Livraria Clássica de Alves, 1888.

Real gabinete português de leitura

 

(Rio de Janeiro):

 

Gabinete Português De Leitura. Catálogo suplementar dos livros do

Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro:

Typographia Perseverança, 1868.

 

Vergueiro e Pertence. Compendio da grammatica portugueza

accommodado ao uso das escolas. Lisboa: Imprensa nacional,

1861.

 

Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro:

 

Série instrução pública, códices 10.4.2, 10.4.4, 10.4.9, 10.4.19,

10.4.25, 10.4.30, 10.4.31, 10.4.36, 10.4.37, 10.4.38, 11.1.4, 11.1.17,

11.2.7, 11.2.9, 11.2.10, 11.2.12, 11.1.17, 11.2.25, 11.2.26, 11.2.28,

11.3.6, 11.3.27, 11.3.28, 14.3.8, 14.3.18, 15.3.8, 15.3.9, 15.3.10,

15.3.11, 15.3.12, 15.3.13, 15.2.14.

 

Arquivo do Museu D. João VI - EBA - UFRJ

 

Livro de assentamentos de matrícula e concursos para professores

(1833-1844) Atas da Reforma dos Estatutos da Academia de Belas

Artes (1831/1841)

 

Núcleo de Documentação e Memória do Colégio Pedro II – NUDOM

 

Livro de matrícula dos empregados do Imperial Colégio de Pedro II