Atlas de Anatomia para Implantodontia
Métodos de investigação
FIG. 2.28 Vista lateral. Rede vascular (1) aderida pela aponeurose do bucinador sobre o túber da maxila (2). O descolamento subperiosteal em cirurgias evita o risco de sangramento a partir da rede vascular aderida.
Métodos de investigação
Nota
Os exames em radiologia convencional, como a radiografia
panorâmica, dão somente uma ideia parcial dos volumes ósseos em
questão, mas representam um exame inicial de escolha. Eles não
permitem avaliar os riscos vasculares. A radiografia periapical é muito
difícil de ser realizada nessa região, em razão da pouca profundidade do
palato, o que impede o posicionamento correto dos filmes radiográficos.
Somente a tomografia computadorizada permite explorar essa região.
Radiografia panorâmica (Figura 2.29)
FIG. 2.29 A e B. Radiografias panorâmicas de pacientes desdentados totais. O quadrado vermelho corresponde à região pterigo-palato-tuberositária. 1: seio maxilar; 2: túber da maxila; 3: hámulo pterigoide.
Tomografia computadorizada (Figuras 2.30a
2.34)
FIG. 2.30 Corte axial. Apenas a tomografia computadorizada fornece cortes para reconstrução em três dimensões, garantindo uma perfeita compreensão dos volumes ósseos envolvidos.
FIG. 2.31 Os cortes vestibulopalatinos são os de melhor escolha para avaliar a relação entre o canal palatino maior e o implante PPT.
FIG. 2.32 Os cortes panorâmicos fornecidos pela tomografia computadorizada mostram perfeitamente a sutura entre os ossos que constituem o pilar da PPT.
FIG. 2.33 A região PPT é muito difícil de ser avaliada clinicamente. A presença de uma fibromucosa espessa dá uma falsa impressão de volume. No pré-operatório, a palpação do hámulo (seta) dá uma informação precisa sobre o eixo de implante. 1: processo palatino do
osso maxilar; 2: lâmina horizontal do osso palatino; 3: processo pterigoide do osso esfenoide. A. Vista inferior do palato ósseo.
FIG. 2.34 Os softwares para reconstrução em 3D utilizados nas tomografias computadorizadas oferecem imagens muito precisas dos volumes ósseos: vista inferior com o ® software Procera, Nobel Biocare® ® (A); vista posterior com o software Procera, Nobel Biocare® ® (B); vista lateral e posterior com o software SimPlant,