Atlas de Anatomia para Implantodontia
Conclusão
enxertos, abrindo um leque para a utilização de implantes curtos e angulados (C). Os eixos encontrados podem ser em todas as direções do espaço, desde que obedeçam às regras da biomecânica. As referências podem ser guias cirúrgicos realizados com base na reprodução das próteses dentárias ou em guias usinados pela tecnologia CFAO (da expressão em francês: conception et fabrication assistée par ordinateur; em português: concepção e fabricação assistida por computador), ou,
simplesmente, referências ósseas e dentárias.
Conclusão
A região molar e pré-molar é condicionada à presença do seio maxilar.
Seu grau de pneumatização e o volume do processo alveolar residual
após a perda dos dentes determinam a arquitetura óssea que definirá como
será a ancoragem dos implantes. Quando os volumes ósseos são reduzidos,
é indispensável a visualização tridimensional das estruturas em torno dos
seios pelas imagens de tomografia computadorizada. Em último caso será
necessário recorrer aos materiais de enxertia óssea para levantamento de
seio maxilar. Os implantes zigomáticos também são uma alternativa que
ganha cada vez mais espaço nos planos de tratamento.
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