Atlas de Anatomia para Implantodontia
Estrutura e conteúdo (Figuras 4.16 e 4.17)
O pilar canino pode servir de ancoragem, mas exige um exame
tomográfico preciso, a fim de limitar ou evitar uma fratura na cavidade
nasal e/ou no seio maxilar. Observamos obliteração do canal
nasolacrimal pelo ápice de um implante que emergia, em vários
milímetros, da cavidade nasal, com parada de escorrimento do líquido
lacrimal (Figura 1.36). A espessura do osso dentro do alvéolo da raiz do
canino (Figura 4.17) deve ser avaliada apenas por meio de cortes
tomográficos no sentido vestibulopalatino.
Estrutura e conteúdo (Figuras 4.16 e 4.17)
A região canina se caracteriza, assim como a região incisiva, por uma
pequena quantidade de osso esponjoso ao redor dos alvéolos dentários. As
corticais vestibular e sinusal são de pequena espessura, enquanto a cortical
nasal é mais espessa.
FIG. 4.16 Vista em transiluminação do osso maxilar, mostrando o pedículo do nervo alveolar superior anterior (1), caminhando pela parede anterolateral do seio maxilar e da cavidade nasal. A lesão do pedículo é frequente, mas não apresenta complicações particulares. Seu acesso é muito difícil. 2: implante canino.