Atlas de Anatomia para Implantodontia

Jean-François Gaudy, Bernard Cannas, Luc Gillot, Thierry Gorce · Capítulo 22 de 66

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Atlas de Anatomia para Implantodontia

Estrutura e conteúdo (Figuras 4.16 e 4.17)

O pilar canino pode servir de ancoragem, mas exige um exame

tomográfico preciso, a fim de limitar ou evitar uma fratura na cavidade

nasal e/ou no seio maxilar. Observamos obliteração do canal

nasolacrimal pelo ápice de um implante que emergia, em vários

milímetros, da cavidade nasal, com parada de escorrimento do líquido

lacrimal (Figura 1.36). A espessura do osso dentro do alvéolo da raiz do

canino (Figura 4.17) deve ser avaliada apenas por meio de cortes

tomográficos no sentido vestibulopalatino.

 

Estrutura e conteúdo (Figuras 4.16 e 4.17)

 

A região canina se caracteriza, assim como a região incisiva, por uma

pequena quantidade de osso esponjoso ao redor dos alvéolos dentários. As

corticais vestibular e sinusal são de pequena espessura, enquanto a cortical

nasal é mais espessa.

 

FIG. 4.16 Vista em transiluminação do osso maxilar, mostrando o pedículo do nervo alveolar superior anterior (1), caminhando pela parede anterolateral do seio maxilar e da cavidade nasal. A lesão do pedículo é frequente, mas não apresenta complicações particulares. Seu acesso é muito difícil. 2: implante canino.