Atlas de Anatomia para Implantodontia
Radiografia e exames de imagem (Figuras 13.11 a 13.13)
para terminar em ramificações infrapatelares e cutaneomediais da perna.
O nervo isquiático, que constitui o ramo terminal do plexo sacral, termina
na fossa poplítea dividindo-se em dois ramos, o nervo tibial e o nervo
fibular comum.
O nervo tibial segue seu trajeto pelo espaço posterior da perna, para
terminar no nível do pé, originando os nervos plantares medial e lateral.
O nervo fibular comum, que constitui o ramo lateral do nervo isquiático,
desce por trás da cabeça da fíbula, da qual é separado pela inserção do
músculo sóleo, e atravessa o septo intermuscular posterior da perna, aderido
contra o colo da fíbula, passando sob o músculo fibular longo para originar
dois ramos:
1. o nervo fibular profundo, depois de ter atravessado o septo intermuscular
anterior, passa entre o músculo extensor longo dos dedos e a fíbula,
deslizando ao longo da aponeurose interóssea. Termina originando
ramos sensitivos da pele da região interdigital do hálux e do segundo
dedo do pé;
2. o nervo fibular superficial nasce na região da face lateral do colo da
fíbula, descendo pela lateral do músculo fibular longo, perfura o septo
intermuscular anterior no nível do terço inferior da perna, para se tornar
superficial. Termina originando os nervos digitais dorsais do pé,
direcionados para os dedos 1, 2 e 3, e os nervos digitais dorsais, para os
dedos 3 e 4.
Radiografia e exames de imagem (Figuras
13.11 a 13.13)
Os exames radiográficos não são indispensáveis para avaliar o volume
ósseo disponível. Esses exames permitem, em alguns casos, evidenciar
antigas sequelas de intervenção cirúrgica ou traumática esquecidas pelo
paciente.
FIG. 13.11 Radiografia de frente do joelho direito. 1: epífise tibial; 2: cabeça da fíbula; 3: côndilos femorais; 4: tubérculos intercondilares.
FIG. 13.12 Radiografia do joelho esquerdo de perfil. 1: epífise tibial; 2: cabeça da fíbula; 3: côndilos femorais; 4: patela.