Atlas de Anatomia para Implantodontia
Conclusão
FIG. 2.44 Vista lateral do túber da maxila sem os ossos esfenoide e palatino.
FIG. 2.45 Tomada panorâmica de controle de um implante PPT.
Conclusão
Essa é uma região complexa situada na fronteira de três ossos. O risco
cirúrgico é fundamentalmente vascular no nível do canal palatino.
O conhecimento da arquitetura dessa região permite encontrar, com toda
segurança, uma ancoragem posterior para as próteses osseointegradas.
Referências ósseas, crista alveolar, hámulo pterigoide, forame palatino
maior e túber da maxila, confirmadas por exames de tomografia
computadorizada, são suficientes para a realização de cirurgias sem nenhum
risco.
A dificuldade cirúrgica reside, sobretudo, na variação da textura e da
densidade das peças ósseas perfuradas.
Na implantodontia, essa região anatômica entra no contexto dos
tratamentos na região posterior da maxila para complementar a ancoragem
de implantes posicionados na região do seio maxilar. Por razões
biomédicas, eles devem ser usados com cautela no paciente desdentado
total quando apresenta seios maxilares muito pneumatizados, ficando,
assim, mais limitados no tratamento da região posterior da maxila.
Leituras sugeridas
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