O Chamado do Anjo

Guillaume Musso · Capítulo 1 de 47

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O Chamado do Anjo

Epígrafe

A orla é mais segura,

mas gosto de lutar com as ondas.

– EMILY DICKINSON

Agradecimentos

 

A Laurent Tanguy. A floricultura de Madeline existe! Enfim, quase... Ela me foi inspirada principalmente pelo belíssimo Jardin Imaginaire de Laurent Tanguy, na Rue de La Michodière, em Paris. Obrigado, Laurent, por todas as histórias, pela disponibilidade e por sua paixão comunicativa pela arte floral.

A Pierre Hermé. Obrigado pelo tempo dedicado a me esclarecer a respeito dos “mecanismos” de criação de suas sobremesas. Nossa conversa alimentou meu imaginário para os impulsos criativos de Jonathan.

A Maxime Chattam e a Jessica. Agradeço a Max pela visita guiada ao “Brooklyn de Brolin”. Nosso programa de 25 de dezembro de 2009 numa Coney Island surrealista e coberta de neve permanece uma excelente recordação, que serviu de cenário para os últimos capítulos deste romance.

A vocês, caras leitoras e leitores, que há anos se dão ao trabalho de me escrever para compartilhar suas reflexões e travar um diálogo.

E à “desconhecida do aeroporto”, que, num dia de agosto de 2007, em Montreal, trocou por descuido seu celular com o meu, plantando em meu espírito a semente que está na origem desta história...