O Palhaço e o Psicanalista
Agradecimentos
Agradecimento do palhaço
A Chris, minha mulher, porque é sempre uma inspiração escutá-la e muito deste livro deve-se ao tanto e tanto e tanto que a gente conversa.
A Luiza, minha filha, que me ajudou a escrever e reescrever alguns capítulos e
deixou este pai mais do que orgulhoso do seu olhar certeiro, amoroso e inteligente.
Ao Álvaro Lages, a Paula Petrella, e a Carolina Videira que talvez nem imaginam
o quanto foi inspirador aquele papo sobre escuta, inclusão, afetos e bolhas.
A todas as pessoas que cito aqui e acolá no livro, pois sou verdadeiramente feito
por esses encontros.
Ao pessoal da escola Carandá Vivavida, e a todos e todas da Escola dos Pais, que
juntaram estes dois autores.
E principalmente ao parceirão Christian Dunker, baita cara, que resumo em três
Gs: gentil, generoso e genial.
Agradecimento do psicanalista
A Cris, que permitiu, aguentou e tornou possível mais este encontro.
A Mathias e Nathalia, porque quando um pai envelhece ou ele se torna mais
palhaço, ou ele se torna mais chato.
Ao pessoal da Planeta, Felipe, Carol e Letícia, além de Cassiano, que apostaram
nesta palhaçada desde o começo.
Ao pessoal da clínica do cuidado, de Belo Monte, especialmente Eliane e Ilana,
por me ensinarem que é preciso menos e mais seriedade para escutar pessoas em seus mundos e contra mundos.
Ao Buli, Marco e Helena, que colocaram o Falando Nisso de Pé, e que com isso
começaram a me empurrar de volta para o universo lúdico e musical.
Aos pais, alunos e professores do Carandá Vivavida que nos juntaram e que
durante esses anos nos fizeram entender mais a função da escuta em comunidade.
A todos aqueles que têm trabalhado por colocar a psicanálise para além de seus
muros e de oferecer sua escuta para o sofrimento no espaço público.