Enlaçados: Sex and Rock
Capítulo 32
— Vocês estão de brincadeira, só pode ser!
A nuca de Brian ardeu e o corpo de Lilly congelou ao reconhecer a voz grave.
— Que susto! — Lilly gritou e tomou várias respirações profundas, na tentativa de esconder a excitação.
Os dedos de Big estavam marcados na pele do pescoço de Brian que encarou o Gladiador. Se não estivesse tão feliz e sem fôlego desferiria uma série de palavrões contra o amigo.
— O que deu em você, porra?
O que deu em mim? Deu que você ia fodê-la, bem aqui, na frente de todos!
Big coçou a cabeça, sem saber o que responder. Jamais confessaria que estava meio ciumento da atenção de Lilly. Mulheres esqueciam dos amigos ao se apaixonarem. Uma onda arrebentou em cima do trio e nem fez cócegas no grandão furioso que olhou para o casal enlaçado no mar e depois para o grupo barulhento que se divertia mais adiante, brincando de afundar uns aos outros, alheios ao ataque sexual que a Bonequinha dele sofria.
— Deu que o mar não é motel e vocês deveriam ter um pouco mais de compostura — respondeu seco.
O quê?
Desde quando o meu amigo de infância virou um moralista?
— Ethan! Está escuro e não estávamos fazendo nada de mais. Eram só uns amassos... — Lilly disse indignada com a quebra no clima.
Surpreso com o ímpeto de Lilly, Big tentou um sorriso sem graça.
— Bonequinha, o Mark avisou que uns paparazzi conseguiram romper a segurança do condomínio. Pode não ter notado, mas vocês dois estavam se empolgando além da conta... Não quer ter uma foto sua nos sites de fofoca, quer?
— Não! Claro que não! — exclamou Lilly, tentando desgrudar de Brian que a impediu e a manteve bem atada a ele.
Brian fechou os olhos, puto consigo mesmo... não importava o quanto estava escuro e afastado dos demais, ele deveria ter arrastado Lilly para a privacidade das pedras na encosta.
— Eu não ia deixar chegar a esse ponto — disse sem ser convincente e olhou em volta. — Paparazzi, ninguém me disse nada sobre isso.
— Te conheço, Brian... — Big disse sem conseguir olhar nos olhos do amigo.
— O Ethan tem razão. Ele só estava...
— Se metendo onde não foi chamado — Brian alfinetou.
— Brian! Não começa! — Lilly revirou os olhos, reprovando-o. — Eu ia dizer superprotetor demais.
Brian concordou contrariado.
Big respirou aliviado, sabia que tinha passado dos limites e não queria que o seu rompante deixasse as coisas estranhas.
— Desculpa, cara... Sabe que eu me sinto responsável pelas garotas. Não quis ser empata-foda... só não quero a Bonequinha metida nessas merdas de fofocas que nos cercam.
Mais uma vez, Brian assentiu; o amigo era sensato e estava certo. E apesar de desconfiar que o motivo da interrupção fosse bem mais profundo do que um bando de fotógrafos, a última coisa que ele queria era expor Lilly, e pôr em risco a harmonia reconquistada. Teria que deixar a conversa com Big para outra hora. Lilly ansiava por uma noite de amor e ele pretendia torná-la inesquecível.
— Relaxa, também não quero ninguém invadindo a nossa privacidade. — Brian examinou o vestido encharcado da Lilly e relaxou ao notar a pouca transparência do tecido. — Chega de banho de mar... melhor irmos pra casa.
— É, vamos sair logo daqui. — Lilly se desvencilhou das garras de Brian, e do jeito que deu mergulhou, começando a nadar em direção à praia.
— Volta aqui, sua maluca! — Brian mergulhou atrás dela, deixando Big sozinho e sem reação.
Para surpresa de Brian, Lilly era bastante ágil na água. Chegou com vantagem na margem e saiu em disparada na direção de casa.
— Espera! — pediu e arriscou correr atrás dela, mas estava em desvantagem. Correr com uma ereção monstro balançando não era nada agradável.
— Não! — Lilly correu mais alguns metros e parou. Virou para encontrar Brian andando calmamente pela areia. — Ué, já cansou? — ela gritou ofegante.
— Estou com um problema técnico para correr — disse e acelerou o passo em direção da esposa, que o esperava à beira-mar.
Problema técnico?
Lilly levantou uma sobrancelha questionadora, e com as mãos na cintura, esperou com certa impaciência que ele chegasse pertinho. Caiu na gargalhada quando se deu conta do problema técnico mais que evidente.
— Quer fazer o favor de parar de rir! — Brian parou diante dela.
— Não dá! — Lágrimas escorriam dos olhos dela. — Que decepção! Andou mentindo, senhor Pierce? — Apontou para a barraca armada na bermuda.
— O quê? Por quê?
— Seu Pinóquio cresceu! — ela caiu na gargalhada.
Com agilidade, Brian agarrou-a.
— Tira sarro, tira. — Esfregou a ereção na barriga de Lilly, que debateu-se rindo ainda mais. — Quero ver se vai continuar rindo, depois que a Fera te castigar e te fizer engolir a ofensa!
Lilly engasgou e parou de rir.
— Cas-cas- tigo? Você não faria isso...
— Eu? Imagina, não sou vingativo. — Em outro movimento rápido, Brian jogou Lilly no ombro com a facilidade de quem carrega um saco de algodão. Ela protestou em vão. — Mas a Fera é... muuuito vingativa.
Brian começou a rumar para casa com Lilly no cangote deixando um rastro de pegadas na areia fofa.
“— Adan gosta de dominar...”
E se o Brian for igual?
Pronto! O estrago estava feito. Na mesma hora, a mente criativa de Lilly foi invadida pelos mais diversos métodos de tortura sexual.
— Me solta!
— Não!
— Olha aqui, seu Indiana Jones de araque... na primeira chicotada, eu juro que te meto a mão na cara.
Brian caiu em uma gargalhada solta, quase derrubando Lilly na areia. Ela também riu, mas estava nervosa.
— Esqueça o chicote, Bela. Sabe que o meu lance são as mãos. — Carimbou o traseiro macio dela com uma bela e estalada palmada.
— Ai, ai... Ardeu, seu animal! — Surpresa, Lilly esfregou o bumbum.
Brian não era um cara que curtia uns lances violentos ou bizarros, mas a diversão estampada na voz de Lilly o atiçou a provocá-la.
— Essa foi por me deixar sofrendo por quinze dias! — Mais alguns passos e outra palmada certeira. — E essa, foi por bancar a teimosa e não querer me ouvir!
A vibração do tapa, chegou ao clitóris de Lilly. A vagina contraiu de excitação.
— Caramba, Brian! Eu já te pedi desculpas! — A pele dela aqueceu... e não era de dor. Para a sua supressa, o formigamento a deixou excitada. O bandido estava fazendo aquilo não para puni-la, e sim atiçá-la... e o filho da mãe estava conseguindo.
— Só para te avisar... — Lilly começou a tagarelar ao perceber que estavam quase chegando. — se tentar me amarrar, eu te enforco com a corda.
— Hum-hum, o que mais?
Lilly não sabia o que mais... aproveitando a distração de Brian para abrir o portão, que separava o jardim da casa, da praia, e a posição que lhe dava uma visão privilegiada do traseiro dele, Lilly arriscou um tapa.
Ele riu.
— É sério, isso? Essa mãozinha de meia-tigela, não fez nem cócegas! — Ele começou a subir a escada lateral dos terraços quando ela teve uma ideia... — Porra, Lilly! — Ela infiltrara a mão e puxara o piercing no mamilo dele. — Se a intenção é me torturar, já aviso que está indo para o lado oposto.
Lilly riu entregando suas verdadeiras intenções, e Brian a colocou no chão diante das portas duplas da sala principal. O coração dela disparou, assim que os olhares se cruzaram. As pupilas dele estavam dilatadas, restando apenas uma faixa estreita do tom azul-violeta, os cabelos uma bagunça.
Deus, ele está com cara de tigre no cio.
Ficaram frente a frente, a um palmo de se tocarem.
— Está destrancada — ela disse, mas Brian não fez menção de entrar.
Lilly não entendia a relutância, já tinham passado da hora de se atracar e transar como se não houvesse amanhã.
— Brian...
— Marie? — ele sondou em um sussurro.
Sem desgrudar os olhos dos dele, Lilly apontou o piso superior.
— A essa hora deve estar no sétimo sono — disse, não disfarçando o tom ofegante em uma mistura de ansiedade e excitação.
Um vento fresco vindo do mar varreu os terraços fazendo as folhagens nos vasos balançarem e a pele de Lilly arrepiar de frio.
— E esse sono é pesado? — Brian molhou os lábios.
Ele estava nervoso, vinha sonhando em fazer as pazes com Lilly por vários dias. Odiaria ter que se conter, mas ali não era o QG com as paredes à prova de som, era a casa deles... uma casa de família com uma avozinha muito amável no andar de cima. Detestaria acordá-la e lhe causar constrangimentos.
— Muito, como uma pedra. — Lilly revirou os olhos dando ênfase.
Brian correu os olhos pelo corpo de Lilly abrindo um sorriso ansioso.
— Graças a Deus! Estou de pau duro há horas. — Girou a maçaneta, abriu a porta e pegou Lilly pela mão arrastando-a casa adentro.
Percorreram a sala e subiram as escadas em silêncio, não era preciso dizer nada, as respirações aceleradas e os corações batendo forte denunciavam a expectativa de ambos. Foi fechar a porta do quarto principal, para o decoro de Brian cair por terra.
— Como eu estava com saudades de tocar em você.
Lilly foi girada e imprensada contra a porta. Todas as terminações nervosas do corpo dela ficaram em alerta, Brian inclinou a cabeça e beijou-a no pescoço com uma doçura desconcertante. Os joelhos dela quase cederam.
— Deus do Céu, Brian!
— Você me pediu uma noite de amor, lembra? — Brian disse com voz aveludada e desenhou com a língua a linha entre o maxilar e o vale entre os seios. — Roupa demais, sal demais... — As mãos dele trabalharam delicadamente nas alças do vestido, até que o tecido leve e úmido caiu aos pés de Lilly.
— Gosto de você doce — brincou.
— Gosto de você nu — Lilly sussurrou em seu ouvido.
— Vamos dar um jeito nisso agora... banho?
Lilly apontou indicando o banheiro, ele a pegou no colo e ao virar percebeu que o quarto estava diferente de quando o conheceu. Olhou para Lilly, que levantou os ombros parecendo tão surpresa quanto ele.
Havia flores brancas em vasos espalhados pelo quarto, velas... algumas já apagadas e na mesa de café da manhã, próxima à sacada e suas cortinas esvoaçantes, um delicado banquete com champanhe, queijos e frutas. O luar iluminava tudo com seu tom prateado.
— Marie — ambos murmuraram ao mesmo tempo.
— Acho que alguém gostou de você.
— E está torcendo por nós. — Brian sorriu.
— Seja bem-vindo à nossa casa. — Lilly o beijou na bochecha com suavidade e uma explosão de ternura explodiu no peito de Brian. Pego de surpresa, os olhos dele marejaram.
Casa... nossa casa... minha casa...
Vendo as lágrimas, Lilly lembrou-se da conversa que tivera com Brian uma noite daquelas no QG. Ele contou que começara a sentir falta de ter um lugar dele, não a casa dos pais, o QG ou a mansão da banda... nada disso. Ele vinha desejando um ancoradouro, um porto seguro onde pudesse ser só ele e fincar raízes.
Lilly se permitiu acreditar que ele tinha encontrado. Ali... com ela.
— Sabe, também é o meu primeiro dia aqui, estou começando do zero. Não tenho ideia de onde estão os xampus ou toalhas.
Brian sorriu e a beijou, dando-se conta de que tinha paralisado no meio do quarto a caminho do banheiro.
— Acho que nos sairemos bem — disse, enquanto entravam no banheiro para encontrar mais rosas e velas.
— Caramba! Acho que a Marie é uma romântica — ele brincou sentindo-se acolhido.
Lilly acariciou o rosto úmido dele.
— Acho que ganhou uma fã, isso sim — brincou.
Brian a colocou gentilmente no chão e Lilly abraçou-se escondendo os seios expostos.
— Não se esconda. Gosto de te olhar... é linda.
— Estou com frio e em desvantagem.
Brian tirou a camiseta.
— Não está mais. — Sorriu quase tímido. — Será uma falta de consideração se não fizermos jus a tanto esforço...
— É, será... Quer uma música? Um pouco de champanhe?
— Não, hoje só quero o som de nós dois e das ondas do mar. — Inclinou-se para sentir a temperatura da água da banheira cheia de pétalas... gelada. — Acho que demoramos demais... chuveiro?
Quando Brian virou, Lilly já estava totalmente nua dentro do imenso boxe com duas duchas, examinando a prateleira embutida na parede com vários produtos para banho. Apressado, tirou o resto das roupas, entrou e abraçou-a.
— Está tremendo. — Girou-a para que ficasse embaixo de um dos jatos d’água, fortes e quentes. — Melhor assim?
— Caramba, é tão real — ela sussurrou e Brian olhou-a confuso. — Sinto que essa coisa do casamento foi como uma viagem, que no meio do caminho quase virou uma catástrofe, mas, em vez de me arrebentar toda, ganhei um upgrade inesperado de rumo e de marido, e ao chegar em casa estou percebendo que não foi um sonho, uma loucura de Vegas ou da turnê na estrada... você é real.
Brian alcançou uma esponja, jogou um bom punhado de sabonete líquido e começou a ensaboar a pele arrepiada da esposa.
— Nós somos reais, Bela.
— Sim, nós somos. — Lilly também o ensaboou, transmitindo nos gestos o que o seu coração gostaria de falar, mas não era o momento. Deixou a esponja cair, e tomada pela necessidade de um contato mais profundo, acariciou o peito definido dele, beijou-lhe a pele quase em reverência.
O coração já acelerado de Brian, disparou de uma vez... ele estava ansioso por uma deixa de Lilly, por um passo a mais. Abraçou-a, sentindo-a por inteiro. As mãos deslizando pelas costas em um vai e vem lento e profundo, explorando cada centímetro daquela pele suave que instigava a dele tão bem.
— Tenho tanto tesão em você — Brian sussurrou no ouvido dela.
Aquilo sim era um abraço de verdade, corpos encaixados com perfeição. Lilly estremeceu, não só pela sensação daquele pau que lhe roçava o abdômen, mas por Brian inteiro e a masculinidade inerente nele. O toque, o olhar, o cheiro, o som da respiração descompassada... Ahhhh! Tudo, tudo, tudo... Inundada por sentimentos desconcertantes, ela ficou nas pontas dos pés, agarrou-o e o beijou apaixonadamente, explorando sua boca com a língua. Os seios deliciosos apertaram contra o peito dele, fazendo as bolas contraírem de necessidade. Mãos hábeis percorreram as costas de Lilly até pousarem nas curvas de seu bumbum.
— Não consigo esperar mais nem um minuto — Brian rosnou e num impulso, levantou-a, imprensando-a contra os azulejos.
O brilho nos olhos dele mandou o controle de Lilly para o espaço. Ela circundou o quadril de Brian com as pernas e ahhhh. o pau grosso e quente a invadiu.
— Oh... — ela suspirou, jogou a cabeça para trás e começou a cavalgá-lo.
Brian soltou um suspiro de prazer. Sorriu acariciando a bochecha de Lilly com o polegar. Deus, que mulher linda! Ele estava em casa, tinha voltado para o paraíso. A sensação de estar dentro dela novamente o consumiu, flexionou os joelhos, girou os quadris e a empalou o mais profundo que conseguiu.
Um gemido abafado escapou dos lábios rosados dela.
Droga!
— Tudo bem? Alguma dor? — ele preocupou-se. Eles tinham praticado tão pouco. Todo aquele lance da virgindade, não sabia se as partes delicadas dela estavam preparadas para voltar com tudo.
— Nenhuma... só sinto bem gostoso — tranquilizou-o, o desconforto das primeiras vezes não existia mais, agora havia apenas o prazer e plenitude.
— Gostoso demais... — Brian grunhiu.
— Mais...
Ela pediu e ele deu... recuou, saindo alguns centímetros e voltou com tudo. Ela ficou tão tomada por aquilo tudo, que inclinou a cabeça grudando a boca no ombro de Brian para abafar um grito. O prazer era esmagador, os movimentos ficaram mais rápidos. Ele meteu com vontade e Lilly puxou com impaciência aqueles cabelos morenos, enquanto se deleitava com cada uma das suas estocadas. Ele entrou e saiu, voltou e meteu, meteu e meteu...
— Estava com saudades de você dentro de mim — Lilly gemeu cada palavra.
Brian agarrou o cabelo dela juntando suas bocas em um beijo desesperado. Entraram em um mete e beija sem fim... Ele a possuía em um ritmo decidido, querendo dar e receber tudo... Eu quero fazer amor... Lembrou-se das palavras dela e, de repente, o boxe inundado com os vapores d’água e os gemidos sussurrados, ficou pequeno para tanta intensidade... Brian diminuiu o ritmo, não queria gozar, precisava de tempo e espaço, queria venerar o corpo de Lilly como ela merecia.
— Não para! Não para! — Lilly protestou.
Com o pau ainda enterrado bem fundo na boceta de Lilly, ele cambaleou para fora do banheiro com ela atrelada ao seu corpo.
— Na cama... vamos para a cama. — Com dificuldade, foi para o quarto deixando uma trilha de água no chão. Mergulhou, imprensando o corpo de Lilly contra a colcha macia. Os dois se desconectaram e à medida que Brian conduziu seus corpos para o centro da cama, pétalas grudaram na pele molhada e nos cabelos dela.
— Deus, como você é linda! — A visão que ele tinha dela era de tirar o fôlego, quase celestial.
— Brian... eu preciso...
— Calma, eu vou te dar, mas temos a noite inteira. — Ergueu a mão dela e beijou os dedos delicados. — Vamos com calma... aproveita. Eu não quero que isso termine.
Ela sorriu totalmente entregue.
— Nem eu... — Abriu mais as pernas convidando-o a voltar. — Não quero que acabe, mas quero você de novo... aqui.
Com delicadeza, Brian apoiou-se em um dos cotovelos, segurou o pau dolorido e voltou a posicioná-lo na entrada macia e aveludada de Lilly. Começou a entrar lentamente, centímetro por centímetro, embalado pelos gemidos suaves que ela soltava. Era tão bom sentir-se totalmente preenchida... Brian inclinou a cabeça, atraído pelo bico intumescido do seio, que subia e descia, guiado pela respiração ansiosa da esposa.
Deleitou-se.
Devorou-a. Os seios e a boceta. Meteu lento e profundo, enquanto sua boca chupava cada um dos mamilos. Lambeu, meteu, instigou, chupou e fodeu... Sugou forte e meteu mais duro. As costas de Lilly arquearam em apreciação.
— Deus, eu amo a sua boca... eu amo o seu pau... eu amo você... — ela murmurou e explodiu em um orgasmo lento e delicioso.
O quê?
Brian abriu os olhos para encontrar sua Bela em êxtase.
Eu amo você?
— Lilly, o que disse?
— Hummm... bom... — ela ronronou e de olhos fechados, mexeu os quadris, perdida nas sensações de ter Brian junto dela... dentro dela... só para ela...
Uma onda de adrenalina percorreu o corpo dele, como um veneno bom, fazendo as veias e coração pulsarem rápido. Ela disse aquilo, não disse? Voltou a mover o quadril com intensidade de quem dizia... Eu também te amo. Socou fundo, querendo se fundir a ela, entrar em seus pensamentos. Chegou num ponto de excitação onde era impossível voltar atrás. O prazer tornou-se extremo, a respiração dele acelerou mais, soprando quente contra o pescoço de Lilly.
Meteu... fodeu... comeu... possuiu...
Lilly gemeu, entreabriu os olhos, voltou a olhar para Brian, enquanto ele se movia sobre ela, fechando os joelhos em torno do quadril dele, e cravando as unhas nos músculos trêmulos das costas largas e murmurou:
— Acho que vou gozar de novo...
Brian segurou a coxa macia, puxando-a para cima, grudando mais suas virilhas. Mudou de ângulo para ir mais fundo.
Os dois estava suados, escorregadios e perdidos um no outro. O corpo dele ficou tenso ao soltar um rugido rouco e engasgado. O som ecoou no ouvido de Lilly fazendo os pelinhos dela arrepiarem, enquanto suas entranhas eram invadidas pelo sêmen de Brian e ele caía sobre ela, exausto e feliz.
Depois de alguns minutos de silêncio, Brian girou seus corpos, para que ficassem lado a lado. Abraçou-a, espalhando beijos suaves pelo rosto de Lilly até juntar as bocas em um beijo lento e profundo. Ficaram assim, pernas entrelaçadas, mãos subindo e descendo, acariciando um ao outro até voltarem para a Terra e recuperarem o fôlego.
— Você se tornou tão importante para mim, que até me dá medo. — Brian puxou-a mais para perto, aconchegando-a contra o peito.
O coração de Lilly aqueceu e em resposta, acariciou o peito forte.
— Acho que estamos empatados. — Ela ergueu o rosto e sorriu para Brian. Gostou de ser importante. — Está com frio? Acho que molhamos as cobertas.
— Podemos dar um jeito nisso. — Ele sorriu, soltou-a com cuidado, girando o corpo até sair da cama. — Onde guardam as cobertas extras?
Lilly apoiou-se sobre os cotovelos admirando o espetáculo que era vê-lo nu. Sorriu com malícia.
Delícia de homem.
— Também sou nova aqui, lembra-se? — ela parecia se divertir. — Pela lógica, no closet. — Apontou uma porta à esquerda da cama.
— Fique aí e não se mexa até eu voltar. — Brian piscou e sumiu dentro do armário. Encontrou suas roupas ao lado das de Lilly. Gostou muito do que viu, os dois juntos eram coloridos... Sorriu e examinou tudo, querendo gravar onde estava cada coisa. Cacete! Estamos misturados... Fuçou nas gavetas e demorou um bom tempo apreciando o tesouro de lingeries, pegou uma calcinha sexy e inspirou profundamente...
Como a vida é boa!
Minha mulher, minha casa, porra! Sentiu-se completo, poderoso e possessivo.
Munido de dois edredons, Brian voltou para o quarto e foi tomado por uma onda de ternura. Minha menina, mulher... Lilly tinha jogado a colcha molhada no chão e dormia preguiçosamente. Cobriu-a e aconchegou-se ao lado dela.
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