Impulso
Capítulo 26
— Não se esquece do que eu te falei, Sá. Não se prenda a nada que não sej a o am or que sente
pelo Lucas. — Engoli em seco com o que Alberto disse e assenti.
Afastei-m e e deixei Lucas se despedir. Larissa fez o m esm o. Então Ana se aproxim ou e deu um
abraço em Heitor, m as quando chegou perto do Alberto ela olhou em seus olhos e esperou.
Ele apenas a encarou e balançou a cabeça, em sinal negativo. Ela m ordeu os lábios e se afastou
com os olhos lacrim osos, observando de longe.
Eles subiram na m oto e partiram , deixando ali nossos corações aflitos para que retornassem
logo.
CAPÍTULO 26
Lucas
Apesar de ter tentado tranquilizar Sabrina, tam bém senti algo estranho ao vê-los se afastando.
Mas decidi não m e preocupar dem ais, não aconteceria nada, eles eram prudentes e espertos.
— Vocês vão ficar m ais? — Bruno parou ao nosso lado, com os olhos voltados para a entrada
do bar.
— Acho que j á deu, estou cansado e quero cam a.
Ele assentiu e olhou para Sabrina parada à m inha frente.
— Você está bem ? Parece preocupada.
Ela respirou fundo e balançou a cabeça.
— Estou bem , só queria que eles voltassem logo.
Bruno sorriu e apertou seu queixo.
— Eles vão ficar bem , Sá. Eu vou entrar porque tem os que fechar hoj e. Lay la vai revezar com a
Elisa. — Olhou para a porta do Beer novam ente. — E a Ana, vai ficar? Ela parece prestes a
explodir.
— Bom , eu vou lá dentro pegar sua bolsa para irm os, ok? — Ela assentiu e m e afastei, porque
era conversa de irm ãos.
Ana Luiza estava parada no m esm o lugar olhando a estrada que Alberto havia sum ido. Cheguei
ao seu lado e olhei em seus olhos, a m ulher estava perturbada. Resolvi dar um conselho a ela,
exatam ente com o ela m e deu quando eu estava às turras com Sabrina.
— Ele vai voltar, Ana. E quando acontecer deixa de ser cabeça-dura. O passado ficou onde
deve estar, não se prenda a ele.
Ela m e encarou com os olhos arregalados.
— Não sei do que está falando, e na verdade nem você. Então, deixa que eu sei resolver m inha
vida. Bom , vou indo porque pra m im j á deu. Tchau.
Saiu e foi para o seu carro no estacionam ento, se despediu dos irm ãos no cam inho. Ela era osso
duro de roer, não seria fácil para o Alberto dobrar a fera.
Entrei, peguei a bolsa da Sabrina e dei um tchau para a Lay la. Quando voltei, ela estava m e
esperando encostada no seu carro com Bruno ao seu lado. Quando m e viu, ela sorriu, enquanto seu
irm ão se aproxim ou de m im .
— Até segunda, Lucas. Descanse, hein?
Assenti e observei m inha princesa. Tinha um sorriso brilhante em seus lábios que não consegui
resistir. Aproxim ei-m e e larguei a sua bolsa no chão. Levei as duas m ãos ao seu rosto, m as antes de
tom ar sua boca olhei em seus olhos e m e perdi. Sorri de lado e a beij ei forte e apaixonadam ente.
Sabrina gem eu e enlaçou m inha cintura, puxando m eu corpo ao dela. Fiquei duro
instantaneam ente. Segurava seu rosto enquanto chupava sua língua, na verdade era um duelo, não
sabia quem tinha m ais fom e do outro. Seus lábios quentes im ploravam por um a m ordida, então não
m e fiz de rogado. Mordisquei com vontade lam bendo logo em seguida.
Desci por seu rosto dando beij os m olhados enquanto ela gem ia em m eu ouvido. Porra, estava
louco de tesão! Com a gente era assim , um m om ento doce se transform ava em pura luxúria. Afastei-
m e olhando em seus olhos.
— Tem os que ir em bora, ou vou transar com você aqui m esm o.
Sabrina ofegou e assentiu. Abaixou-se pegando a bolsa, tirou de dentro a chave do carro. Com
as m ãos trêm ulas apertou o alarm e e destravou a porta. Peguei seu braço a puxando, grudando nossos
corpos m ais um a vez.
— Eu vou dem orar uns cinco m inutos aqui. Quando chegar, eu quero você nua em cim a da
bancada da cozinha. Entendeu?
Ela m ordeu os lábios e balançou a cabeça. Arrebatei sua boca com m ais um beij o intenso. Em
m inha cabeça um a nuvem de desej o havia tom ado todo o m eu j uízo, m e afastei antes que cum prisse a
prom essa de provar seu corpo ao ar livre.
Sabrina piscou os olhos, estava tão abalada quanto eu. Entrou no carro dando partida. A
observei se afastar e contei no relógio o tem po para que ela pudesse chegar antes de m im . Passei as
m ãos pelos cabelos im paciente.
— Foda-se que eu vou ficar aqui esperando.
Saí em disparada com o carro do Heitor, que havia deixado sob m eus cuidados. Com o ficava
estacionado no Beer e ele não estaria na cidade, m e pediu que eu o levasse para m inha casa.
Rapidam ente dei partida, e em alta velocidade atravessei a cidade. Quando cheguei à garagem de
casa nem m e im portei em trancar o carro. Entrei louco de vontade em tê-la. Ao abrir a porta quase
m orri. Meu coração disparou em m eu peito e ofeguei. Se havia um a visão m ais linda do que m inha
m ulher entregue e à m inha espera eu não tinha visto.
Sabrina estava sentada na bancada nua, m aravilhosa, com as pernas abertas apoiadas em cada
banco. Olhava-m e séria e sexy. Não existia m ulher m ais sensual, pois com o seu rosto inocente e o
corpo para o pecado, ela m e colocava de j oelhos.
Percorri o olhar por seu corpo, e fiquei m ais duro. Morria por um gosto dela. Mas faria tudo
vagarosam ente. Iria foder dessa vez, não seria apenas am or, sentia um a selvageria, vontade louca e
incontrolável de m ostrar a Sabrina o que podia fazer com ela e o quanto a faria gritar.
Puxei a cam isa pela gola e desabotoei a calça descendo pelas pernas j unto com a cueca. Depois
tirei o tênis e as m eias. Aproxim ei-m e e percebi que sua respiração estava acelerada, enquanto a
m inha se m anteve calm a.
— Tá pronta para m e receber? — m inha voz estava grave e rouca. — Já tá m olhadinha,
Sabrina?
Ela assentiu. Sorri, se achava que iria se safar fácil com um aceno de cabeça estava enganada.
— Me m ostra o quanto está m olhada. Toque-se, eu quero ver.
Sabrina arregalou os olhos e m ordeu os lábios, suas bochechas com eçaram a se averm elhar,
envergonhada. Provavelm ente não estava acostum ada a ser tão à vontade no sexo, m as isso iria
m udar.
— Vam os princesa, m e m ostra. Quero sentir o seu gosto.
Ela engoliu em seco e levou um a m ão à sua vagina, que de onde estava dava pra ver o brilho de
excitação. Ela circundou o clitóris com o polegar enquanto colocava o indicador na sua entrada.
Fechou os olhos e gem eu.
— Oh, Lucas. Assim que você quer?
Sorri de lado, ela aprendia rápido.
— Isso, princesa. Agora m ais rápido um pouquinho, m as nada de gozar. Quero sentir seu
orgasm o na m inha boca.
— Porra, com o vou conseguir segurar com você falando assim ?!
Eu ri e m e aproxim ei, dando a volta e ficando atrás dela.
— Vai gostosa, dê prazer a si m esm a que eu quero ver. — Levantei um braço enlaçando-a pela
cintura e cobri um dos seus seios com a m ão. Puxando devagar seu m am ilo túrgido, ela gem eu e
encostou a cabeça em m eu peito. Abriu os olhos e vi que puro fogo refletia nos m eus. — Hoj e, eu
vou te foder bem gostoso.
Ela sorriu.
— É bom m esm o, ou eu vou te foder.
— Pode fazer isso tam bém .
Com a m ão livre a segurei pela garganta, apenas para prendê-la no lugar. A visão era linda,
aquilo ficaria gravado na m inha m em ória por m uito tem po, talvez para o resto de nossas vidas.
Sabrina estava entregue ao desej o com seu corpo todo exposto a m im , enquanto ela se tocava, eu
m assageava seus seios, enquanto sua boca verm elha pedia por um beij o m eu. Abaixei a cabeça e
m ordisquei seus lábios, passei a língua por toda extensão. Beij ei sua boca com vontade sugando sua língua, exatam ente com o iria fazer onde ela se tocava. Mordi seu queixo e percebi que Sabrina estava
quase gozando.
Afastei-m e e soltei seu seio. Ela abriu os olhos, sorri e dei a volta na bancada novam ente.
Parando à sua frente, eu retirei a m ão que estava se tocando e levei aos m eus lábios, sugando seu
gosto e m e deleitando de com o era bom .
— Deliciosa, quero que se segure na bancada, Sabrina. E não m e toque. Vai sentir tudo sem m e
apressar e sinta-se à vontade para gritar, quero vê-la cantar m eu nom e.
Sabrina ofegou e engoliu em seco, eu ri e m e abaixei ficando de j oelhos à sua frente enquanto
m eu rosto estava alinhado com sua vagina m olhada e gostosa. Puxei-a pelas nádegas acom odando-a
m ais à beira da bancada. Nem dei tem po dela pensar. Lam bi todo seu sexo gostoso e provei do seu
m ais doce sabor, ela estava quase gozando j á e m uito m olhada. Circundei seu clitóris durinho e
fechei a boca em volta do nervo, sugando devagar e forte. Ouvia seus gem idos, m as nem m e im portei
porque m eus ouvidos zum biam com tanto desej o que tinha dentro de m im .
Segurei suas coxas com as m ãos, pois ela se m exia tentando se aliviar. Prendi Sabrina quietinha
e invadi sua boceta com a língua do m esm o j eito que iria fodê-la, duro e gostoso.
— Lucas, m ais forte. Me fode com essa boca deliciosa.
Sabia o que faltava pra ela se entregar totalm ente. Voltei ao seu clitóris e chupei m ordiscando levem ente. Senti seu corpo todo em espasm os fortes, em consequência ela gritou m eu nom e. Era
com o m úsica aos m eus ouvidos. Foi tão intenso que Sabrina acabou deitada de costas na bancada.
Levantei-m e e deitei pelo seu corpo, beij ando sua boca e dando a ela um pouco do seu próprio
gosto. Meus lábios estavam quentes e form igando. Queria m uito m ais, era viciante seu gosto e cheiro.
Mas m eu pau doía de tão duro. Estendi um a m ão e peguei seus pulsos a prendendo no lugar. Com a
outra direcionei m eu m em bro e entrei em seu corpo em um a estocada só. Deslizou fácil por estar tão
m olhada.
— Ah, que boceta gostosa. Esse é o lugar que queria estar para o resto dos m eus dias. Morreria
feliz estando dentro de você.
— Me fode, Lucas. Faz-m e gozar de novo.
Segurei seu pulso com força e arrem eti sem pena, fazendo seus seios balançarem . Era
hipnotizante, porque eles subiam e desciam a cada m ovim ento que eu fazia. Ela levantou as pernas e
as prendeu em m im , m e dando m ais acesso à sua vagina apertada e gostosa.
Estoquei em seu corpo com o um hom em com fom e. E realm ente estava m orrendo de fom e, pois
sentia tudo: am or, luxúria, desej o e loucura. Era isso, ela m e deixada insano. Totalm ente fora de m im .
Abocanhei seu seio e suguei com força enquanto m eu pênis entrava e saía. Ela gem ia e gritava.