Impulso
Capítulo 37
Ela concordou e fom os visitar o Alberto. Quando entram os, os dois ficaram abalados com a
aparência um do outro. Bruno, que tinha saído do quarto anteriorm ente, se encontrava com o am igo.
Com a chegada de Sabrina, ele se postou ao m eu lado.
Sabrina e Alberto se consideravam irm ãos e estavam conversando baixo um com o outro. Ela
estava deitada em seu peito lam entando o que tinha acontecido com todos. Enquanto isso, Alberto
acalentava a m inha m enina.
Depois de m elhorarem do susto, prom eti trazê-la no outro dia. Chegam os em casa e estava louco
por um banho. Coloquei as coisas dela no quarto e fui para o banheiro. Deixei a água escorrer por
m eu corpo tirando toda a tensão. De olhos fechados, relaxei. Quando os abri, Sabrina estava do outro
lado do boxe, nua e linda.
— Quero que você m e am e, Lucas!
CAPÍTULO 37
Sabrina
Quando acordei senti tanto am or dentro de m im que m al conseguia ficar parada. Fiquei
observando Lucas dorm ir ao m eu lado quietinho e sereno. Apesar da cam a do hospital ser apertada,
para nós foi um a noite sem igual.
Chegam os em casa e eu só pensava em um a coisa. Ser am ada. Ele foi para o banheiro e não
perdi tem po, retirei toda a m inha roupa e fui atrás dele. Eu não estava no m eu m elhor estado, pois
tinha hem atom as e m achucados pelo m eu rosto e corpo. Porém , m e sentia segura para ficar de
qualquer m aneira perto dele. Sentia-m e sem pre linda!
Parei na porta do banheiro observando aquele hom em lindo no chuveiro. Minha intenção não era
m e j untar a ele, m as m ostrar-lhe o tanto que eu o queria, Lucas podia estar com receio de m e tocar, e
por isso m esm o eu o queria. Substituir lem branças e dor por am or.
Ele abriu os olhos e m e percebeu ali, vi o exato m om ento que notou que eu estava nua. Seus
olhos se arregalaram e sua boca entreabriu. Podia j urar que ouvia seu coração disparar no peito.
— Quero que você m e am e, Lucas!
Ele engoliu em seco e fechou os olhos. Devia estar pensando na consequência de fazerm os sexo.
Provavelm ente achava que eu estava sensível e abalada.
— Olha pra m im — pedi com a voz em bargada. — Eu quero sentir suas m ãos no m eu corpo.
Quero sentir seu carinho, seu am or. Quero ser cuidada, preciso sentir seu corpo j unto ao m eu. Por
favor, não m e negue isso.
Ele fechou o registro e abriu a porta do boxe parando à m inha frente, olhou-m e de cim a a baixo.
Senti com o se estivesse sendo acariciada, m eu coração acelerou e foi m inha vez de ofegar e respirar
fundo.
Ainda de olhos fechados, senti seu rosto m olhado bem próxim o ao m eu, enquanto as gotas
m ornas caíam em m eu om bro, fazendo-m e arrepiar todinha. Lucas deu beij os suaves em m eu
pescoço, aproxim ou-se do m eu ouvido e sussurrou:
— Eu te am o m ais do que a m im m esm o, Sabrina. Faço o que você pedir, e desej ar. A única
coisa que nunca iria cum prir por ser im possível é m e afastar, não vou m ais te deixar. — Mordiscou
m inha orelha, esfregando o nariz em m eu pescoço. — Vou beij ar cada pedaço do seu corpo gostoso,
lam ber e sentir o seu gosto, além de m e inebriar com esse cheiro cítrico que m e deixa louco. Vou
transar com você lentam ente, colocando em cada investida o am or que tenho dentro de m im . Vou te
fazer gozar tão devagar, vai durar um a eternidade. E, quando acabar, com eçarei tudo outra vez.
Oh, m eu Deus! Meu corpo estava em cham as, sentia um a eletricidade subindo em m inhas pernas
e se instalando em m eu peito, além de um frio na barriga em expectativa. Sabe quando seu peito está
tão cheio de sentim ento que parece que vai explodir?
Abri os olhos e Lucas estava m e beij ando delicadam ente. Levei a m ão até seus cabelos,
entrelaçando m eus dedos em suas m echas m acias e m olhadas. Virei o rosto e sussurrei:
— Sou toda sua!
Ele sorriu na m inha pele e enlaçou m inha cintura, m e levantando do chão. Fom os em direção ao
m eu quarto que era m ais perto. Lucas m e depositou em cim a da cam a e se aj oelhou à m inha frente.
Ergueu um a m ão e acariciou cada parte dolorida do m eu rosto com beij os, que sabia ser o m odo de
m e consolar sem falar nada. Seus lábios tocaram cada um dos m eus m achucado, tirando a dor deles
com carinho.
O ato de am or é isso. Em cada toque, palavra ou sensação, você dem onstra o tam anho do seu
sentim ento. Sentia naquele gesto tão im portante, um a renovação; e com a surpresa que nos aguardava,
seria o com eço de um a vida m aravilhosa.
Lucas m e abraçou, enlaçando m eus om bros, e esfregou seu rosto no m eu.
— Você é a pessoa m ais im portante da m inha vida. A m ulher m ais linda, forte, guerreira e
inteligente que conheço. Adm iro-a dem ais, princesa.
Será que um am or pode ser tão grande que ele transborda? Sim , a prova disso era o que m e
acontecia. Sorri am plam ente com a revelação que teria que contar a ele. Esperava que ele am asse
assim com o eu.
— Você é o hom em m ais doce, lindo, gentil, atencioso e forte que eu conheço. Eu am o cada
parte sua, Lucas. Cada pedacinho, qualidade e defeito. Te am o por inteiro, não trocaria nada do que
passam os, m esm o o que sofrem os separados, porque tudo isso serviu para que nos am ássem os com
todo o coração e alm a com o é agora. — Ele se afastou e coloquei a m ão em seu rosto, adm irando o
quanto era lindo. — Você m e salvou desde o prim eiro m om ento que te vi. Entrou em m inha vida
quando m ais precisei, tenho certeza que, se não fosse por sua presença constante, eu não estaria aqui
hoj e. Obrigada por existir e m e am ar.
Ele assaltou m inha boca em um beij o m aravilhoso. Seus lábios quentes, e ainda úm idos do
banho, brincavam com os m eus. Sua língua gostosa entrelaçava na m inha e aquele frio na barriga
voltou com tudo. Senti a excitação se form ando em m eu ventre e descendo até o m eu sexo, estava
m olhada e pronta para recebê-lo.
Lucas desceu beij ando o m eu rosto e, ao m esm o tem po, o m eu colo. Acariciou m eus seios com
as m ãos enquanto devorava m eu corpo com a boca. Seus lábios desceram até m eu m am ilo túrgido.
Sugou delicadam ente fazendo espasm os elétricos percorrer m inhas veias. Mordiscou brincando e
sorrindo a cada gem ido que eu dava.
— Você está m e enlouquecendo. Não consigo enxergar ou ouvir nada. Só sentir. Ai, isso é bom ,
não para.
— Não vou, princesa — falou com a boca colada em m eu seio.
Desceu a m ão pela m inha barriga alcançando m inha vagina pulsante. Precisava urgentem ente ser preenchida. Com o polegar, ele circundou m eu clitóris e eu gritei tam anha era a sensação, porque,
enquanto sugava m eu seio, ele brincava com o ponto m ais sensível do m eu corpo. Colocou um dedo
dentro do m eu sexo m olhado, entrando e saindo.
Caram ba, eu sentia tudo, precisava ser tom ada com força e carinho, selvagem e doce. Pensei
que iria pirar quando Lucas m ordeu m eu m am ilo e, ao m esm o tem po, apertou m eu clitóris. Gritei
pelo seu nom e em um orgasm o gostoso e forte.
Escutei sua risada baixa e o rosto do m eu am or pairou sobre o m eu.
— Sabe que o som m ais excitante do m undo é ouvir você gozar? Não tem nenhum pudor, grita e
enlouquece m e levando j unto. Você é a perfeição, m ulher.
Deitou-m e lentam ente com um a m ão espalm ada em m eu tórax. Fiquei ali olhando puro m úsculo
de hom em gostoso, com um a ereção m ais do que dura. Podia vê-lo pulsando, pois do seu pênis saía
líquido pré-ej aculatório, prova do quanto estava excitado.
Lucas deu beij os m olhados em m inhas coxas fazendo-m e contorcer e m e segurar para não tocá-
lo. Sei que ele queria seu tem po para cum prir o que eu lhe pedi: que m e am asse. Seus lábios
torturadores subiram e senti sua respiração em m eu sexo, só aquilo j á renovou m inha vontade.
Depois deslizou a língua lam bendo dolorosam ente devagar, eu não sabia se iria suportar. Meu corpo
parecia entrar em com bustão a qualquer instante. Sugou, m ordeu e m e acabou com qualquer resquício
de autocontrole. O orgasm o veio quando ele ria dos m eus gritos e gem idos, a vibração fez algo
totalm ente novo no m eu clitóris sensível e inchado. Foi realm ente delicioso.
Estava acabada. Sentia m eu corpo todo m ole. Meus braços estavam esticados para os lados,
m inhas pernas não se aguentavam nem arqueadas. Levantei a cabeça dando de cara com olhos verdes
brilhantes e um sorriso pra lá de safado. Lucas lam beu a boca.
— Já te disse que seu gosto é m aravilhoso?
— Você acabou com igo. Não consigo nem falar.
Ele m ordeu os lábios e pegou sua ereção, acariciando-se e m ovendo a m ão para cim a e para
baixo.
— Tem certeza que está cansada? Eu não term inei de te am ar. Tem os a tarde e a noite inteirinha
— falou com a voz rouca de desej o.
Engoli em seco e não conseguia desviar o olhar, vê-lo se acariciando era m uito sexy, Lucas não
tinha nenhum pudor. O sorriso sem -vergonha no seu rosto denunciava isso.
— De repente, m e sinto revigorada. — Lucas soltou um a gargalhada que desconcentrou seu
“trabalho”.
Ele deitou ao m eu lado entrelaçando a perna direita na m inha, enquanto sua ereção descansava
dura em m eu quadril. Passou a m ão por m inha barriga subindo até m eus seios, m inha garganta e m eu rosto. Em seguida, deslizou o polegar em m eus lábios.
— Sua boca é m uito gostosa, Sá. Não m e canso de olhar, beij ar e m order. Vou possuir seu corpo
beij ando sua boca, chupando sua língua. Será que esse é o significado de possuir por inteiro?
Mordi seu dedo, surpreendendo-o.
— Você m e possuiu por inteiro desde o prim eiro beij o e o prim eiro toque. Quando eu te pedi
para que fizesse só sexo, isso não aconteceu, porque eu sem pre te am ei. Naquele dia, eu m e entreguei
totalm ente e m e assustei com a força do que sentia. Tinha m edo. Agora chega de conversa, gato. Me
leva, m e entrego, sou sua!
Lucas grunhiu e posicionou-se de j oelhos na cam a no m eio das m inhas pernas abertas, que j á
tinham recuperado a força.
— Sim , é m inha! — E entrou de um a vez só, fazendo-m e gritar de prazer.
Arqueei m eu corpo de encontro ao seu peito forte, Lucas enlaçou m inha cintura com um braço,
prendendo-m e. Era algo diferente e m uito sexy, pois ficávam os colados, pele com pele. Era dem ais!
Prendi as pernas em volta do seu quadril e acom panhei seus m ovim entos preguiçosos. Ele passou a
língua em m eu pescoço, provocando arrepios por todo o m eu corpo.
Lucas olhou em m eus olhos enquanto fazíam os am or, sem pre nos entregávam os totalm ente ao
ato. Sentia tudo ao m esm o tem po, e m inha m ente ficava em branco. Seus olhos tão brilhantes e felizes m e am avam , assim com o seu corpo com suas estocadas firm es e constantes. Em m eu ventre com eçou
a se form ar o ápice daquele am or, o que deixava tudo ainda m ais claro: eu pertencia a ele.
— Am or, estou quase... Vem com igo?
— Sem pre!
Ele prendeu os j oelhos com firm eza no colchão e sentou-se, m e puxando para o seu colo sem
nos desligar. Apoiei as m ãos em seu om bro e m e m ovi, subindo e descendo por seu pau gostoso.
Enquanto isso, Lucas lam bia e m ordia m eu pescoço.
Ele desceu, beij ando m eu colo e capturou um seio com os lábios sugando com força. Segurei
sua cabeça no lugar porque estava bom dem ais ser estim ulada em dois lugares ao m esm o tem po. Ele
m ordeu forte na m esm a hora que eu desci. O orgasm o m e pegou desprevenida fazendo-m e desfalecer
em seus braços. No m esm o instante, pude senti-lo se derram ando dentro de m im .
Deitei a cabeça em seu om bro, respirando forte e pesadam ente. Estava sem fôlego. Lucas
acariciou m inhas costas suadas e seu hálito fazia cócegas em m eu pescoço. Quando m e recuperei
parcialm ente, m e afastei e olhei em seus lindos olhos verdes, sorrindo.
— Nossa, essa felicidade toda e esse sorriso lindo são para m im ? Eu sou a causa? — Acariciou
m eu rosto colocando um a m echa de cabelo atrás da m inha orelha. Lucas era tão carinhoso que
chegava a achar ser de m entira, talvez um sonho.
— Você sem pre é a causa do m eu sorriso, felicidade e am or. Quando penso que não, acontece
algo novo que aum enta ainda m ais o que sinto por você. Tenho que agradecer a Deus por ter
colocado sua irm ã no cam inho do Bruno, e então eu ganhei você.
Ele beij ou m inha testa, sorrindo.
— Eu te am o, m inha princesa. Nunca vou m e cansar de dizer isso. Mas você está um pouco m ais
sentim ental hoj e. Por quê? Não que eu estej a reclam ando, m as estou curioso.
Meu coração acelerou, j á estava na hora de contar a ele o quanto nossas vidas iriam m udar.
— Bem , sim . Tem um m otivo especial...
Ele arqueou as duas sobrancelhas, curioso.
— Posso saber o que é? Estou ficando com ciúm es, porque se fosse eu e m eu poder sexual
incrível você j á teria dito. — Bateu com o dedo na ponta do m eu nariz.
Tive que rir. Realm ente, seu poder sexual era incrível. Tanto que...
— Você é m uito engraçadinho. Mas até que tem a ver sim . — Respirei fundo. Peguei seu rosto
entre m inhas m ãos e beij ei seus lábios. — Eu tô grávida!
Observei suas reações com a notícia. Ele abriu os olhos arregalados e sua respiração parou.
Pegou-m e pelos braços, m e afastando um pouco. Engoliu em seco e olhou para baixo. Depois voltou
a m e olhar.
— Sério?
— Sim , recebi ontem o exam e de sangue. Quis te contar em casa depois de nos am arm os, não