Vitória, a rainha

Julia Baird · Capítulo 35 de 44

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Vitória, a rainha

Agradecimentos

 

A escrita deste livro se estendeu por anos e por vários continentes, e minhas dívidas de gratidão quase se equiparam aos milhares de quilômetros percorridos. Em primeiro lugar, sou muito agradecida a Sua Majestade, rainha Elizabeth II, por sua graciosa permissão de estudar os Arquivos Reais da Grã-Bretanha sem nenhuma restrição e de citar material protegido por copyright. A arquivista-chefe, Miss Pamela Clark, foi especialmente prestativa em compartilhar uma parte de seu imenso conhecimento desses arquivos. Devo notar que em 9 de setembro de 2015, enquanto eu terminava a revisão final do livro, Sua Majestade finalmente ultrapassou a marca histórica de sua trisavó Vitória como monarca de mais longo tempo no trono britânico.

Trabalhei em dezenas de bibliotecas — e em cafés da vizinhança — enquanto elaborava a biografia de Vitória: a Biblioteca Pública de Nova York, a Biblioteca Social de Nova York, a Biblioteca da Universidade da Pensilvânia, a Biblioteca Pública de Nova Gales do Sul, a Biblioteca Mitchell, a Biblioteca Nacional da Austrália, a Biblioteca Nacional da Escócia, a Biblioteca Britânica, a Biblioteca de Londres e a Biblioteca de Manly. Agradeço em particular a Patrick Fletcher, da Biblioteca Social de Nova York, a Anna Sander, Curadora Lonsdale de Arquivos e Manuscritos do Balliol College, Oxford, ao dr. Ben Arnold, assistente de autorização de consultas na Biblioteca Bodleian, Oxford, e a Michael Hunt, curador da Casa Osborne.

Quentin Bryce, ex-governadora-geral da Austrália, ofereceu especial apoio durante seu mandato, como fez com tantas outras mulheres. Sem o seu auxílio, como também de Stephen Brady, então secretário oficial da sra. Bryce, eu não teria conseguido permissão de estudar nos Arquivos Reais. Serei sempre profundamente grata por isso. Lady Michaela e Lord Alexander Reid, de Lanton Tower, na Escócia, concederam-me generosamente acesso irrestrito aos diários e às anotações do dr. James Reid, bem como aos álbuns de recortes da família, que eram fascinantes.

Minha assistente de pesquisa, Catherine Pope, realizou um excelente trabalho na longa marcha de Vitória, com dedicação, inteligência, paciência e perspicácia, o qual foi crucial e incrivelmente apreciado (em particular a sua ajuda na lista de personagens). Outros auxílios valiosos foram dados por Jo Seto, Libby Effeney, Sam Register, Lucy Kippist, Madeline Laws e Cecilia Mackay. Entre os que leram o manuscrito e ofereceram sugestões importantes estão Joyhn Barrington Paul, Avery Rome e o professor Sean Brawley, da Universidade Macquarie. Evan Camfield foi um gigante em um mar de erros gramaticais, fez algumas correções essenciais, e me apoiou junto do resto da equipe da Random House, com quem tive a sorte de trabalhar. Yvonne Ward, da Universidade La Trobe, emprestou-me generosamente seus arquivos da Alemanha e Windsor. Carolyn Foley e Geoffrey Robertson ofereceram conselhos sábios e oportunos, assim como Robert Newlinds, que também ajudou com a pesquisa nas notas de rodapé.

Também agradeço a meus brilhantes amigos, que ajudaram de inúmeras maneiras: em especial Martha Sear, Jill Davison, Annabel Crabb, Damien Drew, Cathie Forster, Josie Grech, James Hooke, Kerri Ambler, Sarah Macdonald, Ali Benton, Ian Leuchars, John Harwood, Briony Scott, Leigh Sales, Mia Freedman, Lisa Whitby, Emma Alberici, Richard Scruby, Morgan Mellish, Ellie Wainwright, Bernard Zuel, John Clreary, Pete Baker, Jonathan Darman, Sterling Brain, Elizabeth Hawke, Kimberly Lipshus, Lisa Wilkinson, Jacqui Maley, Kendall Hill, Jo Dalton e Sacha Molitorisz. E, claro, meu pessoal de NYC: Katie Maclennan, Kerri Kimball, Lisa Hepner, Mary Morgan, Laura Weinbaum, Bonnie Siegler e Andrew Sherman.

Meus colegas na ABC entenderam e possibilitaram a minha insana vontade de escrever, em especial Tony Hill, Steve Cannane, Gaven Morris e Mark Scott assim como a equipe Bateria (Bonnie Symons Brown, Tanya Nolan, Annie White, e também Emily, Jade, Lily, Mike e Bennett). Muitos outros ajudaram de inúmeras maneiras até difíceis de especificar: Par Irving, Annabel Andrews, Ian Macgill, Norman Swan, Walter Shapiro, Meryl Gordon, Darren Saunders, Naama Carlin, Niall Rangney, Jane e Bob Maclennan e Alex Ellinghausen (por tirar minha foto de autor à meia-noite durante a campanha das eleições). Com minha professora do secundário, Care Vacchini, aprendi que a história não se resume a datas e retratos solenes; inclui também trincheiras e panfletos, propaganda e literatura, blecautes e meias de seda. E que as mãos humanas criaram, ao mesmo tempo, destruição brutal e requintada beleza. Gostaria que toda a garotada tivesse uma professora como ela.

Faço um agradecimento especial a algumas pessoas: o leal Tim Dick, por ler os rascunhos e, com a maravilhosa Cath Keenan, nunca deixar de me causar gargalhadas, junto com o resto do querido pessoal do Yum Cha; Vanessa Whittaker, pela camaradagem e seu infinito estoque de sacações engraçadas; James Woodford, pela compreensão, pela bondade e por uma misteriosa capacidade de separar o joio do trigo; Caitlin McGee, por ser a pessoa mais gentil e bondosa que conheço; Jo Chichester, por ser hilária, tranquila e confiável, ficando ao meu lado como o melhor tipo de cola; a incrível Liza Whitby, por me tirar do marasmo, acreditar em mim e ligar ideias na tomada; Peter Fitzsimons, meu terceiro irmão honorário, a lebre para minha tartaruga, numa corrida em que a lebre nunca dorme, por sempre me incentivar a prosseguir; a inigualável Maureen Dowd, por uma amizade especial e mil aventuras nova-iorquinas; Jonathan Swan, pelo apoio sempre inabalável e inalterável; Jo Fox, por me hospedar tão luxuosamente em Notting Hill por vários meses e garantir que meus surtos redatoriais fossem pontilhados com festivais de música e botas enlameadas; Jacqui Jones, sábia e malandra, pelas risadas, lealdade, brilho e capacidade infinita para conversar sobre tudo, todos os dias, durante a nossa busca de décadas pelas cornetas do Reino Élfico. Você é a melhor.

Há cinco pessoas que foram centrais para a concepção e execução deste livro. A Jon Meacham, meu maravilhoso ex-editor na Newsweek, cabe quase toda a culpa por minha decisão de escrever a biografia de Vitória. Sua perspicácia e seu insight foram fundamentais nas fases iniciais. Evan Thomas foi quem me atraiu a Nova York para trabalhar e me ensinou mais do que imagina. Minha inimitável agente, Binky Urban, tem dado um apoio inabalável desde o momento em que mencionei o nome de Vitória. Também tive a extrema sorte de ter Anna Pitoniak e Kate Medina como minhas editoras na Random House. Anna ofereceu uma leitura calma, atenta e encorajamento constante, fazendo muitas sugestões valiosas. Kate sempre foi incisiva, atenciosa e entusiástica, e entendeu na hora em que consistia o livro.

Consistia, em parte, em contar às garotas que conheço — especialmente Ava, Anna, Frances, Evelyn, Sophie, Mary, Grace, Ariel, Rose, Sybilla e minha filha Poppy — que uma jovem de dezoito anos comandou um Império. Todas vocês reinventarão e comandarão o mundo.

Por fim, meus maravilhosos pais, Judy e Bruce, sempre me disseram para fazer o que gosto. O apoio deles foi irrestrito e ilimitado. Bem como o apoio de meus irmãos Mike e Steve, sempre leais e divertidos; de minhas encantadoras cunhadas Kerryn e Annemaree; e de minhas queridas sobrinhas e sobrinhos: Laura, Cate, Luke, Elijah e Oscar. Minha filha Poppy e meu filho Sam são minhas estrelas polares gêmeas. Ensinaram-me o amor e me fizeram rir com gosto. Este livro é para vocês.