Vitória, a rainha
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3. A Lady of the Court [Uma dama da corte], Victoria’s Golden Reign, p. 2.
4. Beatrice para Bertie (Jorge VI), 14 maio 1943, Braubridge, Sussex, RA, AEC/GG/012/FF2/13.
5. Morshead para Lascelles, 14 maio 1943, RA, AEC/GG/012/FF2/14.
6. Benson escreveu em seu diário que Esher lhe dissera que Beatrice estava “ocupada em copiar do diário [da rainha] o que ela considerava de interesse público” — o que Benson considerava “a parte mais maçante”. Diário de Benson, v. 35, 25 jul. 1903, pp. 81-3; Yvonne Ward, Censoring Queen Victoria, p. 32.
7. Yvonne Ward, Censoring Queen Victoria, p. 188.
8. Ibid., p. 309.
9. Ibid., p. 327. Eles tinham uma tendência particular a favorecer Lord Melbourne, a quem Benson e Esher “adoravam”. No primeiro volume, havia trechos de 35 cartas da rainha Vitória para Lord Melbourne, e de 139 réplicas dele. Em 1837, seis das cartas de Melbourne foram publicadas, e apenas quatro de Vitória. Em 1838, três das cartas dela foram incluídas; dele, porém, foram mais vinte. Ibid., p. 191.
10. Giles St. Aubyn escreveu: “Tivesse sido ela uma romancista, suas obras completas ocupariam setecentos volumes, publicados ao ritmo de um por mês!” (Queen Victoria, p. 340). Mas essa é uma estimativa conservadora.
11. Em 21 de outubro de 1858, Vitória escreveu a Vicky: “Não sinto afeição por Windsor. Admiro o local e o considero esplêndido e imponente, mas destituído de qualquer traço que me faça amá-lo. Não, não sinto interesse algum por nada, como se não me pertencesse; e isso, obviamente, diminui os prazeres da existência de uma pessoa”. Seis dias depois, ela reiterou: “Como você consegue chamar Windsor de ‘querido’ é algo que não consigo entender. Parece uma prisão, tão grande e soturno. Para mim, é tedioso. Se comparado a Balmoral, é como saltar do dia para a noite. É bem assim!”. Roger Fulford (Org.), Dearest Child, pp. 140-1.