Dangerous

Daya Engler · Capítulo 13 de 45

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Dangerous

Capítulo 13

 

THOR

Suas sobrancelhas franziram, um cintilar de razão cruzando seu olhar.

Eu soube que a estava empurrando um pouco além do seguro, porém ela precisava entender, assim como eu precisava ouvir e ter certeza de que ela entendeu o que eu estava oferecendo. Sobretudo, o que ela me daria em troca. Exclusividade. Não podia tolerar que a sua rebeldia de hoje se repetisse, que ela permitisse outros em seu corpo, de nenhuma fodida maneira. Desejava-a além da minha sanidade, ainda assim, se ela não estava disposta a dar-me tudo, então, eu não queria nada.

Ela suspirou rendida quando, finalmente, disse:

— Não posso me tocar, Heithor. Não é suficiente. Quero que você faça...

Suas palavras se perderam, o olhar aflito brilhando em esperança para que as palavras fossem suficientes, porém, embora eu pudesse ver o quanto difícil estava sendo para ela, eu precisava ouvir.

Ella bufou, um som que foi quase um rosnado.

–– Inferno, Thor, o que quer ouvir, caralho? Eu quero você, va bene? Quero que me toque como estava fazendo, que me coma com seus dedos, com seu pau... o que for... E-eu preciso de você. Não posso ter o bastante sozinha. Meu corpo quer você. Só você... Per favore.

Por um instante tudo que eu pude fazer era somente olhar para ela, cativado pela maneira bonitinha que ela misturava o inglês com o italiano, pela paixão efervescente ondulando o marrom derretido de seus olhos, fazendo-os quentes e iluminados, a espera de uma ação minha. Eu era um filho da puta por empurrá-la assim, porém era o filho da puta mais feliz da face da Terra nesse momento. Mesmo meus bons princípios não poderiam tirar isso de mim. Orgulho puro e outras emoções apertaram meu peito, emoções que eu não quis examinar. Não ainda.

— Você é minha enquanto eu estiver aqui. Ponto final. Não tolerarei que outro homem te toque, de nenhuma fodida maneira. Essa buceta é minha. Está entendido?

Ela arfou, assentindo.

— Sì.

De repente, puxei meus dedos melados com sua excitação e os pousei em sua boca, deslizando-os sobre o contorno cheio de seus lábios borrados, sobre a costura.

— Prove-se — pedi sem realmente precisar fazê-lo, ela já abria os lábios, chupando-os para dentro do calor de sua boca. Minhas bolas se apertaram com a visão.

Observar seus pesados cílios se entrecerrarem enquanto sua língua traçava padrões em meu dedo, sua boca borrada pelos beijos que trocamos e brilhando com sua própria excitação, movendo-se com entusiasmo ativou em meu corpo um frenesi. Segurei sua boca para a minha fome dela quando a beijei duramente, querendo comê-la viva. Meus lábios se moveram sobre os dela enquanto minha língua explorava sua boca, antes de enroscá-la contra a sua, mimando-a a cada sugar.

Um gemido seu se quebrou em minha boca. Suas mãos se apertaram em minha cintura antes de se moverem para as minhas costas, e então, desceu por dentro da minha calça, apertando minha bunda sob a cueca, puxando meu quadril contra o seu, se esfregando contra mim. Sem afastar nossas bocas, eu dei isso a ela, empurrando a pélvis de volta, num movimento duro, difícil, até que o desejo de gozar queimou minhas bolas e fez a cabeça do meu pau latejar em agonia.

Iria gozar, mas, definitivamente, não seria na boxer.

Recuei ofegante, soltando-a e desci da cama.

Retirei a calça e a cueca e, em seguida, retornei a cama, ficando de joelhos em posição sentada na frente de seu corpo. Meu pênis latejou em minha palma, protestando contra a minha mão quando a deslizei sobre ele. Ele queria Ella. Sua boca. Sua buceta. Cada buraco dela.

Lentamente, respirei profundo, acalmando-me.

— Eu vou dizer o que vamos fazer... Primeiro, você vai chupar meu pau e minhas bolas até que eu goze na sua boca. Eu vou foder sua boquinha sexy e suja, e você vai tomar tudo de mim. Cada fodida gota. Depois vou comer minha buceta e reivindicar esse seu cuzinho doce. Se você se comportar bem, talvez eu te libere um orgasmo. E, antes que me ameace ou tente bancar a espertinha comigo novamente, eu já te adianto que, você não chegará sozinha. A vez para isso chegou e passou. Eu não vou mais permitir. Se continuar a se comportar como uma cadela, irá dormir com as mãos amarradas. Excitada, dolorida e sem qualquer alívio. Você entende isso?

Observei sua feição se apertar com sua rebeldia jovial, o desejo de gritar comigo estampado no rosto dela, e eu realmente apreciei isso. Gostava dela assim. Arredia. Mas hoje, queria-a doce, subjugada.

— Sì — disse ela, com a voz trêmula.

Assenti em aprovação.

— Venha aqui neném — ordenei, meu tom descendo uma nota, deixando minha voz mais grave e profunda quando segurei meu pênis. Ela engatinhou para mim. — Coloque os lábios em torno dele e mostre ao seu homem o quanto você quer isso.

A assisti lamber os lábios e meu pau pulsou em antecipação. Uma de suas mãos espalmou contra a minha coxa quando a outra agarrou meu membro, firmemente. Eu fechei as mãos em punhos ao lado do meu corpo quando sua boca úmida e má cercou a cabeça de meu pênis. Um gemido áspero correu da minha garganta com a sensação. Pendi a cabeça para trás, meus olhos se fechando brevemente, perdido na emoção afiada de ter sua boca em mim.

Aspirei fundo, abrindo os olhos e mirei abaixo enquanto prendia os dedos em seu cabelo, limpando a visão de sua boca em meu pau, e a segurei lá. Justo onde sua língua sacudia sobre a pele sensível debaixo da cabeça, enviando disparos de sensações correndo por meu eixo, indo diretamente para as minhas bolas. Ela lambeu todo caminho abaixo, molhando, queimando-o com sua saliva antes de tornar a sugar a cabeça enquanto movia a mão, trabalhando-a em volta do meu pau, numa sincronia enlouquecedora com a sua boca.

Suor cobriu meu corpo pelo esforço de me segurar.

— Foda, neném — grunhi. — Chupe isso apertado... Deus, Ella, sua boca é o céu.

Ela começou a chupar duro, como uma fodida profissional, atraindo a cabeça para a garganta enquanto a língua brincava em torno, os dentes raspando de leve. A resposta queimou meu corpo e me surpreendeu quando uma onda ígnea de calor febril viajou através do meu pau e retesou meu quadril. Ella tinha uma língua perversa, capaz de fazer um homem caminhar até o inferno, se a recompensa final fosse ter sua boca sobre ele. Os sons molhados da sucção que ela fazia eram altos e eróticos em meus ouvidos. Seus dedos brincaram com minhas bolas antes de sua boca o fazer. Uma lambida gentil, suave, enviando-me quase ao limite, e então, ela voltou a tomar meu pênis.

Eu não demoraria a vir em sua boca. Precisava gozar. Liberar a tensão estrangulando as minhas bolas, caso contrário, não duraria um minuto dentro dela e, quando eu estivesse lá, enterrado profundamente dentro do calor da sua buceta, eu queria aproveitar ao máximo. Entretanto, queria também apreciar por um momento a mais de sua boca diabólica.

— Abra a boca. Mais — instrui, não reconhecendo minha própria voz. Dura, selvagem e muito profunda. — Isso, assim mesmo my little bicth. Relaxe a garganta e respire pelo nariz. Deixe-me foder essa boquinha sensual. Assim mesmo neném. Foda.

Enrolei uma massa espessa de seu cabelo em meu punho, segurando acima de sua nuca então comecei a manejar o quadril, controlando minha força para não machucá-la, apesar de não aliviar em meus movimentos. Ella estava entregue, relaxada a minha invasão, tomando o que eu lhe dava, com uma fome que nunca vi em outra mulher. Ela era gulosa, e eu dei a ela tudo que tinha em mim.

Amava a visão do meu pau deslizando através daqueles lábios cheios e depois recuando, molhado com a sua saliva. O barulho que ela fazia quando tragava meu pênis a cada investida minha dentro era como uma faca, apunhalando minhas bolas e torcendo. Seus olhos estavam para mim, incendiários, com uma carga de emoção sexual. Fechei os meus quando o prazer ateou fogo em minha coluna e desceu até meus escrotos, voltando meus movimentos mais frenéticos. Os gemidos dela ao meu redor estremeciam a minha carne e acendeu o barril de pólvora, acionando minha libertação.

Que Deus me ajudasse, pois eu estava indo para gozar no fundo da sua garganta.

Friccionei os dentes debruçando a cabeça para trás, seu nome saindo entre os meus dentes e a segurei. Bem ali. Enquanto o prazer espremia o gozo das minhas bolas, viajando todo o caminho até a cabeça do meu pau, meu sêmen se derramando em sua garganta. Ela tomou tudo, como uma gatinha sedenta por leite. Isso me causou uma sensação boa pra caralho. Primitiva. De posse. Minhas mãos se afrouxaram em seu cabelo quando a última gota de porra caiu em sua língua.

Uma vez que pude respirar novamente, eu abri os olhos e olhei para ela.

Sua bochecha estava apertada em minha coxa, e seus braços estavam frouxamente ao redor de meus quadris. Seu corpo relaxado sobre a cama, as pernas afastadas deixando seu traseiro aberto.

Era a coisa mais atraente que eu já havia visto.

E eu teria tudo dela nesta noite. Cada parte sua estaria marcada por mim. Dentro e fora. De maneira que ela não poderia me tirar de lá, mesmo se quisesse.

Acariciei a lateral de seu rosto, ouvindo seu suspiro trêmulo. Eu tinha saciado uma pequena porção da minha fome por ela, e na outra mão, tinha lhe aplicado um terço da sua lição. Contudo, estava longe de me sentir satisfeito e, mesmo com a noite toda pela frente, eu duvidava que tivesse o bastante ao menos em uma parte. Nunca me cansaria dela. Nunca teria o bastante, mas morreria tentando.

Mais calmo, movi seu corpo, colocando-a estirada sobre suas costas, as pernas espalhadas para os lados quando me acomodei no berço de sua pélvis. Beijei sua boca brevemente e desci por seu pescoço, colo. Suguei seus mamilos rosados sem pressa então tornei a descer por sua barriga.

— Thor...

— O quê minha putinha quer?

— Toque-me. Por favor, toque-me antes que eu morra. — A voz dela era urgente, quebrada.

— Chupar o pau do seu homem te excitou mais?

Ela assentiu, lambendo os lábios, com uma sugestão de um sorriso arteiro no canto deles.

— Eu adoro o sabor do seu pau.

Busquei sua racha cremosa, impossivelmente mais molhada.

— Posso ver que sim... Está lisa e cremosa. Tão inchada que se eu não a tivesse visto antes, pensaria que já teve um pênis dentro de você.

Molhei dois dedos na boca e, em seguida, empurrei dentro dela. Embora estivesse gotejando, suas paredes inchadas ofereciam resistência a minha invasão, se moldando em torno de meus dedos num aperto de morte, induzindo o pensamento da tortura que seria quando os substituíssem por meu pênis. A insinuação enviou uma onda de luxúria para a minha virilha, engrossando meu pau outra vez. Ella gemeu, seus quadris ondulando, empurrando contra enquanto eu batia dentro dela. Cerquei seu clitóris em meus lábios, minha língua golpeando sobre e ao redor a cada sucção áspera. Eu podia sentir seu orgasmo se construindo e vindo rapidamente em meus dedos e boca.

Saber que ela estava se contorcendo de prazer, senti-la vindo e, principalmente, que era eu quem estava proporcionando isso a ela acariciou meu ego masculino de tal maneira, que eu queria rosnar, como um animal. Queria meter nela de tantas e tantas maneiras, que pervertido seria pouco.

— Oh, Dio! Foda-se, eu vou...

Afastei-me dela, de imediato, deixando-a no limite. Tragando duras respirações pela boca, eu olhei para ela choramingando pelo clímax interrompido enquanto minha mão alisava o meu membro endurecido, como se não tivesse acabado de gozar há pouco.

Os olhos dela estavam vidrados, a emoção estourando nas profundezas marrons. Agonia torcendo suas feições. Eu não esperei mais. Com um palavrão murmurado e um grunhido desesperado, eu fui dentro dela, forçando o tecido aquecido e os fluidos lisos até que estive enterrado até o cabo.

Ela soltou um grito. Eu rangi os dentes, lutando por controle enquanto era sugado por ela. Sua bucetinha tinha sido feita para a minha boca, para o meu pênis. Pequena, mas gulosa.

Nada podia ser tão delirante e ao mesmo tempo ser tão suave quanto à sensação de estar dentro dela, sentindo seus espasmos a minha volta. Sua fome, sua paixão podia acionar uma tormenta de excitação e emoções destemperadas dentro de mim, e, simultaneamente, trazer-me o sentimento de plenitude, de lugar certo. De estar em casa. E eu queria ficar lá por muito, muito tempo.

— Você é minha vadia, minha prostituta, minha amante. Está entendido? — grunhi num tom selvagem me dobrando sobre ela, e então, tomei sua boca num beijo ambicioso. — Hoje você só vai dormir quando meu pau estiver todo esfolado e sua buceta assada, cachorra.

— Ah, seu puto, faça isso... me esfole com esse pau gostoso... Foda-me, Thor.

O aroma de excitação e a imagem da mulher sensual sob mim, implorando-me para fazê-la minha, emudeceram-me, e a necessidade de reclamá-la apagou todo o pensamento racional.

Eu a segurei, uma das mãos plantadas em seu quadril e a outra em sua cabeça, suas pernas me abraçaram firmemente, e então, eu comecei a meter dentro com força e velocidade.

Não havia nada de bonito e sensual em meus golpes. Estes eram descuidados, primitivos. Golpes de um homem cego de desejo por sua mulher. Eu estava queimando, pulsando, muito vívido e desesperado por mais dela. Não podia estar em todas as partes de uma vez, mas fiz o meu melhor.

Ella não era uma garota que fazia o homem se perguntar o que acontecia ou duvidar de seu empenho. Seus gemidos guturais eram fortes e abundantes enquanto eu a fodia duro. Seus quadris elevando-se a cada investida do meu e seus gritos incentivavam-me a continuar. Em uma parte da minha cabeça havia o conhecimento de que seus gemidos altos não eram só de prazer, mas de dor também, porém eu não podia me controlar. Ela tinha soltado o animal que vivia enjaulado dentro de mim e, agora, ele queria marcá-la, absorvê-la, prender-me nela e arruiná-la para qualquer outro homem... E nada era suficiente.

Levantei a cabeça e tomei sua boca com volúpia, bebendo seu fôlego e suspiros de prazer quando movi a língua dentro da sua boca. Recuei para seus peitos, assaltando os bicos enrugados enquanto seguia martelando dentro dela sem perder o ritmo. Sentia-lhe tão molhada, meu pênis escorregando em seu canal com facilidade, indo fundo, amortecendo minhas bolas em sua entrada. Vez e outra meu pau deslizou fora e eu rapidamente o meti dentro. Minha pélvis estimulando seu clitóris mais e mais, até que a senti estremecer a minha volta, suas paredes me apertando. Fiquei imóvel.

— Não, maledetto! Mantenha me fodendo. Faça isso agora!

Lutando contra o desejo de satisfazer as suplicas dela por seu ápice privado outra vez, eu traguei baforadas de ar em respirações que me acalmaram enquanto fechava os olhos, reordenando meus próprios sentidos, e então, me retirei dela, apesar de seus esforços para manter dentro.

— Desgraçado, volte aqui, Thor! Maldito. Ti odio!

— É gostosa pra caralho, neném. — Ela xingou mais enquanto minhas mãos em seus joelhos seguram-na aberta. — Sua racha está tão inchada e vermelha agora mesmo, que parece uma cereja... Uma que quero comer até que não possamos andar. Muito sexy.

— Se v-voltar a me... torturar novamente...acredito que morrerei. — A agonia mortificada em sua voz frágil agiu como uma descarga elétrica sobre a minha vontade de satisfazê-la.

Enchi o peito de ar, aquietando aquelas emoções, o desejo de dar a ela o que queria. Não ainda. Ela esperaria por sua libertação. Este era o seu castigo. Nem um minuto a menos, nem a mais.

— Não estou te torturando querida — resmunguei, olhando fixamente em seu rosto suado, todo seu corpo brilhava pelo suor. — Te dou prazer e é bom que se lembre que sou eu quem pode te dar esse tipo de prazer. Ninguém mais pode te deixar tão quente e louca de desejo como eu.

Ela grunhiu. Um som que para mim foi sexy como o diabo.

— Maledetto, está me privando o orgasmo... Isso dói, suo disgraziato di merda... S-se eu pudesse me colocar de pé te daria uns murros por ser tão mau.

Soltei um riso duro.

— É genial que não possa — murmurei, um segundo antes de cair de boca em sua buceta, novamente, cuidando para que ela não gozasse. Ella gritou e arqueou os quadris.

Desta vez, meu dedo sondou seu cu. Minha tara desde que a tive embaixo de mim. Ela estava pronta para me tomar. Tinha tomado todo o cuidado para prepará-la durante semanas e agora estava na hora de tomar o que era meu. Só o pensamento quase me fazia gozar de antecipação.

Usei a lubrificação escorrendo da sua buceta indo para seu buraco virgem e apertei o dedo, introduzindo o primeiro nódulo. Antonella chiou, mas deixou ir. Forcei mais um pouco e o segundo nódulo entrou. Sua resistência a invasão só intensificou minha fome de tomá-la lá. Impossivelmente mais apertada, mais quente. Arrastei a língua para a entrada do seu sexo e a rodeei com a ponta antes de penetrá-la ali, como meu pau fazia antes, ao mesmo tempo em que comecei a mover o dedo dentro do seu ânus, investindo-o todo. Quando a senti mais relaxada cuspi na sua prega e adicionei o segundo, estirando seus músculos lentamente, com movimentos precisos e sensuais.

Movi o olhar para cima e quase perdi a mente ao ver seu tronco arqueado, a cabeça jogada para trás, com o lábio preso nos dentes enquanto seus dedos puxavam as pontas duras de seus seios.

Não havia nada mais luxurioso que ver uma mulher abandonada no desejo. Nada podia embevecer mais um homem que a visão de sua mulher embrulhada no prazer que ele lhe dava.

— Thor — ela gemeu ofega. — Você está me matando.

Dei um risinho, orgulhoso.

— Essa é a ideia, neném. Embora não mereça que eu facilite, quero você tão excitada e necessitada que me receba em seu cuzinho sem qualquer esforço.

Intensifiquei meus próprios esforços, fodendo-a com a língua e os dedos. Seus gemidos e murmúrios aumentaram. Uma de suas mãos se agarrou ao meu cabelo, puxando com força. Não havia dor, apenas soberba masculina. Eu não parei até que a tive tremendo incontrolável, seu corpo se arqueando sem forças contra mim.

Desci da cama, pegando da gaveta da mesinha de noite um tubo de KY, que guardava para a ocasião, e um envelope de camisinha. Voltei para a cama.

— Fique sobre suas mãos e joelhos — amestrei, ajudando-a a se colocar na posição. — Cabeça para baixo e a bunda para o alto. Abra as pernas. Mais.

Inclinei-me sobre ela, depositando um beijo na linha da sua coluna e outro sobre sua tattoo na nuca, deslizei as mãos por suas costas fazendo o caminho até seu traseiro redondo. Era pequeno e delicado e, em breve, meu. Acariciei a curva abaixo, sentindo-a tremer sob meu toque.

Não pude deter minha mão quando ela caiu, marcando sua pele avermelhada pelos tapas anteriores. Ela engasgou com um gemido e xingou. Coloquei uma boa quantidade de lubrificante nos meus dedos e em seu buraco enrugado. Ella ficou tensa, de repente.

— Relaxe neném. Eu serei cuidadoso — prometi, penetrando os dois dedos devagar. — Não vou mentir. A princípio vai doer, mas depois garanto que vai gostar. Vou fazer bem gostosinho.

Gradativamente, ela relaxou enquanto eu batia os dedos dentro dela. Não me demorei, estimulei-a o suficiente para que o choque do meu pênis não fosse tão grande. Ser o primeiro a tomá-la lá causava um tipo de vaidade diferente no meu interior. Uma agitação, um frenesi. Era mais que orgulho masculino, mas isentei-me de analisar essa emoção no momento.

Retirei os dedos então busquei o envelope, rasgando-o, em seguida. Rapidamente desenrolei o látex em meu pau e agarrei o tubo, novamente. Segurei a base do meu membro quando o tive besuntado no lubrificante e conduzi a cabeça para seu ânus. Ella retesou ao primeiro contato.

— Thor...

— Preciso que relaxe para mim e não lute contra — sussurrei, controlando meu tom para ocultar minha própria tensão enquanto agarrava seu quadril com a mão livre. — Relaxe, neném, e empurre contra quando eu forçar. Pode fazer isso para mim?

Ela assentiu aturdida.

— Boa garota. Agora baby, empurre — disse quando comecei a forçar dentro, controlando minha própria força e a vontade que tinha de afogar-me nela por inteiro.

Ver seu cuzinho resistindo e aos poucos ceder, quase que em câmera lenta a invasão da cabeça do meu pau, abrindo-se timidamente, era uma fodida tortura. Pressionei um pouco, e a glande entrou nela. Meu maxilar travou. Pressionei mais, devagar, forçando o anel de músculos aliviarem. Amaldiçoei entre os dentes cerrados e cravei os dedos em seus quadris. Sentia meu corpo transpirar, de repente. O suor escorrendo do meu rosto indo para meu pescoço, meu peito.

— Maldita seja, é muito estreita. Não vou poder me conter por muito — grunhi duramente, não sabendo se para ela ou para mim mesmo.

— É muito Thor, — ela engasgou.

— Estamos indo bem, querida. Relaxe... Isso, assim. Vai gostar disso tanto quanto eu estou gostando de ter meu pau no seu cuzinho apertado. Eu prometo. É muito gostosa, neném.

A pressão em torno do meu pênis aumentou, estrangulando-me quando voltei a empurrar para frente, introduzindo mais alguns centímetros. Ela ofegou. Alisei suas costas, acalmando a ela e a mim mesmo, com carícias tenras sobre a sua pele aquecida. Ella relaxou um pouco mais. Movi a mão abaixo, alcançando seu clitóris e o massageei brandamente. A tensão do corpo dela se foi, e eu aproveitei para puxar para trás e voltei entrando mais um pouco.

— Muito bem querida. Estou quase lá. Só mais um pouco.

Com uma última aposta, enquanto me agarrava freneticamente a seus quadris e soltava um grunhido, me introduzi por inteiro. Ella soltou um gemido gutural.

— Merda! Isso dói — ela engasgou, apertando os dedos no travesseiro, seus músculos tão apertados ao meu redor que pensei que morreria asfixiado. — Está ardendo Thor. Faça parar.

— Não lute contra, neném. Me aceite. — Intensifiquei minha carícia em seu grelinho. O calor dela, os espasmos contínuos de seus músculos a minha volta fez-me apertar os dentes. — Logo vai passar e tudo que sentirá será prazer. Juro isso a você... Ah, porra, que cuzinho gostoso.

Esperei, puxando o meu controle com duras respirações, com medo de vir no primeiro golpe, até que ela, mais relaxada, começou a pedir que eu me movesse. Retirei-me dela até quase a metade e voltei devagar, sentindo cada centímetro estirado e logo o agarre dos músculos. Sob meus dedos, os soluços de Ella se converteram em gemidos. Os gemidos em súplicas quando seu quadril começou a balançar, recebendo minhas investidas ponderadas. Gradativo, eu a empalei mais e mais.

— Você me pertence, Antonella?

Ela arquejou.

— Pertencer a você?

— Diga-me que você me pertence, Antonella. — Foi mais que uma petição, foi um rogo que eu não fazia ideia de onde havia vindo, mas precisava a ouvir dizer.

— Sì! — Ela gritou a palavra. — Deus, sim, Thor. Sou sua.

Aquele sentimento de possessão que somente ela despertava em mim, vibrou e expandiu o meu peito com satisfação. Contentamento puramente masculino.

— Esse traseiro é meu. Essa buceta é minha.

Minha palma se encheu com sua carne suave.

— Sim, sim, sim! Me bate, Thor! Oh, merda!

Deitei a mão no seu traseiro. Uma. Duas. Três vezes. Sentindo-a queimar ao meu redor.

— Gosta assim, my little bicth?

— Dio, Thor, eu adoro... Fode o meu traseiro com força.

Martelei dentro de seu rabo algumas vezes, batendo lá no fundo.

— Assim?

— Sim! Me dá uma surra de pau, gostoso. Mmmm...

Ela chorou. Eu adorei.

Observei seu cabelo longo e castanho claro, espesso e cheio, com cachos dourados revoltados nas pontas, que caíam pelas costas. Seu rosto estava virado, os olhos semi-abertos. A excitação ardia em seu rosto, resplandecia naquelas dilatadas pupilas marrons. Tão linda. De repente, com a mão livre agarrei o cabelo dela e puxei sua cabeça para trás ao mesmo tempo em que me inclinava.

Beijei sua garganta e a bochecha, e comecei a penetrar nela com mais força e mais velocidade.

Ella gemeu, fincando as unhas na lateral da minha coxa.

Responsiva. Tão suada quanto eu. Seu clímax vindo num galope infernal.

Meu êxtase começou justo quando o orgasmo estalou sobre ela, viajando por meu pênis comprimido por seus músculos assassinos. Enlouquecedor e austero. Eu tentei contê-lo enquanto ela vinha em meus dedos, prendendo-me em seu corpo, explodindo com um grito.

Pensei no meu trabalho, nas merdas que já fiz e nas que eu tinha de lidar diariamente ––, mas o calor ígneo aumentava ante minha necessidade de gozar.

O canto erótico ao fundo dos sons sensuais que Ella fazia, das nossas carnes se chocando marcando o quarto, da cabeceira batendo na parede. Sons de sexo quente e imoral era uma dinamite com explosão iminente. Não pude conter meu gozo por mais tempo. Senti vários estremecimentos na base de minhas costas. Meus testículos esticaram. Eu queimei vivo no calor intenso, meu sêmen correndo por meu pênis como fogo líquido enquanto a comia como o demônio, que às vezes sentia que tinha me tornado, sofrendo com fome, demente.

Ella levou tudo de mim.

Enterrado em sua bunda, eu fiquei imóvel segurando seu corpo lasso junto ao meu à medida que os estremecimentos do orgasmo arrebatador que tínhamos experimentado ainda nos assolavam.

Meu coração frenético acalmou-se pouco a pouco, porém a euforia do prazer que o desacelerava fora substituído por outro tipo de prazer. O tê-la comigo.