Garota, 11

Amy Suiter Clarke · Capítulo 48 de 50

Páginas do PDF

Garota, 11

Agradecimentos

Escrever um romance é um ato solitário, mas trazê-lo ao mundo

é algo impossível de ser feito sem ajuda.

Sou mais do que grata à minha agente, Sharon Pelletier, cujas

brilhantes notas editoriais fortaleceram este manuscrito. Você é a

melhor defensora e paladina que eu poderia querer — estou feliz

por tê-la em meu time. Lauren Abramo, minha indomável agente

de direitos estrangeiros, que trabalhou com inúmeros coagentes

e olheiros literários para fazer com que este livro fosse mais

internacional do que eu sou. Gostaria de agradecer

especialmente a Kemi Faderin por tudo o que faz. Toda a equipe

da é inigualável quando se trata de ser incrível. Sério.

Quando falei pela primeira vez ao telefone com minha editora,

Jaime Levine, percebi que ela sacava esse livro. A história não

estaria onde está hoje sem seu feedback incisivo, sem sua

recusa em me deixar fazer escolhas fracas de personagem, e

sua profunda compreensão do que eu queria dizer. Além disso,

obrigada também por me apresentar o termo “donut humano” e

por saber tanto sobre o chá Darjeeling.

O entusiasmo de todos na com este livro tem continuado

a me surpreender. Helen Astma me apoiou no início da caminhada, e Millicent Bennet e Deb Brody me acompanharam

pelo resto da estrada. Ana Deboo, copidesque extraordinária,

encontrou uma centena de pequenos errinhos que teriam me

dado insônia — você é uma bênção. Romanie Rout varreu cada

palavra e cada pontuação com olhos de águia. A equipe de

design — Jessica Handelman, Mark Robinson e Margaret

Rosewitz — fez com que este livro fosse maravilhoso por dentro

e por fora. Johannes Wiebel criou uma ilustração esplêndida para

a capa que me deixou sem ar quando vi pela primeira vez. As

incríveis Laura Brady, editora de produção, e Fariza Hawke,

assistente editorial, ofereceram um auxílio inestimável ao longo

do processo. Minha agente publicitária Marissa Page, Liz

Anderson, gênia de marketing, e toda a equipe de vendas

trabalharam incansavelmente para levar este livro até leitores de

todo o país. Obrigada a cada um de vocês.

Também sou grata aos editores do mundo inteiro que viram

algo neste livro e estão ajudando a história de Elle a atravessar

fronteiras e barreiras linguísticas. Um obrigada especial a Harriet

Wade e à equipe da Pushkin Vertigo, no Reino Unido, por

criarem um lar para meu livro no país onde descobri que era

escritora. E estou muito feliz em ser publicada pela Text na

Austrália, minha segunda casa. Obrigada a Alaina Gougoulis,

Madeleine Rebbechi, Julia Kathro, Kate Lloyd, Michael Heyward

e à equipe inteira por cuidar tão bem deste livro.

Muitos especialistas em vários assuntos me ajudaram a ser o

mais precisa possível. Qualquer confusão entre ficção e vida real

são escolhas minhas, não erros deles! A dra. Annalisa Durdle foi

generosa com sua orientação sobre como seria a identificação forense da mancha de chá. O Sultan Qaboos University Medical

Journal disponibilizou um estudo sobre um caso de

envenenamento por sementes de mamona. A dra. Judy Melinek

e T. J. Mitchell coescreveram o mais fascinante dos livros sobre a

carreira de médico-legista, e ele inspirou o personagem de

Martín, além de fornecer algumas das informações sobre

autópsia presentes neste livro. O toxicologista forense Justin

Brower respondeu minhas mais ardentes perguntas sobre a

ricina e como ela é detectada em uma autópsia. A biblioteca de

Hennepin County forneceu uma resposta mais rápida que a

velocidade da luz sobre registros de 1996, provando mais uma

vez que bibliotecários são super-heróis.

Obrigada ao meu colega escritor Rogelio Juarez, que me

auxiliou com atenção diligente com detalhes, insights e

sugestões sobre os personagens latinos neste livro. Candice

Montgomery, sua generosidade e incentivo na primeira revisão

deste livro e na revisão da personagem de Ayaan significaram o

mundo para mim. Qualquer infidelidade na representação dos

personagens é responsabilidade minha.

O caminho até a publicação é pavimentado por rejeição, e

estou certa de que ter outros escritores como amigos é a única

forma de sobreviver. Bethany C. Morrow, você é a melhor amiga,

confidente e parceira de crítica de toda minha existência. Tap,

tap, tap — caso encerrado. Marjorie Brimer, seu entusiasmo e

animação se igualaram ao meu durante todo o processo de

publicação e são verdadeiras bênçãos. Libby Hubscher, estou

muito feliz por ter conseguido seu contrato de publicação quase ao mesmo tempo e por termos compartilhado todos os altos e

baixos que o mercado editorial tem a oferecer.

Anna Newallo, Megan Collins, Katherine Locke, Amy Gentry,

Rena Olsen, Kosoko Jackson, Kiki Nguyen, Denise Williams,

Ryan Licata, Candice Fox, Halley Sutton e dezenas de outros

autores foram fonte de inspiração, apoio e insights essenciais ao

longo dos anos. Autores de crime e thriller que admiro há anos

leram este livro antecipadamente e recomendaram que outros

autores lessem também. Não posso agradecê-los o suficiente:

Ver o nome de vocês ao lado do meu livro significa o mundo para

mim.

A Kingston Writing School em Londres foi onde comecei a

levar a escrita a sério, e sou incrivelmente grata aos professores

e escritores residentes que a levaram a sério também. James

Miller, Adam Baron, Paul Bailey e muitos outros me ajudaram a

desenvolver minha voz e a encontrar minha prosa floreada.

Meus colegas de trabalho em todo emprego que tive nos

últimos cinco anos foram sempre muito legais em relação à

minha escrita, mas sou grata especialmente a Clare, que sempre

me encorajou a arranjar tempo para minha carreira como autora

quando precisei.

Sou extremamente sortuda por ter o apoio incondicional da

minha família, tanto nos Estados Unidos quanto na Austrália, e

por terem me motivado enquanto eu escrevia e, mais tarde,

celebrado essa conquista comigo. Obrigada especialmente aos

meus irmãos — Joel, Erin e Deborah — por terem me

proporcionado uma infância rica, hilária e por vezes enfurecedora, que hoje em dia posso mencionar em um infinito

número de histórias.

Minha mãe foi a primeira pessoa a acreditar em minha escrita

e sempre me encorajou a trabalhar nela, me ajudando a

aprimorar minhas habilidades e meu estilo desde cedo.

Conversas tarde da noite com meu pai me ajudaram a descobrir

no que eu realmente acredito, e ele me motivou a compartilhar

essas ideias com o mundo. Estou muito feliz por não terem feito

a ideia de ser escritora parecer algo distante — embora fosse!

Finalmente, obrigada ao meu marido, Peter, que sabia que

estava se casando com uma escritora e topou mesmo assim.

Obrigada por não me deixar desistir, por me trazer lanchinhos,

por me mandar para retiros de escrita e por estourar uma garrafa

de champagne às seis da manhã quando recebi a oferta. Eu te

amo.