Garota, 11
Agradecimentos
Escrever um romance é um ato solitário, mas trazê-lo ao mundo
é algo impossível de ser feito sem ajuda.
Sou mais do que grata à minha agente, Sharon Pelletier, cujas
brilhantes notas editoriais fortaleceram este manuscrito. Você é a
melhor defensora e paladina que eu poderia querer — estou feliz
por tê-la em meu time. Lauren Abramo, minha indomável agente
de direitos estrangeiros, que trabalhou com inúmeros coagentes
e olheiros literários para fazer com que este livro fosse mais
internacional do que eu sou. Gostaria de agradecer
especialmente a Kemi Faderin por tudo o que faz. Toda a equipe
da é inigualável quando se trata de ser incrível. Sério.
Quando falei pela primeira vez ao telefone com minha editora,
Jaime Levine, percebi que ela sacava esse livro. A história não
estaria onde está hoje sem seu feedback incisivo, sem sua
recusa em me deixar fazer escolhas fracas de personagem, e
sua profunda compreensão do que eu queria dizer. Além disso,
obrigada também por me apresentar o termo “donut humano” e
por saber tanto sobre o chá Darjeeling.
O entusiasmo de todos na com este livro tem continuado
a me surpreender. Helen Astma me apoiou no início da caminhada, e Millicent Bennet e Deb Brody me acompanharam
pelo resto da estrada. Ana Deboo, copidesque extraordinária,
encontrou uma centena de pequenos errinhos que teriam me
dado insônia — você é uma bênção. Romanie Rout varreu cada
palavra e cada pontuação com olhos de águia. A equipe de
design — Jessica Handelman, Mark Robinson e Margaret
Rosewitz — fez com que este livro fosse maravilhoso por dentro
e por fora. Johannes Wiebel criou uma ilustração esplêndida para
a capa que me deixou sem ar quando vi pela primeira vez. As
incríveis Laura Brady, editora de produção, e Fariza Hawke,
assistente editorial, ofereceram um auxílio inestimável ao longo
do processo. Minha agente publicitária Marissa Page, Liz
Anderson, gênia de marketing, e toda a equipe de vendas
trabalharam incansavelmente para levar este livro até leitores de
todo o país. Obrigada a cada um de vocês.
Também sou grata aos editores do mundo inteiro que viram
algo neste livro e estão ajudando a história de Elle a atravessar
fronteiras e barreiras linguísticas. Um obrigada especial a Harriet
Wade e à equipe da Pushkin Vertigo, no Reino Unido, por
criarem um lar para meu livro no país onde descobri que era
escritora. E estou muito feliz em ser publicada pela Text na
Austrália, minha segunda casa. Obrigada a Alaina Gougoulis,
Madeleine Rebbechi, Julia Kathro, Kate Lloyd, Michael Heyward
e à equipe inteira por cuidar tão bem deste livro.
Muitos especialistas em vários assuntos me ajudaram a ser o
mais precisa possível. Qualquer confusão entre ficção e vida real
são escolhas minhas, não erros deles! A dra. Annalisa Durdle foi
generosa com sua orientação sobre como seria a identificação forense da mancha de chá. O Sultan Qaboos University Medical
Journal disponibilizou um estudo sobre um caso de
envenenamento por sementes de mamona. A dra. Judy Melinek
e T. J. Mitchell coescreveram o mais fascinante dos livros sobre a
carreira de médico-legista, e ele inspirou o personagem de
Martín, além de fornecer algumas das informações sobre
autópsia presentes neste livro. O toxicologista forense Justin
Brower respondeu minhas mais ardentes perguntas sobre a
ricina e como ela é detectada em uma autópsia. A biblioteca de
Hennepin County forneceu uma resposta mais rápida que a
velocidade da luz sobre registros de 1996, provando mais uma
vez que bibliotecários são super-heróis.
Obrigada ao meu colega escritor Rogelio Juarez, que me
auxiliou com atenção diligente com detalhes, insights e
sugestões sobre os personagens latinos neste livro. Candice
Montgomery, sua generosidade e incentivo na primeira revisão
deste livro e na revisão da personagem de Ayaan significaram o
mundo para mim. Qualquer infidelidade na representação dos
personagens é responsabilidade minha.
O caminho até a publicação é pavimentado por rejeição, e
estou certa de que ter outros escritores como amigos é a única
forma de sobreviver. Bethany C. Morrow, você é a melhor amiga,
confidente e parceira de crítica de toda minha existência. Tap,
tap, tap — caso encerrado. Marjorie Brimer, seu entusiasmo e
animação se igualaram ao meu durante todo o processo de
publicação e são verdadeiras bênçãos. Libby Hubscher, estou
muito feliz por ter conseguido seu contrato de publicação quase ao mesmo tempo e por termos compartilhado todos os altos e
baixos que o mercado editorial tem a oferecer.
Anna Newallo, Megan Collins, Katherine Locke, Amy Gentry,
Rena Olsen, Kosoko Jackson, Kiki Nguyen, Denise Williams,
Ryan Licata, Candice Fox, Halley Sutton e dezenas de outros
autores foram fonte de inspiração, apoio e insights essenciais ao
longo dos anos. Autores de crime e thriller que admiro há anos
leram este livro antecipadamente e recomendaram que outros
autores lessem também. Não posso agradecê-los o suficiente:
Ver o nome de vocês ao lado do meu livro significa o mundo para
mim.
A Kingston Writing School em Londres foi onde comecei a
levar a escrita a sério, e sou incrivelmente grata aos professores
e escritores residentes que a levaram a sério também. James
Miller, Adam Baron, Paul Bailey e muitos outros me ajudaram a
desenvolver minha voz e a encontrar minha prosa floreada.
Meus colegas de trabalho em todo emprego que tive nos
últimos cinco anos foram sempre muito legais em relação à
minha escrita, mas sou grata especialmente a Clare, que sempre
me encorajou a arranjar tempo para minha carreira como autora
quando precisei.
Sou extremamente sortuda por ter o apoio incondicional da
minha família, tanto nos Estados Unidos quanto na Austrália, e
por terem me motivado enquanto eu escrevia e, mais tarde,
celebrado essa conquista comigo. Obrigada especialmente aos
meus irmãos — Joel, Erin e Deborah — por terem me
proporcionado uma infância rica, hilária e por vezes enfurecedora, que hoje em dia posso mencionar em um infinito
número de histórias.
Minha mãe foi a primeira pessoa a acreditar em minha escrita
e sempre me encorajou a trabalhar nela, me ajudando a
aprimorar minhas habilidades e meu estilo desde cedo.
Conversas tarde da noite com meu pai me ajudaram a descobrir
no que eu realmente acredito, e ele me motivou a compartilhar
essas ideias com o mundo. Estou muito feliz por não terem feito
a ideia de ser escritora parecer algo distante — embora fosse!
Finalmente, obrigada ao meu marido, Peter, que sabia que
estava se casando com uma escritora e topou mesmo assim.
Obrigada por não me deixar desistir, por me trazer lanchinhos,
por me mandar para retiros de escrita e por estourar uma garrafa
de champagne às seis da manhã quando recebi a oferta. Eu te
amo.