O Empreendedor Viável
2. Do modelo ao famigerado plano de negócios
2. Do modelo ao famigerado plano de
negócios
Muito se fala hoje em dia em modelo de negócio: exércitos de jovens empreendedores esboçam novos e revolucionários modelos de novas empresas, produtos, serviços e soluções, em busca de sócios, parceiros ou investidores para tirar suas ideias do lugar e transformá-las na próxima grande startup.
Entretanto, embora, para efeitos de concorrência em premiações de
startups, concursos, pitches e eventos com investidores, o modelo e algum protótipo do produto e serviço pareçam ser suficientes, a carência de um
plano ou estratégia transforma potenciais bons negócios em fiascos e cases atrapalhados de gestão e administração, uma vez que os modelos são colocados em operação.
Um empreendedor viável é precavido e, como todo empresário que age desse modo, possui um mínimo planejamento em relação a seus próximos passos, assim como está minimamente preparado para reagir a falhas, imperfeições e mesmo mudanças completas de cenários durante a aplicação e desenvolvimento do modelo de negócio proposto.
Nesta parte do livro, iremos mostrar que a administração e gestão clássicas ainda têm muito a contribuir para o empreendedor moderno e que desconsiderar a concorrência enquanto a mesma o considera pode levar a tentativas de suicídio empresariais extremamente bem-sucedidas – em outras palavras: o fracasso completo de uma startup promissora.
Esqueça os badges
Todos conhecem hoje o Foursquare – você basicamente faz um check-in nos locais que frequenta e, dependendo do número de lugares, frequência ou
tipo de estabelecimento, você ganha pontos, ou badges, e passa a “ganhar” de seus amigos e conexões em um ranking semanal, uma estratégia clara de
gamification.