O Exterminador do Futuro
Bairro Hancock Park 6:12 p.m.
■ BAIRRO HANCOCK PARK
6:12 P.M.
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O Exterminador apertou o botão para soltar o pente de sua automática com visor a laser, deixou cair o
carregador sobressalente e imediatamente o substituiu por um novo. Ele ficou de pé ao lado do corpo
estrebuchante e ensopado de sangue de Sarah Helene Connor, depois recarregou e apontou o laser no
centro da testa da mulher, no caso de mais uma bala ser necessária.
Não foi.
Ele se ajoelhou ao lado dela no corredor estreito de seu apartamento bagunçado e pegou um estilete no
bolso de seu casaco. Cuidadosamente, com precisão e sem hesitar, o Exterminador fez uma incisão na
base do tornozelo de Sarah e cortou ao longo do músculo em volta da tíbia, parando no joelho. Separando
o músculo bifurcado, ele passou os dedos pelo osso branco e brilhante.
Ele não encontrou o que estava procurando. Outra morte sem a identificação confirmada do alvo. Ident
neg. Ele guardou o estilete e se pôs de pé. Analisou as opções. Das três Sarah Connor no catálogo
telefônico, duas haviam sido eliminadas. Faltava uma, Sarah Jeanette Connor. A lógica dizia que ela seria
a tal.
O Exterminador escolheu uma estratégia. Voltar para a base de operações. Rearmar-se. E fazer a última
viagem.
Ele caminhou determinado pelo dia que escurecia.