O Exterminador do Futuro
Tikki Motel 6:27 p.m.
■ TIKKI MOTEL
6:27 P.M.
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Quando o homem chegou à porta, o coração de Sarah parou. Ele bateu uma vez. Mais duas vezes. E
depois mais uma vez. Sarah suspirou aliviada e destrancou a porta.
Sarah queria jogar os braços em volta de Reese e beijá-lo, mas ele já estava passando por ela na
direção da cozinha antes que a ideia se desenvolvesse completamente.
Ela trancou a porta novamente, ainda sentindo a adrenalina em seu corpo, e virou-se para Reese. Queria
dizer que estava feliz por ele ter voltado. Muito feliz. Mas ele estava colocando duas sacolas de
supermercado na bancada e abrindo-as perfunctoriamente. Vários frascos rolaram sobre os azulejos
manchados. Sarah olhou para eles, confusa, lendo os rótulos. “O que temos aqui? Xarope de milho,
amônia, naftalina. Humm. O que teremos para jantar?”
Reese não respondeu à pobre tentativa de humor. Ele estava desembrulhando outro saco cheio de
munição para o .38, sinalizadores de fumaça, fita adesiva, tesouras, uma pequena panela com escorredor
e fósforos. “Plastique”, respondeu ele, distraído.
“Plastique? O que é?”
“Nitroglicerina, basicamente. Um pouco mais estável. Eu aprendi a fazer quando era garoto.” Sarah
olhou para os frascos fedorentos e suspirou.