As 999 Primeiras Mulheres de Auschwitz

Heather Dune Macadam · Capítulo 49 de 49

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As 999 Primeiras Mulheres de Auschwitz

Notas Sobre as Fontes

 

Nota da Autora

1 Autor de Šiestý prápor na stráž ! (The Sixth Battalion on Guard! , 1964), Kóšer rota (The Kosher Battalion , 1966) e Mušketieri žltej hviezdy (Musketeers of the Yellow Star , 1967). Knieža lutou juntamente com os partisans na guerra.

Capítulo Um

A descrição de Humenné foi concebida a partir dos escritos de Ladislav Grosman, discussões com Edith Grosman, fotografias de arquivo da cidade de Humenné, memórias de Lou Gross, entrevistas com Rena Kornreich e minha própria visita a Humenné em 2016, quando o historiador judeu local Juraj Levický me mostrou a cidade.

2 Edith Grosman, entrevista com a autora, 20 de julho de 2018.

3 De Grosman, The Bride , p. 30.

4 Documentos pessoais de Ivan Jarny. O sobrenome de Ivan era Rauchwerger, que “em alemão significa curtidor de peles. Não gostava da associação e soa estranho quando pronunciado em inglês. Eu também tive uma experiência ruim causada pelo nome”. Depois da guerra, ele quase foi morto pelos russos, que pensavam que, com um nome como Rauchwerger, ele deveria ser um espião alemão, não um judeu partisan . Ele foi resgatado por amigos e mudou seu nome para evitar futuros contratempos.

5 Ibid. e ANE.

6 Das entrevistas de Amir, Friedman e Jarny.

7 Jarny.

8 A mãe de Ivan Jarny, Eugenia Rauchwerger.

Capítulo Dois

A recriação do mercado de Humenné foi concebida a partir de uma variedade de fontes, entrevistas históricas e entrevistas pessoais com Rena Kornreich, Edith Grosman e os romances de Ladislav Grosman: The Shop on Main Street e The Bride . Para apresentar as garotas que terminariam no primeiro transporte — as quais cresceram juntas — e para que o leitor entenda o quão íntima essa comunidade era, uni várias fontes para recriar um dia mais ou menos típico no mercado de Humenné.

9 Gross.

10 Kornreich, Entrevista com a autora; Bleich, documentos de família.

11 Grosman e Šimkulič.

12 Rena Kornreich.

13 Edith Grosman.

14 Nos dias 5 e 6 de março, os rabinos escreveram ao presidente Tiso para implorar por misericórdia, antes mesmo do anúncio exigindo que as meninas se registrassem para “trabalhar.” Uma carta de apoio do bispo Pavol Jantausch, de Trnava, também foi enviada em nome da comunidade judaica. “Tiso se recusou a responder”. “A resposta do Ministério do Interior foi interrogar alguns dos que assinaram as petições para descobrir como sabiam das deportações iminentes.” Bauer, pp. 65 e 267, e YV.-M-5/46(3) e M-5/136, p. 188.

15 Amir (Giora Amir e Giora Shpira são a mesma pessoa; como muitas pessoas, Giora mudou seu nome após a guerra) e Benjamin Greenman, que é o filho da irmã mais velha de Magda Amster, Irena. Irena e Shany (irmão mais velho de Magda) estavam na Palestina em 1942 e escaparam do Holocausto. O nome completo da irmã de Giora Shpira era Magdalena (Magda) Sara Shpira; em Israel, ela era conhecida como Ilana Zur (Shpira). Ela morreu em 2018. Em um e-mail datado de 13 de fevereiro de 2017, Benjamin escreveu: “Magdalena (Magda) Miriam Zirl nasceu em 8 de dezembro de 1923, em Prešov, filha de Adolf Abraham e Ethel Amster. Magda era uma garota de bom coração, generosa e calma. Ela era uma aluna muito boa. Em 20 de março, a Guarda Hlinka começou a recolher jovens judias maiores de dezesseis anos, seguindo listas enviadas de Bratislava. Magda estava escondida no sótão da casa, mas quando os gendarmes começaram a bater em seu pai, que se recusava a contar onde ela estava, ela desceu e se entregou. As meninas de Prešov e dos arredores foram levadas para o pátio dos bombeiros [e enviadas para Poprad]. Lá elas foram mantidas até 25 de março, quando foram levadas para o trem e enviadas para Auschwitz. Seu pai conseguiu uma permissão para libertá-la do transporte, mas quando chegou à estação de trem, o veículo já havia saído. Ele seguiu o trem de carro até Žilina, mas não conseguiu alcançá-lo... No campo, ela trabalhou na área do Canadá, classificando as roupas daqueles que eram enviados para o crematório. Em agosto, uma epidemia de tifo se espalhou no campo. Ela foi infecta-da pelo tifo e morreu em 5 de dezembro de 1942”.

16 Havia uma comunidade judaica neóloga socialmente mais liberal vivendo em Prešov naquela mesma época. A família de Giora Shpira era mais ativa na sinagoga neóloga, na rua Konštantínova (a sinagoga não foi preservada e hoje é uma loja). No entanto, para ritos de passagem, feriados etc., Giora e muitos outros iam à sinagoga maior.

17 Forstater, enquanto caminha pelas ruas de Prešov.

18 Amir.

Capítulo Três

Este capítulo utiliza várias fontes de informação coletadas dos Arquivos Nacionais Eslovacos, fotografias históricas, visitas a prédios históricos, caminhadas pelas ruas de Bratislava, conversas com o Dr. Pavol Mešťan e o Dr. Stanislava Siklova, o ensaio do Dr. Ivan Kamenec “The Deportation of Jewish Citizens from Slovakia in 1942 ”, Yehuda Bauer, a Conferência Uncovering the Shoah em Žilina, Eslováquia, de 2015, e a experiência pessoal de Ivan Jarny.

19 Dr. Pavol Mešťan, entrevista com a autora; Kamenec; A Conferência de Wannsee .

20 “Os 500 Reichsmark por judeu deportado atingiram 45 milhões de Reichsmark para os 90 mil judeus eslovacos, o que representava cerca de 80% de todos os impostos que os eslovacos extraíam deles anualmente. Do ponto de vista cinicamente econômico, os eslovacos não ganharam nada”, Bauer, p. 67.

21 Há uma lata de Zyklon B em exibição com a ordem original assinada no Museu Estatal de Auschwitz-Birkenau.

22 Ibid., p. 65.

23 Ibid., p. 66.

24 Die Wannseekonference (A Conferência de Wannsee ), 1984.

25 Kamenec, p. 120 e Fiamová, p. 66.

26 Ibid.

27 Bauer, p. 66.

28 Bauer, p. 66.

29 “Listas de judeus” YV.

30 Dwork e Engle.

31 ANE.

32 O primeiro transporte não ocorreu conforme o planejado e seu fracasso levou a grandes mudanças de pessoal no início de 1942. Alexander Mach evidentemente demitiu Gejza Konak por sua incapacidade de realizar as deportações porque em Bratislava, por exemplo, o segundo transporte saindo do Centro de Concentração de Patrónka incluiu apenas 770 meninas, não a cota de “mil por trem” exigida pelos alemães. Rajcan e Fiamová.

Capítulo Quatro

33 Benjamin Greenman, correspondência por e-mail, e Giora Amir, A Simple Life e entrevista com a autora.

34 Kamenec, p. 120.

35 Ibid. e Bauer, p. 68.

36 Ibid.

37 Helm, p. 181.

38 Fiamová, p. 125

39 Ibid.

40 Ivan Sloboda, entrevista com a autora.

Capítulo Cinco

41 Diário de Goebbels — 23 de novembro de 1939 — citado em Kurlander, pp. 198-217.

42 Kritzinger citado por Kurlander, p. 134.

43 Erkmann citado por Kurlander, p. 137.

44 Kurlander, p. 289.

45 McCord.

46 Helm, p. 181.

47 Ibid., p. 181.

48 Kurlander.

49 McCord.

50 Longerich, pp. 77-80; McCord.

51 McCord.

52 Kurlander, pp. 122-23.

53 Wilkinson. “Marte, no transporte de 25 de março, estava próximo ao Júpiter de Himmler em sua visita anterior a Ravensbrück, em 3 de março, e o Sol daquela visita estava no local exato em que transitara Marte (o planeta da guerra) em 10 de julho de 1941, próximo à época.”

54 Ibid.

55 Mešťan.

Capítulo Seis

A cena dentro da escola foi reimaginada a partir do romance de Ladislav Grosman, The Bride , que foi sem dúvida informado pela experiência pessoal de sua esposa. Há pouco sobre essa experiência; a maioria dos testemunhos pessoais não discute a situação interna. As informações sobre os traços de caráter das meninas foram reunidas a partir de memórias compartilhadas comigo por amigos ou familiares e do exame das fotografias no Arquivo Visual da Fundação USC Shoah.

56 Kamenec, p. 123, e Bauer, p. 65.

57 Testemunho de Margaret Becker Rosenberg, USC Shoah.

58 Conversa com Jurai Gross, sobrinho póstumo de Adela (26 de março de 2017).

59 Grosman, The Bride .

60 Ibid.

61 “Certificado Forjado”, YV.

62 Margaret Becker Rosenberg, USC Shoah.

63 Em 25 de março de 2017, o primeiro-ministro da Eslováquia cumprimentou Edith Grosman do lado de fora do antigo quartel e inaugurou uma placa na lateral do prédio onde ela e as outras 998 meninas foram mantidas pouco antes de serem deportadas.

Capítulo Sete

64 Giora Amir, entrevista com a autora. A maior parte deste capítulo vem de conversas ou troca de informações com Giora e Benjamin Greenman.

Capítulo Oito

Este capítulo é composto por vários depoimentos reunidos pela USC Shoah: Magda Moskovicová (Bittermanova), Linda Reich (Linda Breder), Kato (Katarina Danzinger), Peggy (Margaret Friedmanova) e Bertha Berkowitz (Lautman), além de Giora Amir e Edith Grosman, entrevistados pela autora.

65 “Listas de Judeus”, YV.

66 Isso não era incomum. Há muitas mulheres naturais de vilas isoladas, muitas delas destruídas se seus residentes fossem exclusivamente judeus ou “engolidas” por vilas maiores ao longo dos anos.

67 Amir. A lista de meninas que não foram de Bardejov para Auschwitz foi publicada no jornal o Bardejov no 75 aniversário, em 2017. Elas estavam escondidas ou fugiram para a Hungria. Infelizmente, não conhecemos seu destino. É claro que algumas foram pegas ou deportadas posteriormente, mas outras também escaparam e sobreviveram ao Holocausto. Hudek, entrevista com a autora.

68 Em junho de 2019, quando eu estava finalizando as provas deste livro, o filho de Ruzena Kleinman (nº 1033) entrou em contato comigo e me enviou uma foto de sua mãe e sua família. Ele também me informou que Anna Judova (nº 1093) havia sobrevivido à guerra. E quem havia nos posto em contato? Ninguém menos que a filha de Mira Gold, que era amiga de Peggy — Margaret Friedman Kulik.

69 Bertha Lautman (nascida Berkowitz), Arquivo Visual USC Shoah.

70 Margaret Rosenberg (nascida Becker), Arquivo Visual USC Shoah.

71 Ibid.

72 Uma cópia do documento alimentar, datada de 11 de março de 1942, foi-me apresentada pelo Dr. Pavol Mešťan e pelo Dr. Stanislava Šikulová, ANE, 14-D4-582/1-1942.

73 Číslo 14-D4-582/1, datado em 11 de março de 1942, o documento alimentar foi fornecido pelo Prof. Pavol Mešťan do Museu de Cultura Judaica de Bratislava, na Eslováquia. Foi traduzido para mim por Ivan Sloboda no estúdio de Sir Martin Gilbert, em Londres.

74 Entrevistas de Eugene e Andrew Hartmann, USC Shoah, com informações adicionais fornecidas por suas filhas. O nome de Dula em eslovaco é na verdade Gyula, mas pronuncia-se Diula; foi americanizado pela família sobrevivente, que o soletra Dula.

75 “Listas de Judeus”, YV.

Capítulo Nove

76 ANE.

77 WL.

78 ANE.

79 “Pod poradovym cislom 1,000 bola deportovana jedina lekarka Izak Kaufmann nar .” Tradução: “Sob a ordem de 1.000, o único médico, dr. Izak Kaufmann, foi deportado”. “Certificado Forjado”, YV.

80 Linda Breder (Reich), USC Shoah.

81 Edith.

82 Women’s International Zionist Organization (WIZO), Yehuda Lahav tornou-se jornalista de renome mundial e autora de A Scarred Life .

Capítulo Dez

Benjamin Greenman e Giora Amir contam a história de como Adolf Amster correu até o trem; as crianças Hartmann lembram-se de seus pais contando uma história semelhante sobre seus avós — essa cena é recriada a partir dessas lembranças e da minha própria experiência de dirigir pelo velho caminho entre Proprad e Žilina.

83 Schwalbova, p. 205.

84 Gigliotti.

85 Ibid.

86 Hudak, Breder e Kaufmann, YV. WIZO. Vários testemunhos. No formulário de testemunhos do Yad Vashem Martyrs and Heroes Remembrance, preenchido em 1977, relata-se que o dr. Kaufmann foi morto na câmara de gás porque se recusou a participar de uma seleção de prisioneiros; esse relato é impreciso e foi feito por um parente após a guerra. De fato, em março daquele ano, ainda não havia seleções imediatas após a chegada dos trens a Auschwitz. Isso só passou a acontecer em junho de 1942. Em março de 1942, as câmaras de gás ainda estavam sendo construídas e testadas; elas não eram totalmente funcionais.

87 Do depoimento de Linda no USC, que é o único relato em primeira pessoa que descobri sobre o que aconteceu com o dr. Kaufmann em Auschwitz.

88 YV, certificado forjado com o nome Stefánia Gregusová.

89 E-mail do prof. Pavol Mešťan e do Dr. Stanislava Šikulová, 19 de julho de 2019. Definitivamente, existem sobreviventes na lista de Šebesta: Edith Rose (nº 1371), Elena Zuckermenn (nº 1735), Eta e Fanny Zimmerspitz (nº 1756 e nº 1755), mas a lista também contém as irmãs Zimmerspitz que foram executadas em 1943 (Frieda, Malvina e Rosalia).

90 YV, certificado forjado com o nome Stefánia Gregusová.

Capítulo Onze

91 Höss e Helm.

92 Margaret Friedman Kulik, USC Shoah.

93 Citado em Hanna Elling.

94 Helm, p. 181.

95 Edith Grosman, Linda Breder (Linda Reich), USC Shoah nº 22979 e 53071 e Sarah Helm, p. 180.

96 Linda Breder (Linda Reich).

97 Tsiporah Tehori (Helena Citron), USC Shoah (tradução de Sara Isachari).

98 Ibid.

99 Edith Grosman.

Capítulo Doze

100 Laura Špániková (nascida Ritterova) citada em Cuprik.

101 Ibid.

102 Zilberman, p. 13.

103 Gelissen.

104 Ibid.

105 Annie Binder havia sido presa por trabalhar no Ministério das Relações Exteriores como secretária do presidente Beneš quando os nazistas invadiram Praga e estava cumprindo pena como prisioneira política em Ravensbrück quando foi transferida para Auschwitz para trabalhar como Kapo . Ela sobreviveu e após a guerra permaneceu em contato com Ruzena Gräber Knieža, de quem foi amiga íntima.

106 Schwalbova.

Capítulo Treze

107 ANE.

108 Veio de Patrónka, não muito longe de Bratislava, na região oeste da Eslováquia.

109 Malvina Kornhauser, nascida Gold (Mira). USC.

110 Schwalbova, p. 204.

111 Edith.

112 Ibid.

113 Ibid.

114 AU “Livros da Morte”, Sterbebücher . Analisamos a lista original e criamos nosso banco de dados comparando os registros de óbito em Yad Vashem e Auschwitz, em 2014. É possível que registros adicionais tenham sido descobertos desde então.

115 Apesar das repetidas tentativas de encontrar os registros das mortes no campo feminino de Auschwitz no Arquivo e Museu de Ravensbrück, não parece haver nenhum registro definitivo a respeito, conforme a pesquisa de Danuta Czech.

116 580 eram prisioneiros de guerra russos. Czech, p. 151.

117 1.305 eram prisioneiros de guerra russos. Czech, p. 131.

118 Czech, p. 157.

Capítulo Quatorze

119 Margaret Rosenberg (Becker), USC. Ruzena Gross tinha 26 anos e era de Humenné. Ela morreu em 18 de outubro de 1942. Todos os “Livros da Morte” (Sterbebücher ) mantidos pelo departamento político no campo foram apenas “parcialmente preservados”. Esse registro de 46 volumes consiste em 69 mil “prisioneiros que foram registrados no campo e que morreram entre 29 de julho de 1941 e 31 de dezembro de 1943”. Os nomes desses prisioneiros podem ser encontrados na base de dados digital dos prisioneiros de Auschwitz, no site do museu. Em 2014, incluímos os nomes de todas as meninas da lista de Poprad de 25 de março de 1942, encontrada no Yad Vashem, nos bancos de dados de Auschwitz e do Yad Vashem.

120 Margaret Rosenberg (Becker), USC.

121 Salmo 116:1-2.

122 Czech, p. 153.

Capítulo Quinze

123 “Documento forjado”, YV.

124 Helm, p. 185.

125 O microquimerismo materno fetal foi descoberto na década de 2000. Várias fontes informativas foram usadas nessa seção: Martone, Scientific America ; Zimmer, New York Times ; Yong, National Geographic .

126 Zimmer, National Geographic ; Biswas, Frontiers in Plant Science .

127 Linda Breder (Reich), USC.

128 Tsiporah Tehori (Helena Citron), Testemunho nº 33749, USC Shoah.

129 Magda Blau (Hellinger), p. 20.

130 Irena Ferenick (Fein), USC.

Capítulo Dezesseis

131 Pavol Mešťan, entrevistas com a autora.

132 Jarny; e também: quando perguntado em seu julgamento por que ele havia despedido Konka, Alexander Mach respondeu “por motivos de saúde”. No entanto, Dieter Wisliceny, tenente de Eichmann, consultor sobre a questão judaica na Eslováquia, testemunhou em 1946 que “até onde eu sei, Konka foi inesperadamente removido. Ele supostamente se envolveu em alguns casos de corrupção, e as investigações ainda estavam em andamento”. Rajcan.

133 Baseado na real výnimka da família Stein em Žilina, datada de “25.VII.1942” e assinada por Anton Va ek, chefe do Departamento Judaico 14, “Rei dos Judeus”, fornecido por um neto de Stein, da família de sobreviventes, Peter Svitak.

134 Šimkulič, p. 117.

135 Não é certeza, mas parece provável que a família Gross tenha pedido ao sr. Baldovsky para resgatar Adela também. As famílias se conheciam bem e eram muito próximas. Edith Grosman, entrevista com a autora, 8 de janeiro de 2018.

136 Edith Grosman, entrevista com a autora, 8 de janeiro de 2018.

137 Edith Valo (Friedman), Testemunho nº 17457, USC Shoah.

138 As prisioneiras confirmam que as mulheres mortas foram contadas. Esses dados não parecem ter sobrevivido à guerra.

139 Testemunho de Mauer e Helm, p. 189.

140 Testemunho de Mauer.

141 Czech, p. 161; Posmysz, Zofia era a nº 7566, uma não judia de Oświęcim que foi presa por distribuir panfletos contra os nazistas. Ela foi internada em Auschwitz em junho de 1942. Suas memórias são um poderoso testemunho entre os de prisioneiros não judeus.

142 Linda Breder (Reich), USC Shoah.

143 Irena Ferenick (Fein), USC Shoah.

Capítulo Dezessete

144 Bauer, citado em IFZ, MA 650/1, T75-517 German Intelligence Report, abril de 1942.

145 Nasceu em 1924 e tinha dezoito anos quando foi deportada em 28 de maio de 1942 para Lublin. Fonte: YV, arquivo de documentos nº 12013.

146 Czech, pp. 148-60 (note-se que Czech cita 999 mulheres jovens no primeiro transporte judeu “oficial”; alterei para o número correto de 997).

147 Mauer.

148 Helm, p. 189. Czech: “No final de abril de 1942, havia 14.624 homens em Auschwitz: 3.479 judeus eslovacos, 1.112 judeus franceses, 287 judeus tchecos e 186 prisioneiros de guerra russos — os outros 9.560 eram não judeus, na maioria presos políticos”, p. 161.

149 Gilbert, pp. 45-46.

150 Helm, p. 189.

151 Jarny.

152 Vrba, p. 52.

153 WL e Kamenec, pp. 127-28.

154 Ibid.

155 Dr. Pavol Mešťan, entrevista com a autora, e Kamenec.

156 Todas as mulheres naquele transporte com Vrba foram separadas dos homens no campo de concentração de Majdanek (Lublin, Polônia) e enviadas para Bełżec, onde foram executadas usando-se fumaça de escapamentos; seus corpos foram incinerados em trincheiras abertas. “Os crematórios ainda estavam na fase de projeto”. Vrba, pp. 52-55.

157 Jarny, “Tiso foi enforcado em 1946, apesar dos protestos do Vaticano e dos EUA.”

Capítulo Dezoito

158 Irène Némirovsky foi uma autora francesa cujo manuscrito Suite française foi descoberto postumamente por sua filha Denise Epstein e publicado 64 anos depois de ela ter sido deportada para Auschwitz. Em 11 de julho de 1942, ela escreveu em seu diário: “Os pinheiros ao meu redor. Estou sentada no meu cardigã azul no meio de um oceano de folhas, molhada e apodrecendo da tempestade da noite passada, como se estivesse em uma balsa, minhas pernas dobradas debaixo de mim! [...] Meus amigos, os zangões, insetos adoráveis, parecem satisfeitos consigo mesmos, e seu zumbido é profundo e grave. [...] Daqui a pouco tentarei encontrar o lago escondido”. Ela foi presa momentos depois. Irène Némirovsky morreu em Birkenau em 17 de agosto de 1942.

159 Os nazistas adoravam usar datas importantes para suas ações, e os feriados judaicos eram especialmente perigosos. Aqui, recorri à anotação porque acho irônico que a data em que se celebra a independência dos Estados Unidos tenha coincidido com a primeira seleção feita na plataforma de desembarque. Czech também observa aqui que, “em 15 de agosto de 1942, apenas 69 dos homens ainda estavam vivos; em seis semanas, mais de dois terços dos homens morrem”.

160 Schwalbova, p. 207 e Czech, “as mulheres foram tatuadas 8389-8496; os homens, 44727-44990 ”, p. 192.

161 Elling, p. 137 e testemunho de Mauer.

162 Höss.

Capítulo Dezenove

Este capítulo deriva suas informações de testemunhos de sobreviventes: Edith, Helena, as Kapos Luise Mauer e Bertel Teege, e o excelente trabalho de Sara Helm em seu livro Ravensbrück .

163 Edith.

164 Aron Citron chegou a Auschwitz em 30 de junho de 1942, com outros 400 homens que haviam sido transferidos de Lublin. Czech observa no final da página 189 da Crônica de Auschwitz que até “15 de agosto de 1942, isto é, 6 semanas e meia depois, apenas 208 deles ainda estão vivos. Cerca de metade dos deportados, 192, está morta”. Helena usa o nome Moshe em seu testemunho à USC Shoah, mas nos registros de mortes de Auschwitz é seu irmão Aron Citron (nº 43934) quem foi listado como morto em 25 de julho de 1942. Ele tinha dezoito anos.

165 Reunido de Longerich, Helm e Czech, p. 198.

166 Inúmeros testemunhos foram reunidos: Joan Weintraub (Rosner), Linda Breder (Reich), Edith Grosman e as Kapos Bertel Teege e Luise Mauer.

167 Testemunho de Mauer, que não seria libertada até o final de 1943. Czech, p. 199.

168 Czech, p. 199.

169 Helm, p. 238.

170 Ibid.

171 Citado em Czech, APMO / Höss Trial, vol. 6, p. 85 e pp. 237-38; Diário de Höss, p. 199.

Capítulo Vinte

172 Birkenau soma 171 hectares (422 acres) de área; Museu Auschwitz.

173 AU, memórias do Bloco 22B, testemunho de Anna Tytoniak (nº 6866).

174 Czech, p. 211.

175 Linda Breder (Reich), USC Shoah.

176 Edith Grosman, entrevistas com a autora; Bertha Lautman (nascida Berkowitz), USC.

177 Edith Grosman, ibid.

Capítulo Vinte e Um

178 Holíč.

179 Ward.

180 Fialu, 7 de novembro de 1942.

181 ANE.

182 Czech, pp. 217-18.

183 YV, arquivo Czechoslovakian Documents nº 12013.

184 Rena Kornreich relatou a primeira seleção em seu livro de memórias, Irmãs em Auschwitz . Em 2017, a sobrinha póstuma de Frida e Helena, Eva Langer, encontrou uma conexão entre a história contida nas memórias de Rena e a história que fora contrabandeada para fora do campo por alguém que conhecia as meninas e também testemunhou sua seleção na primeira delas ocorrida no campo feminino.

Capítulo Vinte e Dois

185 Gelissen.

186 Museum of Jewish Heritage, coleção: 2000.A.368.

187 Edith.

188 Höss.

189 Ibid.

190 As funcionárias que sobreviveram muitas vezes mantinham em segredo sua experiência nos campos e as posições que ocuparam, para que não fossem hostilizadas após a guerra. As sobreviventes que emigraram para Israel e trabalharam como funcionárias foram especialmente cuidadosas.

191 Schwalbova, p. 206.

Capítulo Vinte e Três

192 Czech: “Dos 1.000 homens, mulheres e crianças transportados de Drancy, na França, que chegaram em 2 de setembro de 1942, 12 homens e 27 mulheres estão registrados no campo”, p. 232.

193 Isabella Leitner, citado em Shik, p. 5.

194 Gelissen, p. 139.

195 Kremer, Krakow Auschwitz Trial, citado em Czech, p. 233.

196 Raoult Didier, Max Maurin, M.D., Ph.D.

197 Diários de Kremer citados em Czech, pp. 230-37.

198 Esta seção reúne informações de Rudolf Vrba, p. 361, Manci Schwalbova, p. 208 e Joan Weintraub (Rosner), USC Shoah.

199 Manci Schwalbova p. 204.

200 Ibid.

201 Ibid., com Czech. O Bloco 25 era a enfermaria do hospital judeu.

Capítulo Vinte e Quatro

202 Edith.

Capítulo Vinte e Cinco

203 Auschwitz-Birkenau Memorial Museum, Bloco 22b — Memórias.

204 Termo usado por Rudolf Vrba em suas memórias.

205 Vrba.

206 Como em diversos testemunhos, as datas são muitas vezes confusas. Não havia calendário para os prisioneiros e, com o passar dos anos, as narrativas pessoais às vezes têm erros em sua cronologia — isso não torna o testemunho falso, geralmente significa que o incidente ocorreu em um momento diferente. Ainda assim, aconteceu.

207 Eta Zimmerspitz Neuman (nº 1756), entrevista com a autora.

208 Edith Grosman, entrevistas com a autora.

Capítulo Vinte e Seis

209 Dr. Pavol Mešťan, entrevista com a autora.

210 Kamenec e Bauer.

Capítulo Vinte e Sete

211 o Czech. Em 1 de dezembro de 1942, “o nível de ocupação do campo de mulheres em Auschwitz-Birkenau equivale a 8.232”, mas no mesmo dia as mulheres foram tatuadas com números entre 26.273 e 26.286 — para onde foram as demais? Mais de 6 mil mulheres e meninas foram selecionadas em três dias de seleção em outubro, mas não há registros confiáveis da população no final do mês, e as seleções continuaram afetando a população, assim como as epidemias de tifo, meningite e os massacres.

212 Rabino David Adler, correspondência por e-mail.

213 A ironia é que os campos foram projetados para os prisioneiros trabalharem até a morte sob o lema “O trabalho liberta”, uma mentira para os prisioneiros judeus. Rabino David Wirtschafter.

214 Citado em Rudolf Vrba, pp. 171-72.

215 Ibid.

216 Marta Marek, nascida Mangel, arquivos da família.

217 Linda Breder (Reich), USC.

Capítulo Vinte e Oito

218 Coleções dos arquivos de documentos do The Jewish History Museum: 2000.A.371.

219 YV, imagens nº 17 e 18.

220 Museum of Jewish Heritage, Coleção nº 2000.A.382.

221 Adam, Frankel. Irena Fein não menciona a amputação em seu testemunho pessoal. Após a libertação, ela e Edith estavam no campo de futebol em Humenné. Elas estavam descalças e Edith perguntou o que havia acontecido com os dedos dos seus pés. Essa foi a história que Irena contou.

Capítulo Vinte e Nove

Uma coleção de testemunhos de Edie F. Valo (nº 1949), sua irmã Ella F. Rutman (nº 1950), Joan Rosner (nº 1188), Sara Bleich, Ria Hans, Manci Schwalbova e Edith (nº 1970).

222 Museum of Jewish Heritage, coleção: 2000.A.377.

223 YV, registro O.75, arquivo 770. Imagem: 67; texto: 4.

224 Czech, p. 356.

225 Edith é uma das sobreviventes que se lembra de Helena estar nos lenços brancos em 1942, o que significa que o seu primeiro dia não coincidiu com o aniversário de Franz Wunsch, em 21 de março de 1943. Ela já estava trabalhando lá e já o amava então. Como é provável que ela tenha cantado para ele em mais de uma ocasião, elaborei a cena com base no testemunho de que ela cantou para ele no aniversário dele. As Kapos e a SS gostavam que as prisioneiras se apresentassem, então parece provável que Helena tenha cantado para Wunsch mais de uma vez. Deve-se notar que as prisioneiras frequentemente se sentiam envergonhadas e humilhadas por serem forçadas a se apresentar em um lugar onde tantas pessoas estavam morrendo e sofrendo. A experiência de Rena Gelissen, nascida Kornreich, nessas apresentações confirma essa perspectiva.

226 Do documentário Auschwitz: Os Nazistas e A Solução Final , produzido pela BBC; informações adicionais nesta seção foram compiladas a partir de transcrições e testemunhos pessoais da USC Shoah.

227 Czech, p. 361.

228 Ibid. e Höss.

229 Seguindo uma receita kosher da internet, esperei fermentar por duas semanas. Infelizmente, acabei fazendo vinagre. Tentei outra receita, mas obtive mais vinagre.

230 Testemunho de Margaret Kulik (nascida Friedman), USC Shoah.

231 Czech, p. 366.

232 Ao mesmo tempo, o último Sêder em Varsóvia era celebrado em um bunker no gueto. Não era apenas véspera do Pessach; era véspera da dissolução do gueto judeu de Varsóvia.

Capítulo Trinta

233 Como dois cartões cobriam notícias semelhantes, trechos de ambos foram combinados para o leitor. YV, registro O.75, arquivo 770. Números 21 e 33, cartas a Simon Hertzka (irmão de Lenka).

234 YV, registro O.75, arquivo 770. Foto, nº 70; texto, nº 48.

235 Edith Grosman.

236 Reunido de suas primas Eta Neuman, nascida Zimmerspitz, e sua filha Ariela Neuman; e dos testemunhos na USC Shoah de Ruzena Gräber Knieža e Frances Kousel-Tack.

Capítulo Trinta e Um

Este capítulo é uma compilação de vários testemunhos reunidos pela Fundação USC Shoah, entrevistas pessoais com sobreviventes e traduções dos cartões-postais de Hertzka, doados por Eugene Hartmann ao Museum of Jewish Heritage em Nova York.

237 Esta sobrevivente desejava permanecer anônima em relação à experimentação médica.

238 Irena Ferenick (Fein), USC.

239 Não permaneceram de pé depois dos atentados e não estão mais no complexo do museu.

240 Hertzka, YV. O pai de Lenka morreu, mas a família mantém segredo e não conta isso a ela.

241 Hertzka, YV, cartão-postal nº 48: Seri Wachs tinha trinta anos quando foi deportada de Prešov no primeiro transporte; Margit Wahrmann tinha 26 anos; e Ella Rutman (nascida Friedman, nº 1950), Edie Valo (nascida Friedman, nº 1949). Ernest era provavelmente um parente do amigo de Ida Eigerman, Gizzy Glattstein.

242 Testemunho de Eugene Hartmann, USC Shoah.

Capítulo Trinta e Dois

243 YV.

244 Bertha diz tacitamente que foi “uma das médicas eslovacas” para fins de estrutura narrativa; eu sugiro que tenha sido Manci, porque ela era conhecida por ajudar especialmente as jovens eslovacas.

245 Linda Breder (Reich), USC Shoah.

Capítulo Trinta e Três

246 Czech, p. 604.

247 Czech, p. 607.

248 Rudolf Vrba e Frank Wexler, p. 361. Esta é uma citação exata do Relatório da Fuga de Auschwitz em 1944 — informações posteriores revelam uma porcentagem diferente, mas, como vimos, os registros das mulheres são imprecisos, na melhor das hipóteses. Deve-se notar também que essa porcentagem se refere a todas as mulheres jovens presentes nos primeiros transportes, não apenas no primeiro transporte — ao todo, mais de 6 mil mulheres.

249 Citado em Gilbert, p. 279.

250 USHMM.

251 Czech, p. 563.

252 Czech, p. 632.

253 Schwalbova.

Capítulo Trinta e Quatro

A cena da remoção de Ruzinka da câmara de gás e do seu processamento subsequente foi recriada a partir dos testemunhos de Helena Citron e Margaret Odze na USC Shoah e de conversas com Edith Grosman e a documentarista Maya Sarfaty, diretora de The Most Beautiful Woman . Originalmente, pensava-se que Ruzinka e seus filhos chegaram a Auschwitz em outubro de 1944, em um dos transportes eslovacos; no entanto, documentação enviada para a requisição de reparações e encontrada no USHMM confirma que Ruzinka (Rosa Citron) Grauberova foi deportada em maio de 1944, em um transporte húngaro. Tentamos contato com os filhos de Helena e Rosa para confirmar isso.

254 USHMM, Ornsteinova Documentation.

255 Helena não se lembra do que aconteceu a seguir. “Eu nem percebi o que estava acontecendo comigo, porque queria estar com minha irmã. Eu estava em outro lugar”, ela diz em seu testemunho da USC Shoah. Combinam-se declarações concedidas por Helena Citron para a Fundação USC Shoah, a BBC e o filme The Most Beautiful Woman , dirigido por Maya Safarty; data de lançamento: 14 de novembro de 2018.

256 Em 1944, uma nova série de numeração usando a letra A foi criada para as prisioneiras judias húngaras; no entanto, em 19 de outubro de 1942, 113 judias de Sereď, na Eslováquia, foram registradas com números de A-25528 a A-25640. Czech, 735. Não temos o número de Ruzinka, portanto, não podemos confirmar a data de sua chegada.

Capítulo Trinta e Cinco

257 YV, arquivo nº 75, registro 770, cartões-postais 55 — tradução parafraseada para maior clareza.

258 Esta seção usa várias fontes, incluindo conversas com o Dr. Pavol Mešťan e o Dr. Stanislava Šikulová, livros ou artigos de Baeur, Gross e Amir, testemunhos de Eugene e Andrew Hartmann da USC Shoah, conversas e e-mails com Edith Grosman e documentos e e-mails pessoais de Ivan Jarny.

259 A mãe e a irmã de Ivan acabaram em Ravensbrück em janeiro de 1945. “Mamãe foi espancada e deixada em um galpão para se recuperar. Minha irmã tentou obter ataduras ou um kit de primeiros socorros. Sem sucesso. Quando ela voltou ao galpão, nossa mãe tinha sumido, e muitas outras também. Foi dito a Erika que o dr. Fritz Klein havia chegado à noite e injetado fenol diretamente no coração de suas vítimas. Quando o fenol acabou, ele usou gasolina.” Era 25 de fevereiro de 1945. Enquanto Ivan estava no meio das montanhas lutando ao lado dos partisans , sua família estava escondida em uma caverna e “levando uma vida incrivelmente difícil, sem poder acender uma fogueira, impossibilitada de se lavar, tendo que caminhar pela neve profunda para encontrar um lugar para usar como banheiro, dormindo completamente vestida com os casacos de inverno”, diz Ivan. “Lá fora, fazia -15 graus Celsius, ou 5 graus Fahrenheit”. Ele encontrou um camponês disposto a fornecer abrigo e comida para a sua família durante três ou quatro dias e os instalou em sua cabana antes de retornar às suas funções como contato entre russos e franceses. “Depois do meu turno, peguei uma mochila cheia de roupas sujas, que mamãe prometeu lavar para mim.” O portão dos fundos do camponês estava aberto e dois alemães gritaram para Ivan: “Mostre-nos seus papéis!”. Ivan fugiu. Sua mãe e irmã foram apanhadas e prontamente deportadas.

260 USHMM.

261 Julia Klein (nascida Birnbaum), USC Shoah. O termo davening origina-se do rei Davi e dos Salmos 35:10: “Todos os meus membros proclamarão: Quem é como Você...?”, “Quando louvamos a D’us, fazemos isso com todo o nosso ser: a mente, o coração e a boca expressam a oração por meio da fala, e o resto do corpo o faz movendo-se. Cada fibra do nosso eu está envolvida na conexão com o nosso Criador”, escreve o rabino Rafe Konikov.

Capítulo Trinta e Seis

Este capítulo é uma compilação de vários depoimentos da Fundação USC Shoah e traduções de cartões-postais de Hertzka, doados ao Yad Vashem.

262 Os testemunhos da USC Shoah incluem: Margaret Rosenberg (Becker), Linda Breder (Reich), Irena Ferenick (Fein).

Capítulo Trinta e Sete

263 Linda Breder (Linda Reich), USC Shoah e Edith Grosman.

264 Czech, p. 743.

265 Linda Breder (Linda Reich), USC Shoah.

266 Ibid.

267 Rena Kornreich Gelissen, entrevistas com a autora.

268 Czech, p. 773.

269 Czech, p. 775 e Gelissen, p. 223.

270 Deve-se notar que nem aqui Roza e as outras três prisioneiras que foram executadas com ela têm seus números de prisioneiras inseridos no registro histórico.

271 Ibid.

272 Ibid., p. 784.

273 Ibid., p. 783.

Capítulo Trinta e Oito

As várias fontes deste capítulo incluem os depoimentos da USC Shoah e os relatórios coletados pela pesquisa de Danuta Czech, que registram dia a dia (às vezes, de hora em hora) os fatos ocorridos no campo. Ademais, foram usados os mapas que Rena Kornreich Gelissen me deu em 1993, retirados do livro de Andrzej Strezlecka, Marz smeirchi .

274 “De uma carta de um menino polonês de um gueto que disse isso — exatamente o que me lembro. Ele escreve uma carta para seus pais porque foi pego em outro lugar. ‘Estou aqui neste lugar miserável. Eu não tenho sapatos. Eu estou com fome. Minhas roupas — minhas roupas estão rasgadas. Eu estou com fome. A única coisa que quero é estar com vocês, mas não posso escrever muito. Se os oceanos fossem de tinta e o céu de papel, eu ainda não conseguiria descrever o horror que estou passando’”. JHM.

275 Czech, p. 784.

276 Czech, pp. 800-1.

277 Czech, p. 805.

278 Número desconhecido, ela tinha dezenove anos quando foi deportada com Irena Fein em 1942; ela era amiga de Lea Friedman também. YV, ID nº 12013, arquivos de documentos.

279 Czech, p. 801.

280 Ibid. Ver lista na p. 784.

281 Czech, p. 801.

282 Longerich, p. 724.

283 Habbo Knoch.

284 IWM.

285 Joan Rosner e Edith Grosman.

Capítulo Trinta e Nove

Esta seção narrativa foi reunida a partir de todos os testemunhos das sobreviventes, suas famílias e fotografias de família.

 

Retornos

286 Breder, Recollection of Holocaust Part I , p. 7.

287 Embora a frase venha de Mateus 10:14, é relatado no Antigo Testamento que os judeus sacudiam a poeira dos pés depois que deixavam cidades ou regiões onde não judeus viviam.

288 Šimkulič e Edith.

289 Lou Gross herdou o xale de orações do seu avô e o usa até hoje.

Epílogo

290 Em seu depoimento da USC Shoah, Margaret Odze diz que ouviu de uma amiga que também foi chamada para testemunhar no julgamento de Wunsch e Graff que: “Eles a trouxeram para depor. Ele estava apenas sentado lá com sua esposa e filho. Ela era uma garota bonita e, quando ele a viu, começou a chorar”.

291 No original: “Vous savez que toute ma famille a été déportée, et les survivants étaient très peu nombreux. Après leur disparition, je me retrouve totalement isolé, immigrant sur Terre. Même le site de Yad Vashem ne m’apporte pas grand-chose. J’ai essayé de retrouver les noms à partir de diverses notes que j’avais prises. C’est vraiment très court. A voir en pièces jointes. Toutefois, je n’ai pas eu le courage d’effectuer dans ma jeunesse, et que je n’ai plus l’énergie de reprendre à 68 ans. Amitiés”. Traduzido para o inglês por Simon Worrall.

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