Magníficos Estranhos
Agradecimentos
Em primeiro lugar, obrigada a si, leitor, por ter dedicado o seu tempo a este
livro. É uma bênção inestimável e fico-lhe eternamente grata. Obrigada à
minha maravilhosa editora, Carrie Feron, que guiou este livro até à sua
conclusão. Obrigada pela tua paciência, pelos teus conselhos e orientação, e
por teres sabido sempre aquilo de que o livro necessitava. Estou em dívida
contigo e com toda a equipa da William Morrow/HarperCollins, que tratou
o livro com tanto carinho, sobretudo Danielle Bartlett, Katherine Turro,
Jennifer Hart, Kelly Rudolph e Julie Paulauski.
À minha agente Suzanne Gluck e a toda a família da WME – em especial
a Laura Bonner, Matilda Forbes Watson e Sylvie Rabineau –, obrigada.
Vocês são umas verdadeiras estrelas de rock.
A Anthea Townsend, Naomi Colthurst, Sophia Smith e à equipa da
Penguin Random House Children’s UK: trabalhar com vocês foi um sonho
tornado em realidade.
Obrigada a Brendan Kenney, Bruna Papandrea, Steve Hutensky e a todas
as pessoas da Made Up Stories pelo vosso entusiasmo e apoio numa fase tão
inicial e por terem ajudado a que o livro encontrasse o seu lugar no mundo.
Obrigada a Aja Pollock, pelo seu olho de lince e excecional revisão, e a
D.P. Lyle pelos seus conhecimentos técnicos de medicina.
A Tiff, Katy, Lauren, Devonie, Meggie e Amy: obrigada pela vossa
amizade, pelo vosso entusiasmo e encorajamento nos ocasionais momentos
de desânimo; tornaram esta viagem em muito mais divertida.
Obrigada, Trevor, por tanta coisa: pelos teus reparos perspicazes e pelas
tuas engenhosas soluções em termos de enredo sempre que eu encalhava,
por teres preparado o meu website e por me teres cedido, a custo zero, o teu
tempo e talento na feitura das minhas fotos como autora. Há tanto de ti
neste livro. Obrigada. Viver cada dia ao teu lado é uma bênção.
Mark, obrigada pelas ideias provocadoras e bizarras que me deste para
escrever uma história; nenhuma delas foi incluída neste livro, mas quem sabe no próximo...
À minha mãe e ao meu pai, que nunca, jamais, expressaram qualquer
dúvida em relação ao meu sonho de me tornar numa escritora,
inclusivamente quando eu mesma tive dúvidas. Obrigada pelo vosso amor e
apoio inabaláveis e por serem os melhores pais que uma filha pode pedir.
E por fim, mas nem de longe menos importante: Annie, obrigada por
nunca teres parado de perguntar «Que acontece a seguir?» e pela
impaciência que mostraste sempre, de maneira tão ruidosa, em receber o
capítulo seguinte (e o seguinte e o a seguir a esse). Foste a primeira leitora
de Magníficos Estranhos e durante muito tempo a única, e acreditaste no
livro desde o início. Obrigada. Sem ti, este livro não existiria.