Os Fundamentos da Liberdade

Friedrich A. Hayek · Capítulo 34 de 49

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Os Fundamentos da Liberdade

Capítulo 6

Cf. a introdução de W. H. Auden à obra de Henry James, The American Scene (Nova Iorque, 1946), página XVIII: “A liberdade não é um valor, mas o fundamento do valor”; ver também C. Bay, The Structure of Freedom (Stanford, Califórnia: Stanford University Press, 1958), página 19: “A liberdade é o solo necessário para o pleno crescimento de outros valores”. (Esta última obra chegou às minhas mãos tarde demais e só pude fazer a ela escassas referências nas notas.)

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Cf. A. N. Whitehead, Adventure of Ideas (Nova Iorque, Mentor Books, 1955), página 73: “Infelizmente, a idéia de liberdade foi emasculada pelo tratamento literário que lhe deram. (...) O conceito de liberdade foi reduzido à imagem de indivíduos contemplativos que conseguem chocar sua geração. Quando pensamos em liberdade, tendemos srnos limitar à liberdade de pensamento, liberdade de imprensa, liberdade de credo. (...) Isto é completamente errado. (...) O aspecto literário da liberdade expressa apenas o que é menos importante. (...) Na realidade, a necessidade fundamental é a liberdade de ação”.

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C. L. Becker, New Liberties for Old (New Haven: Yale University Press, 1941), página 4.

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David Hume, que será nosso constante companheiro e sábio guia ao longo das páginas seguintes, já em 1742 (Essays, II, páginá 371), se referia a “este perigoso esforço filosófico em busca da perfeição, que, sob o pretexto de corrigir preconceitos e erros, contraria os mais caros sentimentos do coração e as mais úteis opiniões e tendências que governam a criatura humana”, e nos advertia (página 373) para que “não nos afastássemos demais das máximas de comportamento e conduta recebidas, em prol de uma fascinante busca da felicidade ou perfeição”.

9b - W. Wordsworth, The Excursion (Londres, 1814), Parte II.

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A epígrafe da Parte I foi extraída de H. B. Phillips, “On the Nature of Progress”, American Scientist, XXXIII (1945), 255.